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	<title>LMA Archives - Revista Online ABRALE</title>
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	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
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		<title>Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 21:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/" title="Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="LMA, leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/">Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/" title="Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="LMA, leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5000b9f2{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_6a03a5000b9f2"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Isabella Marion venceu um linfoma de Burkitt em 2018 e, em 2025, uma leucemia mieloide aguda com mutação TP53</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14618"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>“No mesmo dia que eu descobri que eu não tinha entrado em remissão, soube que a minha irmã não era compatível comigo para o transplante e que eu tinha a pior mutação que se pode ter com a leucemia, que é a do TP53”. Quem viveu tudo isso foi Isabella Marion, hoje com 30 anos e em remissão da leucemia mieloide aguda (LMA) que teve depois do tratamento para um linfoma de Burkitt.</p>
<h3>O linfoma de Burkitt</h3>
<p>Em 2018, Isabella tinha 22 anos e estava terminando a faculdade quando notou um nódulo perto do pescoço. Depois de algum tempo, ela começou a sentir dor. “Fui em vários médicos, no final, eu consegui uma biópsia e saiu que eu tinha <a href="https://abrale.org.br/doencas/linfomas/" target="_blank" rel="noopener">linfoma de Burkitt</a>. Ele é super rápido de espalhar. Quando eu descobri, eu já estava em estágio 4B, ele estava além dos linfonodos, no útero, ovário, fígado, baço, mama e 98% da medula”, conta Marion.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Quando o resultado da biópsia saiu, na mesma semana, Isabella começou a quimioterapia. Ela fez oito ciclos de tratamento, que duraram nove meses. “Eu entrei em remissão completa, voltei para a faculdade, para a minha vida normal. Completei os 5 anos em remissão e comemorei que eu estava curada. Perto de fazer os meus seis anos, comecei a ter dor no corpo”.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>A leucemia secundária</h3>
<p>Uma das sequelas do linfoma foi uma imunodeficiência primária. Assim, todos os meses Isabella fazia uma infusão de imunoglobulina. “Eu sempre ficava meio ruinzinha e achava que a dor no corpo era por conta disso. Mas aí a dor foi aumentando e eu voltei aos hematologistas que me acompanharam na primeira vez. Fizemos uma biópsia e veio o resultado, uma LMA secundária ao meu tratamento”, relata Marion.</p>
<p>Após o diagnóstico, ela foi internada imediatamente para começar a quimioterapia. Isabella conta que, por ter passado anteriormente pelo linfoma, pensou que saberia como seriam os processos para tratar a leucemia. “Desde o começo, eu já sabia que ia precisar do transplante alogênico, por conta de ser uma <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-recidivada/" target="_blank" rel="noopener">LMA secundária</a>”, afirma.</p>
<p>Enquanto Isabella fazia sua primeira quimioterapia para a leucemia, sua única irmã foi testada para entender se havia <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/11/compatibilidade-como-funciona-no-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener">compatibilidade para a doação de medula óssea</a>. Após a primeira dose do tratamento, Isabella não conseguiu entrar em remissão para o transplante, descobriu que sua irmã não era compatível e que tinha a mutação TP53, o que significava um prognóstico ruim.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>“E aí eu joguei aquilo no Google e vi que a minha taxa de sobrevivência era mínima. Veio tudo isso de uma vez na minha cabeça. Fiquei muito mal uns dias, depois tive que recuperar a força de algum lugar”, recorda.</p>
<p>Essas notícias chegaram a ela numa quinta-feira. Na segunda, Isabella começou um novo ciclo de quimioterapia. A equipe médica decidiu buscar doadores no banco de medula óssea e testar a compatibilidade dos primos.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>No banco de medula, foram encontrados doadores, porém não foi possível seguir para o transplante. Algum tempo depois, o resultado dos testes mostrou que um dos primos de Isabella era compatível. “Eu tinha um primo que era 50% e, assim, a partir do momento que a gente soube que ele era compatível, parece que as coisas começaram a dar certo”, narra. Em seguida, a biópsia mostrou que ela estava em remissão e poderia realizar o TMO.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="wpex-slider-preloaderimg wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div><div class="vcex-image-slider vcex-module wpex-slider slider-pro wpex-clr" data-thumbnails="true"><div class="wpex-slider-slides sp-slides"><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><div class="wpex-slider-caption sp-black sp-layer"data-position="bottomCenter" data-show-delay="500" data-show-transition="up" data-hide-transition="down" data-width="100%"><p>Isabella e seu primo que doou a medula a ela</p>
</div></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg" class="skip-lazy" alt="leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div></div><div class="wpex-slider-thumbnails sp-thumbnails"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu transplantei a medula dia 21 de janeiro do ano passado. Eu estava me preparando para ser muito difícil, muito ruim, mas no final eu não tive nenhum efeito colateral muito pesado”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isabella lembra que a equipe médica esperava que a pega da medula acontecesse entre o 17º-20º dia após o TMO, já que a medula implantada era somente 50% compatível. Porém, Marion acreditava que seria no 12º dia. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<pre>“Eu sou devota de Iemanjá e eu falava que queria muito que minha medula pegasse no dia de Iemanjá. E minha medula pegou no dia D+12. Eu sou muito de procurar significado nas coisas, então eu me agarro nessas coisas”, relembra.</pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>No total, Isabella ficou 117 dias internada para o tratamento da leucemia. Quando ela voltou para casa, seus vizinhos e os comércios das redondezas já não eram mais os mesmos. Durante todo esse tempo, ela não sentiu o sol, o vento, o frio ou o calor na pele.</p>
<p>O que a animou e a acompanhou durante a internação foram os origamis de tsuru. A lenda conta que se uma pessoa fizer mil tsurus de origami com a intenção de realizar um desejo, ele pode ser realizado. A ave é, na cultura japonesa, um símbolo de saúde e paz.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Isabella decidiu fazer mil tsurus por sua saúde enquanto estava internada. “Aquilo salvou tantas vezes a parte psicológica. Porque quando dava tudo errado, nos piores dias, era quando eu mais fazia tsuru. Eu entrava naquele mundo, saía do celular e parava de pesquisar”, relembra.</p>
<h3>O pós-TMO</h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>A biópsia pós TMO mostrou que Isabella estava sem células cancerígenas. Porém, ela começou a ter febres e a enxergar mal. “Internei numa segunda e em quatro ou cinco dias eu estava cega. Ninguém sabia o que eu tinha e eu fui perdendo a visão”, afirma.</p>
<p>Foram 20 dias sem enxergar devido a uma reativação do vírus da herpes no líquor, o que causou necrose em alguns pontos da retina. Com o tratamento, Isabella conseguiu recuperar quase 100% da visão.</p>
<p>Uma outra intercorrência do TMO aconteceu quando ela voltou a ter contato com pessoas. “Eu comecei a me sentir meio fraca e com falta de ar. Fui ao pronto-socorro achando que eu estava com ansiedade e na verdade eu estava tendo um choque cardiogênico”, diz, acrescentando: “Eu fui direto para a UTI, descompensei plaquetas, hemácias, tudo. Então, era muito difícil de intervir, mas ao mesmo tempo era necessário porque meu coração já estava numa situação muito complicada”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_6a03a50015116{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_6a03a50015116{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_6a03a50015116.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_6a03a50015116{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_6a03a50015116.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_6a03a50015116{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_6a03a50015116.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_6a03a50015116{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_6a03a50015116.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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href="https://revista.abrale.org.br/destaques/2026/05/efeitos-tardios-do-tratamento-do-cancer-infantil-como-afetam-a-vida-adulta/">Efeitos tardios do tratamento do câncer infantil: como afetam a vida adulta?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">12 de maio de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/depois-de-5-anos-o-paciente-realmente-se-cura-do-cancer/" title="Depois de 5 anos, o paciente realmente se cura do câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/llc-recidivada.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Paciente de llc recidivada no médico remissão" 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wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/">A radiação pode causar câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">2 de abril de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" 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wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/">O hemograma pode diagnosticar o câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">24 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>O choque cardiogênico é uma complicação rara e grave do TMO. Na UTI, os médicos discutiram tratamento paliativo para Isabella, pois a suspeita era de recaída da leucemia.</p>
<p>“Aos poucos meu coração foi se recuperando, eu consegui sair da UTI e, quando saí, tive a mudança de visão que as pessoas dizem ter depois do câncer”, recorda e frisa: “Eu decidi que ia realmente viver, que ia fazer tudo o que eu pudesse fazer, que não ia deixar todas essas coisas de saúde pararem a minha vida e atrapalharem”.</p>
<p>Em janeiro deste ano, completou um ano do transplante e Isabella segue em remissão completa. Às pessoas recém diagnosticadas, ela deixa um recado: “a gente ouve muitas vezes que é muito difícil, mas muito difícil não significa impossível. E se alguém consegue, por que não eu? Por que não a gente?”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/">Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>A síndrome mielodisplásica é um câncer?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/a-sindrome-mielodisplasica-e-um-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 15:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome mielodisplasica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da sindrome mielodisplasica]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/a-sindrome-mielodisplasica-e-um-cancer/" title="A síndrome mielodisplásica é um câncer?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Duas pessoas sentadas frente a frente em uma mesa, discutindo se a síndrome mielodisplásica é câncer." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-768x431.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/a-sindrome-mielodisplasica-e-um-cancer/">A síndrome mielodisplásica é um câncer?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/a-sindrome-mielodisplasica-e-um-cancer/" title="A síndrome mielodisplásica é um câncer?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Duas pessoas sentadas frente a frente em uma mesa, discutindo se a síndrome mielodisplásica é câncer." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer-768x431.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-cancer.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5001d053{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_6a03a5001d053"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Apesar de, em alguns casos, essa doença não causar sintomas, ela nunca pode ser considerada benigna</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-13638"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Após receber o diagnóstico, é muito comum que os pacientes questionem se a </span><b>síndrome mielodisplásica é câncer</b><span style="font-weight: 400;"> e a resposta é sim, essa doença é considerada uma neoplasia maligna. Porém, mais importante do que saber essa informação, é entender como essa condição se comporta e ter em mente que ela é diferente de outros quadros onco-hematológicos, como as leucemias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/sindrome-mielodisplasica-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>síndrome mielodisplásica</b></a><span style="font-weight: 400;"> (SMD) acontece quando as </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2019/04/o-que-sao-as-famosas-celulas-tronco/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">células-tronco</span></a><span style="font-weight: 400;"> hematopoiéticas (responsáveis pela produção do sangue) sofrem uma série de mutações, se transformam em malignas e passam a fabricar, em maior quantidade, </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/09/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">células sanguíneas</span></a><span style="font-weight: 400;"> doentes que não conseguem desempenhar sua função. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O que significa isso? Significa que a medula produz células  que são anormais no sentido da morfologia. Então, se olharmos para elas, vamos ver que estão doentes e que possuem características de células não saudáveis. O funcionamento também não é normal. Além disso, essas células anormais ficam armazenadas em grande quantidade na </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">medula óssea</span></a><span style="font-weight: 400;"> e, quando caem na circulação, têm uma sobrevida mais curta e acabam morrendo mais rápido”, explica o </span><a href="https://www.linkedin.com/in/jose-ulysses-amigo-filho-273950303/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. José Ulysses Amigo Filho</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico hematologista do Serviço de Transplante de Medula Óssea da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Justamente por conta desses aspectos, considera-se a síndrome mielodisplásica um tipo de câncer e com capacidade de se transformar em uma doença mais grave: a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia mieloide aguda</b></a> <span style="font-weight: 400;">(LMA). “Jamais podemos dizer que uma mielodisplasia é uma doença benigna”, o Dr. Ulysses pontua.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa capacidade de progressão, também chamada de “risco”, é o fator que dita como a SMD irá se comportar e direcionar o  tratamento. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5001eb8d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5001eb8d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Classificação de risco da SMD</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A síndrome mielodisplásica pode ser identificada como: muito baixo risco, baixo risco, intermediário (1 e 2), alto e muito alto risco. Sendo que, como mencionado anteriormente, o risco diz respeito à chance da SMD se transformar em uma LMA e essa classificação é feita de acordo com o score IPSS-R (</span><a href="https://www.lls.org/myelodysplastic-syndromes/diagnosis/international-prognostic-scoring-system" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">International Prognostic Score System Revisit</span></a><span style="font-weight: 400;">, que, em português, significa Sistema de Score Prognóstico Internacional Atualizado).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1723735061687"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/classificacao-de-risco-da-smd.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ícone estilizado de um estetoscópio azul e uma prancheta com marcas de verificação, simbolizando a avaliação médica da classificação da síndrome mielodisplásica." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/classificacao-de-risco-da-smd.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/classificacao-de-risco-da-smd-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para determinar qual o risco, o IPSS-R leva em consideração vários fatores, incluindo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contagem de células sanguíneas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Porcentagem de blastos na medula óssea;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Anormalidades cromossômicas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">“Invariavelmente, a SMD, em algum momento &#8211; mais cedo, ou mais tarde &#8211; vai se transformar em uma leucemia e o risco está relacionado a exatamente esse prazo. Então, as mielodisplasias de baixo risco são aquelas que levarão um tempo maior para se transformar. Já as de alto risco são as que, em questão de alguns meses, se transformarão em uma leucemia”, o especialista diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele descreve que, no caso das SMD de muito baixo risco, há a possibilidade de que, ao longo de toda a vida do paciente, a transformação não ocorra. Especialmente no caso de pacientes mais velhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> “É uma doença de muito bom prognóstico a longo prazo. Em um período de, mais ou menos, 11 anos, apenas 25% dos casos terão a transformação para leucemia”, o Dr. Ulysses complementa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico ainda aponta que:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">SMD risco intermediário: 25% dos casos sofrem progressão em cerca de 3 anos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">SMD de risco alto: 25% das transformações ocorrem em pouco menos de um ano/um ano e meio.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">SMD de muito alto risco: 25% dos pacientes apresentam a mudança em sete ou oito meses.</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50021405{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a50021405"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">O que é mielodisplasia de alto risco?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1723734926075"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/o-que-e-mielodisplasia-de-alto-risco.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente sentado em frente a uma médica perguntando se a síndrome mielodisplásica é câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/o-que-e-mielodisplasia-de-alto-risco.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/o-que-e-mielodisplasia-de-alto-risco-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Além de ser uma SMD com chance de se transformar mais rápido, ela também tende a causar mais sintomas e exigir intervenções terapêuticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eventualmente, o comportamento clínico desses pacientes é mais agressivo. Então, são indivíduos que vão estar mais plaquetopênicos, com a defesa mais baixa, mais leucopênicos, mais anêmicos e que demandam uma maior necessidade de intervenções terapêuticas como, por exemplo, o uso de transfusão de hemocomponentes, transfusão de hemácias ou plaquetas”, o médico esclarece.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074358777 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12227 type-post has-media cat-23 post_tag-8763 post_tag-8764"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/07/quando-a-sindrome-mielodisplasica-tem-cura/" title="Quando a síndrome mielodisplásica tem cura?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Síndrome mielodisplásica tem cura" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1723735219822"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/07/quando-a-sindrome-mielodisplasica-tem-cura/">Quando a síndrome mielodisplásica tem cura?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O objetivo do tratamento para essa doença nem sempre é a cura, mas, quando é, o transplante de medula óssea&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074368996 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12227 type-post has-media cat-23 post_tag-8763 post_tag-8764"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/07/quando-a-sindrome-mielodisplasica-tem-cura/" title="Quando a síndrome mielodisplásica tem cura?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Síndrome mielodisplásica tem cura" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/sindrome-mielodisplasica-tem-cura.jpg 1280w, 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óssea&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a500277b9{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a500277b9"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Diferenças e semelhanças entre a síndrome mielodisplásica e a LMA</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Ulysses conta que, no passado, a SMD era chamada de “pré-leucemia” ou “leucemias agudas de comportamento brando/indolente”, por isso as duas doenças compartilham muitas características. Mas, também se diferenciam em alguns pontos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50028988{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a50028988"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Semelhanças</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="253" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-leucemia.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração comparativa entre uma célula sanguínea saudável e outra com leucemia destacando as alterações no hemograma, como os glóbulos vermelhos normais contra o aumento dos glóbulos brancos na leucemia." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-leucemia.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/sindrome-mielodisplasica-e-leucemia-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A SMD e a LMA têm características parecidas, principalmente em relação à produção de células anômalas (doentes) na medula óssea. Em ambas as condições, há presença aumentada de blastos, que são células imaturas. No entanto, na SMD, esses blastos estão presentes em menores quantidades em comparação à LMA.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5002a6d1{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5002a6d1"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Diferenças</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As principais diferenças entre a SMD e a LMA estão na quantidade de blastos presentes na <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/" target="_blank" rel="noopener">medula óssea</a> e no sangue, nos sintomas apresentados pelos pacientes e na intensidade desses sinais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O blasto é uma célula primitiva da medula óssea e que vira um glóbulo branco maduro. Na mielodisplasia, você já tem a presença dessas células anômalas, uma porcentagem de blastos que são doentes, mas, dependendo da quantidade, eles vão fazer com que essa mielodisplasia seja de baixo risco ou de alto risco”, o  hematologista informa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando esses blastos estão presentes em quantidade ainda maior, podem infiltrar outros órgãos e causar uma série de alterações, dando origem à leucemia mieloide aguda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos sintomas, “os pacientes de SMD podem ter quedas de células,  só que em valores que não demandam transfusão de sangue. Essas quedas não levam a grandes alterações clínicas, como sangramentos, infecções ou anemia, em que o paciente fica extremamente sintomático, com fadiga extrema. A pessoa leva uma vida relativamente normal, sem grandes problemas”, o Dr. Ulysses comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na LMA, as alterações na quantidade de <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/09/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener">células sanguíneas</a> é mais intensa e, por isso, causam sintomas também mais fortes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_6a03a5002c343{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5002c343 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5002c343 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5002c343 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_6a03a5002c343"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-title="A síndrome mielodisplásica é um câncer?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/a-sindrome-mielodisplasica-e-um-cancer/">A síndrome mielodisplásica é um câncer?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Como tratar a leucemia mieloide aguda refratária/recidivada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 12:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-recidivada/" title="Como tratar a leucemia mieloide aguda refratária/recidivada" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico encorajando paciente em tratamento de leucemia mieloide aguda refratária" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-recidivada/">Como tratar a leucemia mieloide aguda refratária/recidivada</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-recidivada/" title="Como tratar a leucemia mieloide aguda refratária/recidivada" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico encorajando paciente em tratamento de leucemia mieloide aguda refratária" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50032902{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_6a03a50032902"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Os protocolos podem contar com quimioterapia, transplante de medula óssea ou terapia-alvo, dependendo de alguns fatores genéticos e clínicos</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630934407" >
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			<p><span id="more-13557"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>leucemia mieloide aguda refratária</b><span style="font-weight: 400;"> ou recidivada pode acontecer quando as células doentes desenvolvem resistência à primeira terapia realizada. Quando isso acontece, é possível usar outros tratamentos, desde que o paciente esteja com a saúde boa o suficiente para se submeter a eles. Com as estratégias disponíveis atualmente, é possível controlar a doença e, em alguns casos, alcançar uma nova remissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia mieloide aguda</b></a><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>LMA</b><span style="font-weight: 400;">) é um tipo de câncer que afeta o sangue e se desenvolve na medula óssea. Quando a LMA retorna após um período de remissão (quando não há sinal da doença), ela é chamada de </span><b>LMA recidivada</b><span style="font-weight: 400;">. Já a </span><b>LMA refratária</b><span style="font-weight: 400;"> é aquela que não desaparece após o tratamento ou que reaparece logo em seguida ao tratamento inicial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A recidiva ou refratariedade ocorrem quando a quimioterapia não é capaz de ‘matar’ todas as células leucêmicas. Isso acontece  pois as células  foram resistentes à ação das drogas”,  explica a Drª. Mariana Oliveira, onco-hematologista da </span><a href="https://grupooncoclinicas.com/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Oncoclínicas São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante saber que o reaparecimento da doença é mais frequente em pacientes que apresentam </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2019/04/cancer-secundario-ja-ouviu-falar/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia mieloide aguda secundária</span></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; quando a LMA se desenvolve por conta de uma condição anterior (quimioterapia, </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/sindrome-mielodisplasica-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mielodisplasia</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou outras doenças hematológicas) &#8211; e naqueles cuja doença tem determinadas mutações genéticas, como a mutação no gene TP53. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, isso não significa que todas as pessoas que possuem algum desses fatores terão uma recidiva/refratariedade. Essa possibilidade varia de indivíduo para indivíduo e das características de cada </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p><span style="font-weight: 400;">“O diagnóstico é feito sempre pela avaliação da medula óssea com mielograma, exame de imunofenotipagem e, sempre que indicado, nova avaliação genética,” a Drª. Mariana descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/saiba-o-que-e-o-mielograma-e-sua-importancia-para-a-saude/" target="_blank" rel="noopener"><b>mielograma</b></a><span style="font-weight: 400;">, utiliza-se uma agulha grossa para coletar uma amostra da medula óssea, geralmente da bacia ou do esterno. O material coletado é analisado para identificar possíveis alterações, como a presença de células leucêmicas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1720786967305"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/diagnostico-de-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração de biópsia de medula óssea para diagnóstico de leucemia mieloide aguda recaída" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/diagnostico-de-leucemia-mieloide-aguda.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/diagnostico-de-leucemia-mieloide-aguda-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" target="_blank" rel="noopener"><b>exame de imunofenotipagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> é feito de uma forma parecida, mas essa técnica permite utilizar marcadores específicos para verificar a porcentagem de diferentes grupos celulares. Além de ajudar a descobrir se ainda há células doentes, esse teste também ajuda no planejamento do tratamento e no acompanhamento da resposta à terapia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074419460 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12898 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8768 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/" title="Leucemia mieloide aguda tem cura?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Paciente de leucemia mieloide aguda com médicos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1720786523694"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/">Leucemia mieloide aguda tem cura?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Entenda as chances de cura, os diferentes subtipos e terapias disponíveis para tratar essa doença</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074428458 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12898 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8768 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/" title="Leucemia mieloide aguda tem cura?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Paciente de leucemia mieloide aguda com médicos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1720786535408"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/">Leucemia mieloide aguda tem cura?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Entenda as chances de cura, os diferentes subtipos e terapias disponíveis para tratar essa doença</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50039f9d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a50039f9d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Tratamentos para a LMA recidivada ou refratária</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para esses casos, é possível fazer uso de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea</b></a> <span style="font-weight: 400;">(TMO) e/ou de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/06/terapia-alvo-como-funciona-e-indicacao/" target="_blank" rel="noopener"><b>terapia-alvo</b></a><span style="font-weight: 400;">. O protocolo mais indicado depende de vários fatores, incluindo qual droga quimioterápica foi administrada anteriormente, há quanto tempo o último tratamento foi feito, a presença de mutações genéticas específicas e a condição clínica do paciente. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="216" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/tratamento-recidiva-lma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração de tratamentos para leucemia mieloide aguda refratária" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/tratamento-recidiva-lma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/tratamento-recidiva-lma-400x173.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A especialista detalha que o tempo que o paciente ficou em remissão é um ponto muito importante para decidir qual estratégia terapêutica seguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando a leucemia retorna logo após o primeiro tratamento, o prognóstico tende a ser pior. Nesse caso, a tendência é escolher drogas quimioterápicas diferentes das anteriores e, se o paciente atingir remissão e  tiver condições clínicas, temos a opção de submetê-lo a um transplante de medula óssea”, ela diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, se a pessoa ficou em remissão por mais tempo, o novo protocolo será escolhido dependendo se o paciente já realizou um TMO, ou não, se possui novas mutações genéticas que possam ser combatidas com terapia-alvo e se ele é candidato a um segundo transplante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Cada caso deve ser individualizado. O médico deve levar em conta todos os fatores citados para fazer a melhor escolha para cada paciente”, a Drª. Mariana afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação à duração, o tempo médio dos </span><a href="https://www.cancer.org/cancer/types/acute-myeloid-leukemia/treating/recurrence.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">tratamentos para a LMA recidivada ou refratária</span></a><span style="font-weight: 400;"> também depende do tipo de terapia e em que momento a doença retornou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Para pacientes que nunca foram submetidos ao  transplante, a duração é curta, pois o tratamento tem por intenção levar o paciente à remissão para submetê-lo a um transplante de medula o quanto antes possível”, a médica exemplifica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5003c470{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5003c470"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">LMA Recidivada/Refratária com Mutação no Gene FLT3</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes com <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/gene-flt3-mutado-influencia-na-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener">LMA com mutação no gene FLT3</a> podem ser tratados com o medicamento </span><a href="https://www.astellas.com/br/pt-br/news/10866" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Gilteritinibe</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é um tipo de terapia-alvo e inibe essa mutação.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_empty_space"   style="height: 5px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5003ce97{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5003ce97"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">LMA Recidivada/Refratária com Mutação no Gene IDH1 ou IDH2</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para mutações nos genes IDH1 e IDH2, pode-se usar os medicamentos Ivosidenib e Enasidenib, que atuam de forma específica nessas mutações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, também é possível contar com a quimioterapia ou transplante de células-tronco.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_empty_space"   style="height: 5px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5003d7b8{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5003d7b8"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Tratamento para Leucemia Promielocítica Aguda (LPA) Recidivada/Refratária</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> leucemia promielocítica aguda</span></a><span style="font-weight: 400;"> (LPA) é um tipo específico de LMA. Em casos de recidiva ou refratariedade, o tratamento pode incluir ATRA e Trióxido de Arsênio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Mariana comenta que esses medicamentos, geralmente, são usados na primeira linha de tratamento da LPA para pacientes de risco baixo e intermediário.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074450827 wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9639 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8786 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/" title="Qual é o tipo de leucemia mais grave?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa preocupada no médico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1720786622116"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/">Qual é o tipo de leucemia mais grave?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>A gravidade da doença determina o tratamento, mas, nem sempre quer dizer que aquele câncer é mais perigoso</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074459156 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9639 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8786 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/" title="Qual é o tipo de leucemia mais grave?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa preocupada no médico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-400x240.jpg 400w, 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class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50042571{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a50042571"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">A leucemia mieloide aguda refratária /recidivada tem cura?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Essa doença representa um desafio significativo, mas com os tratamentos disponíveis é possível controlá-la e prolongar a vida dos pacientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Para pacientes refratários ou com recaída precoce, a sobrevida é de cerca de 20% em 2-3 anos. Já nos casos de pacientes com recaída tardia, a sobrevida é de cerca de 40-50% em 2 anos”, a Drª. Mariana Oliveira conta. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="267" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/recaida-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração de médico conversando com paciente hospitalizado com leucemia mieloide aguda recidivada" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/recaida-leucemia-mieloide-aguda.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/recaida-leucemia-mieloide-aguda-400x214.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 20px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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<figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="250" height="125" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/logo-astellas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Logo astellas" loading="lazy" decoding="async" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_6a03a50045f8b{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a50045f8b .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a50045f8b .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a50045f8b .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_6a03a50045f8b"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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</div></div></div></div></div></div></div>
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		<title>Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 16:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tmo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda/" title="Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Transplante de medula ossea para leucemia mieloide aguda" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda/">Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630993475" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13330"></span></p>
<p style="text-align: left;"><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>transplante de medula óssea</b> <b>para leucemia mieloide aguda</b><span style="font-weight: 400;"> pode ser indicado tanto para pacientes infantis, quanto adultos, desde que a doença seja considerada de risco intermediário ou alto, ou ainda se trate de uma recidiva. O mais comum é que seja feito o transplante alogênico, devido a sua maior eficácia, mas o autólogo também pode ser usado em um caso específico. É indispensável que a pessoa faça acompanhamento médico mesmo após a alta e sua recuperação por diversos motivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tmo" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea</b></a> <span style="font-weight: 400;">(TMO), também conhecido como</span><b> transplante de células-tronco hematopoéticas</b><span style="font-weight: 400;">, é um procedimento no qual as células doentes da medula óssea do paciente são substituídas por células saudáveis. Essas células saudáveis podem vir de um doador, nesse caso o tratamento é chamado de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea alogênico</b></a><span style="font-weight: 400;">, ou do próprio paciente, chamado de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/saiba-tudo-sobre-o-transplante-de-medula-ossea-autologo/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea autólogo</b></a> <span style="font-weight: 400;">ou </span><b>autotransplante</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do </span><b>TMO alogênico</b><span style="font-weight: 400;">, as células saudáveis podem ser obtidas de algumas formas. São elas: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por meio de doador 100% compatível, sendo que essa pessoa pode ser um familiar do paciente ou ser um voluntário cadastrado no REDOME (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Com um doador 50% compatível que seja da família (geralmente, pai, mãe ou irmãos). chamado de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/09/transplante-haploidentico-como-funciona-e-vantagens/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante haploidêntico</b></a> <span style="font-weight: 400;">ou</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por meio das células-tronco presentes no cordão umbilical</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante saber que, diferentemente do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/transplante-de-orgaos-como-acontece-e-indicacao-para-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de órgãos</b></a><span style="font-weight: 400;">, o TMO não é uma cirurgia. Nesse caso, as células do doador são coletadas por uma punção no osso do quadril ou por aférese (diretamente da corrente sanguínea) e o paciente as recebe por um processo semelhante à transfusão de sangue. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5004e317{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5004e317"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para a maioria dos pacientes de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia mieloide aguda</b></a> <span style="font-weight: 400;">(LMA) que necessitam realizar esse tratamento, é feito o TMO alogênico. Geralmente, há apenas um caso em que o autólogo é realizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://www.escavador.com/sobre/6839608/fernando-barroso-duarte" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Fernando Barroso Duarte,</span></a><span style="font-weight: 400;"> presidente da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), e a </span><a href="https://br.linkedin.com/in/adriana-seber-804962ab" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Drª.Adriana Seber</span></a><span style="font-weight: 400;">, vice-presidente da SBTMO, contam que o </span><b>TMO é indicado para LMA </b><span style="font-weight: 400;">quando a doença tem risco intermediário ou alto para recidivar, ou seja, para reaparecer, caso seja tratada somente com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a> <span style="font-weight: 400;">e, no caso da LMA infantil, quando a leucemia reaparece.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="324" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Transplante de medula óssea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/transplante-de-medula-ossea-400x259.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“A LMA em crianças é uma doença que, habitualmente, é tratada com quimioterapia. Então, se a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> não vai embora com o tratamento quimioterápico, se ela reaparece ou em casos em que, no diagnóstico, já se avalia um alto risco de recidiva, fazemos o TMO”, a Drª. Adriana descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação ao tipo de transplante, o Dr. Fernando Barroso esclarece que o mais comum, entre os adultos, é realizar o TMO alogênico porque ele “é mais eficiente no ponto de vista de mieloablação e de ação imunológica, porque você consegue destruir aquela medula e consegue substituir por células sadias do doador.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Adriana complementa que há uma preferência pelo TMO autólogo somente no caso da </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia promielocítica aguda</span></a><span style="font-weight: 400;">, um subtipo de LMA. Porém, para que o procedimento possa ser realizado, é preciso que o paciente entre em remissão (quando a doença não pode mais ser detectada por meio de exames).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Para todas as outras formas de LMA, quando se usa a medula da própria criança, a recidiva é muito alta. Então o indicado é fazer o transplante com o doador saudável, que é o alogênico”, ela diz.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074788287 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12640 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8755 post_tag-8780 post_tag-8777 post_tag-8779"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/quando-a-pega-da-medula-acontece/" title="Quando a pega da medula acontece?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pega da medula após o transplante de medula" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1714668210549"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/quando-a-pega-da-medula-acontece/">Quando a pega da medula acontece?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse momento pode representar um renascimento para o paciente e tem um papel muito importante na sua recuperação</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074797098 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12640 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8755 post_tag-8780 post_tag-8777 post_tag-8779"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/quando-a-pega-da-medula-acontece/" title="Quando a pega da medula acontece?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pega da medula após o transplante de medula" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pega-da-medula-400x225.jpg 400w, 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class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5005501b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5005501b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">É importante encontrar um doador compatível</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para saber se as células do doador são compatíveis com as do paciente, usa-se uma análise da carga genética de ambos. Essa análise é conhecida pela sigla HLA (que significa, em português, antígeno leucocitário humano). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o doador não for um parente do paciente (não aparentado), é fundamental que o HLA seja de 100%. Já se for um parente próximo (aparentado), o HLA pode ser de 50%.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/doador-de-medula-compativel.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Doador de medula óssea compatível" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/doador-de-medula-compativel.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/doador-de-medula-compativel-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">“O transplante aparentado é quando o doador é da família, mas isso nós só encontramos entre 25-30% dos casos. Cerca de 70% dos pacientes precisam recorrer aos bancos de doador de medula óssea. No Brasil, nós temos o REDOME, que tem cerca de 5,7 milhões de pessoas cadastradas e que é o terceiro maior registro do mundo”, o Dr.Fernando fala.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o especialista, o fato do doador ser aparentado, ou não, não interfere no resultado do transplante, mas que a idade é um fator a ser levado em consideração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O doador não aparentado sendo bem selecionado (e sempre é), os resultados são comparáveis ao doador aparentado.  O importante é, por exemplo, se você tiver um doador familiar com idade mais avançada e tiver um doador não aparentado jovem, preferencialmente vamos fazer com o não aparentado jovem, porque sabemos que os resultados do transplante são melhores.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Adriana detalha que o primeiro passo é o paciente ser internado para receber as medicações pré-transplante. Nesse momento, é administrado um protocolo de medicamentos quimioterápicos que, geralmente, inclui o bussulfano, a  fludarabina e a ciclofosfamida.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="194" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Como é feito o transplante de medula óssea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea-400x155.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p><span style="font-weight: 400;">“Então, o paciente interna, faz a quimioterapia para a leucemia ir embora e, enquanto isso, o doador saudável vai para o centro cirúrgico fazer a coleta da medula, ou então é feita a coleta das células-tronco do sangue periférico”, a médica conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, o paciente recebe as células saudáveis e espera-se a “</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/quando-a-pega-da-medula-acontece/" target="_blank" rel="noopener"><b>pega da medula</b></a><span style="font-weight: 400;">”, que é quando a medula do doador começa a “funcionar” no organismo do paciente e ele se recupera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As crianças ficam com neutropenia durante duas a três semanas e aí logo se recuperam e podem ter alta para continuar o acompanhamento do transplante em casa”, a especialista comenta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5005a424{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5005a424"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Acompanhamento pós-TMO</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo após receber alta, é fundamental que a pessoa realize o acompanhamento médico conforme o indicado, pois ainda há alguns riscos, além de ser necessário monitorar a leucemia em si e avaliar se a medula do doador assumiu completamente a do paciente. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/cuidados-pos-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente internado ao lado de um médico recebendo cuidados pós-transplante" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/cuidados-pos-transplante-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/cuidados-pos-transplante-de-medula-ossea-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos riscos, os principais são a reativação do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/03/infeccao-por-citomegalovirus/" target="_blank" rel="noopener"><b>citomegalovírus</b></a><span style="font-weight: 400;">, as infecções por bactérias multirresistentes e a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/02/dech-um-possivel-problema-do-tmo/" target="_blank" rel="noopener"><b>doença do enxerto versus hospedeiro</b></a><span style="font-weight: 400;">. Todas essas condições podem ser tratadas, porém, para isso, é indispensável que elas sejam diagnosticadas o quanto antes. Sendo que o tratamento pode incluir terapias para impedir a replicação viral, antibióticos de largo espectro e imunossupressores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra avaliação feita mensalmente ao longo dos primeiros meses é a quimera. Ela mostra quanto das células da medula óssea pertencem ao paciente e quanto ao doador. O objetivo é que as células do doador assumam a medula óssea.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074740013 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12151 type-post has-media cat-24 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8755 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/06/posso-ter-contato-com-pets-no-pos-tmo/" title="Posso ter contato com pets no pós-TMO?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Contato pet no pós-tmo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1714668171679"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/06/posso-ter-contato-com-pets-no-pos-tmo/">Posso ter contato com pets no pós-TMO?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Os cães e gatos estão nos lares de grande parte da população e podem ser ótimas companhias para quem passou&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074747720 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12151 type-post has-media cat-24 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8755 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/06/posso-ter-contato-com-pets-no-pos-tmo/" title="Posso ter contato com pets no pós-TMO?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Contato pet no pós-tmo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/06/pets-no-pos-tmo-400x240.jpg 400w, 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class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a5006059f{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a5006059f"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quem faz transplante de medula fica curado da leucemia mieloide aguda?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Mesmo após receber alta, é fundamental que a pessoa realize o acompanhamento médico conforme o indicado, pois ainda há alguns riscos, além de ser necessário monitorar a leucemia em si e avaliar se a medula do doador assumiu completamente a do paciente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/tmo-para-lma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Transplante de medula óssea cura LMA" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/tmo-para-lma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/tmo-para-lma-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Vemos nitidamente que os doentes adultos, que têm indicação e que precisam de um transplante, quando comparados aos que, na mesma situação, não conseguem ir para o transplante, a curva de sobrevida deles é completamente diferente. Quando bem indicado, o TMO é, sem dúvida, essencial”, o Dr. Fernando Barroso pontua. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_6a03a50062dca{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_6a03a50062dca"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como ser doador de medula óssea</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Se você quer ser um doador de medula óssea voluntário, é necessário seguir os seguintes passos:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-ser-doador-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Como ser um doador de doador de medula óssea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-ser-doador-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/como-ser-doador-de-medula-ossea-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">1) Ter de 18 a 35 anos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2) Estar em bom estado de saúde e não ter nenhuma doença impeditiva para cadastro e doação, como HIV/AIDS, hepatite C e câncer (veja a lista completa </span><a href="http://redome.inca.gov.br/doador/doencas-impeditivas-do-cadastro-e-da-doacao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3) Procurar o hemocentro mais próximo de você, portando um documento original com foto (veja a lista de hemocentros </span><a href="https://redome.inca.gov.br/rede-redome/hemocentros-para-cadastro-no-redome/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4) Preencher um formulário com dados pessoais e, nesse mesmo dia, fazer a coleta de uma amostra de sangue para a análise de compatibilidade</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É válido saber que, apesar do limite de idade para se cadastrar ser de 35 anos, a pessoa, depois de já estar no registro, pode ser doadora até os 60 anos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_6a03a500653d9{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a500653d9 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a500653d9 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a500653d9 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_6a03a500653d9"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_6a03a5006647b{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5006647b .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5006647b .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_6a03a5006647b .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043388070 vcex_6a03a5006647b"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div>
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	            data-title="Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/transplante-de-medula-ossea-para-leucemia-mieloide-aguda/">Transplante de medula óssea para leucemia mieloide aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Leucemia mieloide aguda tem cura?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 00:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/" title="Leucemia mieloide aguda tem cura?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Paciente de leucemia mieloide aguda com médicos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/">Leucemia mieloide aguda tem cura?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/" title="Leucemia mieloide aguda tem cura?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Paciente de leucemia mieloide aguda com médicos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Entenda as chances de cura, os diferentes subtipos e terapias disponíveis para tratar essa doença</h2>
<p><span id="more-12898"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>leucemia mieloide aguda tem cura</b><span style="font-weight: 400;">, mas as chances variam de acordo com as características da própria doença e também do paciente. Atualmente, há uma série de tratamentos e protocolos terapêuticos que podem ser utilizados de acordo com as necessidades de cada caso e que possibilitam o controle ou a eliminação da doença.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Também conhecida pela sigla </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma" target="_blank" rel="noopener"><b>LMA</b></a><span style="font-weight: 400;">, essa é uma patologia que tende a ter uma evolução rápida, por isso diagnosticá-la precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes são fatores cruciais na busca pela cura. Foi o que aconteceu com a influenciadora e Youtuber</span><b> Fabiana Justus</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fabiana foi diagnosticada com LMA no final de janeiro de 2024 e, logo após o diagnóstico, já ficou internada para dar início ao tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu fui diagnosticada com leucemia mieloide aguda e o nome assusta, tudo assusta, mas eu estou nas mãos de um super médico e muito bem assistida. As coisas foram muito rápidas, até pela característica da doença e a forma que tem que ser o tratamento. Eu vim para o pronto socorro por conta de uma dor nas costas esquisita e febre e desde então eu não saí mais, eu já internei, fiz o exame para entender o que era, coloquei o cateter e comecei a quimioterapia”, Fabiana compartilhou em suas redes sociais. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Receber esse diagnóstico realmente pode ser assustador, mas o </span><a href="https://hospitalsiriolibanes.org.br/encontre-seu-medico/volney-assis-lara-vilela-crm-15446" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Volney Vilela</span></a><span style="font-weight: 400;">, Coordenador da Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, conta que “a boa notícia é que, embora a LMA seja uma doença muito agressiva e de mortalidade e morbidade muito alta, ela sim tem cura.” </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Leucemia mieloide aguda tem cura?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A possibilidade de </span><b>cura da LMA </b><span style="font-weight: 400;">varia conforme algumas características da própria doença e também do paciente. Para os casos em que o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/prognostico-do-cancer-o-que-significa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">prognóstico</span></a><span style="font-weight: 400;"> é favorável, as chances giram em torno de 60/70%, já para os casos com prognóstico desfavorável, as chances estão próximas a 30/40%. </span></p>
<h3><b>Subtipos</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A LMA é dividida e classificada conforme as alterações citogenéticas e de alterações moleculares presentes. O Dr. Vilela conta que o tipo de mutação genética, e portanto o subtipo de LMA, pode influenciar nas chances de cura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Aqueles tipos de leucemia com alteração no gene TP53, leucemias com a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/gene-flt3-mutado-influencia-na-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mutação FLT3</span></a><span style="font-weight: 400;">, mutação no NPM1, leucemias que são derivadas de uma alteração prévia na medula óssea denominada <a href="https://revista.abrale.org.br/tag/sindrome-mielodisplasica/" target="_blank" rel="noopener">mielodisplasia</a>, leucemias que vêm depois de um tratamento com quimioterapia ou radioterapia são mais difíceis de serem curadas”, ele descreve.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1708129045895"><img width="500" height="263" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-m2-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Especialistas fazendo a análise do DNA" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-m2-tem-cura.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-m2-tem-cura-400x210.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Isso acontece porque essas doenças, na maioria das vezes, têm uma maior resistência à quimioterapia tradicional, o que faz com que elas tenham uma menor resposta e apresentem uma maior probabilidade de recidiva (de reaparecer).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro subtipo de LMA que o Dr. Vilela destaca como desafiadora é a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia promielocítica aguda</b></a><span style="font-weight: 400;">, antigamente conhecida como </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/lma-m3-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>LMA M3</b></a><span style="font-weight: 400;">. Essa doença faz com que a pessoa possa ter hemorragias graves e, por isso, o tratamento dela é feito de forma diferente dos outros tipos de LMA.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando você tem a oportunidade de identificar melhor o seu inimigo por meio das alterações citogenéticas &#8211; eu costumo falar que a gente está em uma batalha, em uma guerra contra a leucemia. Então, quanto melhor você conhece o seu inimigo, melhor você pode combatê-lo, melhor você sabe escolher as armas para combatê-lo”, o especialista comenta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Características e idade do paciente</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes mais idosos ou com outras condições médicas, como insuficiência cardíaca, doença renal avançada e pacientes que também têm algum outro tipo de câncer, podem ter dificuldades em tolerar tratamentos, o que diminui suas chances de cura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, pacientes mais jovens, sem comorbidades significativas e com função renal e hepática normais, geralmente têm um prognóstico mais favorável. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-adultos-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente de leucemia mieloide aguda fazendo quimioterapia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-adultos-tem-cura.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-adultos-tem-cura-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o Dr. Vilela salienta que o resultado do tratamento está ligado à biologia tumoral, isto é, mesmo um paciente com comorbidades, se ele tiver uma doença de prognóstico favorável, é possível alcançar a cura. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Leucemia mieloide aguda em idosos tem cura?</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para a maioria dos casos, o tratamento da LMA em idosos não tem o objetivo de curar a doença, mas sim controlá-la e oferecer uma boa qualidade de vida para o paciente. Geralmente, para essas pessoas, utiliza-se uma terapia de baixa intensidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Embora esses tratamentos não sejam feitos com intenção curativa, os pacientes podem ficar um bom tempo em resposta completa, e com uma qualidade de vida muito favorável”, o médico esclarece. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="281" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-idosos-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pacientes idosos de leucemia mieloide aguda com um médico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-idosos-tem-cura.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-em-idosos-tem-cura-400x225.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Mas, ele ainda comenta que, por conta do avanço na Medicina, atualmente é possível realizar alguns tratamentos que antigamente não se podiam. Um exemplo disso é o caso do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/10/transplante-de-medula-ossea-tipos-e-indicacoes/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea alogênico</b></a> <span style="font-weight: 400;">(TMO) que, antigamente, só era feito em pacientes com menos de 70 anos e agora pode ser realizado em pessoas que estão na faixa etária dos 70. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com a evolução da técnica do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tmo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">TMO</span></a><span style="font-weight: 400;">, hoje podemos aplicar os transplantes de baixa intensidade, os chamados RIC, nos quais usamos uma quantidade menor de quimioterapia. Isso vale até mesmo para os pacientes de 70 anos, quando têm um índice de comorbidade que permite se submeterem a esse transplante de baixa intensidade. Assim, podemos curá-los.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1626729995558 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9639 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8786 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/" title="Qual é o tipo de leucemia mais grave?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa preocupada no médico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1708128734764"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/">Qual é o tipo de leucemia mais grave?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>A gravidade da doença determina o tratamento, mas, nem sempre quer dizer que aquele câncer é mais perigoso</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Tratamento para leucemia mieloide aguda</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As principais terapias que existem hoje em dia são a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/quimioterapia" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a><span style="font-weight: 400;">, as </span><b>drogas-alvo</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>transplante de medula óssea alogênico</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para casos de pacientes jovens em que a LMA tenha um prognóstico favorável, o Dr. Vilela conta que o tratamento inclui quimioterapia de indução e de consolidação. Já para casos com prognóstico desfavorável, faz-se quimioterapia de indução e TMO como consolidação.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a leucemia promielocítica aguda, deve-se fazer o tratamento utilizando um medicamento chamado ácido trans-retinóico (ATRA) em associação ao trióxiodo de arsênico (ATO).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em situações nas quais foram identificadas determinadas mutações genéticas, como é o caso da leucemia com mutação no gene FLT3, pode-se fazer o uso da </span><b>terapia-alvo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para pacientes idosos, deve-se fazer uso de terapias de baixa intensidade, como mencionado anteriormente. O mais comum é contar com a combinação de dois medicamentos, normalmente venetoclax e algum agente hipometilante (azacitidina ou  decitabina) ou ainda com o TMO autólogo RIC (Reduced-intensity conditioning ou, em português, condicionamento de baixa intensidade).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/C3WAh8koRcP/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
</div>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/C3WAh8koRcP/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Abrale &#8211; Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (@abraleoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já para pacientes idosos, deve-se fazer uso de terapias de baixa intensidade, como mencionado anteriormente. O mais comum é contar com a combinação de dois medicamentos, normalmente venetoclax e algum agente hipometilante (azacitidina ou  decitabina) ou ainda com o TMO autólogo RIC (Reduced-intensity conditioning ou, em português, condicionamento de baixa intensidade).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o </span><a href="https://observatoriodeoncologia.com.br/panorama-da-atencao-de-leucemia-mieloide-aguda-no-sus/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Panorama de LMA realizado pelo Observatório de Oncologia</span></a><span style="font-weight: 400;">, entre 2018 e 2022, foram realizados 57 mil procedimentos no Sistema Único de Saúde para pacientes com esse tipo de câncer. 98% das pessoas iniciaram o seu tratamento em menos de 24 horas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos pacientes que foram submetidos à quimioterapia, 16% tinham entre 10 e 19 anos e 13% entre 60 e 69 anos. Foram investidos 134 milhões de reais para realizar esses procedimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo desse período 45.209 pacientes foram internados (com permanência média de 11 dias) e 1.309 transplantes foram realizados. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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<figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="137" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/AST_H_FC.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Logo astellas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/AST_H_FC.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/AST_H_FC-400x110.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		</div>
	</div>
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	            data-title="Leucemia mieloide aguda tem cura?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/leucemia-mieloide-aguda-tem-cura/">Leucemia mieloide aguda tem cura?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 19:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/o-que-acontece-quando-a-leucemia-atinge-outros-orgaos/" title="O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Órgãos do corpo que a leucemia pode atingir" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/o-que-acontece-quando-a-leucemia-atinge-outros-orgaos/">O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/o-que-acontece-quando-a-leucemia-atinge-outros-orgaos/" title="O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Órgãos do corpo que a leucemia pode atingir" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-atinge-outros-orgaos.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><strong>Cada órgão afetado manifesta sintomas específicos e pode influenciar o prognóstico de maneiras distintas. Compreender esses mecanismos é essencial para entender melhor a doença e os tratamentos </strong></h2>
<p><span id="more-12839"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Quando a </span><b>leucemia atinge outros órgãos</b><span style="font-weight: 400;">, geralmente, é necessário fazer algumas adaptações no tratamento &#8211; lembrando que este câncer tem origem na medula óssea. Nos casos em que isso acontece, os órgãos mais afetados são os linfonodos, pulmão, sistema nervoso central e rins. O quadro tende a interferir no prognóstico, porém atualmente há diversas terapias que podem ser utilizadas para conseguir alcançar a remissão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de entender para quais órgãos a leucemia pode se espalhar, é importante conhecer onde ela se origina. Então, a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> é um câncer que se desenvolve na medula óssea e acontece quando as células-tronco passam por uma série de mutações genéticas, transformando-se em malignas, se multiplicando com maior velocidade e de forma desordenada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como as células-tronco são as responsáveis por dar origem às </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/09/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">células sanguíneas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas), essas são as primeiras estruturas do corpo a serem atingidas pela leucemia. Dessa forma, no caso das </span><b>leucemias crônicas</b><span style="font-weight: 400;">, as células doentes estão maduras e suas funções estão parcialmente preservadas, já nas </span><b>leucemias agudas</b><span style="font-weight: 400;">, elas são imaturas e não têm capacidade de realizar as suas funções normais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> O </span><a href="https://www.instagram.com/dr.marcelbrunetto/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Marcel Brunetto</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico especialista em Hematologia e Onco-Hematologia, complementa que, além das células não amadurecerem normalmente, elas ainda começam a se acumular na medula óssea, tomando o lugar das células saudáveis.  Por esse motivo, “elas também podem sair para a corrente sanguínea, o que lhes dá um caminho para afetarem todo o organismo”, ele afirma. São nesses casos que a </span><b>leucemia pode se espalhar</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O desdobramento é diferente para cada uma das estruturas do corpo atingidas, os sintomas também podem variar e o tratamento tende a ser adaptado de acordo com o local afetado e os sinais que o paciente apresenta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1707421842745"><img width="500" height="216" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-espalha-para-os-orgaos.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Células do sangue" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-espalha-para-os-orgaos.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-espalha-para-os-orgaos-400x173.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os principais órgãos que a leucemia pode “se espalhar” são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Linfonodos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sistema Nervoso Central (SNC)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fígado</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pele</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Baço</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Testículos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pulmões e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rins</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O hematologista informa que cada subtipo da doença atinge esses órgãos com frequências diferentes. As </span><b>leucemias crônicas</b><span style="font-weight: 400;">, principalmente a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/llc/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia linfoide crônica</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LLC), acometem mais os órgãos, quando comparadas com as </span><b>leucemias agudas</b><span style="font-weight: 400;">. Já em relação às leucemias agudas, a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia mieloide aguda</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LMA) raramente afeta outros órgãos e a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lla/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia linfoide aguda</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LLA) acomete, mais comumente, os gânglios linfáticos, sistema nervoso central e testículos</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Linfonodos</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Brunetto explica que, quando as células da leucemia saem para a corrente sanguínea, elas podem utilizar o sangue como um caminho para se espalhar, afetar o organismo e chegar até os linfonodos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Neste caso, mesmo que a leucemia alcance os gânglios linfáticos, é diferente do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/linfoma/" target="_blank" rel="noopener"><b>linfoma</b></a><span style="font-weight: 400;">, já que esse tipo de câncer começa nos gânglios linfáticos e a leucemia apenas se espalhou para ele”, o doutor salienta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="289" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-metastase.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pessoa com linfonodos aumentados por conta da leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-metastase.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-metastase-400x231.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, o tamanho do linfonodo aumenta, fazendo com que eles fiquem protuberantes sob a pele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o hematologista, as leucemias que têm origem nas células linfoides, ou seja, a LLA e a LLC, são as que podem atingir os linfonodos. Porém, ele ressalta que não é comum isso acontecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“No caso da LLC esses órgãos podem estar acometidos e denotam maior extensão da doença, afetando o prognóstico”,  o Dr. Brunetto conta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Sistema Nervoso Central</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As células doentes podem se espalhar para o SNC, afetando o cérebro e/ou a medula espinhal. A LLA é o subtipo de leucemia que mais costuma se espalhar para esse local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As células leucêmicas podem se acumular no líquido cefalorraquidiano que banha a coluna e o cérebro, ou podem fixar residência no cérebro. Quando isso acontece, não é considerado câncer cerebral, mas sim </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/05/infiltracao-do-snc/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">infiltração leucêmica</span></a><span style="font-weight: 400;">”, o médico pontua.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="282" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-cerebro.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Sistema nervoso central" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-cerebro.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-cerebro-400x226.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando isso acontece, os principais sintomas são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fraqueza</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dormência facial</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dores de cabeça e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Convulsões (em casos graves)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a> <span style="font-weight: 400;">tradicional não consegue chegar até o cérebro nem até a medula espinhal por conta de uma barreira conhecida como “</span><b>barreira hematoencefálica</b><span style="font-weight: 400;">”, que impede a passagem dos medicamentos quimioterápicos. Para esses casos, é preciso fazer uso da </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/quimioterapia-intratecal-o-que-e-e-quando-usar/" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia intratecal</b></a><span style="font-weight: 400;">, que é administrada em doses mais altas e diretamente no líquor (um líquido que envolve todo o nosso SNC).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Fígado</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O subtipo de leucemia que mais ataca o fígado é a LLC, mais especificamente a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/11/tricoleucemia-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>tricoleucemia</b></a><span style="font-weight: 400;">, também conhecida como </span><b>leucemia de células pilosas</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>leucemia de células cabeludas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“No caso da LLC, até 20% dos casos podem apresentar aumento do órgão, denotando um estadiamento mais avançado e influenciando no prognóstico. A LMA raramente infiltra o tecido hepático”, o Dr. Brunetto diz.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="230" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-figado.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Fígado no corpo humano" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-figado.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-no-figado-400x184.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, há um aumento no tamanho do fígado e a pessoa pode percebê-lo sensível.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Pulmão</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="252" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-problema-no-pulmao.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pulmões saudáveis" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-problema-no-pulmao.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-da-problema-no-pulmao-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o médico, raramente a </span><b>leucemia ataca o pulmão</b><span style="font-weight: 400;">, mas quando isso acontece, causa sintomas como dificuldade respiratória, sensação de falta de ar e azulamento da pele (cianose).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em casos em que os valores de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/01/quando-se-preocupar-com-os-linfocitos-e-leucocitos-baixos-ou-altos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucócitos</span></a><span style="font-weight: 400;"> são superiores a 100.000 células/mm3 pode ocorrer um fenômeno chamado de ‘leucoestase’, que se não tratado prontamente pode ser fatal”, o médico alerta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Rins</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Brunetto fala que os rins podem ser afetados de várias maneiras, apresentando massas ou conglomerados linfonodais, impedindo a excreção adequada da urina e/ou causando </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/o-que-e-insuficiencia-renal-por-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">insuficiência renal aguda</span></a><span style="font-weight: 400;">.  Apesar disso, é raro que as células leucêmicas infiltrem diretamente o tecido renal.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="294" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/a-leucemia-pode-se-espalhar.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Rins" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/a-leucemia-pode-se-espalhar.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/a-leucemia-pode-se-espalhar-400x235.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Mais especificamente a LLC pode, por meio de fenômenos imunológicos, interferir, por exemplo, na capacidade do rim de filtrar adequadamente proteínas. Já a LLA pode causar um fenômeno chamado de “</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">síndrome da lise tumoral</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nessa síndrome, as células leucêmicas são rapidamente destruídas pelo tratamento e seus produtos lesam diretamente o funcionamento renal”, o especialista esclarece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Ele ainda afirma que algumas drogas utilizadas para o tratamento das leucemias podem ser consideradas tóxicas aos rins, como antibióticos, que são coadjuvantes no tratamento.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Outros órgãos</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Brunetto comenta que a </span><b>gengiva</b><span style="font-weight: 400;"> pode ser afetada por algumas formas de LMA, causando dor, sangramento e inchaço no local. Além disso, a LMA também pode se espalhar para os testículos, rins e olhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda diz que é muito raro, mas pode acontecer do baço ser afetado, especialmente pela tricoleucemia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="251" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-afeta-pulmao-e-coracao.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Gengiva sangrando por conta da leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-afeta-pulmao-e-coracao.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-afeta-pulmao-e-coracao-400x201.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">E por último, o médico aponta que a pele também pode ser afetada pela leucemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando a leucemia se espalha para a pele, causa uma série de lesões, nódulos ou placas cor de ameixa. Esta manifestação está associada a muitos tipos de leucemia, incluindo as formas mieloide e linfoide. Os tipos mais associados são leucemia / linfoma de células T do adulto e leucemia mieloide aguda”, o Dr. Marcel Brunetto fala.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de manifestação indica que o paciente tem uma leucemia sistêmica ou teve uma recidiva e o câncer retornou, também podendo indicar que a doença está progredindo de forma agressiva. Mesmo para esses casos, é possível tratar a doença.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1665172210500 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="wpex-post-cards wpex-post-cards-blog_1 vcex_6a03a50090c10 wpex-relative"><div class="wpex-post-cards-inner"><div class="wpex-post-cards-loop wpex-posts-card-carousel wpex-carousel wpex-carousel--single owl-carousel wpex-carousel--flex wpex-carousel--offset-fix arrwstyle-default arrwpos-default" data-wpex-carousel='{&quot;dots&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoplay&quot;:&quot;true&quot;,&quot;slideBy&quot;:1,&quot;items&quot;:1,&quot;responsive&quot;:{&quot;0&quot;:{&quot;items&quot;:&quot;1&quot;},&quot;480&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;768&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;960&quot;:{&quot;items&quot;:1}}}'><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12543 type-post cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8787"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/como-sao-os-hematomas-da-leucemia/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Hematoma de leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia.jpg 1280w, 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Nesses casos, é essencial procurar um&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/como-sao-os-hematomas-da-leucemia/" aria-label="Read more about Como são os hematomas da leucemia?" class="theme-button">Read more</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12515 type-post cat-23 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8780 post_tag-8777 post_tag-8779"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Síndrome da lise tumoral" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/">Síndrome de lise tumoral: o que é, perigos e tratamento</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>17 de outubro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Síndrome de lise tumoral: o que é, perigos e tratamento</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>O tratamento pode envolver o uso de medicamentos e terapia renal substitutiva; já a prevenção inclui a avaliação de risco,&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/" aria-label="Read more about Síndrome de lise tumoral: o que é, perigos e tratamento" class="theme-button">Read more</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-7081 type-post cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8808 post_tag-8780"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/12/como-o-tratamento-oncologico-pode-causar-cardiotoxicidade/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1843392007.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="cardio-oncologia, cardiotoxicidade, cardiotoxicidade por quimioterapia, sintomas de insuficiência cardíaca, insuficiencia cardiaca sintomas, insuficiência cardíaca, fatores de risco do cancer, fatores de risco do câncer, insuficiencia cardiaca tem cura, sintomas da insuficiência cardíaca, insuficiência cardíaca tem cura, insuficiencia cardiorrespiratória, parada cardiovascular, insuficiência cardio respiratória, disfunção cardiaca, doença cardiorrespiratória, pessoa cardiaca, cancer no coração, coração fraco, insuficiencia cardiaca terminal sintomas, cancer de coração, tumor no coração, infarto tratamento, quais os riscos de um coração fraco, coraçao fraco tem cura, insuficiência cardio respiratória, radioterapia mama sequelas, cancer coração, cancer no coração sintomas, quimioterapia preventiva, tumores cardiacos, batimento cardíaco normal, palpitação no coração, batimento cardiaco baixo , palpitações no coração, coração acelerado o que pode ser, batimento cardiaco alto, coração acelerado em repouso, batimentos cardíacos baixo, arritmia sintomas, coração acelerado e falta de ar, arritmia cardiaca é grave, disritmia cardíaca, batimentos cardiacos baixos, batimento normal, sintomas arritmia, o que causa arritmia cardíaca, taquicardico, aceleração no coração, o que causa taquicardia, cardio, antraciclinas, diretriz brasileira de cardiologia, cardio oncologia, doença oncológica, coração batendo muito forte tratamento de câncer, tratamento de câncer afeta o coração, tratamento de câncer de mama afeta o coração, cardiotoxicidade induzida por quimioterápicos, cardiotoxicidade e quimioterapia, cardiotoxicidade quimioterapia, cardiotoxico, medicamentos cardiotoxicos, o que é cardiotoxicidade, quimioterapia cardiotoxica, quimioterapicos cardiotoxicos, sinais e sintomas de cardiotoxicidade, antineoplasicos , drogas antineoplásicas, quimioterapia enfraquece o coracao, quimioterapia e insuficiencia cardiaca, quimioterapia e infarto, quimioterapia pode causar problemas no coracao, arritmia quimioterapia, coracao acelerado quimioterapia, cancer causa arritmia, cardiotoxicidade induzida por quimioterápicos, pressão baixa em pacientes com câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1843392007.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1843392007-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1843392007-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/12/como-o-tratamento-oncologico-pode-causar-cardiotoxicidade/">Como o tratamento oncológico pode causar cardiotoxicidade</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 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Mas é preciso ficar alerta A cardiotoxicidade é 2,7 mais&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/12/como-o-tratamento-oncologico-pode-causar-cardiotoxicidade/" aria-label="Read more about Como o tratamento oncológico pode causar cardiotoxicidade" class="theme-button">Read more</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12407 type-post cat-23 post_tag-8745 post_tag-8749 post_tag-8741 post_tag-8780"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/transplante-de-orgaos-como-acontece-e-indicacao-para-cancer/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/transplante-de-orgaos.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Transplante de órgãos" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/transplante-de-orgaos.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/transplante-de-orgaos-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/transplante-de-orgaos-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/transplante-de-orgaos-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/transplante-de-orgaos-como-acontece-e-indicacao-para-cancer/">Transplante de órgãos: como acontece e indicação para câncer</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>8 de setembro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/transplante-de-orgaos-como-acontece-e-indicacao-para-cancer/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Transplante de órgãos: como acontece e indicação para câncer</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Saiba quem pode doar, como é montada a lista de quem vai receber e o porquê a maioria dos pacientes&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/transplante-de-orgaos-como-acontece-e-indicacao-para-cancer/" aria-label="Read more about Transplante de órgãos: como acontece e indicação para câncer" class="theme-button">Read more</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-11417 type-post cat-23 post_tag-8745 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Radioterapia para leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/">Quando usar radioterapia para leucemia</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>17 de fevereiro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Quando usar radioterapia para leucemia</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Apesar dessa terapia ser um dos pilares do tratamento oncológico, seu uso é bastante restrito para esses pacientes</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/" aria-label="Read more about Quando usar radioterapia para leucemia" class="theme-button">Read more</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/o-que-acontece-quando-a-leucemia-atinge-outros-orgaos/">O que acontece quando a leucemia atinge outros órgãos?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Conheça tudo sobre a leucemia promielocítica aguda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 13:17:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/" title="Conheça tudo sobre a leucemia promielocítica aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Mulher com leucemia promielocítica aguda" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/">Conheça tudo sobre a leucemia promielocítica aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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			<h2><strong>Ela costuma atingir mais jovens e adultos, não é hereditária e seus principais sintomas são a febre, manchas roxas pelo corpo e infecções frequentes. Seu CID é o 92.4</strong></h2>
<p><span id="more-12825"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>leucemia promielocítica aguda</b><span style="font-weight: 400;"> é um subtipo de leucemia mieloide aguda (LMA) que acontece por conta da fusão de dois genes. O tratamento deve ser iniciado com emergência, pois, caso não seja, há risco de hemorragia. Apesar da gravidade da doença, as taxas de cura da LPA são altas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antigamente, essa </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> era chamada de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/lma-m3-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>LMA M3</b></a><span style="font-weight: 400;">, mas essa classificação não é mais tão utilizada. Dessa forma, a doença passou a ser conhecida por seu nome atual ou pela sigla LPA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://www.bp.org.br/medicos/1088/fabio-pires-de-souza-santos" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Fábio Pires</span></a><span style="font-weight: 400;">, hematologista da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo,  explica que a principal </span><b>causa da leucemia promielocítica aguda </b><span style="font-weight: 400;">é o desenvolvimento do </span><b>gene de fusão PML-RARA</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Isso acontece, na biologia, porque há uma troca de um pedacinho de um cromossomo com outro cromossomo. Então, um pedacinho do cromossomo 15 vai parar no cromossomo 17 e um pedacinho do 17 vai parar no 15. Isso chama-se ‘translocação cromossômica’, ou seja, a troca de um pedaço de um cromossomo com outro. Essa translocação cromossômica causa o surgimento do gene de fusão </span><b>PML-RARA</b><span style="font-weight: 400;">, que causa a LPA”, Dr. Pires detalha. Entretanto, ele pontua que ainda não se sabe exatamente o porquê essa translocação cromossômica acontece. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente essa fusão de gene que fornece características tão específicas à LPA e faz com que seja importante diferenciá-la de outros </span><b>tipos de leucemia mieloide aguda</b><span style="font-weight: 400;">. De acordo com o médico, o </span><b>gene PML-RARA</b><span style="font-weight: 400;"> faz com que esta </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LMA</span></a><span style="font-weight: 400;"> tenha uma sensibilidade maior a duas moléculas, que  revolucionaram o tratamento da LPA nos últimos 30 anos e são diferentes dos medicamentos utilizados para outras LMAs.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra característica muito importante desse tipo de leucemia é que ela causa um alto risco de sangramento, tornando indispensável diagnosticar e tratar a LPA o quanto antes, para evitar problemas mais graves. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1706793633379 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11806 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8768 post_tag-8741 post_tag-8767"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" title="Tudo sobre a leucemia mieloide aguda"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Leucemia mieloide aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1706793885308"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/">Tudo sobre a leucemia mieloide aguda</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Anemia, perda de peso e sangramentos são alguns dos sintomas mais comuns desse câncer e um simples hemograma pode levantar&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Quais os sintomas da leucemia promielocítica aguda?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="wpex-slider-preloaderimg "><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div><div class="vcex-module wpex-slider slider-pro no-margin-thumbnails vcex-image-gallery-slider" data-thumbnails="true" data-thumbnail-height="auto"><div class="wpex-slider-slides sp-slides"><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1.jpg" class="skip-lazy" alt="Homem com febre por conta da leucemia promielocítica aguda" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></div></div><div class="wpex-slider-thumbnails sp-nc-thumbnails wpex-grid wpex-grid-cols-5"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg" class="wpex-slider-thumbnail wpex-block wpex-w-100 sp-nc-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-3-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2.jpg" class="wpex-slider-thumbnail wpex-block wpex-w-100 sp-nc-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-2-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1.jpg" class="wpex-slider-thumbnail wpex-block wpex-w-100 sp-nc-thumbnail skip-lazy" alt="Homem com febre por conta da leucemia promielocítica aguda" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/sintomas-da-leucemia-promielocitica-aguda-1-400x200.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os sinais da LPA são semelhantes aos sintomas de outros tipos de leucemia aguda e incluem, principalmente:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Febre</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fadiga</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Anemia</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perda de peso ou perda de apetite </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sangramento ou petéquia (bolinhas ou manchas roxas pelo corpo) e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções persistentes ou frequentes.</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Diagnóstico da leucemia promielocítica aguda</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Diante dos sintomas e/ou de alterações no </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/como-interpretar-o-hemograma-completo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">hemograma completo</span></a><span style="font-weight: 400;">, o hematologista irá solicitar um exame de medula óssea para verificar se há presença de blastos (células leucêmicas) e quais são as características desses blastos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Pires conta que a análise dos blastos pode ser feita de uma forma mais “simples”, por meio do microscópio, e de uma forma mais “avançada”, por meio do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">exame de imunofenotipagem</span></a><span style="font-weight: 400;">. A confirmação da doença se dá  por meio de exame genético.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="312" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/diagnostico-da-leucemia-promielocitica-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médico fazendo análise do DNA para diagnóstico da leucemia promielocítica aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/diagnostico-da-leucemia-promielocitica-aguda.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/diagnostico-da-leucemia-promielocitica-aguda-400x208.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esses exames podem ser repetidos ao longo do tratamento, para avaliar como a LPA está reagindo ao tratamento. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Tratamento</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>tratamento da leucemia promielocítica aguda </b><span style="font-weight: 400;">conta, principalmente, com duas moléculas: o </span><b>ácido trans-retinóico</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>ATRA</b><span style="font-weight: 400;">) e o </span><b>trióxiodo de arsênico </b><span style="font-weight: 400;">(</span><b>ATO</b><span style="font-weight: 400;">). Neste tipo de leucemia é ainda mais indispensável que a terapia seja iniciada o quanto antes, às vezes antes mesmo de fechar totalmente o diagnóstico, em consequência do risco de hemorragia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/tratamento-da-leucemia-promielocitica-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento da leucemia promielocítica aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/tratamento-da-leucemia-promielocitica-aguda.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/tratamento-da-leucemia-promielocitica-aguda-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“É muito importante iniciar o tratamento oncológico emergencialmente, porque a LPA tem uma alta incidência de fenômenos hemorrágicos e, às vezes, esses fenômenos hemorrágicos são extremamente graves, com hemorragia no Sistema Nervoso Central, ou seja, dentro do cérebro da pessoa, hemorragia do trato digestivo ou no pulmão. Por serem sangramentos graves, quando ocorrem, podem levar o paciente a óbito”, o hematologista alerta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele complementa que não se pode esperar a confirmação do diagnóstico para dar início à terapia, porque o resultado dos exames genéticos podem demorar para sair. Então, inicia-se o tratamento o quanto antes com ATRA para “controlar um pouco o processo hemorrágico da LPA e impedir que aconteçam os casos de hemorragia grave. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico ainda descreve que o protocolo de tratamento com ATRA e ATO funciona muito bem e é altamente eficaz para eliminar os blastos. Em geral, esse protocolo dura seis meses. Para situações nas quais o paciente tem uma LPA considerada de alto risco, adiciona-se </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">quimioterapia</span></a><span style="font-weight: 400;"> ao esquema terapêutico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção das hemorragias também tem um papel muito importante no </span><b>tratamento da LPA</b><span style="font-weight: 400;">. O Dr. Pires esclarece que isso é feito de duas formas: 1ª) mantendo os resultados do exame de fibrinogênio e de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/o-que-significa-estar-com-plaquetas-baixas-ou-altas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">plaquetas</span></a><span style="font-weight: 400;"> em um nível adequado, que, para esses pacientes, é um pouco acima dos níveis indicados para outros tipos de LMA, e 2ª) controlando de perto as alterações de coagulação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Fazendo isso, você consegue prevenir a hemorragia em quase todo mundo”, ele afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1706794092490 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12543 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/como-sao-os-hematomas-da-leucemia/" title="Como são os hematomas da leucemia?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Hematoma de leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/hematoma-de-leucemia-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1706794028219"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/como-sao-os-hematomas-da-leucemia/">Como são os hematomas da leucemia?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse sintoma se torna preocupante quando se intensifica em um curto período de tempo. Nesses casos, é essencial procurar um&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Chances de cura da leucemia promielocítica aguda</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>prognóstico da LPA</b><span style="font-weight: 400;"> está relacionado ao risco de hemorragia do paciente, que é classificado por meio da Escala de Risco Espanhola. Mas, em geral, as chances de cura são altíssimas, acima dos 90%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Pires comenta que a Escala de Risco Espanhola avalia, basicamente, o nível de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/01/quando-se-preocupar-com-os-linfocitos-e-leucocitos-baixos-ou-altos/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucócitos</b></a> <span style="font-weight: 400;">e </span><b>plaquetas</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="333" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-prognostico.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente de Tratamento da leucemia promielocítica aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-prognostico.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-prognostico-400x222.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Então:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Risco baixo: mais de 40.000/mm³ de plaquetas e menos de 10.000/µL de leucócitos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Risco intermediário: menos de 40.000/mm³ de plaquetas e menos de 10.000/µL de leucócitos. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Risco alto: mais de 10.000/µL de leucócitos independentemente da quantidade de plaquetas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o especialista, para pacientes de risco baixo/intermediário, as chances de </span><b>cura da leucemia promielocítica aguda</b><span style="font-weight: 400;"> beiram 100%. Já para aqueles com risco alto, as chances de cura estão na casa dos 90%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, ele explica que a principal causa de mortalidade está diretamente ligada à demora para começar a terapia e ocorre logo no início do tratamento, justamente por conta das hemorragias.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1706794079972 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9639 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8786 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/" title="Qual é o tipo de leucemia mais grave?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa preocupada no médico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-mais-grave-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1706794068981"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/qual-e-o-tipo-de-leucemia-mais-grave/">Qual é o tipo de leucemia mais grave?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>A gravidade da doença determina o tratamento, mas, nem sempre quer dizer que aquele câncer é mais perigoso</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Qual é a intercorrência mais frequente nos pacientes com leucemia promielocítica aguda?</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Fora o risco de sangramento, o Dr. Pires conta que uma complicação específica desse tipo de LMA é a </span><b>Síndrome da Diferenciação</b><span style="font-weight: 400;">, que ocorre devido às medicações utilizadas no tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de entender sobre a síndrome, é importante entender que o ATRA e o ATO têm um mecanismo de ação diferente de uma quimioterapia convencional. Enquanto a quimioterapia “mata” os blastos, o ATRA e o ATO  induzem a célula leucêmica a virar uma célula normal por meio de um processo chamado “diferenciação”.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="313" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-mortalidade.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem com sangramento no nariz" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-mortalidade.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/02/leucemia-promielocitica-aguda-mortalidade-400x209.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Nesse processo pode acontecer de ter uma liberação de proteínas pró-inflamatórias muito grande no corpo do paciente, levando-o a ficar em um estado que a gente chama de ‘Síndrome da Diferenciação’. Nela, o paciente pode ter febre, ganho de peso, retenção hídrica, o pulmão pode ficar cheio de líquido e pode sentir-se muito mal”, o doutor informa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, essa síndrome pode ser grave e fazer com que o paciente precise ficar internado na UTI. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A Síndrome de Diferenciação deve ser controlada de maneira rigorosa, utilizando redução dos medicamentos e, eventualmente, doses elevadas de corticosteroide”, o Dr. Fabio Pires diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda alerta que é importante os médicos que usam ATRA e trióxido de arsênico para tratar LPA estarem cientes desse risco, saberem controlá-lo e estarem atentos ao fato que ele ocorre apenas no </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/05/ciclo-de-quimioterapia-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">primeiro ciclo de tratamento</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é a indução.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 21px;">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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	            data-title="Conheça tudo sobre a leucemia promielocítica aguda" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/">Conheça tudo sobre a leucemia promielocítica aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Leucemias agudas:  adultos x crianças</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/leucemias-agudas-adultos-x-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 16:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[LLA]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[tatiane mota]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/leucemias-agudas-adultos-x-criancas/" title="Leucemias agudas:  adultos x crianças" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemias agudas em adultos e crianças" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/leucemias-agudas-adultos-x-criancas/">Leucemias agudas:  adultos x crianças</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/leucemias-agudas-adultos-x-criancas/" title="Leucemias agudas:  adultos x crianças" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemias agudas em adultos e crianças" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemias-agudas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><strong>Idade do paciente e subtipo da doença influenciam na escolha do tratamento</strong></h2>
<p><span id="more-12475"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Tatiane Mota</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>leucemias agudas</b><span style="font-weight: 400;"> podem acontecer em diferentes fases da vida, quando a medula óssea passa a não fabricar corretamente os glóbulos brancos, células responsáveis pela proteção do organismo. Por ser um câncer de desenvolvimento rápido, crianças e adultos devem receber atendimento especializado o quanto antes – é um caso de urgência médica!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é conhecer os </span><b>sintomas das leucemias agudas</b><span style="font-weight: 400;">, que costumam ser parecidos independentemente da idade:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fraqueza, palpitação e palidez;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sangramentos e manchas roxas no corpo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Febres constantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/07/linfonodos-aumentados-o-que-sao-e-quando-se-preocupar/" target="_blank" rel="noopener">Aumento dos linfonodos</a> (gânglios inchados);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Falta de ar e tosse;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dores ósseas e nas articulações (principalmente nas crianças).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um simples </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/como-interpretar-o-hemograma-completo/" target="_blank" rel="noopener"><b>hemograma completo</b></a><span style="font-weight: 400;"> já pode mostrar que a contagem de células sanguíneas do paciente está anormal. Mas para saber exatamente se há </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;">, e qual o tipo da doença, será necessário realizar alguns outros exames.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma amostra de sangue da medula óssea (<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/saiba-o-que-e-o-mielograma-e-sua-importancia-para-a-saude/" target="_blank" rel="noopener">mielograma</a>), ou um pedacinho do osso da região da bacia (<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/" target="_blank" rel="noopener">biópsia da medula óssea</a>), serão retirados para análise em laboratório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o médico conseguirá entender se o paciente tem uma </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lla" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia linfoide aguda</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LLA) ou uma </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia mieloide aguda</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LMA).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>O que é leucemia aguda?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">A principal diferença entre a LMA e a LLA está nas células doentes atingidas: se são mieloides ou linfoides. As primeiras incluem diferentes tipos de leucócitos (neutrófilos, monócitos, basófilos, entre outros) e também células que se distribuem pelos tecidos. As segundas (linfoides) incluem os linfócitos T, B e NK.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto de destaque é que a LLA costuma aparecer com mais frequência em crianças e, em contrapartida, a LMA é mais comum entre os adultos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1696349901883"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/o-que-e-leucemia-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Exame de sangue com leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/o-que-e-leucemia-aguda.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/o-que-e-leucemia-aguda-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Essa diferença está diretamente relacionada com as características genéticas das doenças. A LMA aumenta a frequência com o envelhecimento, semelhante ao que ocorre com outros cânceres, relacionado com o acúmulo de lesões genéticas na medula óssea adquiridas durante a vida. Já a LLA da infância, segundo diversas evidências, provavelmente está relacionada à predisposição genética, podendo surgir muito mais cedo durante a vida. A LLA do adulto costuma aparecer com alterações genéticas de pior prognóstico e também está relacionada ao envelhecimento”, explica o </span><a href="https://www.escavador.com/sobre/1733144/sergio-costa-fortier" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Sérgio Fortier</span></a><span style="font-weight: 400;">, hematologista da Rede de Hospitais São Camilo.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1696349778376 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-5982 type-post has-media cat-23 post_tag-8794 post_tag-8745 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/08/hemograma-e-diagnostico-de-leucemia/" title="Como é o hemograma de uma pessoa com leucemia?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_1550117201.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="hemograma, leucemia hemograma, hemograma de uma pessoa com leucemia, como diagnosticar leucemia no hemograma, hemograma de leucemia, leucemia hemograma valores, tipos de leucemias, glóbulos vermelhos, exame de sangue, alteração cromossômica, hemograma completo, o que é hemograma completo, alteração genética, sangue periférico, biópsia de medula, leucemia mieloide crônica, leucemia linfoide, glóbulos brancos, células do sangue, et al, real time pcr, células leucêmicas, t 9 22, células sanguíneas, leucemia mieloide cronica, leucemia cronica, plaquetas altas, leucocitos baixos, leucócitos 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wpex-clr"><p>Exame comum, ele  é essencial para diagnosticar, precocemente, este tipo de câncer do sangue</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Tratamento das leucemias agudas em adultos</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Na maioria das vezes, o paciente adulto com </span><b>LLA</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>LMA</b><span style="font-weight: 400;"> percebe o surgimento dos sintomas e procura o pronto socorro. Com o diagnóstico em mãos, parte para o tratamento e hoje são muitas as opções disponíveis.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-adultos-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento de leucemia aguda em adultos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-adultos-tem-cura.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-adultos-tem-cura-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Até pouco tempo, existia apenas quimioterapia convencional e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener"><b>TMO alogênico</b></a><span style="font-weight: 400;"> para o tratamento dos pacientes com leucemia aguda. Recentemente, têm surgido novos tratamentos como a imunoterapia, utilizando na LLA blinatumumabe, inotuzumabe, e na LMA, gemtuzumabe. Os </span><b>agentes hipometilantes</b><span style="font-weight: 400;"> para LMA, entre eles a azacitidina e a decitabina são outras opções. Tem também as medicações orais, que agem em defeitos genéticos, dentre elas midistaurina e gilteritinibe, utilizadas em pacientes com LMA, e imatinibe, dasatinibe e ponatinibe para a LLA. Já os agentes indutores de diferenciação, como tretinoina e trióxido de arsênico, são indicados na LMA”, comenta o Dr. Sérgio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico salienta que esses novos tratamentos já provaram seu benefício em alguns cenários e estão em investigação para verificar seu benefício, inclusive, na primeira linha de tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com a melhora do conhecimento da base genética dessas doenças, diversos novos tratamentos estão sendo desenvolvidos. Outro tipo de tratamento surgindo, já aprovado no Brasil para LLA do tipo B, é o uso de linfócitos do paciente geneticamente modificados para lutar contra a leucemia, chamado de terapia com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/07/car-t-cell-no-brasil-quem-pode-fazer/" target="_blank" rel="noopener"><b>CAR-T</b></a><span style="font-weight: 400;">. É muito promissor, mas enfrenta outros desafios, como custo, acesso e toxicidades. No futuro, talvez seja usado em fases mais precoces do tratamento, hoje reservado apenas a pacientes que não responderam a nenhuma outra terapêutica”, diz o hematologista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tmo/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea</b></a><span style="font-weight: 400;"> no paciente adulto também continua sendo opção. Seja na LLA ou na LMA, em muitos casos o procedimento será realizado como parte dos protocolos clínicos.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4><span style="font-size: 18px;"><b>Leucemia em adulto tem cura?</b></span></h4>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Dr. Sérgio, tem sim! Mas as leucemias agudas nos pacientes adultos são mais desafiadoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O prognóstico muda bastante de acordo com o subtipo, idade, características genéticas. Existem casos com bom prognóstico, com expectativa de cura maior que 95%. Já outros com menores chances de cura”.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1696349703491 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-6391 type-post has-media cat-23 post_tag-8775 post_tag-8786 post_tag-8741 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/10/sintomas-de-leucemia-infantil/" title="Como diferenciar os sintomas da leucemia infantil das outras doenças"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_1776746441.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="cancer infantil, leucemia infantil, sintomas de leucemia infantil, sintomas da leucemia infantil, sintomas de cancer infantil leucemia, dor do crescimento idade, cancer infantil sintomas, sintomas de cancer infantil, sintomas do cancer infantil, dor crescimento, dor na perna, o que causa cancer infantil, causas do cancer infantil, 1 milhão de leucocitos na urina, dor perna esquerda, dor na perna esquerda o que pode ser, febre e dor nas pernas infantil, febre e dor nas pernas infantil, febre e dor nas pernas, dor nas pernas e febre, febre e dor nas pernas o que pode ser, dores nos ossos da perna, crianca reclamando de dor na perna, quimioterapia da dor nas pernas, linfocitos altos, componentes do sangue, como aliviar dor do crescimento, dor do crescimento nas pernas, dor do crescimento em uma perna só,, sintomas de virose infantil, febre na leucemia, caroço nas axilas, linfonodos nas axilas, plaquetas infantil, leucemia febre, febre e leucemia, hematomas leucemia infantil, como é hematoma de cancer infantil, hematomas em crianças, cansaço em criança, leucemia aguda infantil, valores de referencia hemograma infantil, plaquetas valor normal pediatria, cancer infanto juvenil, celula infantil, sintomas de câncer infantil, dor do crescimento sintomas, dor do crescimento existe, as dores do crescimento, dor do crescimento no joelho dor do crescimento da febre, sintomas de leucemia infantil, sintomas leucemia infantil sintomas da leucemia infantil, como diagnosticar leucemia infantil, manchas leucemia infantil febre e palidez, exames de rotina para crianças, check up criança, sintomas de cancer infantil leucemia, leucemia aguda infantil, sinais e sintomas leucemia infantil, tratamento para leucemia infantil, leucemia infantil sinais e sintomas, primeiros sintomas de leucemia infantil, leucemia lla infantil, lla infantil, sintomas de lla infantil" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_1776746441.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_1776746441-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_1776746441-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1696349732342"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/10/sintomas-de-leucemia-infantil/">Como diferenciar os sintomas da leucemia infantil das outras doenças</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse tipo de câncer é altamente curável, se diagnosticado precocemente. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas que são&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><b>Leucemias agudas em crianças</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos, os sintomas das leucemias agudas serão evidentes. Mas é possível que alguns deles se confundam com outras questões de saúde, como as dores ósseas, que podem parecer com a “dor do crescimento”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é muito importante ficar atento às mudanças de comportamento das crianças e procurar um médico o quanto antes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-criancas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Criança na médica avaliando leucemia aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-criancas.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-aguda-em-criancas-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a </span><a href="https://br.linkedin.com/in/maria-lucia-de-marti-lee-35769874" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dra. Maria Lucia Lee</span></a><span style="font-weight: 400;">, coordenadora da Hematologia Pediátrica da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a LLA é considerada o câncer mais comum da infância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ainda assim, em mais de 90% dos casos, não se conhece sua etiologia. O que se sabe é que há maior incidência em pacientes portadores de síndromes genéticas constitucionais, principalmente crianças com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2019/01/sindrome-de-down-e-leucemia-de-maos-dadas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">síndrome de Down</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<h4><span style="font-size: 18px;"><b>Leucemia infantil tem cura?</b></span></h4>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A notícia boa é que, nas crianças, tanto a leucemia linfoide aguda, quanto a leucemia mieloide aguda têm excelentes respostas no tratamento – na LLA, as chances de cura estão entre 85-90% dos casos, e na LMA em cerca de 70%, em países desenvolvidos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-infantil-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Criança sentada na cama realizando tratamento de câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-infantil-tem-cura.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/leucemia-infantil-tem-cura-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Em Pediatria, o tratamento da LLA e da LMA são baseados no uso de <strong>poliquiomioterapia</strong> intensiva, utilizadas de acordo com protocolo terapêutico específico. Hoje, na LLA de linhagem B, novas perspectivas se abriram com a introdução da <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/imunoterapia-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><strong>imunoterapia</strong></a>, que irá agir de forma dirigida ao blasto de linhagem B e tem indicações específicas”, fala a Dra. Maria Lucia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transplante de medula óssea nesta faixa etária também não costuma ser indicado na maior parte dos casos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na LLA pediátrica, o TMO é indicado apenas nas falhas de remissão, que são eventos bem raros. Também tem indicação em quase todas as recidivas da doença. Já na LMA pediátrica, sua indicação na primeira linha de tratamento dependerá do subtipo de LMA e do tipo de resposta do paciente ao tratamento, mas também estará indicado em todas as recidivas. Podemos dizer que nas crianças é possível realizar tratamentos bastante intensivos com tolerância e toxicidade adequadas e contornáveis. Isso já não é mais o que ocorre em indivíduos a partir da adolescência, quando esse equilíbrio já é mais instável”, diz a médica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o término do protocolo terapêutico, todo paciente pediátrico, obrigatoriamente, permanecerá em acompanhamento médico, pois deverá ser monitorizado em relação aos eventos tardios relacionados ao tratamento. Esse seguimento é fundamental para que as reações adversas tardias não tenham impacto na qualidade de vida curado.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1696349610628 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9686 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8775 post_tag-8741 post_tag-8767"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/a-leucemia-e-hereditaria/" title="A leucemia é hereditária?"><img width="750" height="550" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-e-hereditaria.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Homem de pé ao lado do filho" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-e-hereditaria.jpg 750w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/02/leucemia-e-hereditaria-382x280.jpg 382w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1696349642068"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/02/a-leucemia-e-hereditaria/">A leucemia é hereditária?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Essa é uma dúvida bastante comum, principalmente quando a doença acontece nas crianças e adolescentes</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Qual a importância dos marcadores genéticos?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Também conhecidos como “</span><b>marcadores tumorais</b><span style="font-weight: 400;">”, os marcadores genéticos são proteínas ou outras substâncias produzidas por células normais e também por células cancerígenas (nestes, a produção é em quantidades maiores).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/marcador-tumoral.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pesquisadores avaliando um DNA para verificar a presença de marcadores tumorais" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/marcador-tumoral.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/marcador-tumoral-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A leucemia linfoide aguda (LLA) e a leucemia mieloide aguda (LMA) têm características diferentes relacionadas a proteínas na superfície da célula (CD19, CD22, CD33) e a alterações genéticas (FLT3, IDH1, IDH2, BCR-ABL).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em vez de desenvolver tratamentos específicos para cada doente, os pesquisadores usam essas características comuns em várias doenças como alvos. Assim, um tratamento direcionado a esse alvo pode ajudar diversos pacientes. Chegará um dia que, de acordo com as características da doença do paciente, poderemos escolher qual a combinação ideal de medicamentos oferecer”, fala o Dr. Sérgio Fortier.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 21px;">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
<div class="gsp_post_data" 
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	            data-title="Leucemias agudas:  adultos x crianças" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/leucemias-agudas-adultos-x-criancas/">Leucemias agudas:  adultos x crianças</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Tudo sobre a leucemia mieloide aguda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 21:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[o que e cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" title="Tudo sobre a leucemia mieloide aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Leucemia mieloide aguda" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/">Tudo sobre a leucemia mieloide aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/" title="Tudo sobre a leucemia mieloide aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Leucemia mieloide aguda" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/leucemia-mieloide-aguda.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><strong>Anemia, perda de peso e sangramentos são alguns dos sintomas mais comuns desse câncer e um simples hemograma pode levantar suspeita dele</strong></h2>
<p><span id="more-11806"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>leucemia mieloide aguda</b><span style="font-weight: 400;"> (LMA) é um câncer que acontece nas células do sangue e atinge, principalmente, pessoas com mais idade. A progressão dessa doença tende a ser rápida, por isso diagnosticá-la e tratá-la o quanto antes é fundamental. O tipo de tratamento realizado e as chances de cura estão ligados ao subtipo da LMA e se ela é classificada como risco baixo, intermediário ou alto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> é um câncer do sangue, ou seja, se desenvolve nas células sanguíneas e é dividida em alguns grupos. As leucemias agudas acontecem quando a doença afeta as células imaturas (jovens) e elas têm a característica de progredir rapidamente. Dentro desse grupo, ainda há a divisão em </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia mieloide aguda</span></a><span style="font-weight: 400;"> (LMA) e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lla" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia linfoide aguda</span></a><span style="font-weight: 400;"> (LLA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A LMA é um câncer caracterizado pela proliferação de células mieloides jovens anormais, que acaba comprometendo a produção normal do sangue”, a </span><a href="https://www.linkedin.com/in/andresa-melo-0805a564/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Drª. Andresa Melo</span></a><span style="font-weight: 400;">, onco-hematologista do Hospital Brasília, esclarece. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a LMA também é classificada conforme as mutações genéticas presentes nas células. Os </span><b>subtipos da leucemia mieloide aguda</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M0 – Leucemia mieloblástica aguda indiferenciada</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M1 – Leucemia mieloblástica aguda com maturação celular mínima</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M2 – Leucemia mieloblástica aguda com maturação</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M3 – Leucemia promielocítica aguda (conhecida também por LPA)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M4 – Leucemia mielomonocítica aguda (conhecida também por LMMA)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M4 eos – Leucemia mielomonocítica aguda com eosinofilia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M5 – Leucemia monocítica aguda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M6 – Leucemia eritroide aguda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">M7 – Leucemia megacarioblástica aguda</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>O que pode causar a leucemia mieloide aguda?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Andresa reforça que pessoas com mais idade têm uma maior chance de ter esse câncer, quando comparadas com o restante da população. Mas, ainda há alguns outros </span><b>fatores de risco </b><span style="font-weight: 400;">já conhecidos que podem influenciar no aparecimento da doença. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1682544676496"><img width="1000" height="503" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/o-que-pode-causar-a-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Exposição a agrotóxicos é um fator de risco para leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/o-que-pode-causar-a-leucemia-mieloide-aguda.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/o-que-pode-causar-a-leucemia-mieloide-aguda-400x201.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/o-que-pode-causar-a-leucemia-mieloide-aguda-768x386.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Por exemplo, a exposição a materiais derivados do benzeno, como tintas, inseticidas e agrotóxicos, e a exposição prévia à quimioterapia ou tratamentos com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/radioterapia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">radioterapia</span></a><span style="font-weight: 400;">”, descreve.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1682544685947 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11408 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8786 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8767"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/o-que-causa-leucemia/" title="O que causa leucemia?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/o-que-causa-leucemia.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Mulher com câncer preocupada com o que causa leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/o-que-causa-leucemia.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/o-que-causa-leucemia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/o-que-causa-leucemia-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1682544727213"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/o-que-causa-leucemia/">O que causa leucemia?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Quando falamos desse tipo de câncer os fatores de risco e hábitos de prevenção não estão tão definidos, mas há&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Sintomas</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa realizada pela Abrale com 124 pacientes de LMA identificou que 93% deles apresentaram algum sinal antes de serem diagnosticados. Os mais comuns foram:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_progress_bar wpb_content_element  vc_progress-bar-color-bar_grey" ><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_turquoise"><small class="vc_label">Hematomas <span class="vc_label_units">62%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="62" data-value="62"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_green"><small class="vc_label">Fraqueza e mal-estar geral <span class="vc_label_units">57%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="57" data-value="57"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_orange"><small class="vc_label">Palidez <span class="vc_label_units">30%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="30" data-value="30"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_red"><small class="vc_label">Sangramentos <span class="vc_label_units">28%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="28" data-value="28"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-violet"><small class="vc_label">Dores nas articulações <span class="vc_label_units">26%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="26" data-value="26"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-vista-blue"><small class="vc_label">Febre <span class="vc_label_units">26%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="26" data-value="26"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-orange"><small class="vc_label">Suor noturno exagerado <span class="vc_label_units">26%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="26" data-value="26"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-chino"><small class="vc_label">Infecções frequentes <span class="vc_label_units">24%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="24" data-value="24"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-sandy-brown"><small class="vc_label">Dores de Cabeça  <span class="vc_label_units">23%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="23" data-value="23"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-turquoise"><small class="vc_label">Emagrecimento <span class="vc_label_units">23%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="23" data-value="23"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-purple"><small class="vc_label">Perda de apetite <span class="vc_label_units">21%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="21" data-value="21"></span></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A onco-hematologista comenta que os sintomas e sinais são muito inespecíficos, isto é, podem acontecer por diversos motivos. Então, o ideal é que, caso a pessoa sinta qualquer uma dessas manifestações, procure um médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Anna Paulla Macedo, 37 anos, os primeiros sinais da LMA foram as dores nos joelhos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-image.vcex_6a03a500d2797 .vcex-image-img{border-radius:10px;}</style><figure class="vcex-image vcex-module wpex-text-center vcex_6a03a500d2797"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="750" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/anna-paulla.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/anna-paulla.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/anna-paulla-187x280.jpg 187w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div><figcaption class="vcex-image-caption wpex-mt-10">Anna Paulla Macedo. Foto de arquivo pessoal</figcaption></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Fui em um especialista e fiz tomografia, que acusou células cancerígenas, porém o médico descartou qualquer coisa e pediu para tomar colágeno e fazer academia para fortalecimento dos joelhos. As dores aumentaram e iniciei medicação para tentar diminuir, mas não adiantou”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida veio a exaustão e depois uma enxaqueca, que durou mais de 40 dias. Mas Anna passava horas cuidando de Lara, sua filha de sete meses, e, em muitas noites, não dormia direito por conta da neném. Então, o cansaço excessivo e a dor de cabeça pareciam ser pela falta de sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Segui minha vida normal. Alguns dias depois, minhas gengivas começaram a sangrar, mas achei que era porque troquei de escova de dentes. Até que, um dia, ao deitar na cama, estiquei as pernas e percebi inúmeros hematomas. Chamei meu esposo e pedi para que filmasse e enviasse para minha irmã, que é pediatra. Ela já pediu para colher sangue no outro dia”, Anna lembra.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Diagnóstico da leucemia mieloide aguda </b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro exame que pode ser usado para levantar suspeita da LMA é o hemograma, exame de sangue completo. Mas, para confirmar o câncer, é preciso fazer uso de algumas outras avaliações. Dentre elas estão:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="261" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/diagnostico-da-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Diagnóstico de leucemia mieloide aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/diagnostico-da-leucemia-mieloide-aguda.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/diagnostico-da-leucemia-mieloide-aguda-400x209.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mielograma:</b><span style="font-weight: 400;"> neste exame é feita a coleta de uma amostra da medula óssea (local onde as células sanguíneas são fabricadas) para saber o tamanho, o formato, o tipo e a contagem das células.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imunofenotipagem:</b><span style="font-weight: 400;"> também conhecido como citometria de fluxo, é usado para classificar a linhagem das células, ou seja, se são mieloides ou linfoides. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Testes genéticos:</b><span style="font-weight: 400;"> essa análise tem o objetivo de identificar se há e quais são as alterações genéticas presentes. Essa informação ajuda a definir qual o tratamento mais adequado.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Análise citogenética convencional:</b><span style="font-weight: 400;"> usada para identificar mutações anormais nos cromossomos das células doentes, auxilia em saber como a LMA irá responder ao tratamento.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Exame FISH (Hibridização Fluorescente in Situ):</b><span style="font-weight: 400;"> aqui é identificado se há alguma anormalidade nos cromossomos e genes das células doentes. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Anna Paulla, o hemograma já serviu como um grande alerta de que algo estava acontecendo, pois o resultado do exame indicava uma queda significativa na </span><a href="https://revista.abrale.org.br/o-que-significa-estar-com-plaquetas-baixas-ou-altas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">quantidade de plaquetas</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua sogra, que é da área da Saúde, a levou até um hospital próximo e insistiu que ela fosse internada imediatamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> “Em questão de minutos todos os médicos do município de Crixás, interior de Goiás, estavam no meu quarto discutindo se buscavam bolsa de sangue em uma cidade mais próxima, já que a nossa não possui estrutura adequada”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de muita discussão entre os médicos, eles indicaram que o melhor seria buscar um local especializado. Ela conseguiu uma vaga em um hospital de Goiânia, fez as malas, inclusive da sua bebê, e pegou a estrada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“No dia seguinte, fiz uma bateria de exames. Fiz punção na coluna e recebi bolsas e mais bolsas de sangue. Esperei mais um dia e recebi o diagnóstico: LMA. Disseram que era grave, pois eu também apresentava uma mutação genética e, então, indicaram quimioterapia de imediato”.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1682600629456 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10232 type-post has-media cat-24 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/05/por-que-a-leucemia-causa-dor-ossea/" title="Por que a leucemia causa dor óssea?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/leucemia-da-dor-nas-pernas.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Leucemia causa dor nas pernas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/leucemia-da-dor-nas-pernas.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/leucemia-da-dor-nas-pernas-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/leucemia-da-dor-nas-pernas-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1682544842938"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/05/por-que-a-leucemia-causa-dor-ossea/">Por que a leucemia causa dor óssea?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>A sensação é um dos sintomas mais comuns, aparece, especialmente, nos ossos das pernas, é intensa e prolongada</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Tratamentos para leucemia mieloide aguda</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, os pacientes são submetidos à </span><b>quimioterapia</b><span style="font-weight: 400;">. Para certas pessoas, ela pode ser administrada juntamente com as </span><b>terapias-alvo</b><span style="font-weight: 400;"> ou ainda é possível que o tratamento seja consolidado com o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tmo" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea</b></a> <span style="font-weight: 400;">(</span><b>TMO</b><span style="font-weight: 400;">).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="900" height="477" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento para leucemia mieloide aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda.jpg 900w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-400x212.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-768x407.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O tipo de terapia mais adequado vai depender de fatores como: idade do paciente, </span><i><span style="font-weight: 400;">status performance </span></i><span style="font-weight: 400;">(condições clínicas gerais) da pessoa, presença de comorbidades e o risco da doença. A Drª. Andresa esclarece que o risco da doença está relacionado às chances da leucemia não responder bem à terapia, de ter uma recaída e de progredir, levando o paciente a óbito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Essa avaliação do risco se baseia, principalmente, nas alterações genéticas, alterações morfológicas relacionados à apresentação do hemograma no momento do diagnóstico, histórico clínico do paciente, idade e presença, ou não, de recaída e/ou falha de indução”, ela descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo como base essa informação, é classificado se a LMA é de baixo risco, risco intermediário ou alto risco.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Quimioterapia</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As células do câncer têm uma característica muito específica que é: elas se multiplicam em uma velocidade muito alta. Por isso, os medicamentos utilizados nesse tratamento, chamados de quimioterápicos, têm o objetivo de destruir todas as células que também se multiplicam rapidamente. Como eles agem em todo o corpo, a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">quimioterapia</span></a><span style="font-weight: 400;"> é considerada uma terapia sistêmica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="244" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-quimioterapia.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Quimioterapia para leucemia mieloide aguda" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-quimioterapia.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-quimioterapia-400x195.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Essa costuma ser a primeira terapia realizada para a LMA e, geralmente, é administrada via intravenosa, ou seja, direto na veia. Sua realização acontece em duas fases: </span><a href="https://revista.abrale.org.br/como-funcionam-as-etapas-do-tratamento-das-leucemias-agudas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">indução</span></a><span style="font-weight: 400;"> e consolidação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Andresa descreve que o tratamento para pacientes jovens com um melhor </span><i><span style="font-weight: 400;">status performance </span></i><span style="font-weight: 400;">costuma ter terapias mais tóxicas e intensas. Já aqueles mais idosos ou mais frágeis são tratados com terapias menos intensas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Abrale perguntou quais foram os medicamentos utilizados pelos pacientes de LMA tanto na indução, quanto na consolidação e estas foram as respostas:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_progress_bar wpb_content_element  vc_progress-bar-color-bar_grey" ><h2 class="wpb_heading wpb_progress_bar_heading">Indução</h2><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_blue"><small class="vc_label">Não sei <span class="vc_label_units">26%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="26" data-value="26"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_green"><small class="vc_label">3+7 (citarabina + idarrubicina) <span class="vc_label_units">25%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="25" data-value="25"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_orange"><small class="vc_label">ATRA <span class="vc_label_units">22%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="22" data-value="22"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-violet"><small class="vc_label">3+7 (citarabina + daunorrubicina) <span class="vc_label_units">19%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="19" data-value="19"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-pink"><small class="vc_label">Citarabina <span class="vc_label_units">17%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="17" data-value="17"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-purple"><small class="vc_label">Dexametasona <span class="vc_label_units">10%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="10" data-value="10"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-vista-blue"><small class="vc_label">Venetoclax <span class="vc_label_units">9%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="9" data-value="9"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-chino"><small class="vc_label">Prednisona <span class="vc_label_units">9%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="9" data-value="9"></span></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_progress_bar wpb_content_element  vc_progress-bar-color-bar_grey" ><h2 class="wpb_heading wpb_progress_bar_heading">Consolidação</h2><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-bar_grey"><small class="vc_label">Não sei <span class="vc_label_units">35%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="35" data-value="35"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-violet"><small class="vc_label">Venetoclax <span class="vc_label_units">25%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="25" data-value="25"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-vista-blue"><small class="vc_label">ATRA <span class="vc_label_units">25%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="25" data-value="25"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-mulled-wine"><small class="vc_label">Citarabina em altas doses <span class="vc_label_units">24%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="24" data-value="24"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-green"><small class="vc_label">Transplante alogênico de células tronco <span class="vc_label_units">18%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="18" data-value="18"></span></div><div class="vc_general vc_single_bar vc_progress-bar-color-blue"><small class="vc_label">Gemtuzumabe ozogamicina (quando tem a proteína CD33) <span class="vc_label_units">10%</span></small><span class="vc_bar " data-percentage-value="10" data-value="10"></span></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Transplante de medula óssea</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um procedimento que consiste em substituir as células doentes da medula óssea, por células saudáveis. E, diferente do que muitos pensam, o </span><b>TMO</b><span style="font-weight: 400;"> não é uma cirurgia. O paciente receberá as novas células por meio de um método parecido com a transfusão de sangue. Ele entra como uma possível consolidação para o tratamento da LMA.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="254" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-tmo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="TMO para leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-tmo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-tmo-400x203.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“De forma geral, os pacientes que têm bom </span><i><span style="font-weight: 400;">status performance</span></i><span style="font-weight: 400;"> e alto risco para má resposta ao tratamento e/ou recaída são encaminhados para a consolidação com TMO”, a Drª. Andresa informa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há três tipos de TMO:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener"><b>Alogênico</b></a><b>: </b><span style="font-weight: 400;">quando a medula óssea vem de um doador 100% compatível</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/transplante-haploidentico-como-funciona-e-vantagens/" target="_blank" rel="noopener"><b>Haploidêntico</b></a><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> quando a medula vem de um doador com 50% de compatibilidade, mas é indispensável que o doador seja um familiar próximo, como pai, mãe, irmão, tio(a) ou primo(a)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/saiba-tudo-sobre-o-transplante-de-medula-ossea-autologo/" target="_blank" rel="noopener"><b>Autólogo</b></a><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> quando a medula óssea vem do próprio paciente</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A paciente Anna Paulla teve indicação para realizar o TMO justamente por conta do risco da leucemia e, para a sua sorte, sua única irmã era 100% compatível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Chorei muito de alegria, o transplante ia acontecer! A hematologista sugeriu fazer o TMO em São Paulo e tudo foi muito bem sincronizado e abençoado por Deus. O transplante foi dia 02/06/22 e a pega da medula dia 13/06/22”, ela relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anna ainda compartilha que a parte mais difícil era ter </span><span style="font-weight: 400;">que</span><span style="font-weight: 400;"> ficar longe da sua filha, mas, ao mesmo tempo, Lara também era sua maior fonte de força.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O transplante é um processo doloroso físico e mentalmente. É uma luta sozinha que depende unicamente da nossa vontade de viver e ficar bem. Eu tinha uma meta: me salvar para ver minha filha crescer. Eu tomava todos os remédios sorrindo, agradecendo a Deus pela oportunidade de tratamento, me achava linda careca. Fazia graça de toda a situação, pois eu sabia que só dependia do meu emocional para sair dali.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Terapia-alvo</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da quimioterapia ter o objetivo de eliminar as células doentes, ela acaba atingindo também as células saudáveis. Mas, isso não acontece nesta modalidade terapêutica. Esse é um tipo de tratamento que atinge as células do câncer de forma mais específica. Para isso, ele ataca o câncer ao destruir ou bloquear proteínas e outros materiais que são importantes para o funcionamento das células doentes. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="243" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-terapia-alvo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Terapia-alvo para LMA" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-terapia-alvo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/tratamentos-para-leucemia-mieloide-aguda-terapia-alvo-400x194.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/medicina-personalizada/" target="_blank" rel="noopener"><b>terapia-alvo</b></a><span style="font-weight: 400;"> pode ser administrada via oral (comprimidos) ou intravenosa (injetados).  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na avaliação de doença, é fundamental a pesquisa de alterações genéticas específicas e, dependendo da alteração genética identificada, é possível associar o tratamento a drogas-alvo. Isso muda a história natural da doença, melhora muito o prognóstico dos pacientes”, diz a Drª. Andresa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Quanto tempo dura o tratamento da leucemia mieloide aguda?</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A duração depende de quais terapias serão realizadas, podendo levar somente seis meses, um ano ou tendo um tempo mais prolongado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nos pacientes jovens de baixo risco, o tratamento pode ter uma duração que vai de seis a nove meses, dependendo da programação das quimioterapias e do intervalo entre elas. Caso o paciente seja encaminhado para transplante, é possível fazer o tratamento de indução, consolidação e TMO dentro de um ano”, a onco-hematologista descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, esse tempo varia muito de caso para caso. Anna Paulla, por exemplo, conta que seu tratamento levou exatamente 6 meses e 3 dias.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-image.vcex_6a03a500e02dc .vcex-image-img{border-radius:10px;}</style><figure class="vcex-image vcex-module wpex-text-center vcex_6a03a500e02dc"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="667" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia-mieloide-aguda.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente de leucemia tem filha" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia-mieloide-aguda.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia-mieloide-aguda-210x280.jpg 210w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div><figcaption class="vcex-image-caption wpex-mt-10">Anna Paulla ao lado da filha Lara. Foto de arquivo pessoal</figcaption></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Já para os pacientes não elegíveis ao transplante, mais frágeis ou idosos, que têm indicação de fazer um tratamento menos intensivo, a terapia costuma ser mais longa, de uso contínuo até a progressão e/ou recaída de doença. Isso pode durar anos”, a especialista pontua.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Efeitos colaterais</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-image.vcex_6a03a500e1dd6 .vcex-image-img{border-radius:10px;}</style><figure class="vcex-image vcex-module wpex-text-center vcex_6a03a500e1dd6"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="667" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Anna Paulla Macedo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-leucemia-210x280.jpg 210w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div><figcaption class="vcex-image-caption wpex-mt-10">Anna Paulla Macedo</figcaption></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Eles variam de acordo com o tipo de terapia realizada. Como a maioria dos pacientes são submetidos à quimioterapia, geralmente, as reações adversas estão relacionadas a ela. Os mais comuns são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Queda de cabelo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fadiga/fraqueza</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perda de apetite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enjôo e/ou vômito</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perda de memória (chemobrain)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/mucosite-tratamento-de-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mucosite</span></a><span style="font-weight: 400;"> (feridas nos órgãos gastrointestinais)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Anna relembra que a mucosite foi o efeito colateral que mais impactou na sua qualidade de vida. “Tive mucosite na boca até início do estômago. Fiquei 10 dias sem dar conta de engolir nem a saliva. Os comprimidos eu tomava, gritando de dor, mas tomava porque eu sabia que ia dar certo.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1682600629456 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11417 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8744 post_tag-8768 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8777"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/" title="Quando usar radioterapia para leucemia"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Radioterapia para leucemia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/radioterapia-para-leucemia-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1682600713985"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/02/quando-usar-radioterapia-para-leucemia/">Quando usar radioterapia para leucemia</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Apesar dessa terapia ser um dos pilares do tratamento oncológico, seu uso é bastante restrito para esses pacientes</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Leucemia mieloide aguda tem cura</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“As taxas de cura estão relacionadas ao risco da doença.  De forma geral, os pacientes de baixo risco têm taxas de cura interessantes com tratamento quimioterápico exclusivo. Aqueles de risco alto ou intermediário e que são encaminhados para consolidação com TMO também têm melhores possibilidades de cura. Já os mais frágeis e/ou idosos, que têm indicação de receber um tratamento menos intensivo, a terapia costuma ser mais longa, de uso contínuo até a progressão e/ou recaída de doença, isso pode durar anos”, a Drª. Andresa Melo afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-image.vcex_6a03a500e5707 .vcex-image-img{border-radius:10px;}</style><figure class="vcex-image vcex-module wpex-text-center vcex_6a03a500e5707"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="277" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-lma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente de LMA" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-lma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/paciente-de-lma-400x222.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div><figcaption class="vcex-image-caption wpex-mt-10">Anna Paulla ao lado da filha e marido. Foto de arquivo pessoal</figcaption></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Anna Paulla reforça que se viu muito rodeada de amor e foi muito bem acolhida durante todo o tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando recebi alta de São Paulo, para dar seguimento ao tratamento em Goiás, foi uma felicidade sem fim. Estava viva e ia cuidar da Lara. Hoje, continuo com o tratamento, que será mantido por alguns anos, mas extremamente feliz pela oportunidade de estar com minha família e amigos. Deu tudo certo! Vencemos a leucemia!”</span></p>

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	            data-title="Tudo sobre a leucemia mieloide aguda" 
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