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	<title>tratamento de mieloma multiplo Archives - Revista Online ABRALE</title>
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	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
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		<title>Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 18:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f1a35e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e1793f1a35e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Márcia Vaz sabe que o mieloma múltiplo pode retornar, mas, enquanto está bem, procura acolher pessoas recém diagnosticadas</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14428"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Na década de 1980, Márcia Vaz trabalhava como enfermeira no setor oncológico e via pessoas com mieloma múltiplo com uma sobrevida de, no máximo, dois anos. Em 2014, quando foi diagnosticada com o câncer, ela sentiu um baque. “Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura”, lembra. Hoje, Márcia está em remissão há sete anos e acolhe pacientes recém diagnosticados.</p>
<h3>O diagnóstico de um velho conhecido</h3>
<p>Márcia também tem a doença de Crohn e, em exames de rotina durante o tratamento, o médico percebeu que ela estava com anemia. Então, suplementou o ferro e a vitamina B12, porém não teve resultado.</p>
<p>A enfermeira procurou uma hematologista e o primeiro exame constatou presença de proteína monoclonal, uma alteração que pode sugerir o diagnóstico de mieloma múltiplo. “Eu já conhecia essa doença, porque eu trabalhei 10 anos em Oncologia e aí veio o susto. Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura e que os pacientes duravam um ou dois anos, a sobrevida era muito curta. Foi um baque”, narra.</p>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">A médica solicitou uma biópsia e exames de imagem, já que o mieloma múltiplo pode afetar os ossos e causar até mesmo fraturas espontâneas. “Antes da confirmação da biópsia, eu tinha alguma esperança de que não era, mas aí, com a confirmação, eu fiquei muito triste”, lembra e acrescenta: “Eu não contava com isso, eu achava que a minha doença da vida seria a doença de Crohn, que também já era bastante sofrida, e aí veio mais essa situação”. </span></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Foi nesse momento que Vaz conheceu a <a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>. Após o diagnóstico, a enfermeira decidiu que precisava se atualizar sobre o mieloma múltiplo e procurou informações em sites confiáveis. “Aí eu fiquei sabendo que já tem muito mais opções de tratamento, existem pacientes com mais de 10 anos de diagnóstico. Então eu me acalmei e comecei a fazer o tratamento”, conta.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/eZrk6fOshPc?feature=shared" title="Abrale Cast 189 - mieloma múltiplo: um panorama e novos tratamentos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eZrk6fOshPc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3><b>O tratamento contra o mieloma múltiplo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o diagnóstico, Vaz passou por três protocolos de tratamento contra o mieloma múltiplo. Após cinco meses de quimioterápicos, ela realizou um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">transplante de medula óssea autólogo</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, com as células dela mesma. “Só que, infelizmente, no mieloma, voltam a ocorrer mutações genéticas e cromossômicas que causam a doença. No meu caso, o transplante de medula diminuiu 50% da doença, então eu precisei continuar o tratamento”, explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Devido ao mieloma, após o transplante de medula, a enfermeira teve complicações nos rins. O hematologista e o nefrologista, em conjunto, ajustaram a dose dos quimioterápicos para que eles não agredissem os rins e ela não precisasse de hemodiálise. Após 18 meses de tratamento, Vaz entrou em remissão do mieloma múltiplo.</span></p>
<pre><span style="font-weight: 400;">“De dezembro de 2014 até julho de 2018, foi o tempo todo tratamento com alguns poucos intervalos. Toda semana fazendo quimioterapia, é bem ruim, a gente se sente mal, fica muito magra, com muita anemia, infecções de repetição, toda hora antibiótico”, lembra. </span></pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="750" height="757" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg 750w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-277x280.jpeg 277w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Desde julho de 2018, Vaz não toma mais quimioterápicos, apesar de ainda fazer acompanhamento médico. “São sete anos em remissão. Finalmente foi um respirar saber que a doença foi controlada e voltar a ter minhas atividades, voltar a sorrir, a fazer planos”, destaca. “Eu sei que ela pode voltar, porque não tem cura definitiva, mas eu estou levando minha vida, faço atividade física, dança, pilates, vou pra academia todos os dias, viajo”.</p>
<p>Ela ressalta que, caso tenha uma recidiva, “a cabeça não vai ficar tranquila”, mas que enquanto estiver em remissão, tenta ficar bem emocionalmente.</p>
<h3>O dia a dia da remissão</h3>
<p>Assim que foi diagnosticada, Vaz se aposentou tanto pelo tempo de contribuição quanto pela doença. Porém, “desde o início, eu decidi que eu não queria me aposentar mentalmente. Eu quero ajudar, continuar acolhendo como eu cuidava e ajudava as pessoas quando estava exercendo a minha profissão de enfermeira”.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 2016, participa de grupos de acolhimento de pessoas com mieloma múltiplo. Ela conta que muitas vezes as consultas médicas são curtas e que os pacientes não conseguem tirar todas as suas dúvidas com os médicos ou, às vezes, se sentem mais confortáveis em perguntar para outras pessoas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu acho que os grupos de apoio são muito importantes para esse cuidado. Há quatro anos eu fui convidada para representar o mieloma no <a href="https://abrale.org.br/servicos-gratuitos/comite-de-pacientes/#:~:text=Desde%202018%2C%20o%20Comit%C3%AA%20de,sangue%20em%20todo%20o%20pa%C3%ADs.">Comitê de Pacientes da Abrale</a> e me traz muita satisfação acolher da mesma forma que eu fui muito bem acolhida”, narra. </span>Além de explicar detalhes sobre o mieloma, Vaz também acolhe emocionalmente as pessoas que foram recém-diagnosticadas. Para a enfermeira, é importante ouvir e respeitar o momento do paciente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“Tem que ter um equilíbrio, não pode ter aquela positividade excessiva, que a gente chama de positividade tóxica. Não adianta eu pegar uma pessoa que está na cadeira de rodas, cheia de dores e falar ‘vai ficar tudo bem’. Eu falo que eu estou aqui para o que eu puder ajudar”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e1793f2159a{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e1793f2159a{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e1793f2159a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e1793f2159a{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e1793f2159a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e1793f2159a{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e1793f2159a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e1793f2159a{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e1793f2159a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/" title="O hemograma pode diagnosticar o câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="HPN, hemograma" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/">O hemograma pode diagnosticar o câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">24 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/" title="A mielofibrose é um câncer do sangue?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="mielofibrose" data-no-lazy="1" 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 17:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/" title="O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="CAR-T" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/">O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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			<p><span id="more-14413"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p><span style="font-weight: 400;">No início de julho, Alexandre Padilha, ministro da Saúde, afirmou que o Brasil pretende desenvolver nacionalmente a terapia CAR-T para tratar câncer. </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/terapia-car-t-cell-como-vem-sendo-aplicada-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A tecnologia é aprovada pela Anvisa</span></a><span style="font-weight: 400;"> para o tratamento de mieloma múltiplo desde 2022, porém, caso fosse desenvolvida no Brasil, os custos e o tempo de espera poderiam ser reduzidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos recentes mostraram que, após o CAR-T, pessoas com mieloma múltiplo não precisaram de nenhum outro tratamento por um período de cinco anos. A expectativa é de que esses pacientes sejam curados, porém ainda não há pesquisas que acompanharam por um período de tempo maior os resultados da terapia para esse câncer.  </span></p>
<h3>Como funciona o CAR-T para tratar o mieloma múltiplo?</h3>
<p>A terapia com CAR-T Cell utiliza os linfócitos T (células de defesa) do próprio paciente. Eles são retiradas, por meio de uma máquina de aférese, e modificadas para que se liguem às células cancerígenas do mieloma múltiplo e as destruam. Vanderson Rocha, professor titular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular na Rede D&#8217;Or São Luiz SP, explica que são retirados os “linfócitos T e eles são modificados, através de uma terapia biogênica, para que essas células tenham o ligante com as células do mieloma, que nesse caso é o chamado BCMA”.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Atualmente, a modificação das células por terapia biogênica ainda não é feita no Brasil, por isso, após a retirada, Rocha afirma que leva cerca de dois meses para que os linfócitos T possam ser infundidos no paciente.</p>
<h3>Quem pode fazer o CAR-T para mieloma múltiplo?</h3>
<p>O médico explica que o CAR-T não é a primeira opção terapêutica para pessoas com mieloma múltiplo. Normalmente, ele só será indicado para pacientes resistentes às outras terapias, incluindo o transplante autólogo de medula óssea.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p>“Existem várias outras opções de tratamento para os pacientes com mieloma disponíveis no Brasil, em torno de quase 25 tipos de medicamentos”, ressalta e continua: “Então, um paciente recém diagnosticado abaixo de 70 anos recebe um tratamento de quimioimunoterapia, posteriormente, o transplante autólogo e só depois é que a gente indicaria o CAR-T”.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/W0KooYjH2Lc?feature=shared" title="Indicação de TMO para pacientes com mieloma múltiplo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/W0KooYjH2Lc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3>O CAR-T cura o mieloma múltiplo?</h3>
<p>Vanderson Rocha conta que, há cerca de um mês, estudos mostraram que “em torno de 33% dos pacientes de mieloma múltiplo que receberam o CAR-T estão vivos e sem a doença, após cinco anos”.</p>
<p>O médico relata que é a primeira vez que uma terapia para mieloma múltiplo consegue fazer com que o paciente não precise de outros tratamentos em um período de cinco anos. ”Podemos imaginar que esses pacientes sejam curados, porém ainda precisamos de um segmento maior”, ressalta.</p>

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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details 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			<p><span style="font-weight: 400;">Porém, Rocha lembra que, mesmo depois do CAR-T, a pessoa precisa de acompanhamento médico para evitar infecções que são comuns após a terapia. “A vantagem do CAR-T no mieloma é que você não precisa de medicamentos para o mieloma”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, a qualidade de vida da pessoa com mieloma múltiplo aumenta após o CAR-T, uma vez que ela “não precisa ficar vindo ao hospital tomar medicamentos, esse acompanhamento médico é feito a cada dois ou três meses, inicialmente, depois vai se espaçando”, explica. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14416" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-400x222.png" alt="" width="169" height="94" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-400x222.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-1024x568.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-768x426.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-1536x852.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-2048x1136.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14164" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-400x76.png" alt="" width="221" height="42" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-400x76.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-1024x194.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-768x146.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-1536x291.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-2048x388.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 221px) 100vw, 221px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14417" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01-327x280.png" alt="" width="140" height="120" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01-327x280.png 327w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01.png 350w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14422" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-400x103.png" alt="" width="155" height="40" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-400x103.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-1024x263.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-768x197.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-1536x395.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-2048x527.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 155px) 100vw, 155px" /></p>

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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/">O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/" title="Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”" rel="nofollow"><img width="400" height="229" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Células do mieloma múltiplo mieloma smoldering" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1024x585.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-768x439.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1536x878.jpg 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-scaled.jpg 1049w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14303"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos e ocorre em 1,8 pessoas a cada 100 mil, no mundo todo, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de sua incidência, poucas pessoas conhecem o estado “adormecido” e assintomático da doença: o mieloma smoldering.</p>
<h3>O que é o mieloma smoldering?</h3>
<p>O mieloma múltiplo smoldering é uma condição que fica entre o estado inativo da doença e o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/mieloma-multiplo-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/">mieloma ativo</a>. Segundo Fernanda Lemos, médica hematologista do HCOR e membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma) e do IMS (International Myeloma Society), a diferença do mieloma smoldering para os outros tipos é que, a princípio, ele não precisa de tratamento.</p>
<p>Conforme a hematologista, os sintomas do mieloma múltiplo são causados quando os plasmócitos clonais, que são células anormais na medula óssea, produzem uma imunoglobulina monoclonal que se junta com as células cancerígenas.</p>
<p>No mieloma smoldering, essas células anormais estão produzindo a imunoglobulina monoclonal, mas não em valores altos e a pessoa não tem sintomas.</p>

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			<h3><b>Como é feito o diagnóstico de mieloma smoldering?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ser assintomático, é possível diagnosticar o mieloma smoldering por meio de exames de sangue e de urina. “O diagnóstico é feito a partir da identificação do pico monoclonal e de uma plasmocitose na medula óssea”, explica Lemos. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3>O mieloma smoldering precisa de acompanhamento?</h3>
<p>A princípio, pessoas com mieloma smoldering não precisam fazer um tratamento medicamentoso. Porém, a hematologista ressalta que é necessário fazer um acompanhamento médico e realizar exames periodicamente.</p>
<p>“O que determinará a frequência do acompanhamento é se ele tem um risco baixo, intermediário ou alto de progredir para um mieloma múltiplo sintomático”, explica.</p>
<p>Segundo a hematologista, aquelas pessoas diagnosticadas com o mieloma smoldering com um ultra alto risco podem ter indicação de iniciar um tratamento, mesmo sem ter sintomas.</p>
<p>“Há alguns estudos clínicos para o tratamento precoce dos pacientes com mieloma smoldering de alto risco, mas na prática clínica isso não acontece”, destaca.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e1793f363cc{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e1793f363cc{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e1793f363cc.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e1793f363cc{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e1793f363cc.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e1793f363cc{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e1793f363cc.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e1793f363cc{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e1793f363cc.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Quem tem mais risco de desenvolver o mieloma sintomático?</h3>
<p>Segundo Lemos, alguns fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver o mieloma sintomático como: mais de 20% de plasmócitos na medula óssea e razão anormal de cadeias leves livres (FLC ratio) ≥ 20 ou ≤ 0,05.</p>
<p>“Os pacientes que têm duas ou três dessas alterações, têm um risco de progressão para uma doença sintomática de 50 a 80% em cinco anos”, conta.</p>
<p>Quando o mieloma smoldering progride para um mieloma ativo, a pessoa pode ter sintomas como: anemia, hipercalcemia, disfunção renal e lesões líticas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Veja as novidades para o tratamento do câncer &#8211; EHA 2024</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/veja-as-novidades-para-o-tratamento-do-cancer-eha-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 13:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da sindrome mielodisplasica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/veja-as-novidades-para-o-tratamento-do-cancer-eha-2024/" title="Veja as novidades para o tratamento do câncer &#8211; EHA 2024" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Destaques EHA 2024" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/veja-as-novidades-para-o-tratamento-do-cancer-eha-2024/">Veja as novidades para o tratamento do câncer &#8211; EHA 2024</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/veja-as-novidades-para-o-tratamento-do-cancer-eha-2024/" title="Veja as novidades para o tratamento do câncer &#8211; EHA 2024" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Destaques EHA 2024" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f3d2a0{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e1793f3d2a0"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Ao longo dos quatro dias de evento, especialistas de todo o mundo apresentaram atualizações e inovações terapêuticas de doenças do sangue</span></h2>
	<div style="text-align:start;" class="wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1711631151795" >
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			<p><span id="more-13607"></span></p>
<p style="text-align: left;"><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Congresso da European Hematology Association (EHA) de 2024, que aconteceu ao longo de junho, em Madrid, na Espanha, trouxe inúmeras novidades e avanços significativos na área de Onco-Hematologia, com vários estudos impactantes para os pacientes e familiares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Separamos alguns dos principais destaques apresentados no evento! Veja abaixo:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f3e5bd{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f3e5bd"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Acalabrutinibe e zanubrutinibe em leucemia linfocítica crônica ou linfoma linfocítico pequeno</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo com dados de mundo real mostrou que o uso do acalabrutinibe ou do zanubrutinibe, como monoterapia, é mais eficaz e seguro em comparação ao ibrutinibe para pacientes com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/llc/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia linfocítica crônica</span></a><span style="font-weight: 400;"> e linfoma linfocítico pequeno.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1722865509514"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-1.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para LLC apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-1.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-1-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Além das melhores respostas, aqueles que receberam os novos medicamentos apresentaram menos efeitos adversos cardiovasculares em comparação às pessoas que receberam ibrutinibe. As taxas de efeitos colaterais, no terceiro mês de acompanhamento, foram de 5,9% para o acalabrutinibe, 7,4% para o zanubrutinibe e 8,7% para o ibrutinibe. </span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.onclive.com/view/acalabrutinib-and-zanubrutinib-both-best-ibrutinib-in-real-world-safety-and-efficacy-cll-sll-outcomes" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">OncLive</span></a></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f40a5b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f40a5b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Inibidores de menina para leucemia mieloide aguda (LMA)</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esses medicamentos foram alvo de diversos estudos apresentados no EHA 2024.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo de fase 2 AUGMENT-10 analisou a atuação do revumenibe para pacientes de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lma/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LMA</span></a><span style="font-weight: 400;"> com a mutação KMT2A e foi demonstrada a eficácia e segurança do medicamento. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-2.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para LMA apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-2.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-2-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já o estudo Beat AML avaliou as taxas de resposta para um protocolo contendo o revumenibe associado ao venetoclax/azacitidina, com taxas de resposta de 100% em um número muito pequeno de pacientes.</span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.cancernetwork.com/view/menin-inhibitor-developments-move-acute-myeloid-leukemia-landscape-forward" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cancer Network</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f42c33{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f42c33"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Blinatumomabe para pacientes infanto-juvenis com leucemia linfoide aguda (LLA) e Síndrome de Down</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O estudo de fase 2 ALLTOGETHER 1 DS avaliou a possibilidade de substituir a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">quimioterapia</span></a><span style="font-weight: 400;"> tradicional de primeira linha pelo blinatumomabe, em pacientes que possuem </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lla/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LLA</span></a><span style="font-weight: 400;"> de células B e Síndrome de Down.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-3.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para lla apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-3.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-3-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Foi identificado que é, sim, viável fazer a substituição para crianças e jovens adultos, já que o medicamento possibilita taxas melhores da doença residual mínima. 91% dos pacientes alcançaram as respostas esperadas com o novo protocolo, em comparação com 61% que fez o tratamento padrão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, as pessoas também apresentaram menor toxicidade. Porém, 18% dos indivíduos que possuíam mais de 10 anos tiveram convulsões, o que só aconteceu em 4% daqueles que foram submetidos à quimioterapia padrão. Por esse motivo, são necessárias mais análises.</span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.onclive.com/view/dr-samarasinghe-on-the-feasibility-of-first-line-blinatumomab-in-down-syndrome-b-all" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">OncLive</span></a><span style="font-weight: 400;">​.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f44e0a{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f44e0a"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>DREAMM-7 para mieloma múltiplo recidivado/refratário</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O estudo de fase 3 DREAMM-7 comparou o protocolo BVd (belantamabe mafodotin-blmf, bortezomibe e dexametasona) com o protocolo DVd (daratumumabe, bortezomibe e dexametasona) para pacientes com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/ja-ouviu-falar-em-mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mieloma múltiplo recidivado/refratário</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-4.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para mieloma múltiplo apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-4.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-4-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um desdobramento de outro teste, no qual os protocolos BVd e DVd foram comparados de forma geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no DREAMM-7 de fase 3, dois subgrupos de pacientes foram analisados de maneira mais específica: aqueles que tiveram recidiva/refratariedade à lenalidomida e os de alto risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos que falharam à lenalidomida e foram tratados com o protocolo BVd, foi demonstrado que tiveram uma </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/02/glossario-de-oncologia-entenda-o-que-cada-termo-significa/"><span style="font-weight: 400;">sobrevida livre de progressão</span></a><span style="font-weight: 400;"> de 25 meses, que é um período maior do que os que foram submetidos ao protocolo padrão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já os pacientes de alto risco também apresentaram uma sobrevida livre de progressão comparável aos pacientes que não são de alto risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses achados sugerem que o protocolo BVd pode ser útil para quem teve baixa resposta aos tratamentos padrões.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É válido saber que o belantamabe mafodotin-blmf é um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/04/anticorpos-monoclonais-no-tratamento-do-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">anticorpo monoclonal</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.onclive.com/view/dr-trudel-on-results-from-the-dreamm-7-trial-of-bvd-in-r-r-multiple-myeloma" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">OncLive</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f470e0{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f470e0"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Combinação de englumafusp alfa e glofitamab para linfoma difuso de grandes células B recidivado ou refratário</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A combinação de englumafusp alfa e glofitamab (Columvi) demonstrou atividade clínica e tolerabilidade em todos os níveis de dose examinados em pacientes com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/07/o-que-e-linfoma-difuso-de-grandes-celulas-b/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">linfoma difuso de grandes células B</span></a><span style="font-weight: 400;"> recidivado/refratário, de acordo com o estudo de fase 1b BP41072.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="265" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-5.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para linfoma difuso apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-5.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-5-400x212.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Entre os pacientes que utilizaram o protocolo como tratamento de segunda linha, a taxa de resposta completa foi de 57%. Já nos que utilizaram como tratamento de terceira linha, a taxa foi de 52,8%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria das pessoas (97.8%) apresentou algum tipo de efeito colateral, as mais comuns foram: síndrome de liberação de citocina (55,2%), anemia (32,1%), neutropenia (25,4%) e diarreia (23,9%).</span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.onclive.com/view/englumafusp-alfa-glofitamab-combo-shows-early-responses-in-r-r-aggressive-non-hodgkin-lymphoma" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">OncLive</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f492d1{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f492d1"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Melhor tolerabilidade e eficácia para linfoma de Hodgkin (LH) clássico em estágio avançado.</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O estudo randomizado GHSG HD21 avaliou pacientes de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lh" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LH</span></a><span style="font-weight: 400;"> com idade entre 18 e 60 anos que estivessem com a doença em estadiamento avançado. Foram comparados os protocolos BrECADD e BEACOPP escalonável.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-6.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para linfoma de hodgkin apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-6.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-6-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O principal objetivo era mostrar se o BrECADD é mais tolerável, entregando uma eficácia similar, mas não causando o mesmo perfil de toxicidade que o BEACOPP escalonável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi demonstrada uma redução na necessidade de transfusões de sangue e melhora na qualidade de vida, dentre outros benefícios, comprovando a melhor tolerabilidade do novo protocolo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também foi observado um ganho na eficácia, já que, em quatro anos, a sobrevida livre de progressão foi superior no BrECADD (94%)  &#8211; no BEACOPP escalonável foi de 90%. Apesar da diferença não ser significativa, ela demonstra uma não inferioridade e aponta que o esquema pode ser útil e deve ser mais estudado. </span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.hemomeeting.com/eha-2024/analise-de-tolerabilidade-e-eficacia-do-esquema-brecadd-em-comparacao-ao-beacopp-no-tratamento-do-linfoma-de-hodgkin-classico-avancado/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Hemomeeting.</span></a></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f4b483{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f4b483"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Ruxolitinib em Mielofibrose</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O benefício clínico do ruxolitinibe em pacientes com </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mielofibrose/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mielofibrose</span></a><span style="font-weight: 400;"> primária ou secundária foi mantido no caso de anemia nova ou agravada, de acordo com o estudo de fase 3b JUMP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa descoberta foi consistente com os resultados de uma análise recente dos estudos de fase 3 COMFORT-I (NCT00952289) e COMFORT-II (NCT00934544), que examinaram o ruxolitinibe para pacientes com mielofibrose.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="252" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-7.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Novo tratamento para mielofibrose apresentado no EHA 2024" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-7.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/08/destaques-eha-2024-7-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os principais achados deste estudo está a comprovação da segurança do medicamento e a melhora da doença, especialmente em relação à diminuição do tamanho do baço e a melhora na resposta geral de cinco anos.</span></p>
<p><b>Fonte: </b><a href="https://www.cancernetwork.com/view/no-ruxolitinib-benefit-reduction-noted-after-myelofibrosis-related-anemia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cancer Network</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69e1793f4e149{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f4e149 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f4e149 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f4e149 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69e1793f4e149"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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</div></div></div></div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/08/veja-as-novidades-para-o-tratamento-do-cancer-eha-2024/">Veja as novidades para o tratamento do câncer &#8211; EHA 2024</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Terapia-alvo: como funciona e indicação</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/06/terapia-alvo-como-funciona-e-indicacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 13:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do cancer]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para linfoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/06/terapia-alvo-como-funciona-e-indicacao/" title="Terapia-alvo: como funciona e indicação" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Terapia-alvo contra o câncer" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/06/terapia-alvo-como-funciona-e-indicacao/">Terapia-alvo: como funciona e indicação</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630982306" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13444"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>terapia-alvo</b><span style="font-weight: 400;">, ou terapia direcionada,</span> <span style="font-weight: 400;">é um tipo de tratamento oncológico que usa características específicas das células do câncer para atacar a doença de forma direta. Ela pode ser indicada para diversos tipos de neoplasia maligna, como mama, pulmão, linfomas e leucemias. Essa estratégia pode trazer uma melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes, já que tende a causar efeitos colaterais menos intensos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que um paciente saiba se ele pode ser beneficiado por esse tratamento, deve passar por alguns exames. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os pacientes geralmente passam por testes para detectar certas características genéticas ou proteínas nas células do câncer que podem ser alvos da terapia. Estes testes ajudam os médicos a escolher o tratamento mais eficaz”, explica o Dr. Pedro Moraes, oncologista do </span><a href="https://www.cejam.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">CEJAM &#8211; Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas características ou proteínas já foram, previamente, identificadas e estudadas por cientistas e, a partir delas, foram criados medicamentos para combatê-las e impedir o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/em-quanto-tempo-o-desenvolvimento-do-cancer-acontece/" target="_blank" rel="noopener">crescimento do câncer</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A terapia-alvo pode melhorar significativamente a qualidade de vida ao reduzir os efeitos colaterais e permitir tratamentos mais personalizados e eficazes, ajudando os pacientes a se sentirem melhor durante o tratamento”, comenta o médico.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f56d37{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f56d37"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como a terapia-alvo funciona</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Como informado anteriormente, a terapia-alvo funciona encontrando e atingindo determinadas características das células doentes. De acordo com a </span><a href="https://www.cancer.org/cancer/managing-cancer/treatment-types/targeted-therapy/what-is.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">American Cancer Society</span></a><span style="font-weight: 400;"> (ACS), esses alvos podem ser:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1717702834963"><img width="500" height="267" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/o-que-e-terapia-alvo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Terapia-alvo atacando uma célula de câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/o-que-e-terapia-alvo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/o-que-e-terapia-alvo-400x214.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uma determinada proteína que está em excesso</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Presença de certa proteína em uma célula doente que não está nas células saudáveis</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uma proteína que sofre mutação (alterada) de alguma forma ou</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações genéticas (DNA) que não estão em células saudáveis</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio desses alvos, os medicamentos podem atacar o câncer por meio de diferentes métodos. Também de acordo com a ACS, os principais são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bloqueio ou desligamento dos sinais químicos que estimulam o crescimento do câncer</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alteração das proteínas dentro das células doentes, para que elas entrem em apoptose (morte celular)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bloqueio da formação de novos vasos sanguíneos, restringindo a “alimentação” das células sanguíneas </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acionamento do sistema imunológico para matar as células do câncer e </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ataque direto às células do câncer, ao levar toxinas para matá-las e poupando as células saudáveis</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Moraes conta que a forma de administração dos medicamentos pode variar, já que eles podem ser tomados via oral (em cápsula ou líquidos) em casa ou por infusão intravenosa no ambulatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Alguns pacientes recebem terapia-alvo sozinha, enquanto outros podem precisar dela combinada com outros tratamentos”, ele complementa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074621552 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11459 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8808 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" title="Quimioterapia: tipos e como funciona"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Homem fazendo quimioterapia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1717702946729"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/">Quimioterapia: tipos e como funciona</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Grande parte das pessoas diagnosticadas com câncer serão submetidas a essa estratégia. Sua duração e densidade dependem das características da&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074629832 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11459 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8808 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" title="Quimioterapia: tipos e como funciona"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Homem fazendo quimioterapia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/02/quimioterapia-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1717702965622"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/">Quimioterapia: tipos e como funciona</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Grande parte das pessoas diagnosticadas com câncer serão submetidas a essa estratégia. Sua duração e densidade dependem das características da&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f5cd40{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f5cd40"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quando a terapia-alvo é indicada?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para saber se esse tratamento pode ser usado é identificar se a doença do paciente possui características genéticas ou proteínas que possam ser alvos da terapia. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="238" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-para-cancer.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pesquisadores avaliando DNA para criar tratamento contra o câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-para-cancer.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/terapia-alvo-para-cancer-400x190.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o especialista, a terapia-alvo pode ser indicada para vários tipos de câncer, dentre eles os de mama, pulmão, pele, </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia/" target="_blank" rel="noopener"><b>leucemias</b></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/linfoma" target="_blank" rel="noopener"><b>linfomas </b></a><span style="font-weight: 400;">e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;">. Sendo que o tratamento é “particularmente eficaz nos cânceres do sangue, em que pode haver alvos moleculares bem definidos”, ele complementa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Moraes ainda explica que essa opção terapêutica não pode ser usada para todos os tipos de tumores porque nem todos possuem alvos claros que possam ser combatidos pelos medicamentos. Além disso, também pode acontecer da doença, com o tempo, desenvolver resistência ao tratamento e, com isso, ele deixa de ser tão eficaz.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/quimioterapia" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia </b></a><span style="font-weight: 400;">é um tratamento que afeta todas as células do corpo que se multiplicam rapidamente. Por isso, ela acaba atingindo não só as células doentes, mas também as saudáveis e, assim, tende a ser mais tóxica. Já a terapia-alvo atua somente em características específicas e exclusivas do câncer, como explicado anteriormente. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="223" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-quimioterapia.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento de quimioterapia contra o câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-quimioterapia.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-quimioterapia-400x178.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Um ponto importante na distinção desses tratamentos é que a terapia-alvo, geralmente, funciona impedindo que as células cancerosas se multipliquem. Já a quimioterapia tradicional mata as células doentes que já foram produzidas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f61580{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f61580"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Qual a diferença entre terapia-alvo e imunoterapia?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ambas terem o objetivo de eliminar o câncer de forma mais precisa, elas agem de maneiras distintas e oferecem diferentes benefícios. A </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/imunoterapia-o-que-e-e-como-funciona/"><b>imunoterapia </b></a><span style="font-weight: 400;">age estimulando o sistema imunológico para que ele fique mais “forte” ou “inteligente” e, assim, ataque as células doentes. Enquanto que a </span><b>terapia-alvo</b><span style="font-weight: 400;"> age diretamente nas células do câncer, por meio das suas características genéticas ou proteínas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="223" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-imunoterapia.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento de imunoterapia contra o câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-imunoterapia.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/diferenca-entre-terapia-alvo-e-imunoterapia-400x178.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Outra diferença importante é que, devido ao fato da terapia-alvo ser muito direcionada, os tipos de câncer que podem ser tratados com ela são mais restritos. Já a imunoterapia tem um uso mais amplo. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074680597 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-6085 type-post has-media cat-23 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/08/medicina-personalizada/" title="Medicina personalizada na Oncologia"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_1406696738.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="medicina personalizada, medicina personalizada cancer, medicina personalizada em, oncologia artigos, medicina personalizada no brasil, medicina genômica, futuro da medicina no brasil, medicina do futuro, medicina oncologica, exame de farmacogenética, teste farmacogenético preço, teste farmacogenetico preço, delboni painel farmacogenetica, terapia alvo, terapia alvo oncologia, imunoterapia terapia alvo, terapia alvo em oncologia, terapia alvo para cancer, terapia alvo molecular, terapia alvo cancer, terapia alvo cancer de pulmao, terapia alvo molecular cancer, terapia alvo o que é, câncer de pulmão terapia alvo imunoterapia, o que é imunoterapia, imunoterapia cancer, imunoterapia o que é, 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eficientes Por Natália Mancini  O nome&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074689831 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-6085 type-post has-media cat-23 post_tag-8776 post_tag-8741 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/08/medicina-personalizada/" title="Medicina personalizada na Oncologia"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_1406696738.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="medicina personalizada, medicina personalizada cancer, medicina personalizada em, oncologia artigos, medicina personalizada no brasil, medicina genômica, futuro da medicina no brasil, medicina do futuro, medicina oncologica, exame de farmacogenética, teste farmacogenético preço, teste farmacogenetico preço, delboni painel farmacogenetica, terapia alvo, terapia alvo oncologia, imunoterapia terapia alvo, terapia alvo em oncologia, terapia alvo para cancer, terapia alvo molecular, terapia alvo cancer, terapia alvo cancer de pulmao, terapia alvo molecular cancer, terapia alvo o que é, câncer de pulmão terapia alvo imunoterapia, o que é imunoterapia, imunoterapia 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menos tóxicos e mais eficientes Por Natália Mancini  O nome&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f670e1{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f670e1"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quais os efeitos colaterais da terapia-alvo?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Justamente por conta dos medicamentos agirem em características específicas, a tendência é que os </span><b>efeitos colaterais da terapia-alvo </b><span style="font-weight: 400;">sejam diferentes e menos intensos em comparação com opções mais tradicionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Moraes descreve que as reações adversas mais comuns são “cansaço, problemas de pele e alterações na pressão sanguínea”. Segundo a </span><a href="https://www.cancer.org/cancer/managing-cancer/treatment-types/targeted-therapy/side-effects.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">American Cancer Society</span></a><span style="font-weight: 400;"> também podem ocorrer: </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/efeitos-colaterais-da-terapia-alvo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Mulher com alteração na pele como efeito colateral da terapia-alvo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/efeitos-colaterais-da-terapia-alvo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/efeitos-colaterais-da-terapia-alvo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Problemas de sangramento ou coagulação sanguínea (principalmente nos medicamentos que agem em vasos sanguíneos)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cicatrização lenta de feridas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações no funcionamento do coração (especialmente se a terapia-alvo for associada à quimioterapia) e </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inchaço no rosto, pés, pernas ou mãos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, em relação aos problemas de pele, a ACS destaca que há possibilidade de aparecer erupções cutâneas ou alterações, que podem incluir sensação física, sensibilidade à luz, ressecamento, cor da pele e/ou do cabelo e mudança no crescimento do cabelo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante lembrar que esses sinais e sintomas podem ser amenizados e/ou gerenciados com medicamentos e outras terapias. Por isso, é sempre importante informar ao médico responsável sobre qualquer sensação anormal. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6966b{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6966b .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6966b .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6966b .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69e1793f6966b"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6af8d{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6af8d .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6af8d .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f6af8d .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043372807 vcex_69e1793f6af8d"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div>
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	            data-title="Terapia-alvo: como funciona e indicação" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/06/terapia-alvo-como-funciona-e-indicacao/">Terapia-alvo: como funciona e indicação</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 15:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida e cancer]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/" title="Como tratar as dores do mieloma múltiplo?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Homem com dores do mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/">Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630332447" >
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			<p><span id="more-13227"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As <b>dores do mieloma múltiplo</b></span><span style="font-weight: 400;"> devem receber muita atenção, pois impactam diretamente na qualidade de vida dos pacientes. Elas acontecem com bastante frequência devido ao fato desse câncer afetar a formação e a destruição das células ósseas, dando origem a lesões ou fraturas. Há diversas formas de tratar e amenizar essa manifestação, incluindo tratamentos medicamentosos, terapias complementares e a prática de exercícios físicos. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para entender o porquê do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> (MM) poder causar dor óssea, é importante relembrar que ele é um câncer que se desenvolve em uma célula chamada “</span><b>plasmócito</b><span style="font-weight: 400;">”. No MM, essa célula sofre uma série de mutações genéticas e se transforma em um plasmócito anormal.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1712072819801"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem com dor na lombar" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“O plasmócito tem uma tendência, na maioria dos casos, de permanecer na medula óssea”, o </span><a href="https://www.instagram.com/thiagoxcarneiro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Thiago Xavier Carneiro</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico onco-hematologista do Hospital Ophir Loyola, especialista em Onco-Hematologia e Transplante de Medula Óssea pelo Hospital Sírio Libanês e  professor adjunto do curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Carneiro acrescenta que, por conta do fato da medula óssea estar dentro dos ossos, esse plasmócito anormal acaba causando um desequilíbrio na formação e destruição das células e estruturas ósseas normais. Isso gera um “aumento na probabilidade da formação de fraturas (também conhecidas como </span><b>lesões líticas</b><span style="font-weight: 400;">), que podem aumentar com o passar do tempo. Ou ainda pode causar o crescimento de pequenos tumores conhecidos como </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>plasmocitomas</b></a><span style="font-weight: 400;">”, ele diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões líticas, com o passar do tempo, podem ser as responsáveis por causar dores intensas nos pacientes de MM, podendo, inclusive, afetar a sua função locomotora. Essa dor pode se manifestar em qualquer osso do corpo, porém o mais comum é ela aparecer nas costas ou no quadril.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712072872345 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-4544 type-post has-media cat-24 post_tag-8749 post_tag-8741 post_tag-8746"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/" title="Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1712071681039"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/">Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ela afeta, principalmente, os nervos das mãos e dos pés, podendo gerar formigamento e perda de sensibilidade. Uma das causas&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712072880597 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-4544 type-post has-media cat-24 post_tag-8749 post_tag-8741 post_tag-8746"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/" title="Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1712071705744"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/">Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ela afeta, principalmente, os nervos das mãos e dos pés, podendo gerar formigamento e perda de sensibilidade. Uma das causas&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f79203{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f79203"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como amenizar dores do mieloma múltiplo?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento possui três pilares: o primeiro é o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">tratamento para o mieloma múltiplo</span></a><span style="font-weight: 400;"> em si, o segundo são os medicamentos específicos para a dor e o terceiro são as práticas complementares.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_empty_space"   style="height: 5px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f7a204{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f7a204"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Medicamentos para mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Thiago Carneiro destaca que o tratamento e controle da dor óssea no mieloma passou a ser uma das prioridades e uma das principais metas terapêuticas, justamente por essa manifestação ter um impacto direto na qualidade de vida do paciente. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="253" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente passando por avaliação médica para amenizar as dores do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos remédios para tratar o MM em si, “são utilizados, especialmente, medicamentos que atuam no desbalanço &#8211; formação e destruição óssea &#8211; otimizando a formação e reduzindo a destruição óssea”, o hematologista descreve. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f7c79d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f7c79d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Remédios para a dor do câncer</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, as drogas mais utilizadas para tratar as dores do mieloma são os agentes bifosfonatos ou então os anticorpos monoclonais anti-RANK Ligantes. Além disso, os analgésicos também têm um papel fundamental no controle do sintoma e há ainda os medicamentos antidepressivos, que podem ser necessários para alterar o limiar da dor. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="278" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médicos realizando tratamentos para a dor no câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo-400x222.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em situações mais raras e nas quais a dor é mais intensa e está especificamente em um local, pode ser utilizada a radioterapia ou a cirurgia oncológica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em algumas situações que queremos as respostas mais rapidamente, ou quando existe um plasmocitoma ou um tumor grande causando dor em um local específico, nós podemos usar a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/radioterapia" target="_blank" rel="noopener"><b>radioterapia</b></a><span style="font-weight: 400;">. Ela é altamente eficaz em controlar essa lesão e pode reduzir muito a dor e qualquer acometimento funcional em função da lesão”, o médico esclarece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do procedimento cirúrgico, ele pode ser indicado quando há uma lesão muito dolorosa na coluna e ela não está respondendo aos tratamentos e/ou está causando uma limitação locomotora importante, por conta da destruição de alguma vértebra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nós podemos utilizar um procedimento simples e altamente eficaz, que é a </span><b>cifoplastia</b><span style="font-weight: 400;"> ou a </span><b>vertebroplastia</b><span style="font-weight: 400;">, que devem ser realizadas por ortopedistas. Esse procedimento pode ser feito de maneira extremamente simples e resulta em um rápido controle da dor”, o Dr. Carneiro informa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cifoplastia é um procedimento minimamente invasivo, onde um balão é inserido na vértebra fraturada e inflado para restaurar sua altura e formato naturais. Em seguida, o espaço criado pelo balão é preenchido com cimento ósseo para restaurar a altura, estabilizar a vértebra e aliviar a dor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Já a vertebroplastia também é um procedimento minimamente invasivo, no qual um cimento ósseo é injetado na vértebra fraturada para estabilizá-la e aliviar a dor. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f7eb88{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69e1793f7eb88"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Terapias complementares para amenizar as dores do mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é que o tratamento da dor seja orientado por uma equipe de profissionais multidisciplinares, para que o paciente possa ter um acompanhamento geral.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No início da terapia para o mieloma, algumas lesões podem deixar os ossos instáveis e aumentar o risco de quebrá-los, então não é aconselhável fazer exercícios pesados. Mas, para a maioria dos casos, não há contraindicação para realização de fisioterapia. Porém, é indispensável que o onco-hematologista responsável seja consultado antes do início dessa prática.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem fazendo fisioterapia para ajudar nas dores do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando a doença estiver controlada e o médico liberar, é importante começar a fazer exercícios regularmente, com a ajuda de um fisioterapeuta e um educador físico, que são essenciais para aliviar a dor e ajudar com a recuperação muscular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Existe um mito que o paciente com MM não deve se mexer e é exatamente o contrário, o paciente deve sim ter sua mobilidade preservada, sua estrutura muscular e óssea preservada, pois elas estão associadas a um melhor controle da dor”, o especialista aconselha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é muito importante que o paciente faça acompanhamento com uma equipe de nutrição especializada, já que uma dieta equilibrada é essencial nesse processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último, a acupuntura pode ser uma boa opção para complementar o tratamento da dor em pessoas com MM. Os efeitos terapêuticos dessa técnica podem ser muito úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 7px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711039426272 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f818ef{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710363710689 vcex_69e1793f818ef"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Leia mais sobre esse assunto</span></h3><div class="wpex-post-cards wpex-post-cards-blog_1 vcex_69e1793f83afa wpex-relative"><div class="wpex-post-cards-inner"><div class="wpex-post-cards-loop wpex-posts-card-carousel wpex-carousel wpex-carousel--single owl-carousel wpex-carousel--flex wpex-carousel--offset-fix arrwstyle-default arrwpos-default" data-wpex-carousel='{&quot;dots&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoplay&quot;:&quot;true&quot;,&quot;slideBy&quot;:1,&quot;items&quot;:1,&quot;responsive&quot;:{&quot;0&quot;:{&quot;items&quot;:&quot;1&quot;},&quot;480&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;768&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;960&quot;:{&quot;items&quot;:1}}}'><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-13007 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778 post_tag-8771"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/">7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>12 de março de 2024</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 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href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about 7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12240 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8797"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médica indicando alimentação para quem está fazendo radioterapia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/">Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>25 de julho de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg 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Mas, em geral, o ideal é evitar&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/" aria-label="Leia mais about Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12501 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8797 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher fazendo radioterapia para tratar mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/">Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de outubro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse tratamento, geralmente, é realizado em conjunto com outras terapias e tende a não causar efeitos colaterais significativos</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/" aria-label="Leia mais about Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12357 type-post cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mielograma de paciente de mieloma multiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/">Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>19 de agosto de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Ele é solicitado quando há forte suspeita dessa doença e ela é confirmada caso seja identificada a presença de mais&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-11038 type-post cat-8397 post_tag-8762 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Direitos dos pacientes com mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/">Direitos do paciente com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>18 de novembro de 2022</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/direito/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Direito do paciente</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >8 comentários<span class="screen-reader-text"> em Direitos do paciente com mieloma múltiplo</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Entenda quais são, como adquiri-los e o que fazer caso sejam negados</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Direitos do paciente com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12629 type-post cat-24 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8748"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Ligação entre herpes zoster e câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/">Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>16 de novembro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/qualidade-de-vida/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Qualidade de vida</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse quadro pode  afetar pacientes oncológicos devido à queda na imunidade, causando sintomas como lesões cutâneas, febre e dor intensa&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/" aria-label="Leia mais about Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-9578 type-post cat-24 post_tag-8747 post_tag-8746 post_tag-8754 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher com dor no maxilar por conta de osteonecrose mandibular" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/">Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de janeiro de 2022</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Tatiane Mota</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/qualidade-de-vida/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Qualidade de vida</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/#_comments" class="wpex-hover-underline" >11 comentários<span class="screen-reader-text"> em Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Essa é uma lesão óssea que pode acontecer durante o tratamento do mieloma múltiplo – mas é possível tratar e&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/" aria-label="Leia mais about Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711039414694 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f8dfe0{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710363710689 vcex_69e1793f8dfe0"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Leia mais sobre esse assunto</span></h3><div class="wpex-post-cards wpex-post-cards-blog_1 vcex_69e1793f8f4b4 wpex-relative"><div class="wpex-post-cards-inner"><div class="wpex-post-cards-loop wpex-posts-card-carousel wpex-carousel wpex-carousel--single owl-carousel wpex-carousel--flex wpex-carousel--offset-fix arrwstyle-default arrwpos-default" data-wpex-carousel='{&quot;dots&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoplay&quot;:&quot;true&quot;,&quot;slideBy&quot;:1,&quot;items&quot;:1,&quot;responsive&quot;:{&quot;0&quot;:{&quot;items&quot;:&quot;1&quot;},&quot;480&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;768&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;960&quot;:{&quot;items&quot;:1}}}'><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-11038 type-post cat-8397 post_tag-8762 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Direitos dos pacientes com mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/">Direitos do paciente com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" 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</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Direitos do paciente com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-13007 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778 post_tag-8771"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" data-no-lazy="1" 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class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12240 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8797"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médica indicando alimentação para quem está fazendo radioterapia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-400x225.jpg 400w, 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.5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/#_comments" class="wpex-hover-underline" >6 comentários<span class="screen-reader-text"> em Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>As orientações variam de caso para caso, por isso deve-se buscar orientação nutricional. Mas, em geral, o ideal é evitar&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/" aria-label="Leia mais about Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12501 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8797 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher fazendo radioterapia para tratar mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/">Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de outubro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse tratamento, geralmente, é realizado em conjunto com outras terapias e tende a não causar efeitos colaterais significativos</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/" aria-label="Leia mais about Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12962 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8767"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médico olhando raio-x de paciente de plasmocitoma" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/">Plasmocitoma: o que é e qual a relação com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>5 de março de 2024</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 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overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Ligação entre herpes zoster e câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/">Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>16 de novembro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 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aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse quadro pode  afetar pacientes oncológicos devido à queda na imunidade, causando sintomas como lesões cutâneas, febre e dor intensa&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/" aria-label="Leia mais about Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12357 type-post cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mielograma de paciente de mieloma multiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/">Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>19 de agosto de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Ele é solicitado quando há forte suspeita dessa doença e ela é confirmada caso seja identificada a presença de mais&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69e1793f97915{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f97915 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f97915 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f97915 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69e1793f97915"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69e1793f98f2c{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f98f2c .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f98f2c .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69e1793f98f2c .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043358801 vcex_69e1793f98f2c"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-title="Como tratar as dores do mieloma múltiplo?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/">Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 17:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação e cancer]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[vitaminas para pessoas com cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/" title="7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/">7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/" title="7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793f9fb96{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e1793f9fb96"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Conheça as principais dicas de como os alimentos podem ajudar no tratamento e nos sintomas dessa doença. Saiba quando a suplementação de vitaminas e de hiperproteicos é indicada</span></h2>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13007"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</b><span style="font-weight: 400;"> tem o papel de nutrir, ajudar na imunidade e melhorar os resultados do tratamento. Porém, para que isso aconteça, é muito importante que o paciente mantenha hábitos alimentares saudáveis e dê preferência a comidas e preparos que auxiliem no fortalecimento muscular e ósseo. </span></p>
<p><b>Quem tem <a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener">mieloma múltiplo</a> não pode comer de tudo</b><span style="font-weight: 400;"> e isso acontece porque esses pacientes precisam tomar alguns cuidados, especialmente devido à sua imunidade, que tende a ficar mais fraca por conta do tratamento. Mas, também é preciso ter alguns cuidados devido à doença em si, que torna os ossos mais frágeis, aumentando as chances de lesão.</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/fabiana-ribeiro-nutri/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Fabiana Ribeiro</span></a><span style="font-weight: 400;">, nutricionista clínica especializada em Oncologia e membro do Projeto Teleconsulta da Abrale, explica que ter uma atenção em relação aos alimentos consumidos é importante porque “manter uma alimentação saudável e equilibrada auxilia nas defesas imunológicas e afeta positivamente o resultado do tratamento, além de deixar o organismo melhor preparado para possíveis efeitos colaterais que o tratamento pode trazer.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das precauções necessárias, a lista de comidas liberadas e recomendadas é bastante extensa e pode incluir, até mesmo, doces.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Separamos algumas informações gerais que podem ajudar quem está passando por essa jornada. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Fabiana destaca que é fundamental o paciente ter uma alimentação variada, consumindo frutas, verduras, legumes, proteínas e grãos. Isso porque, juntos, esses alimentos proporcionam o fortalecimento da imunidade, dos músculos e dos ossos.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module wpex-text-center"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="263" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-comer-quando-se-tem-mieloma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Mulher com alimentação saudável" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-comer-quando-se-tem-mieloma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-comer-quando-se-tem-mieloma-400x210.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“As frutas, verduras e legumes são boas fontes de vitaminas e minerais, que auxiliam o sistema imunológico; as proteínas, como carnes magras e ovos, auxiliam no fortalecimento muscular e o leite e seus derivados, o espinafre, grão de bico, gergelim, dentre outros, auxiliam na saúde óssea”, ela descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, além de priorizar esses alimentos, é muito importante que o paciente também se mantenha bem hidratado, tomando de 1,5L a 2L de água por dia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710339480031 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12437 type-post has-media cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8771"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/09/posso-substituir-uma-refeicao-por-vitamina/" title="Posso substituir uma refeição por vitamina?"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/substituir-refeicao-por-vitamina.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Vitaminas que substituem uma refeição" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/substituir-refeicao-por-vitamina.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/substituir-refeicao-por-vitamina-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/substituir-refeicao-por-vitamina-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/09/substituir-refeicao-por-vitamina-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1710264588674"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/09/posso-substituir-uma-refeicao-por-vitamina/">Posso substituir uma refeição por vitamina?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Essa troca pode ser benéfica, principalmente, se a pessoa estiver com mucosite, náusea ou baixa ingestão de nutrientes</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793fa5dae{color:#a50b47;font-size:18px;font-weight:600;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340608594 vcex_69e1793fa5dae"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>O que não comer quando se tem mieloma?</span></h4>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1710340319348" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li aria-level="2"><b>Alimentos crus</b></li>
</ul>
</li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O paciente não deve consumir alimentos mal cozidos, mal passados ou que contenham probióticos. Além disso, também deve-se evitar frituras, temperos picantes e não se deve tomar bebidas alcóolicas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-de-tudo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem em dúvida entre comer saudável ou comer hambúrguer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-de-tudo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-de-tudo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Fabiana esclarece que carnes cruas ou mal passadas podem conter microrganismos que causam infecções. Como os pacientes de mieloma tendem a ficar </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/09/como-saber-se-sou-imunossuprimido/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">imunossuprimidos</span></a><span style="font-weight: 400;">, a capacidade do organismo de combater esses microrganismos pode ficar comprometida, aumentando o risco dessa pessoa desenvolver infecções graves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Então, o consumo de carnes cruas pode afetar negativamente o tratamento, possibilitando o surgimento de infecções e bactérias”, a nutricionista reforça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E essa recomendação vale inclusive e principalmente para a culinária japonesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O grande problema dos restaurantes japoneses para estes pacientes é a contaminação cruzada, ou seja, o preparo de um alimento cru no mesmo ambiente de um outro alimento. Esse fato, por si só, já traz um risco ao paciente e, por isso, não recomendamos o consumo de alimentos de restaurantes japoneses”, ela informa. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710339697203 vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, como mencionamos anteriormente, o consumo de </span><b>frutas e legumes crus</b><span style="font-weight: 400;"> é recomendado. Porém, para que isso ocorra de forma segura, é indispensável que o paciente os higienize da forma correta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Não há, atualmente, nenhuma evidência científica em literatura de que estes alimentos tragam malefícios ao paciente, desde que obedecendo às normas de higienização da Organização Mundial da Saúde. Então, para as frutas, verduras e legumes higienizados de forma correta eu recomendo o consumo”, Fabiana pontua.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1710439721147" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4><b>Como higienizar frutas e saladas?</b></h4>
<ol>
<li><b>Lave as mãos:</b><span style="font-weight: 400;"> antes de começar a higienização, lave bem as mãos com água e sabão.</span></li>
<li><b>Enxágue em água corrente:</b><span style="font-weight: 400;"> lave as frutas sob água corrente para remover sujeira e resíduos superficiais.</span></li>
<li><b>Deixe de molho com hipoclorito de sódio: </b><span style="font-weight: 400;">utilize uma solução contendo uma colher de sopa rasa de hipoclorito de sódio para cada litro de água potável. Deixe por 15 minutos.</span></li>
<li><b>Enxágue com água filtrada</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li><b>Seque bem as frutas e verduras antes de armazená-las</b><span style="font-weight: 400;">. Se possível, armazene em potes herméticos. </span></li>
</ol>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li aria-level="1"><b>Frituras, gorduras e alimentos picantes</b></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">“As frituras, preparações empanadas e alimentos gordurosos não são recomendados devido ao alto nível de gorduras saturadas, que são inflamatórias. Já os alimentos picantes não devem ser consumidos devido sua ação irritante gástrica, causando desconfortos estomacais”, a especialista alerta. </span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li aria-level="1"><b>Bebidas alcóolicas </b></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A última contraindicação está relacionada ao consumo de bebidas alcóolicas, que deve ser evitado por dois motivos. O primeiro é porque o álcool tem ação inflamatória no organismo e o segundo é por conta da possibilidade de a bebida interferir na ação dos medicamentos, prejudicando o tratamento.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710340993073 wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793fa9784{color:#a50b47;font-size:18px;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340331764 vcex_69e1793fa9784"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Quem tem mieloma múltiplo pode comer doce?</span></h4></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, a resposta é sim, os doces estão liberados! Mas o ideal é que se dê preferência a doces derivados de frutas, como compotas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Porém, caso queira comer um chocolate, a melhor opção é comer 30g de um chocolate com, pelo menos, 70% de cacau”, Fabiana aconselha. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-doce.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pessoa segurando barra de chocolate" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-doce.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/quem-tem-mieloma-multiplo-pode-comer-doce-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710340971731 wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793fab479{color:#a50b47;font-size:18px;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340458809 vcex_69e1793fab479"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Alimentos para fortalecer os ossos na alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</span></h4></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os alimentos mais indicados para fortalecer os ossos são os ricos em cálcio. Os laticínios (leite e derivados) são os que fornecem uma maior quantidade de cálcio, porém, alimentos como gergelim, espinafre, brócolis, couve e grão de bico também são ótimas fontes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-para-fortalecer-os-ossos.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Alimentos ricos em ossos e que ajudam a fortalecer os ossos na alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-para-fortalecer-os-ossos.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-para-fortalecer-os-ossos-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Vale ressaltar que, para manter bons níveis de cálcio, é essencial mantermos boas dosagens de vitamina D, visto que ela é o principal fator de absorção do cálcio em nosso organismo”, a nutricionista alerta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela também salienta que o álcool, a cafeína e o tabagismo interferem negativamente na absorção do cálcio. Portanto, o ideal é que esses hábitos não façam parte da rotina do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, aliar os alimentos que ajudam a fortalecer os ossos à realização de atividades físicas melhora a saúde óssea.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710337941324 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11932 type-post has-media cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8771"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea/" title="Alimentação pós-transplante de medula óssea: o que comer e o que evitar"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Alimentação pós-transplante de medula óssea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1710266526523"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/05/alimentacao-pos-transplante-de-medula-ossea/">Alimentação pós-transplante de medula óssea: o que comer e o que evitar</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Descubra o que comer e o que evitar para se recuperar e fortalecer o sistema imunológico</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793faf383{color:#a50b47;font-size:18px;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340487495 vcex_69e1793faf383"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Alimentos que ajudam a enfrentar o cansaço do mieloma</span></h4></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710340930025 vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“A melhor maneira de melhorar esta condição é priorizando uma alimentação saudável, pois ela vai fornecer os nutrientes, vitaminas e minerais que irão auxiliar nas defesas imunológicas e consequentemente na melhora da disposição”, Fabiana diz.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-enfrentar-o-cansaco-do-mieloma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem com hábitos de vida saudáveis" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-enfrentar-o-cansaco-do-mieloma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-enfrentar-o-cansaco-do-mieloma-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710340910273 wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793fb0fe6{color:#a50b47;font-size:18px;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340495692 vcex_69e1793fb0fe6"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Como repor o cálcio e o ferro por meio da alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</span></h4></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A nutricionista conta que muitos medicamentos utilizados no tratamento do mieloma causam uma diminuição da deposição de cálcio no organismo. Fora isso, a própria doença tende a gerar uma </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diminuição nos glóbulos vermelhos</span></a><span style="font-weight: 400;">, causando anemia.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para melhorar os níveis de cálcio, a nutricionista reforça que é preciso aumentar o consumo dos </span><b>alimentos ricos em cálcio</b><span style="font-weight: 400;"> e fazer a suplementação da </span><b>vitamina D</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="266" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-ricos-em-ferro.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Alimentos ricos em ferro na alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-ricos-em-ferro.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentos-ricos-em-ferro-400x213.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para melhorar a quantidade de ferro no organismo, recomenda-se aumentar o consumo de </span><b>alimentos ricos em ferro</b><span style="font-weight: 400;">, como verduras verde escuras, beterraba, leguminosas, como o feijão, cortes magros de carnes e ovos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Porém, é importante lembrar que o ferro sozinho não consegue atuar, é preciso ter boas fontes de vitamina C para ajudá-lo a entrar na célula. Então, sempre que for consumir alimentos fontes de ferro, o paciente deve consumir fontes de vitamina C junto. Por isso, tempere a sua salada com limão, coma um abacaxi de sobremesa, dentre outros”, Fabiana orienta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela ainda alerta que consumir ferro e cálcio juntos é prejudicial, porque um interfere na absorção do outro. Dessa forma, deve-se evitar comer leite e derivados durante as refeições ricas em ferro.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710338016810 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11863 type-post has-media cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8771"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/05/10-alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao/" title="10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Alimentos que parecem saudáveis mas não são" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1710266583950"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/05/10-alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao/">10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Não se deixe enganar pelas propagandas e embalagens bonitas. O segredo é analisar os ingredientes de cada produto</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710340892524 wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e1793fb4eb0{color:#a50b47;font-size:18px;}</style><h4 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710340507385 vcex_69e1793fb4eb0"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Suplementos para quem tem mieloma múltiplo</span></h4></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Sempre recomendo os suplementos em pó, sem sabor (para uma melhor variação de preparo) e ricos em proteínas (hiperproteicos). Estes são encontrados em farmácias comuns. É importante lembrar que eles não substituem a refeição, mas são ótimos aliados em períodos de falta de apetite ou inapetência”, Fabiana Ribeiro afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="280" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/suplementos-para-quem-tem-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Suplementos vitamínicos na alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/suplementos-para-quem-tem-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/suplementos-para-quem-tem-mieloma-multiplo-400x224.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Importante!</strong> É essencial que o paciente faça acompanhamento com um nutricionista especializado em Oncologia para obter todas as orientações e recomendações específicas para o seu caso.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 21px;">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/">7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Veja os Destaques do Congresso ASH 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 15:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/veja-os-destaques-do-congresso-ash-2023/" title="Veja os Destaques do Congresso ASH 2023" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="médico apresentando no ash 2023" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-768x431.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/veja-os-destaques-do-congresso-ash-2023/">Veja os Destaques do Congresso ASH 2023</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/veja-os-destaques-do-congresso-ash-2023/" title="Veja os Destaques do Congresso ASH 2023" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="médico apresentando no ash 2023" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023-768x431.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/ahs-2023.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><strong>Principais estudos destacam novos horizontes no tratamento de condições hematológicas, desde terapias avançadas para linfomas até abordagens promissoras para leucemias, moldando o futuro da Hematologia</strong></h2>
<p><span id="more-12787"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Congresso da Sociedade Americana de Hematologia (ASH) 2023</strong> aconteceu em dezembro do ano passado e reuniu mais de 30 mil profissionais da área para apresentar e discutir as novidades e avanços na área da Hematologia e Onco-hematologia. Alguns estudos foram especialmente destacados por renomados médicos. Vamos explorar os principais insights compartilhados durante o congresso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No <strong>ASH de 2023</strong> não apenas foram apresentados avanços emocionantes, mas também foi apontado que a hematologia e onco-hematologia têm um futuro promissor, inspirando esperança e inovação na comunidade médica global.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><b>1. Terapia CAR-T para mieloma múltiplo (MM)</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Vanderson Rocha, professor titular de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular da Rede D’Or São Luiz, destaca informações empolgantes sobre a terapia CAR-T para o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamento do mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 10px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe title="#ASH2023 - A evolução das terapias CAR-T: de que maneira a abordagem terapêutica está aplicada no MM" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/abLtx3x6i2o?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Embora ainda não disponível no Brasil, há expectativas da chegada dessa opção terapêutica nos próximos anos. Apesar de ser um esforço vindo, principalmente, das farmacêuticas, também há esforços para que o Sistema Único de Saúde (SUS) também consiga produzi-las. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Rocha fala especificamente sobre um estudo que foi realizado com pacientes que já haviam feito oito linhas de tratamento, antes de serem submetidos à terapia com CAR-T.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele aponta que as respostas apresentadas foram animadoras, embora alguns pacientes apresentaram efeitos colaterais, como a síndrome da liberação de citocinas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>2. Leucemia mieloide crônica (LMC): novas perspectivas de tratamento</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Dra. Carla Boquimpani, líder de hematologia do Grupo Oncoclinicas, aborda a perspectiva de tratamento para pacientes de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lmc" target="_blank" rel="noopener"><b>LMC</b></a><span style="font-weight: 400;"> que não respondem adequadamente às linhas iniciais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela destaca o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/12/inibidores-de-tirosina-quinase-utilizados-na-lmc-quais-sao-eles/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ponatinibe</span></a><span style="font-weight: 400;"> como uma solução para pacientes que não respondem bem aos outros tratamentos, especialmente aqueles com a mutação T315I. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a Drª. Boquimpani também fala que o asciminibe mostrou vantagens sobre o bosutinibe, oferecendo uma alternativa promissora para pacientes resistentes a outros inibidores, com boa tolerância e efeitos colaterais controláveis.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1626729995558 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12515 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8780 post_tag-8777 post_tag-8779"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/" title="Síndrome de lise tumoral: o que é, perigos e tratamento"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Síndrome da lise tumoral" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/sindrome-da-lise-tumoral-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1704986755192"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/sindrome-de-lise-tumoral-o-que-e-perigos-e-tratamento/">Síndrome de lise tumoral: o que é, perigos e tratamento</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O tratamento pode envolver o uso de medicamentos e terapia renal substitutiva; já a prevenção inclui a avaliação de risco,&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<h2><b>3. CAR-T NK</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Renato Tavares, médico hematologista e membro do Comite Científico da ABHH e diretor de Comunicação da ABHH, Comitê Científico da Abrale, comenta sobre os avanços na terapia CAR-T NK, utilizando células do cordão umbilical. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas células, após passarem por engenharia genética, mostraram menor propensão a respostas adversas comuns em outras terapias CAR-T. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 10px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe title="#ASH2023 - Terapia com CAR-T NK" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/05r0q6R-mwk?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o autor destaca que há perspectiva de aplicação dessa terapia em tumores sólidos, representando uma emocionante área de desenvolvimento.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1626729995558 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12276 type-post has-media cat-23 post_tag-8749 post_tag-8783 post_tag-8741 post_tag-8779"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-funciona-o-protocolo-r-chop-para-linfoma/" title="Entenda como funciona o protocolo R-CHOP para linfoma!"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/r-chop.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Quimioterapia R-CHOP para linfoma" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/r-chop.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/r-chop-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/r-chop-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/r-chop-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1704986835220"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-funciona-o-protocolo-r-chop-para-linfoma/">Entenda como funciona o protocolo R-CHOP para linfoma!</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse tratamento é feito com cinco medicamentos, que possuem diferentes objetivos, e a principal contraindicação para seu uso é caso&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>4. Mieloma múltiplo: novas combinações terapêuticas</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Angelo Maiolino, vice-presidente da ABHH, fala a respeito de novas combinações terapêuticas para o tratamento de primeira linha no </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;">. A combinação de isatuximabe com carfilsomibe, lenalidomida e dexametasona demonstrou vantagens significativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas vantagens trazem esperança de que as drogas e a combinação terapêutica sejam aprovadas no Brasil.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>5. Leucemia mieloide aguda (LMA): avanços em fertilidade</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Eduardo Rego, coordenador da Hematologia da Oncologia D’or e professor titular de Hematologia da FM-USP, compartilha um estudo relevante sobre fertilidade dos pacientes em tratamento para a  </span><b>leucemia promielocítica aguda</b><span style="font-weight: 400;"> (LPA). </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 10px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe title="#ASH2023 - Estudos sobre fertilidade na leucemia promielocítica aguda (LPA)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HC72RQvjLXU?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Até então, não se tinha muita informação a respeito da fertilidade de homens e mulheres que eram submetidos aos protocolo de tratamento com trióxido de arsênico e ATRA (ácido trans retinóico). Porém, este estudo, feito com 60 pessoas (30 homens e 30 mulheres), demonstrou que a terapia pode não afetar a fertilidade dos pacientes, já que aconteceram 12 gravidez.</p>
<p>Vale ressaltar que não foi feito nenhum tratamento hormonal ou fertilização in vitro, as gravidezes foram naturais.</p>
<p>“É um número pequeno, mas isso traz uma mensagem de segurança para os homens e mulheres”, o Dr. Rego considera.</p>
<p>Ele também ressalta um estudo que avaliou um novo medicamento, inibidor de menina (uma proteína), associado à azacitidina + venetoclax. O Dr. Rego diz que foram apresentadas taxas de remissão notáveis.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2><b>6. Linfomas: Variedades Regionais e Estratégias Inovadoras</b></h2>

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			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Carlos Chiattone, renomado professor de medicina da Santa Casa de São Paulo, aborda as diferenças epidemiológicas dos linfomas na América Latina em comparação com a América do Norte e a Europa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ressalta o aumento da incidência de linfomas associados ao vírus EBV na América Latina.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 10px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lnh" target="_blank" rel="noopener"><b>linfomas não-hodgkin</b></a><span style="font-weight: 400;"> (LNH), o Dr. Jayr Schimidt, Líder do Centro de Referência em Neoplasias Hematológicas do A.C.Camargo Cancer Center, fala sobre dados de vida real robustos que foram apresentados em relação à terapia CAR-T no tratamento do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/saiba-tudo-sobre-o-linfoma-folicular/" target="_blank" rel="noopener"><b>linfoma folicular</b></a><span style="font-weight: 400;">, revelando taxas de resposta notáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o Dr. Nelson Hamerschlak, hematologista e coordenador de Hematologia e Transplante de Medula do Hospital Israelita Albert Einstein, aponta duas estratégias para </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/09/linfoma-nao-hodgkin-agressivo-e-indolente/" target="_blank" rel="noopener"><b>linfomas agressivos</b></a><span style="font-weight: 400;"> que se destacaram: a terapia CAR-T Cell e os anticorpos biespecíficos. Essas abordagens são promissoras para casos que não respondem ou têm respostas limitadas aos tratamentos convencionais.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/veja-os-destaques-do-congresso-ash-2023/">Veja os Destaques do Congresso ASH 2023</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Estudos clínicos: uma oportunidade de acesso a novos tratamentos contra o câncer</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/estudos-clinicos-uma-oportunidade-de-acesso-a-novos-tratamentos-contra-o-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 13:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/estudos-clinicos-uma-oportunidade-de-acesso-a-novos-tratamentos-contra-o-cancer/" title="Estudos clínicos: uma oportunidade de acesso a novos tratamentos contra o câncer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/estudo-clinico-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Estudo clínico" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/estudo-clinico-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/estudo-clinico-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/estudo-clinico-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/estudo-clinico.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/estudos-clinicos-uma-oportunidade-de-acesso-a-novos-tratamentos-contra-o-cancer/">Estudos clínicos: uma oportunidade de acesso a novos tratamentos contra o câncer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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			<h2><strong>Participar desses processos pode ser benéfico para pacientes, ao oferecer acesso a novos medicamentos</strong></h2>
<p><span id="more-12619"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>estudos clínicos</b><span style="font-weight: 400;"> são importantes no processo de avaliação e aprovação de um novo medicamento. Nessa etapa, avalia-se todas as questões necessárias para garantir o melhor uso e a segurança de cada terapia. Mas, para que esse processo possa acontecer, é fundamental que os pacientes se voluntariem para participar. Dentre as vantagens, está o acesso, em primeira mão, aos tratamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Welington Rondoni Lopes, aposentado, foi diagnosticado com  </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> em agosto de 2021. Inicialmente, foi submetido ao protocolo VCD (Ciclofosfamida, Dexametasona e Bortezomibe) e, depois, passou pelo protocolo VRD (Lenalidomida, Bortezomibe e Dexametasona).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“No momento do diagnóstico, eu estava com 80% de infiltração e com o protocolo VCD conseguimos reduzir para 40%. Depois, eu fui para Jaú, no interior de São Paulo, para fazer o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/saiba-tudo-sobre-o-transplante-de-medula-ossea-autologo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">transplante de medula óssea autólogo</span></a><span style="font-weight: 400;">”, ele relembra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, após fazer uma série de exames e passar por diversos médicos, percebeu-se que seria melhor ele não realizar o transplante, pois ele tinha um risco maior de ter certas complicações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu tenho Doença de Crohn e aí fazer o TMO era um risco muito alto, eu poderia ter mucosite no intestino e sepse. Então, avaliamos que não seria a melhor alternativa”, contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse meio tempo, Welington estava em contato com outros pacientes por meio de sites e grupos no WhatsApp e no Facebook e ficou sabendo da existência de estudos clínicos que estavam avaliando </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>novos tratamentos para o mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;">. Ele buscou sua médica, no Hospital do Câncer de Presidente Prudente, e falou para ela que gostaria de participar de uma pesquisa que avaliasse o uso de um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/imunoterapia-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><b>anticorpo biespecífico</b></a> <span style="font-weight: 400;">ou da terapia CAR-T Cell.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela o encaminhou para uma clínica na cidade de São Paulo e, lá, ele começou todo o processo para participar da pesquisa clínica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Qual a importância da pesquisa clínica?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ela é uma etapa fundamental para aprovar e possibilitar que as pessoas tenham acesso a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-do-cancer" target="_blank" rel="noopener"><b>novos tratamentos contra o câncer</b></a><span style="font-weight: 400;"> e de diversas outras doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os ensaios clínicos dão subsídios para garantir que novos medicamentos são seguros e eficazes”, afirma a </span><a href="https://br.linkedin.com/in/greyce-lousana-6b4bb819" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Drª. Greyce Lousana</span></a><span style="font-weight: 400;">, Presidente Executiva da Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC). </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1698862686096"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/importancia-dos-estudos-clinicos.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Importância dos estudos clínicos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/importancia-dos-estudos-clinicos.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/importancia-dos-estudos-clinicos-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, ela pode ter uma relevância ainda maior e mais específica para cada um dos pacientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Um ensaio clínico, em algumas situações, pode ser a única opção de acesso a determinadas terapias. Vale salientar que cada estudo possui diferentes características e temos que avaliar quais são os critérios de inclusão e exclusão de cada projeto, sua fase de desenvolvimento, tipo de produto em estudo, enfim, a inclusão de um indivíduo, que passa a ser denominado de participante de pesquisa em um estudo, pode ser um fator relevante para a qualidade de vida de um indivíduo”, a Drª. Lousana diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Wellington concorda e fala que seu caso foi um exemplo da situação mencionada pela especialista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com toda certeza, se não fosse o estudo clínico, eu teria muita dificuldade para ter acesso às medicações, porque, para mim, as drogas disponíveis no SUS estavam e são muito limitadas”, relata. Welington faz tal afirmação pois, para ter acesso à lenalidomida, ele precisou entrar com um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2019/12/judicializacao-da-saude-nem-problema-nem-solucao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">processo de judicialização</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Então, tudo que viesse dali para frente, também teria que ser por meio da judicialização. Por isso, tive muito privilégio de estar participando do estudo clínico e tendo acesso aos melhores medicamentos e que ainda não estão aprovados no Brasil.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1698861152457 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-5732 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/05/o-que-e-efeito-placebo/" title="O que é efeito placebo? "><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="placebo, o que é placebo, efeito placebo, o que é efeito placebo, comprimidos de placebo, placebo o que é, placebos, o que é placebo?, o que e placebo, o que significa placebo, o que placebo, oq é placebo, medicamento placebo, placebo medicamento, grupo placebo, significado de placebo, efeito placebo significado, medicamentos placebo lista, plascebo, placebo efeito, conceito medicamento, o que é medicação, o que é cura, efeitos farmacológicos, cura de doenças, o que é placebo na medicina, o que é pilula placebo, comprimido placebo, comprimido de placebo, remedio placebo, significado de efeito, placebos, efeito placebo e nocebo, tratamento significado, omeopatia, acredite ou não, para que serve o remédio, grupo controle, placebo efeito, efeito ativo, definição de remédio, pilula placebo, efeito placebo o que é, efeito placebo psicologia, nocebo, efeito nocebo, placebo definição , o que é um placebo, qual o conceito de placebo, o que é efeito placebo e nocebo, como saber se um medicamento e placebo, como é utilizado o placebo em pesquisas experimentais, remedio placebo onde comprar" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027-1024x614.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1723714027-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1698862281674"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/05/o-que-e-efeito-placebo/">O que é efeito placebo? </a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Muito utilizados em estudos clínicos, os tratamentos com medicamentos placebo podem causar respostas positivas ou negativas nas pessoas apesar de&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Por que participar de estudos clínicos?</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Lousana reforça que ser voluntário em um estudo clínico  é uma forma do paciente oncológico ter acesso ao tratamento/protocolo que ainda não está disponível para as pessoas em geral.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Antes de um medicamento ser aprovado pela ANVISA e incorporado pela Conitec ele deve passar por um processo de estudo. Dessa forma, os participantes de pesquisa recebem tais produtos sob investigação primeiro.” </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="336" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/novos-tratamentos-contra-o-cancer.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Desenvolvimento de novos medicamentos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/novos-tratamentos-contra-o-cancer.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/novos-tratamentos-contra-o-cancer-400x224.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para Wellington os benefícios de participar vão além do fato de ele ter tido acesso ao anticorpo biespecífico em primeira mão. Ele acredita que essa é uma forma de ajudar outros pacientes a terem a oportunidade de também fazerem uso do medicamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Além da possibilidade de eu, talvez, encontrar a cura nessa medicação, uma vez que ela entrar no mercado brasileiro, pode trazer a cura ou remissão muito prolongada para várias outras pessoas. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda descreve que ele mesmo só pôde participar desse estudo porque outros voluntários já haviam testado o medicamento previamente. Isso porque, antes do estudo chegar ao Brasil, a droga foi avaliada na Espanha &#8211; cerca de 300 voluntários participaram da pesquisa &#8211; e foi aprovada nos Estados Unidos da América. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu sou grato a esses pacientes que participaram, porque eles viabilizaram a medicação que eu estou usando agora e que pessoas nos EUA já estão se beneficiando dela. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, Welington fazia o tratamento no ambulatório toda semana, depois espaçou para 14 dias e, hoje, toma o anticorpo biespecífico a cada 14 dias e outro medicamento a cada 28 dias.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-size: 21px;"><b>Como participar de estudos clínicos para tratamentos contra o câncer</b></span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Drª. Lousana, as principais formas dos pacientes saberem se há alguma pesquisa clínica aberta na qual ele pode se inscrever é conversando diretamente com o seu médico ou acessando o site da </span><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/produtos-para-saude/pesquisa-clinica" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ANVISA</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou o site </span><a href="http://www.clinicaltrials.gov/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">http://www.clinicaltrials.gov/</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="300" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/como-participar-de-estudos-clinicos.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Como participar de um estudo clínico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/como-participar-de-estudos-clinicos.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/como-participar-de-estudos-clinicos-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ela complementa descrevendo que “todos os estudos possuem critérios de inclusão e exclusão. Dessa forma, para que um paciente seja inserido em um projeto ele passa por um período de avaliação, denominada ‘triagem’. Nesse período, são realizados diferentes exames e demais procedimentos, de acordo com as informações que constam no projeto de pesquisa.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E foi o que aconteceu com Wellington. Ele e sua médica avaliaram quais eram os critérios para participar da pesquisa &#8211; era preciso ter mieloma recidivado, ter feito previamente uma linha de tratamento com lenalidomida e o nível de hemoglobina não poderia estar baixo &#8211;  e viram que ele se encaixava. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, ele viajou para São Paulo e realizou uma série de exames, sem ter nenhum custo, para garantir que cumpria todos os critérios e que participar do processo seria benéfico.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1626729995558 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-5960 type-post has-media cat-23 post_tag-8762 post_tag-8741 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/07/registro-de-medicamentos-anvisa/" title="Como funciona o registro de medicamentos no Brasil"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_141007105.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="anvisa, medicamentos, registro de medicamentos, registro de medicamento, registro de medicamentos no brasil, anvisa o que é, registro de medicamentos anvisa, anvisa registro de medicamentos, medicamentos anvisa, registro de medicamentos, consulta registro de medicamentos anvisa, o que e anvisa, medicamento anvisa, remedios proibidos pela anvisa preço medicamentos anvisa, medicamentos proibidos pela anvisa, anvisa registro de medicamentos, registro de medico, anvisa aprovação de medicamentos, anvisa aprova novo medicamento para tratar câncer de bexiga, anvisa aprova uso de canabidiol como medicamento, anvisa registro de medicamentos, anvisa medicamentos, anvisa registro de medicamentos , considerado medicamento, medicamento na anvisa, boas práticas de fabricação, registro é, rdc nº, processo de registro, anvisa é, medicamentos genéricos similares, agência nacional de vigilância sanitária anvisa, lei nº, estudos clínicos, registro de medicamentos genéricos, empresas devem, medicamento é, junto à anvisa, qualidade segurança e eficácia, acompanhar o andamento, via de administração" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_141007105.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_141007105-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_141007105-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1698862259038"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/07/registro-de-medicamentos-anvisa/">Como funciona o registro de medicamentos no Brasil</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Criado para garantir segurança aos remédios comercializados no país, o processo de registro causa muita polêmica devido ao tempo que&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><b>Cobaias x voluntários</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Há uma crença que pessoas que participam de pesquisas clínicas são “cobaias”, mas tanto Welington, quanto a Drª. Lousana, ressaltam que isso é uma inverdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Cobaias são animais que, infelizmente, não podem decidir se querem ou não fazer parte de um projeto de pesquisa. Já um paciente possui autonomia para decidir, após ser esclarecido de forma exaustiva pela equipe de pesquisa, se ele quer ou não ser inserido em um projeto”, a médica esclarece.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="600" height="295" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/voluntario-estudo-clinico.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Formulário de consentimento estudo clínico" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/voluntario-estudo-clinico.jpg 600w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/voluntario-estudo-clinico-400x197.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já o voluntário fala que em momento algum se sentiu como uma cobaia e que, na verdade, enxerga a pesquisa como uma grande oportunidade em sua vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“De forma alguma eu acho que uma pessoa que participa de um estudo clínico seja uma cobaia, muito pelo contrário. É uma oportunidade! Eu penso dessa maneira e sempre pensei assim. Sempre quis participar, porque é uma oportunidade de, talvez, até encontrar a <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/03/tratamento-do-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener">cura para o mieloma múltiplo</a>, coisa que a gente não tem com as drogas que já são consagradas. Então, eu encarei dessa maneira, como uma oportunidade que eu estou tendo de acesso a medicações que eu teria que judicializar para conseguir. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Além disso, os voluntários são acompanhados por uma equipe médica a todos os momentos, para solucionar qualquer dúvida ou, caso necessário, prestar ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A gente é muito bem cuidado e muito bem amparado. A equipe está sempre atenta a qualquer sinal ou sintoma, temos contato constante com a equipe médica de plantão. Esse cuidado é muito importante, porque traz uma segurança para nós, e isso é muito bom”, Welington pontua. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 21px;">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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	            data-title="Estudos clínicos: uma oportunidade de acesso a novos tratamentos contra o câncer" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/11/estudos-clinicos-uma-oportunidade-de-acesso-a-novos-tratamentos-contra-o-cancer/">Estudos clínicos: uma oportunidade de acesso a novos tratamentos contra o câncer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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