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	<title>mieloma multiplo Archives - Revista Online ABRALE</title>
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	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
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		<title>Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 18:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307a6e43{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d98307a6e43"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Márcia Vaz sabe que o mieloma múltiplo pode retornar, mas, enquanto está bem, procura acolher pessoas recém diagnosticadas</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14428"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Na década de 1980, Márcia Vaz trabalhava como enfermeira no setor oncológico e via pessoas com mieloma múltiplo com uma sobrevida de, no máximo, dois anos. Em 2014, quando foi diagnosticada com o câncer, ela sentiu um baque. “Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura”, lembra. Hoje, Márcia está em remissão há sete anos e acolhe pacientes recém diagnosticados.</p>
<h3>O diagnóstico de um velho conhecido</h3>
<p>Márcia também tem a doença de Crohn e, em exames de rotina durante o tratamento, o médico percebeu que ela estava com anemia. Então, suplementou o ferro e a vitamina B12, porém não teve resultado.</p>
<p>A enfermeira procurou uma hematologista e o primeiro exame constatou presença de proteína monoclonal, uma alteração que pode sugerir o diagnóstico de mieloma múltiplo. “Eu já conhecia essa doença, porque eu trabalhei 10 anos em Oncologia e aí veio o susto. Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura e que os pacientes duravam um ou dois anos, a sobrevida era muito curta. Foi um baque”, narra.</p>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">A médica solicitou uma biópsia e exames de imagem, já que o mieloma múltiplo pode afetar os ossos e causar até mesmo fraturas espontâneas. “Antes da confirmação da biópsia, eu tinha alguma esperança de que não era, mas aí, com a confirmação, eu fiquei muito triste”, lembra e acrescenta: “Eu não contava com isso, eu achava que a minha doença da vida seria a doença de Crohn, que também já era bastante sofrida, e aí veio mais essa situação”. </span></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Foi nesse momento que Vaz conheceu a <a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>. Após o diagnóstico, a enfermeira decidiu que precisava se atualizar sobre o mieloma múltiplo e procurou informações em sites confiáveis. “Aí eu fiquei sabendo que já tem muito mais opções de tratamento, existem pacientes com mais de 10 anos de diagnóstico. Então eu me acalmei e comecei a fazer o tratamento”, conta.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/eZrk6fOshPc?feature=shared" title="Abrale Cast 189 - mieloma múltiplo: um panorama e novos tratamentos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eZrk6fOshPc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3><b>O tratamento contra o mieloma múltiplo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o diagnóstico, Vaz passou por três protocolos de tratamento contra o mieloma múltiplo. Após cinco meses de quimioterápicos, ela realizou um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">transplante de medula óssea autólogo</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, com as células dela mesma. “Só que, infelizmente, no mieloma, voltam a ocorrer mutações genéticas e cromossômicas que causam a doença. No meu caso, o transplante de medula diminuiu 50% da doença, então eu precisei continuar o tratamento”, explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Devido ao mieloma, após o transplante de medula, a enfermeira teve complicações nos rins. O hematologista e o nefrologista, em conjunto, ajustaram a dose dos quimioterápicos para que eles não agredissem os rins e ela não precisasse de hemodiálise. Após 18 meses de tratamento, Vaz entrou em remissão do mieloma múltiplo.</span></p>
<pre><span style="font-weight: 400;">“De dezembro de 2014 até julho de 2018, foi o tempo todo tratamento com alguns poucos intervalos. Toda semana fazendo quimioterapia, é bem ruim, a gente se sente mal, fica muito magra, com muita anemia, infecções de repetição, toda hora antibiótico”, lembra. </span></pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="750" height="757" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg 750w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-277x280.jpeg 277w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Desde julho de 2018, Vaz não toma mais quimioterápicos, apesar de ainda fazer acompanhamento médico. “São sete anos em remissão. Finalmente foi um respirar saber que a doença foi controlada e voltar a ter minhas atividades, voltar a sorrir, a fazer planos”, destaca. “Eu sei que ela pode voltar, porque não tem cura definitiva, mas eu estou levando minha vida, faço atividade física, dança, pilates, vou pra academia todos os dias, viajo”.</p>
<p>Ela ressalta que, caso tenha uma recidiva, “a cabeça não vai ficar tranquila”, mas que enquanto estiver em remissão, tenta ficar bem emocionalmente.</p>
<h3>O dia a dia da remissão</h3>
<p>Assim que foi diagnosticada, Vaz se aposentou tanto pelo tempo de contribuição quanto pela doença. Porém, “desde o início, eu decidi que eu não queria me aposentar mentalmente. Eu quero ajudar, continuar acolhendo como eu cuidava e ajudava as pessoas quando estava exercendo a minha profissão de enfermeira”.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 2016, participa de grupos de acolhimento de pessoas com mieloma múltiplo. Ela conta que muitas vezes as consultas médicas são curtas e que os pacientes não conseguem tirar todas as suas dúvidas com os médicos ou, às vezes, se sentem mais confortáveis em perguntar para outras pessoas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu acho que os grupos de apoio são muito importantes para esse cuidado. Há quatro anos eu fui convidada para representar o mieloma no <a href="https://abrale.org.br/servicos-gratuitos/comite-de-pacientes/#:~:text=Desde%202018%2C%20o%20Comit%C3%AA%20de,sangue%20em%20todo%20o%20pa%C3%ADs.">Comitê de Pacientes da Abrale</a> e me traz muita satisfação acolher da mesma forma que eu fui muito bem acolhida”, narra. </span>Além de explicar detalhes sobre o mieloma, Vaz também acolhe emocionalmente as pessoas que foram recém-diagnosticadas. Para a enfermeira, é importante ouvir e respeitar o momento do paciente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“Tem que ter um equilíbrio, não pode ter aquela positividade excessiva, que a gente chama de positividade tóxica. Não adianta eu pegar uma pessoa que está na cadeira de rodas, cheia de dores e falar ‘vai ficar tudo bem’. Eu falo que eu estou aqui para o que eu puder ajudar”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69d98307ae009{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69d98307ae009{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69d98307ae009.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69d98307ae009{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69d98307ae009.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69d98307ae009{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69d98307ae009.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69d98307ae009{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69d98307ae009.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/" title="A mielofibrose é um câncer do sangue?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="mielofibrose" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/">A mielofibrose é um câncer do sangue?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">18 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/qual-a-diferenca-entre-dech-aguda-e-cronica/" title="Qual a diferença entre DECH aguda e crônica?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-31.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="DECH" data-no-lazy="1" 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 17:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/" title="O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="CAR-T" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/">O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/" title="O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="CAR-T" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-10.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307b52ee{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d98307b52ee"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Pesquisas mostraram que um paciente de mieloma múltiplo, após o CAR-T cell, não precisou de nenhuma outra terapia por cinco anos</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14413"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p><span style="font-weight: 400;">No início de julho, Alexandre Padilha, ministro da Saúde, afirmou que o Brasil pretende desenvolver nacionalmente a terapia CAR-T para tratar câncer. </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/terapia-car-t-cell-como-vem-sendo-aplicada-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A tecnologia é aprovada pela Anvisa</span></a><span style="font-weight: 400;"> para o tratamento de mieloma múltiplo desde 2022, porém, caso fosse desenvolvida no Brasil, os custos e o tempo de espera poderiam ser reduzidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos recentes mostraram que, após o CAR-T, pessoas com mieloma múltiplo não precisaram de nenhum outro tratamento por um período de cinco anos. A expectativa é de que esses pacientes sejam curados, porém ainda não há pesquisas que acompanharam por um período de tempo maior os resultados da terapia para esse câncer.  </span></p>
<h3>Como funciona o CAR-T para tratar o mieloma múltiplo?</h3>
<p>A terapia com CAR-T Cell utiliza os linfócitos T (células de defesa) do próprio paciente. Eles são retiradas, por meio de uma máquina de aférese, e modificadas para que se liguem às células cancerígenas do mieloma múltiplo e as destruam. Vanderson Rocha, professor titular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular na Rede D&#8217;Or São Luiz SP, explica que são retirados os “linfócitos T e eles são modificados, através de uma terapia biogênica, para que essas células tenham o ligante com as células do mieloma, que nesse caso é o chamado BCMA”.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Atualmente, a modificação das células por terapia biogênica ainda não é feita no Brasil, por isso, após a retirada, Rocha afirma que leva cerca de dois meses para que os linfócitos T possam ser infundidos no paciente.</p>
<h3>Quem pode fazer o CAR-T para mieloma múltiplo?</h3>
<p>O médico explica que o CAR-T não é a primeira opção terapêutica para pessoas com mieloma múltiplo. Normalmente, ele só será indicado para pacientes resistentes às outras terapias, incluindo o transplante autólogo de medula óssea.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p>“Existem várias outras opções de tratamento para os pacientes com mieloma disponíveis no Brasil, em torno de quase 25 tipos de medicamentos”, ressalta e continua: “Então, um paciente recém diagnosticado abaixo de 70 anos recebe um tratamento de quimioimunoterapia, posteriormente, o transplante autólogo e só depois é que a gente indicaria o CAR-T”.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/W0KooYjH2Lc?feature=shared" title="Indicação de TMO para pacientes com mieloma múltiplo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/W0KooYjH2Lc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3>O CAR-T cura o mieloma múltiplo?</h3>
<p>Vanderson Rocha conta que, há cerca de um mês, estudos mostraram que “em torno de 33% dos pacientes de mieloma múltiplo que receberam o CAR-T estão vivos e sem a doença, após cinco anos”.</p>
<p>O médico relata que é a primeira vez que uma terapia para mieloma múltiplo consegue fazer com que o paciente não precise de outros tratamentos em um período de cinco anos. ”Podemos imaginar que esses pacientes sejam curados, porém ainda precisamos de um segmento maior”, ressalta.</p>

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class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 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			<p><span style="font-weight: 400;">Porém, Rocha lembra que, mesmo depois do CAR-T, a pessoa precisa de acompanhamento médico para evitar infecções que são comuns após a terapia. “A vantagem do CAR-T no mieloma é que você não precisa de medicamentos para o mieloma”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, a qualidade de vida da pessoa com mieloma múltiplo aumenta após o CAR-T, uma vez que ela “não precisa ficar vindo ao hospital tomar medicamentos, esse acompanhamento médico é feito a cada dois ou três meses, inicialmente, depois vai se espaçando”, explica. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14416" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-400x222.png" alt="" width="169" height="94" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-400x222.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-1024x568.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-768x426.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-1536x852.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/TAKEDA_LOGO-2048x1136.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14164" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-400x76.png" alt="" width="221" height="42" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-400x76.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-1024x194.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-768x146.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-1536x291.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Copia-de-JJ_Logo_SingleLine_Red_RGB-2048x388.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 221px) 100vw, 221px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14417" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01-327x280.png" alt="" width="140" height="120" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01-327x280.png 327w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Pfizer_Logo_Color_RGB-01.png 350w" sizes="auto, (max-width: 140px) 100vw, 140px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14422" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-400x103.png" alt="" width="155" height="40" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-400x103.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-1024x263.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-768x197.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-1536x395.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Sanofi-logo-2-2048x527.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 155px) 100vw, 155px" /></p>

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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/o-car-t-pode-curar-o-mieloma-multiplo-entenda/">O CAR-T pode curar o mieloma múltiplo? Entenda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/" title="Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”" rel="nofollow"><img width="400" height="229" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Células do mieloma múltiplo mieloma smoldering" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1024x585.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-768x439.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1536x878.jpg 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-scaled.jpg 1049w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14303"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos e ocorre em 1,8 pessoas a cada 100 mil, no mundo todo, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de sua incidência, poucas pessoas conhecem o estado “adormecido” e assintomático da doença: o mieloma smoldering.</p>
<h3>O que é o mieloma smoldering?</h3>
<p>O mieloma múltiplo smoldering é uma condição que fica entre o estado inativo da doença e o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/mieloma-multiplo-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/">mieloma ativo</a>. Segundo Fernanda Lemos, médica hematologista do HCOR e membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma) e do IMS (International Myeloma Society), a diferença do mieloma smoldering para os outros tipos é que, a princípio, ele não precisa de tratamento.</p>
<p>Conforme a hematologista, os sintomas do mieloma múltiplo são causados quando os plasmócitos clonais, que são células anormais na medula óssea, produzem uma imunoglobulina monoclonal que se junta com as células cancerígenas.</p>
<p>No mieloma smoldering, essas células anormais estão produzindo a imunoglobulina monoclonal, mas não em valores altos e a pessoa não tem sintomas.</p>

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			<h3><b>Como é feito o diagnóstico de mieloma smoldering?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ser assintomático, é possível diagnosticar o mieloma smoldering por meio de exames de sangue e de urina. “O diagnóstico é feito a partir da identificação do pico monoclonal e de uma plasmocitose na medula óssea”, explica Lemos. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3>O mieloma smoldering precisa de acompanhamento?</h3>
<p>A princípio, pessoas com mieloma smoldering não precisam fazer um tratamento medicamentoso. Porém, a hematologista ressalta que é necessário fazer um acompanhamento médico e realizar exames periodicamente.</p>
<p>“O que determinará a frequência do acompanhamento é se ele tem um risco baixo, intermediário ou alto de progredir para um mieloma múltiplo sintomático”, explica.</p>
<p>Segundo a hematologista, aquelas pessoas diagnosticadas com o mieloma smoldering com um ultra alto risco podem ter indicação de iniciar um tratamento, mesmo sem ter sintomas.</p>
<p>“Há alguns estudos clínicos para o tratamento precoce dos pacientes com mieloma smoldering de alto risco, mas na prática clínica isso não acontece”, destaca.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69d98307c294b{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69d98307c294b{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69d98307c294b.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69d98307c294b{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69d98307c294b.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69d98307c294b{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69d98307c294b.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69d98307c294b{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69d98307c294b.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 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			<h3>Quem tem mais risco de desenvolver o mieloma sintomático?</h3>
<p>Segundo Lemos, alguns fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver o mieloma sintomático como: mais de 20% de plasmócitos na medula óssea e razão anormal de cadeias leves livres (FLC ratio) ≥ 20 ou ≤ 0,05.</p>
<p>“Os pacientes que têm duas ou três dessas alterações, têm um risco de progressão para uma doença sintomática de 50 a 80% em cinco anos”, conta.</p>
<p>Quando o mieloma smoldering progride para um mieloma ativo, a pessoa pode ter sintomas como: anemia, hipercalcemia, disfunção renal e lesões líticas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/" title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa jovem com dor nas costas como sintoma de mieloma multiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/">Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/" title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa jovem com dor nas costas como sintoma de mieloma multiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307c8c9c{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d98307c8c9c"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Dor na coluna, cansaço extremo e perda de apetite podem ser sintomas de câncer do sangue<br /></span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14157"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>Apesar de comuns no dia a dia, a dor na coluna, o cansaço extremo e a perda de apetite podem ser sintomas de um tipo de câncer do sangue, o mieloma múltiplo. Entenda mais sobre a doença.</p>
<h3>O que é o mieloma múltiplo?</h3>
<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos, responsáveis pelo sistema de defesa do corpo. Após uma mutação genética, um dos tipos de glóbulos brancos, os linfócitos, passam a se multiplicar de maneira anormal e a atrapalhar as funções das células sanguíneas saudáveis.</p>
<p>Essas células cancerígenas podem se acumular dentro do osso, fora dele ou em ambos os locais, que é o que acontece no mieloma múltiplo. Isso danifica também a estrutura óssea.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>É devido ao acúmulo de células cancerígenas no osso, como explica Iracema Esteves, médica hematologista da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que o “mieloma pode causar dores na coluna”.</p>
<h3>Sintomas de mieloma múltiplo</h3>
<p>Além de dores ósseas, principalmente na coluna, alguns outros sintomas do mieloma são: cansaço extremo, sede exagerada, perda de apetite, anemia, fraturas espontâneas, entre outros sinais.</p>
<p>Esse tipo de câncer também pode ser assintomático, porém ele pode ser identificado por meio de um exame de sangue simples, o hemograma.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Diagnóstico</h3>
<p>Segundo Esteves, alguns outros exames também são utilizados para o diagnóstico de mieloma, como os de eletroforese de proteínas, de imunofixação sérica e os de dosagem de cadeias leves livres kappa/lambda.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>Tratamento</h3>
<p>O tratamento desse câncer pode ser feito com quimioterápicos, que destroem, controlam e inibem o crescimento das células cancerígenas. O mieloma também é tratado com inibidores do proteassoma, que atacam mais as células doentes do que as saudáveis.</p>
<p>Além disso, anticorpos podem ser receitados para atacar bactérias e vírus, prevenindo infecções enquanto o sistema imunológico do paciente está fragilizado pelas demais terapias.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Outra opção para pacientes de mieloma é o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">transplante de medula óssea (TMO)</a>, porém ele só é indicado para pessoas saudáveis e sem outras comorbidades. No mieloma múltiplo é possível fazer um transplante autólogo, que transplanta as células do paciente para ele mesmo. As células sanguíneas são reinseridas no paciente depois que ele passa por um forte tratamento quimioterápico.</p>
<p>“O benefício está na quimioterapia utilizada em altas doses durante o transplante, e não nas células tronco. Ela possui a capacidade de tratar o mieloma múltiplo e deixar o paciente livre de tratamento por muito mais tempo”, explica a hematologista.</p>
<p>Para os casos em que o mieloma múltiplo retorne mesmo após o transplante, existe a terapia de CAR-T Cell. Nesse tratamento, as células de defesa do tipo T são coletadas e enviadas para laboratório. Lá, elas são geneticamente modificadas e recebem a proteína CAR, que direciona o sistema imunológico para que ele mate as células cancerígenas. Porém, o tratamento tem um alto custo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/">Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 18:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[tmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" title="Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Etapas do transplante de medula ossea" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" title="Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Etapas do transplante de medula ossea" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307cfca7{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d98307cfca7"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Com este tratamento, é possível transferir as células do paciente para ele mesmo</span></h2>
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			<p><span id="more-14140"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Um dos tratamentos para mieloma múltiplo é o transplante de medula óssea. Para esse câncer, é possível realizar a transfusão das células-tronco de um paciente para ele mesmo, o chamado transplante autólogo. Mas caso a doença retorne é possível realizar um novo transplante para si mesmo? Saiba como funciona o transplante autólogo e como utilizá-lo em casos de recidiva.</p>
<h3>O que é o mieloma múltiplo?</h3>
<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos, responsáveis pelo sistema de defesa do corpo. Após uma mutação genética, um dos tipos de glóbulos brancos, os linfócitos, passam a se multiplicar de maneira anormal e a atrapalhar as funções das células sanguíneas saudáveis.</p>
<p>Essas células cancerígenas podem se acumular dentro do osso, fora dele ou em ambos os locais, que é o que acontece no mieloma múltiplo. Isso danifica também a estrutura óssea.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Esse câncer pode ser assintomático ou a pessoa pode ter sintomas como: cansaço extremo, sede exagerada, perda de apetite, dores na coluna, fraturas espontâneas, entre outros sinais. Apesar de poder ser assintomático, o mieloma múltiplo já pode ser identificado por meio de um hemograma, um exame de sangue simples.</p>
<p>O tratamento desse câncer pode ser feito com quimioterápicos, que destroem, controlam e inibem o crescimento das células cancerígenas; com inibidores do proteassoma, que atacam mais as células doentes do que as saudáveis; e com anticorpos, que atacam bactérias e vírus, prevenindo infecções enquanto o sistema imunológico do paciente está fragilizado pelas demais terapias.</p>
<h3>Transplante de medula óssea</h3>
<p>O transplante de medula óssea (TMO) também é uma opção para o tratamento de mieloma múltiplo. Fernanda Lemos, médica hematologista do HCOR e membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma) e do IMS (International Myeloma Society), explica que o “TMO no mieloma múltiplo é o padrão ouro de tratamento, a melhor escolha para pacientes com a indicação de tratamento”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>A hematologista lembra que o transplante não é indicado para pessoas com mais de 70 anos e para pacientes que têm comorbidades, como insuficiência cardíaca e pneumopatia moderada ou grave. “Essas situações podem ser agravadas com o TMO, aumentando o risco de mortalidade do paciente”, informa.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/pqWNBoo3tnE?feature=shared" title="Pega da medula e resposta celular após o transplante alogênico" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pqWNBoo3tnE?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No mieloma múltiplo é possível fazer um transplante autólogo, que transplanta as células do paciente para ele mesmo. Segundo a hematologista, as células-tronco hematopoiéticas, que são aquelas responsáveis pela produção das células sanguíneas, são coletadas e armazenadas. Após um intenso tratamento de quimioterapia, as células são reinfundidas no paciente. </span></p>
<pre>“O papel da medula óssea reinfundida é minimizar a toxicidade da quimioterapia, reduzindo os riscos de infecções”, conta Lemos.</pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>O transplante autólogo não interfere na qualidade de vida do paciente, conforme a hematologista, e as toxicidades são temporárias e reversíveis. Porém, ela ressalta que “o TMO autólogo no mieloma múltiplo não tem potencial curativo e sim o papel de aumentar o tempo em que a pessoa ficará sem evidências de doença”.</p>
<p>Isso significa que um paciente pode ter uma recidiva do mieloma múltiplo mesmo após ser transplantado.</p>
<h3>Transplante autólogo em caso de recidiva</h3>
<p>Os pacientes que já fizeram um transplante autólogo para mieloma e tiveram um recidiva da doença podem realizar um novo transplante, segundo Lemos. “Mas há variáveis que devem ser avaliadas para esta situação, como: a idade atual do paciente, o benefício que ele teve com o primeiro transplante, quais os tratamentos já utilizados e o acesso aos novos tratamentos”, destaca.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a Anvisa aprovou uma <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/terapia-car-t-cell-como-vem-sendo-aplicada-no-brasil/">terapia de CAR-T Cell</a> para casos recidivos de mieloma múltiplo. Nesse tratamento, as células de defesa do tipo T são coletadas e enviadas para laboratório. Lá, elas são geneticamente modificadas e recebem a proteína CAR, que direciona o sistema imunológico para que ele mate as células cancerígenas. Porém, o tratamento tem um alto custo. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-title="Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 20:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anemia aplasica]]></category>
		<category><![CDATA[HPN]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma]]></category>
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		<category><![CDATA[sindrome mielodisplasica]]></category>
		<category><![CDATA[tmo]]></category>
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		<category><![CDATA[trombocitemia essencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/" title="Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Imagem ilustrando a medula óssea e uma céçula-tronco." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/">Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/" title="Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Imagem ilustrando a medula óssea e uma céçula-tronco." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/medula-ossea.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307d7d02{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d98307d7d02"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Este tecido pode não funcionar adequadamente por conta de diversas condições e, quando isso acontece, pode ser necessário realizar um transplante</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630332447" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13585"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>medula óssea</b><span style="font-weight: 400;"> é um tecido que se encontra no interior de alguns ossos e sua principal função é a produção das células do sangue. Quando ela é atingida por alguma doença, é possível que aquela pessoa tenha que passar por um transplante e que, para isso, ela precise de um doador. Também é muito importante saber que esse elemento não está relacionado à medula espinhal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu costumo comparar a medula óssea a uma fábrica e, de uma forma bem simplista, ela tem a função de produzir todas as nossas </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/09/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener"><b>células sanguíneas</b></a><span style="font-weight: 400;">. Sendo que nós temos os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas”, o </span><a href="https://br.linkedin.com/in/volney-vilela-5120a9124" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Volney Vilela</span></a><span style="font-weight: 400;">, hematologista do </span><a href="https://hospitalsiriolibanes.org.br/unidades/brasilia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Hospital Sírio-Libanês Brasília</span></a><span style="font-weight: 400;">, explica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada um dos grupos é composto por diferentes tipos de células e desempenham funções específicas. Dentre as principais estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Glóbulos vermelhos:</b><span style="font-weight: 400;"> compostos por células como a hemoglobina e a hemácia. Realizam o transporte de oxigênio.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Glóbulos brancos:</b><span style="font-weight: 400;"> formado pelos leucócitos e linfócitos, dentre outros. Responsáveis pela defesa do corpo contra infecções.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b style="color: var(--wpex-text-2);">Plaquetas:</b><span style="font-weight: 400;"> são fragmentos celulares que ajudam na coagulação do sangue.</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307d91c8{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98307d91c8"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Onde a medula óssea está localizada?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Vilela esclarece que, nos bebês e nas crianças, ela pode ser encontrada no interior de praticamente todos os ossos. Já no caso dos adultos, a medula óssea fica em ossos mais longos, como o fêmur (perna), o úmero (braço), bacia, esterno (caixa torácica) e no crânio. É popularmente conhecida por “tutano do osso”. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/funcao-da-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Diagrama mostrando a função da medula óssea na produção de células do sangue." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/funcao-da-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/funcao-da-medula-ossea-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307db2c6{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98307db2c6"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Qual a diferença entre a medula óssea e a medula espinhal?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Apesar de ambas conterem o termo &#8220;medula&#8221; no nome, elas são completamente diferentes, tanto em questão da sua localização quanto em relação à sua função.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O especialista reforça que a </span><b>medula óssea</b><span style="font-weight: 400;"> é responsável por produzir as células do sangue. Já a </span><b>medula espinhal </b><span style="font-weight: 400;">fica dentro do canal espinhal (um espaço dentro das vértebras) e tem a função de conduzir os nervos ao longo corpo, fazendo com que eles cheguem das diferentes partes do organismo até o sistema nervoso central. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1721421701795"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/qual-a-diferenca-entre-medula-ossea-e-medula-espinhal.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Imagem ilustrando o sistema nervoso central e onde fica a medula espinhal." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/qual-a-diferenca-entre-medula-ossea-e-medula-espinhal.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/qual-a-diferenca-entre-medula-ossea-e-medula-espinhal-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Ela faz a inervação do nosso corpo. É da medula espinhal que saem todos os nervos que permitem o movimento das pernas e dos braços, e é onde se encontra o líquor, o líquido associado à meningite”, ele diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Justamente por estarem localizadas em partes diferentes do corpo, não é possível atingir a medula espinhal ao fazer algum exame ou doar medula óssea.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074516668 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10638 type-post has-media cat-23 post_tag-8766 post_tag-8753 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8752 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/" title="Biópsia de medula óssea: para que serve e como é feita"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Médico fazendo uma biópsia de medula ossea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1721421663489"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/">Biópsia de medula óssea: para que serve e como é feita</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse exame é fundamental para pacientes com cânceres hematológicos, mas também pode ser usado para tumores sólidos</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074536697 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10638 type-post has-media cat-23 post_tag-8766 post_tag-8753 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8752 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/" title="Biópsia de medula óssea: para que serve e como é feita"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Médico fazendo uma biópsia de medula ossea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1721421683381"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/">Biópsia de medula óssea: para que serve e como é feita</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse exame é fundamental para pacientes com cânceres hematológicos, mas também pode ser usado para tumores sólidos</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307e1010{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98307e1010"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Doenças que podem acontecer na medula óssea</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Dr. Vilela, há algumas condições que podem acontecer nesse tecido e são condições que &#8220;alteram o funcionamento do nosso sangue&#8221; e precisam ser diagnosticadas rapidamente. Sendo que as principais </span><b>doenças da medula óssea</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/leucemia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Leucemias</span></a><span style="font-weight: 400;"> (mieloide ou linfoide, aguda ou crônica)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/linfoma/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Linfomas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (de Hodgkin ou não-Hodgkin)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/mieloma-multiplo-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mieloma múltiplo</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/anemia-aplasica" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Anemia aplásica</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/sindrome-mielodisplasica" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Síndrome Mielodisplásica</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mielofibrose/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mielofibrose</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/05/policitemia-vera-sangue-em-excesso/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Policitemia vera</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2019/07/trombocitemia-essencial-plaquetas-demais/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Trombocitemia essencial</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/08/hpn-sintoma-diagnostico-e-tratamento/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Hemoglobinúria paroxística noturna</span></a></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="281" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/sintomas-de-problemas-na-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Imagem comparando como é uma medula óssea saudável e como ela fica quando há alguma doença." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/sintomas-de-problemas-na-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/sintomas-de-problemas-na-medula-ossea-400x225.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O doutor descreve que cada uma dessas condições tende a causar sinais diferentes, mas os </span><b>sintomas mais comuns de problemas na medula óssea</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Anemia </b><span style="font-weight: 400;">(</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">hemoglobina baixa</span></a><span style="font-weight: 400;">), que causa fadiga extrema e falta de ar.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Imunidade baixa</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/01/quando-se-preocupar-com-os-linfocitos-e-leucocitos-baixos-ou-altos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">linfócitos e leucócitos baixos</span></a><span style="font-weight: 400;">), que faz com que a pessoa tenha infecções e febres recorrentes.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Problemas de coagulação </b><span style="font-weight: 400;">(</span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/o-que-significa-estar-com-plaquetas-baixas-ou-altas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">plaquetas baixas</span></a><span style="font-weight: 400;">), que facilita o aparecimento de hematomas, manchas roxas pelo corpo e sangramentos sem motivo aparente.</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;"></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">“Muitas vezes, as doenças na medula alteram todas as séries e causam todos esses sintomas”, ele alerta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É válido saber que esses quadros são diagnosticados e tratados por </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/10/quem-e-o-medico-que-cuida-de-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">médicos especialistas em Hematologia ou  Onco-Hematologia</span></a><span style="font-weight: 400;"> e, geralmente, para identificá-las é preciso fazer exames específicos, como a biópsia de medula.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tmo/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea</b></a><span style="font-weight: 400;"> (TMO) é realizado com a finalidade de substituir a medula doente por células-tronco saudáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O objetivo do transplante é que essa medula nova repovoe a que estava doente e comece a produzir células saudáveis, permitindo que o paciente consiga ficar livre da doença de base e evitando o retorno da doença”, o Dr. Vilela informa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="252" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração de um paciente recebendo transplante de medula óssea." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-e-feito-o-transplante-de-medula-ossea-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O TMO pode ser realizado com a medula do próprio paciente, chamado de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/saiba-tudo-sobre-o-transplante-de-medula-ossea-autologo/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea autólogo</b></a><span style="font-weight: 400;">, ou com a medula de um doador, recebendo o nome de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea alogênico</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Muitas vezes, contamos com um doador aparentado &#8211; um irmão, uma irmã, ou pais &#8211; ou, quando não há doadores disponíveis na família, podemos recorrer a doadores não aparentados no </span><a href="https://redome.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">REDOME</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea)”, o médico comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda esclarece que todo esse processo não é feito por meio de cirurgia. Então, para eliminar a doença da medula, usa-se </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/quimioterapia-tipos-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a> <span style="font-weight: 400;">e/ou </span><a href="https://revista.abrale.org.br/destaques/2020/01/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-radioterapia/" target="_blank" rel="noopener"><b>radioterapia </b></a><span style="font-weight: 400;">em altas doses e, para oferecer as células novas e saudáveis, é feita uma infusão, semelhante à transfusão de sangue.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074563813 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9114 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8755 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" title="TMO por etapas: como acontece o transplante de medula óssea?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Etapas do transplante de medula ossea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1721421436457"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/">TMO por etapas: como acontece o transplante de medula óssea?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Já encontrou um doador de medula compatível? Entenda qual será o passo-a-passo do procedimento</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074575043 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-9114 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8755 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/" title="TMO por etapas: como acontece o transplante de medula óssea?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Etapas do transplante de medula ossea" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1721421450313"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea/">TMO por etapas: como acontece o transplante de medula óssea?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Já encontrou um doador de medula compatível? Entenda qual será o passo-a-passo do procedimento</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307e90e9{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98307e90e9"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como funciona a doação de medula óssea?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, o voluntário deve fazer um cadastro no REDOME. Feito isso, o candidato recebe uma ligação falando que há alguém precisando da doação. Em seguida, ele realiza alguns testes e exames clínicos e laboratoriais e, por último, acontece a coleta da medula, que pode ser por punção ou por aférese.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="252" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-funciona-a-doacao-de-medula-ossea.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Ilustração dos métodos de doação de medula óssea: coleta por punção e por aférese." loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-funciona-a-doacao-de-medula-ossea.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/07/como-funciona-a-doacao-de-medula-ossea-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira, a coleta é feita em um centro cirúrgico e faz-se a punção na região pélvica superior, no osso do quadril. Já no segundo, por aférese, a coleta das células é feita diretamente da corrente sanguínea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Atualmente, na ampla maioria dos casos,o doador não é mais submetido à punção e nem precisa ir para centro cirúrgico, pois a coleta é feita por uma máquina de aférese. Então, fazemos uma punção na veia, com um acesso mais calibroso, e conseguimos coletar as células. Isso diminui muito o risco de lesões e o desconforto para o doador”, o Dr. Vilela afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98307eb3c9{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98307eb3c9"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quem pode doar medula óssea?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Podem se cadastrar pessoas que preencham os seguintes pré-requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter entre 18 e 35 anos de idade (o doador permanece no cadastro até 60 anos e pode realizar a doação até esta idade).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Apresentar um documento de identificação oficial com foto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estar em bom estado geral de saúde.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não ter nenhuma doença impeditiva para cadastro e doação de medula óssea.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar o cadastro, basta ir ao hemocentro mais próximo, dizer que quer se registrar no REDOME e coletar uma amostra de sangue (10 ml) para exame de tipagem HLA.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d98307ed263{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ed263 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ed263 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ed263 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d98307ed263"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d98307ee9b1{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ee9b1 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ee9b1 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d98307ee9b1 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043358801 vcex_69d98307ee9b1"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div>
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	            data-title="Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/medula-ossea-funcaes-doencas-e-processo-de-doacao/">Medula Óssea: funções, doenças e processo de doação</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/" title="Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lista de exames para diagnóstico de mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/">Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;" class="wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1711631151795" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13383"></span></p>
<p style="text-align: left;"><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para fechar o </span><b>diagnóstico de mieloma múltiplo </b><span style="font-weight: 400;">é</span> <span style="font-weight: 400;">necessário que a pessoa realize alguns exames, como a biópsia de medula óssea, eletroforese de proteínas e testes de imagem. As alterações encontradas, geralmente, incluem a presença de mais de 10% de plasmócitos anômalos, anemia, disfunção renal, proteína monoclonal e as lesões líticas. É fundamental que os resultados dos exames sejam avaliados por um profissional da Onco-Hematologia, para que ele possa chegar ao resultado correto e também possa orientar quais são os próximos passos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> (MM) é um câncer que se desenvolve em uma célula do sangue, que se origina na medula óssea, e é chamada de “plasmócito”. Essa célula passa por uma série de mutações, por conta de erros genéticos, transformando-se em um plasmócito anormal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o </span><a href="https://www.bp.org.br/medicos/1816/jose-ulysses-amigo-filho" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. José Ulysses Amigo Filho</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico hematologista  da BP–A Beneficência Portuguesa de São Paulo, no âmbito mundial, essa doença tende a atingir pessoas com idades entre 60 e 65 anos. Porém, no Brasil, ela tende a aparecer em pessoas um pouco mais novas, na faixa etária dos 50 &#8211; 55 anos. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830801d8e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830801d8e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quando suspeitar de mieloma múltiplo?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A suspeita</span> <span style="font-weight: 400;">é levantada quando uma pessoa apresenta sintomas relacionados ao mieloma múltiplo, que costumam incluir fadiga, palidez, funcionamento anormal dos rins, dores ósseas, perda de peso e infecções recorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses explica que o mau funcionamento dos rins pode ser percebido por meio de uma mudança do hábito urinário. “Às vezes, o paciente passa a urinar mais à noite, do que de dia”, diz o médico. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1716235480205"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Sintomas de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já em relação às dores ósseas, ele conta que, geralmente, acontecem na lombar, mas também podem aparecer no ombro, no fêmur, na bacia ou nas costelas. Sendo que elas se tornam ainda mais suspeitas quando estão ligadas a fraturas espontâneas, ou seja, fraturas que não aparentam ter um motivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Então, a pessoa não bateu ou sofreu um acidente que justifique a fratura e aparece com uma dor muito importante. Também pode acontecer do indivíduo realizar uma atividade cotidiana e inofensiva, por exemplo, cumprimentar alguém e na hora de chacoalhar os braços, quebrar o osso, ou vai subir uma escada, e fratura o fêmur. Isso é uma fratura que não era para acontecer, é uma situação inusitada, uma coisa totalmente atípica e é fortemente suspeito”, ele exemplifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Vale saber que, para as pessoas que já sofrem de <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/quando-a-dor-nas-costas-pode-ser-cancer/" target="_blank" rel="noopener">dor nas costas</a>, caso o sintoma sofra alguma mudança, também pode se tornar suspeito. Se ficou mais intensificada, se passou a se manifestar em situações diferentes ou se alguma característica dela está fora do comum, é preciso procurar por ajuda médica. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716235936594 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8026 type-post has-media cat-23 post_tag-8747 post_tag-8769 post_tag-8754"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/05/sinais-e-sintomas-do-mieloma-multiplo-o-que-muda-no-meu-corpo/" title="Sinais e sintomas do mieloma múltiplo: O que muda no meu corpo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/05/shutterstock_355874804.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="mieloma multiplo sintomas, mieloma multiplo sintomas neurologicos, sintomas mieloma multiplo, mieloma multiplo sintomas e tratamento, sintomas de mieloma multiplo avançado, mieloma multiplo fase terminal sintomas, mieloma multiplo sintomas iniciais, sintomas de mieloma multiple, sinais e sintomas de mieloma multiplo (10), sintomas do mieloma multiplo, sintomas iniciais do mieloma multiplo, mieloma múltiplo, o que é mieloma multiplo, mieloma multiplo, mieloma multiplo estagios, lesão em saca bocado mieloma multiplo, mieloma multiple medula osea, urina mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" 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class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716235945929 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8026 type-post has-media cat-23 post_tag-8747 post_tag-8769 post_tag-8754"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/05/sinais-e-sintomas-do-mieloma-multiplo-o-que-muda-no-meu-corpo/" title="Sinais e sintomas do mieloma múltiplo: O que muda no meu corpo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/05/shutterstock_355874804.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="mieloma multiplo sintomas, mieloma multiplo sintomas neurologicos, sintomas mieloma multiplo, mieloma multiplo sintomas e tratamento, sintomas de mieloma multiplo avançado, mieloma multiplo fase terminal sintomas, mieloma multiplo sintomas iniciais, sintomas de mieloma multiple, sinais e sintomas de mieloma multiplo (10), sintomas do mieloma multiplo, sintomas iniciais do mieloma multiplo, mieloma múltiplo, o que é mieloma multiplo, mieloma multiplo, mieloma multiplo estagios, lesão em saca bocado mieloma multiplo, mieloma multiple medula osea, urina mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" 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class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830807811{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830807811"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Exames para diagnóstico de mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Hemograma</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Análises da medula óssea (biópsia ou mielograma)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eletroforese de proteínas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Exames de imagem</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dosagem de anticorpos e dosagem de cadeias leves</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Imunofixação de proteína</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98308089df{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98308089df"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Hemograma</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>hemograma de pacientes de mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> costuma indicar a presença de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2021/06/anemia-em-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>anemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>hemoglobina baixa</b><span style="font-weight: 400;">), além da presença de hemácias em Rouleaux, que é o empilhamento dessas células como se fossem moedas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses ainda pontua que o exame de sangue é muito importante, pois permite avaliar as dosagens de ureia, creatinina e de cálcio no sangue. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Alterações no hemograma de mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“O mieloma é uma doença que, em alguns casos, eleva demais o cálcio no sangue. E esse aumento pode fazer com que o paciente fique com o intestino muito preso, pode passar a urinar demais pelo cálcio alterado e pode começar a ter muita sede”, ele complementa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983080ab2b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983080ab2b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Análises da medula óssea (biópsia ou mielograma)</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O especialista afirma que o ideal é que tanto a </span><b><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/" target="_blank" rel="noopener">biópsia de medula óssea</a>, </b><span style="font-weight: 400;">quanto o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/saiba-o-que-e-o-mielograma-e-sua-importancia-para-a-saude/" target="_blank" rel="noopener"><b>mielograma </b></a><span style="font-weight: 400;">sejam realizados para diagnosticar o mieloma. Mas, nem sempre é possível fazer ambos, então deve-se fazer, pelo menos, um deles.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Biópsia de medula óssea para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando possível, indica-se fazer ambos os testes porque o mieloma múltiplo não se espalha pelo corpo de maneira igual. Então, pode acontecer de uma parte da medula óssea ter mais plasmócitos e outras ter menos e isso dificultar a identificação da doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Se você acaba puncionando uma região que está pobre em plasmócito, pode dar um percentual não real ao que está acontecendo na medula”, o especialista diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>resultado considerado saudável</b><span style="font-weight: 400;"> para ambos os testes é de 2%, no máximo 3%, de plasmócitos. Porém, em pacientes de mieloma múltiplo, esse resultado mostra uma quantidade de plasmócitos acima de 10%, podendo aumentar ainda mais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o mesmo material coletado para a biópsia ou para o mielograma, é possível realizar o exame de imunofenotipagem (caso tenha sido feito o mielograma) ou o teste de imunohistoquímica (em casos da biópsia de medula). Esses exames permitem analisar de forma mais precisa o percentual de plasmócitos doentes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983080cc81{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983080cc81"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Eletroforese de proteínas</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um teste que pode ser feito por meio da coleta de sangue ou por meio da coleta de urina e serve para avaliar as proteínas presentes naquele material.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="216" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Eletroforese de proteína para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo-400x173.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“No mieloma, a gente vai ver uma coisa que chamamos de <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/proteina-monoclonal-o-que-e-e-qual-relacao-com-o-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pico monoclonal</strong></a>. É como se fosse um pico mesmo, desenhado, geralmente na região da gamaglobulina ou da beta-globulina, que quer dizer que tem uma grande quantidade de proteína anômala ali”, o Dr. Ulysses explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983080ed63{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983080ed63"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Exames de imagem para mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o especialista, os exames de imagem são importantes para ajudar a entender o quadro, porém, eles não são fundamentais para fechar o diagnóstico. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="258" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Resultado para exames de imagem para diagnóstico de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo-400x206.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Existem mielomas que não, necessariamente, terão lesões ósseas, mas é importante, ao suspeitar da doença, que seja feito um screening do corpo com exame de imagem”, ele conta. Esses testes podem apontar a presença de </span><b>lesões líticas </b><span style="font-weight: 400;">(lesões com perda óssea, circular e sem o chamado halo de esclerose)</span> <span style="font-weight: 400;">ou </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>plasmocitomas</b></a><span style="font-weight: 400;">, que são pequenos aglomerados de plasmócitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem ser utilizados diversos tipos de exame de imagem para essa avaliação, indo desde um raio-x até uma tomografia computadorizada, <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/08/pet-scan-o-que-e-e-sua-importancia-para-o-linfoma/" target="_blank" rel="noopener">PET-Scan</a> ou ressonância magnética. O que vai diferenciar esses exames é a sensibilidade de cada um, isto é, a facilidade com a qual eles identificam as alterações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O mais comum é fazermos um raio-x de esqueleto todo, incluindo crânio, coluna, bacia, braços, pernas, pés e mãos”, o hematologista descreve.   </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830810ea3{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830810ea3"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Dosagem de anticorpos e dosagem de cadeias leves</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um teste que também é feito por meio de uma amostra de sangue e pelo qual é possível avaliar a quantidade de anticorpos IgA, IgG e IgM e a quantidade de cadeias leves kappa e lambda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Se a gente não consegue dosar as cadeias leves, que, pelo menos, seja feita a relação kappa lambda. Isso já vai dar uma ideia do que está mais aumentado”, o médico aconselha. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="251" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Exames de sangue para diagnostico de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo-400x201.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda esclarece que essas informações são importantes porque permitem identificar especificidades daquele mieloma ao saber qual proteína está sendo produzida em excesso e em qual quantidade. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830812f99{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830812f99"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Imunofixação de proteína</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Ulysses ressalta que esse teste traz dados importantes, mas não é indispensável para o diagnóstico do mieloma. Porém, ele tem uma grande relevância para o acompanhamento do tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu diria que a imunofixação é um exame importante e, normalmente, é solicitado sim no diagnóstico, mas ainda não são todos os serviços que têm esse exame disponível.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Imunofixação de proteínas para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse teste tem um propósito semelhante à eletroforese de proteína, mas possui uma maior sensibilidade e, por isso, consegue detectar picos monoclonais menores. Justamente por isso, ele tende a ser mais útil no acompanhamento do tratamento, uma vez que, conforme a terapia é realizada, espera-se uma diminuição na alteração das proteínas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716236025713 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12801 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8760 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" title="Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos"><img width="1278" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Gota de sangue com hemoglobina baixa" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg 1278w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1278px) 100vw, 1278px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1716235045374"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/">Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O tratamento varia conforme a causa, envolvendo reposição de ferro, sangria ou intervenções específicas. A anemia pode indicar a presença&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716236033438 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12801 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8760 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" title="Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos"><img width="1278" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Gota de sangue com hemoglobina baixa" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg 1278w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1278px) 100vw, 1278px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1716235029999"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/">Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O tratamento varia conforme a causa, envolvendo reposição de ferro, sangria ou intervenções específicas. A anemia pode indicar a presença&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98308189ed{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98308189ed"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Critérios para fechar o diagnóstico de mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">É importante saber que nem todos os pacientes apresentam todas as alterações mencionadas, especialmente as relacionadas aos exames de imagem. Para que o diagnóstico seja definido, o paciente precisa apresentar mais de 10% de plasmócitos na medula óssea ou um plasmocitoma e deve manifestar, pelo menos, um dos eventos definidores da doença. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médico avaliando resultados de exames para diagnostico de mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses Amigo Filho esclarece que os eventos definidores de mieloma múltiplo formam o acrônimo CRAB e incluem: hipercalcêmica (C), disfunção renal (R), anemia (A) e lesões líticas (B).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>* Conteúdo apoiado por:</p>

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</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d983081deeb{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d983081deeb .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d983081deeb .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d983081deeb .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043400769 vcex_69d983081deeb"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/">Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 15:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida e cancer]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/" title="Como tratar as dores do mieloma múltiplo?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Homem com dores do mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/dores-do-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/">Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630332447" >
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			<p><span id="more-13227"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As <b>dores do mieloma múltiplo</b></span><span style="font-weight: 400;"> devem receber muita atenção, pois impactam diretamente na qualidade de vida dos pacientes. Elas acontecem com bastante frequência devido ao fato desse câncer afetar a formação e a destruição das células ósseas, dando origem a lesões ou fraturas. Há diversas formas de tratar e amenizar essa manifestação, incluindo tratamentos medicamentosos, terapias complementares e a prática de exercícios físicos. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para entender o porquê do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> (MM) poder causar dor óssea, é importante relembrar que ele é um câncer que se desenvolve em uma célula chamada “</span><b>plasmócito</b><span style="font-weight: 400;">”. No MM, essa célula sofre uma série de mutações genéticas e se transforma em um plasmócito anormal.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1712072819801"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem com dor na lombar" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/complicacoes-do-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“O plasmócito tem uma tendência, na maioria dos casos, de permanecer na medula óssea”, o </span><a href="https://www.instagram.com/thiagoxcarneiro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Thiago Xavier Carneiro</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico onco-hematologista do Hospital Ophir Loyola, especialista em Onco-Hematologia e Transplante de Medula Óssea pelo Hospital Sírio Libanês e  professor adjunto do curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Carneiro acrescenta que, por conta do fato da medula óssea estar dentro dos ossos, esse plasmócito anormal acaba causando um desequilíbrio na formação e destruição das células e estruturas ósseas normais. Isso gera um “aumento na probabilidade da formação de fraturas (também conhecidas como </span><b>lesões líticas</b><span style="font-weight: 400;">), que podem aumentar com o passar do tempo. Ou ainda pode causar o crescimento de pequenos tumores conhecidos como </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>plasmocitomas</b></a><span style="font-weight: 400;">”, ele diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões líticas, com o passar do tempo, podem ser as responsáveis por causar dores intensas nos pacientes de MM, podendo, inclusive, afetar a sua função locomotora. Essa dor pode se manifestar em qualquer osso do corpo, porém o mais comum é ela aparecer nas costas ou no quadril.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712072872345 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-4544 type-post has-media cat-24 post_tag-8749 post_tag-8741 post_tag-8746"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/" title="Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1712071681039"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/">Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ela afeta, principalmente, os nervos das mãos e dos pés, podendo gerar formigamento e perda de sensibilidade. Uma das causas&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712072880597 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-4544 type-post has-media cat-24 post_tag-8749 post_tag-8741 post_tag-8746"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/" title="Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/06/neuropatia_periferica-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1712071705744"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2019/06/neuropatia-periferica-fique-de-olho-no-formigamento/">Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ela afeta, principalmente, os nervos das mãos e dos pés, podendo gerar formigamento e perda de sensibilidade. Uma das causas&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983082ac8b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983082ac8b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como amenizar dores do mieloma múltiplo?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento possui três pilares: o primeiro é o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">tratamento para o mieloma múltiplo</span></a><span style="font-weight: 400;"> em si, o segundo são os medicamentos específicos para a dor e o terceiro são as práticas complementares.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_empty_space"   style="height: 5px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><style>.vcex-heading.vcex_69d983082ba0e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983082ba0e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Medicamentos para mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Thiago Carneiro destaca que o tratamento e controle da dor óssea no mieloma passou a ser uma das prioridades e uma das principais metas terapêuticas, justamente por essa manifestação ter um impacto direto na qualidade de vida do paciente. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="253" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Paciente passando por avaliação médica para amenizar as dores do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/como-tratar-a-dor-ossea-no-mieloma-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos remédios para tratar o MM em si, “são utilizados, especialmente, medicamentos que atuam no desbalanço &#8211; formação e destruição óssea &#8211; otimizando a formação e reduzindo a destruição óssea”, o hematologista descreve. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983082db56{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983082db56"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Remédios para a dor do câncer</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, as drogas mais utilizadas para tratar as dores do mieloma são os agentes bifosfonatos ou então os anticorpos monoclonais anti-RANK Ligantes. Além disso, os analgésicos também têm um papel fundamental no controle do sintoma e há ainda os medicamentos antidepressivos, que podem ser necessários para alterar o limiar da dor. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="278" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médicos realizando tratamentos para a dor no câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/protocolo-de-tratamento-de-mieloma-multiplo-400x222.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em situações mais raras e nas quais a dor é mais intensa e está especificamente em um local, pode ser utilizada a radioterapia ou a cirurgia oncológica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em algumas situações que queremos as respostas mais rapidamente, ou quando existe um plasmocitoma ou um tumor grande causando dor em um local específico, nós podemos usar a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/radioterapia" target="_blank" rel="noopener"><b>radioterapia</b></a><span style="font-weight: 400;">. Ela é altamente eficaz em controlar essa lesão e pode reduzir muito a dor e qualquer acometimento funcional em função da lesão”, o médico esclarece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do procedimento cirúrgico, ele pode ser indicado quando há uma lesão muito dolorosa na coluna e ela não está respondendo aos tratamentos e/ou está causando uma limitação locomotora importante, por conta da destruição de alguma vértebra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nós podemos utilizar um procedimento simples e altamente eficaz, que é a </span><b>cifoplastia</b><span style="font-weight: 400;"> ou a </span><b>vertebroplastia</b><span style="font-weight: 400;">, que devem ser realizadas por ortopedistas. Esse procedimento pode ser feito de maneira extremamente simples e resulta em um rápido controle da dor”, o Dr. Carneiro informa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cifoplastia é um procedimento minimamente invasivo, onde um balão é inserido na vértebra fraturada e inflado para restaurar sua altura e formato naturais. Em seguida, o espaço criado pelo balão é preenchido com cimento ósseo para restaurar a altura, estabilizar a vértebra e aliviar a dor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Já a vertebroplastia também é um procedimento minimamente invasivo, no qual um cimento ósseo é injetado na vértebra fraturada para estabilizá-la e aliviar a dor. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983082fd0a{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983082fd0a"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Terapias complementares para amenizar as dores do mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é que o tratamento da dor seja orientado por uma equipe de profissionais multidisciplinares, para que o paciente possa ter um acompanhamento geral.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No início da terapia para o mieloma, algumas lesões podem deixar os ossos instáveis e aumentar o risco de quebrá-los, então não é aconselhável fazer exercícios pesados. Mas, para a maioria dos casos, não há contraindicação para realização de fisioterapia. Porém, é indispensável que o onco-hematologista responsável seja consultado antes do início dessa prática.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem fazendo fisioterapia para ajudar nas dores do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/04/fisioterapia-no-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando a doença estiver controlada e o médico liberar, é importante começar a fazer exercícios regularmente, com a ajuda de um fisioterapeuta e um educador físico, que são essenciais para aliviar a dor e ajudar com a recuperação muscular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Existe um mito que o paciente com MM não deve se mexer e é exatamente o contrário, o paciente deve sim ter sua mobilidade preservada, sua estrutura muscular e óssea preservada, pois elas estão associadas a um melhor controle da dor”, o especialista aconselha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é muito importante que o paciente faça acompanhamento com uma equipe de nutrição especializada, já que uma dieta equilibrada é essencial nesse processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último, a acupuntura pode ser uma boa opção para complementar o tratamento da dor em pessoas com MM. Os efeitos terapêuticos dessa técnica podem ser muito úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 7px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711039426272 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830832884{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710363710689 vcex_69d9830832884"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Leia mais sobre esse assunto</span></h3><div class="wpex-post-cards wpex-post-cards-blog_1 vcex_69d98308355d7 wpex-relative"><div class="wpex-post-cards-inner"><div class="wpex-post-cards-loop wpex-posts-card-carousel wpex-carousel wpex-carousel--single owl-carousel wpex-carousel--flex wpex-carousel--offset-fix arrwstyle-default arrwpos-default" data-wpex-carousel='{&quot;dots&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoplay&quot;:&quot;true&quot;,&quot;slideBy&quot;:1,&quot;items&quot;:1,&quot;responsive&quot;:{&quot;0&quot;:{&quot;items&quot;:&quot;1&quot;},&quot;480&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;768&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;960&quot;:{&quot;items&quot;:1}}}'><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-13007 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778 post_tag-8771"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/">7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>12 de março de 2024</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 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href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about 7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12240 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8797"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médica indicando alimentação para quem está fazendo radioterapia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/">Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>25 de julho de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg 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Mas, em geral, o ideal é evitar&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/" aria-label="Leia mais about Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12501 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8797 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher fazendo radioterapia para tratar mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/">Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de outubro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse tratamento, geralmente, é realizado em conjunto com outras terapias e tende a não causar efeitos colaterais significativos</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/" aria-label="Leia mais about Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12357 type-post cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mielograma de paciente de mieloma multiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/">Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>19 de agosto de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Ele é solicitado quando há forte suspeita dessa doença e ela é confirmada caso seja identificada a presença de mais&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-11038 type-post cat-8397 post_tag-8762 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Direitos dos pacientes com mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/">Direitos do paciente com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>18 de novembro de 2022</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/direito/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Direito do paciente</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >8 comentários<span class="screen-reader-text"> em Direitos do paciente com mieloma múltiplo</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Entenda quais são, como adquiri-los e o que fazer caso sejam negados</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Direitos do paciente com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12629 type-post cat-24 post_tag-8741 post_tag-8746 post_tag-8748"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Ligação entre herpes zoster e câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/">Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>16 de novembro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/qualidade-de-vida/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Qualidade de vida</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse quadro pode  afetar pacientes oncológicos devido à queda na imunidade, causando sintomas como lesões cutâneas, febre e dor intensa&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/" aria-label="Leia mais about Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-9578 type-post cat-24 post_tag-8747 post_tag-8746 post_tag-8754 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher com dor no maxilar por conta de osteonecrose mandibular" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/01/osteonecrose-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/">Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de janeiro de 2022</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Tatiane Mota</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/qualidade-de-vida/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Qualidade de vida</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/#_comments" class="wpex-hover-underline" >11 comentários<span class="screen-reader-text"> em Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Essa é uma lesão óssea que pode acontecer durante o tratamento do mieloma múltiplo – mas é possível tratar e&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/01/osteonecrose-mandibular-sintomas-e-tratamento/" aria-label="Leia mais about Osteonecrose mandibular: sintomas e tratamento!" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711039414694 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983083e543{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vc_custom_1710363710689 vcex_69d983083e543"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Leia mais sobre esse assunto</span></h3><div class="wpex-post-cards wpex-post-cards-blog_1 vcex_69d983083fb5f wpex-relative"><div class="wpex-post-cards-inner"><div class="wpex-post-cards-loop wpex-posts-card-carousel wpex-carousel wpex-carousel--single owl-carousel wpex-carousel--flex wpex-carousel--offset-fix arrwstyle-default arrwpos-default" data-wpex-carousel='{&quot;dots&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoplay&quot;:&quot;true&quot;,&quot;slideBy&quot;:1,&quot;items&quot;:1,&quot;responsive&quot;:{&quot;0&quot;:{&quot;items&quot;:&quot;1&quot;},&quot;480&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;768&quot;:{&quot;items&quot;:1},&quot;960&quot;:{&quot;items&quot;:1}}}'><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-11038 type-post cat-8397 post_tag-8762 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Direitos dos pacientes com mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/">Direitos do paciente com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" 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</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2022/11/direitos-do-paciente-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Direitos do paciente com mieloma múltiplo" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-13007 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778 post_tag-8771"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" data-no-lazy="1" 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class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12240 type-post cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741 post_tag-8797"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médica indicando alimentação para quem está fazendo radioterapia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/07/cardapio-para-quem-faz-radioterapia-1-400x225.jpg 400w, 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.5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/#_comments" class="wpex-hover-underline" >6 comentários<span class="screen-reader-text"> em Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>As orientações variam de caso para caso, por isso deve-se buscar orientação nutricional. Mas, em geral, o ideal é evitar&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2023/07/principais-dicas-de-alimentacao-para-quem-esta-fazendo-radioterapia/" aria-label="Leia mais about Principais dicas de alimentação para quem está fazendo radioterapia" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12501 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8797 post_tag-8778"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mulher fazendo radioterapia para tratar mieloma múltiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/">Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>11 de outubro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >Nenhum comentário<span class="screen-reader-text"> em Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse tratamento, geralmente, é realizado em conjunto com outras terapias e tende a não causar efeitos colaterais significativos</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/" aria-label="Leia mais about Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12962 type-post cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8767"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Médico olhando raio-x de paciente de plasmocitoma" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/plasmocitoma-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/">Plasmocitoma: o que é e qual a relação com mieloma múltiplo</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>5 de março de 2024</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 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overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/"><img width="1280" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Ligação entre herpes zoster e câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-1024x575.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/11/herpes-zoster-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/">Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>16 de novembro de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 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aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Esse quadro pode  afetar pacientes oncológicos devido à queda na imunidade, causando sintomas como lesões cutâneas, febre e dor intensa&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/11/herpes-zoster-e-cancer-qual-a-ligacao-e-tratamentos/" aria-label="Leia mais about Herpes zoster e câncer: qual a ligação e tratamentos" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div><div class="wpex-post-cards-entry wpex-carousel-slide post-12357 type-post cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="wpex-card wpex-card-blog_1"><div class="wpex-card-media wpex-mb-20 overlay-parent overlay-parent-1"><div class="wpex-card-thumbnail wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Mielograma de paciente de mieloma multiplo" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/08/mielograma-de-paciente-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div></div><h2 class="wpex-card-title wpex-heading wpex-text-lg wpex-mb-10"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/">Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</a></h2><div class="wpex-card-meta wpex-flex wpex-flex-wrap wpex-mb-15 wpex-child-inherit-color"><div class="wpex-card-date wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M152 24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H64C28.7 64 0 92.7 0 128v16 48V448c0 35.3 28.7 64 64 64H384c35.3 0 64-28.7 64-64V192 144 128c0-35.3-28.7-64-64-64H344V24c0-13.3-10.7-24-24-24s-24 10.7-24 24V64H152V24zM48 192H400V448c0 8.8-7.2 16-16 16H64c-8.8 0-16-7.2-16-16V192z"/></svg></span>19 de agosto de 2023</div><div class="wpex-card-author wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 448 512"><path d="M304 128a80 80 0 1 0 -160 0 80 80 0 1 0 160 0zM96 128a128 128 0 1 1 256 0A128 128 0 1 1 96 128zM49.3 464H398.7c-8.9-63.3-63.3-112-129-112H178.3c-65.7 0-120.1 48.7-129 112zM0 482.3C0 383.8 79.8 304 178.3 304h91.4C368.2 304 448 383.8 448 482.3c0 16.4-13.3 29.7-29.7 29.7H29.7C13.3 512 0 498.7 0 482.3z"/></svg></span>Natália Mancini</div><div class="wpex-card-primary-term wpex-mr-20"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M0 96C0 60.7 28.7 32 64 32H196.1c19.1 0 37.4 7.6 50.9 21.1L289.9 96H448c35.3 0 64 28.7 64 64V416c0 35.3-28.7 64-64 64H64c-35.3 0-64-28.7-64-64V96zM64 80c-8.8 0-16 7.2-16 16V416c0 8.8 7.2 16 16 16H448c8.8 0 16-7.2 16-16V160c0-8.8-7.2-16-16-16H286.6c-10.6 0-20.8-4.2-28.3-11.7L213.1 87c-4.5-4.5-10.6-7-17-7H64z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/categoria/saude/" class="wpex-mr-5 wpex-hover-underline">Saúde</a></div><div class="wpex-card-comment-count wpex-child-inherit-color"><span class="wpex-mr-10 wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 512 512"><path d="M123.6 391.3c12.9-9.4 29.6-11.8 44.6-6.4c26.5 9.6 56.2 15.1 87.8 15.1c124.7 0 208-80.5 208-160s-83.3-160-208-160S48 160.5 48 240c0 32 12.4 62.8 35.7 89.2c8.6 9.7 12.8 22.5 11.8 35.5c-1.4 18.1-5.7 34.7-11.3 49.4c17-7.9 31.1-16.7 39.4-22.7zM21.2 431.9c1.8-2.7 3.5-5.4 5.1-8.1c10-16.6 19.5-38.4 21.4-62.9C17.7 326.8 0 285.1 0 240C0 125.1 114.6 32 256 32s256 93.1 256 208s-114.6 208-256 208c-37.1 0-72.3-6.4-104.1-17.9c-11.9 8.7-31.3 20.6-54.3 30.6c-15.1 6.6-32.3 12.6-50.1 16.1c-.8 .2-1.6 .3-2.4 .5c-4.4 .8-8.7 1.5-13.2 1.9c-.2 0-.5 .1-.7 .1c-5.1 .5-10.2 .8-15.3 .8c-6.5 0-12.3-3.9-14.8-9.9c-2.5-6-1.1-12.8 3.4-17.4c4.1-4.2 7.8-8.7 11.3-13.5c1.7-2.3 3.3-4.6 4.8-6.9c.1-.2 .2-.3 .3-.5z"/></svg></span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/#_comments" class="wpex-hover-underline" >2 comentários<span class="screen-reader-text"> em Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?</span></a></div></div><div class="wpex-card-excerpt wpex-last-mb-0 wpex-mb-20"><p>Ele é solicitado quando há forte suspeita dessa doença e ela é confirmada caso seja identificada a presença de mais&hellip;</p>
</div><div class="wpex-card-more-link"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/08/como-e-o-mielograma-de-pacientes-com-mieloma-multiplo/" aria-label="Leia mais about Como é o mielograma de pacientes com mieloma múltiplo?" class="theme-button">Leia mais</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d9830847cb9{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830847cb9 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830847cb9 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830847cb9 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d9830847cb9"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d98308492fa{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308492fa .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308492fa .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308492fa .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043358801 vcex_69d98308492fa"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-title="Como tratar as dores do mieloma múltiplo?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2024/04/como-tratar-as-dores-do-mieloma-multiplo/">Como tratar as dores do mieloma múltiplo?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 19:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revista.abrale.org.br/?p=13207</guid>

					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/" title="Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exame eletroforese de proteínas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/">Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/" title="Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exame eletroforese de proteínas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983084fcaf{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d983084fcaf"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">As alterações nos resultados das proteínas, como albumina, alfa e beta-globulina e gama-globulina, podem indicar a presença de alguns quadros clínicos. É fundamental que o resultado do exame seja analisado por um médico</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711566835026" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13207"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>eletroforese de proteínas</b><span style="font-weight: 400;"> é um exame utilizado para identificar e verificar a quantidade de proteínas presentes no organismo. Ele pode ser realizado por meio de uma amostra de urina ou do sangue. Esse teste é fundamental durante a investigação de algumas doenças, como anemia, infecções e mieloma múltiplo, mas também pode ser realizado como uma avaliação de rotina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla Cury, médica hematologista no Hospital Samaritano Higienópolis,  explica que a eletroforese de proteínas serve para identificar se há presença de proteínas normais ou anormais (chamadas de “clonais”) no organismo. O ideal é que ele seja incluído em exames de rotina, pois pode ajudar a diagnosticar diversos quadros que podem causar alteração na quantidade de proteínas circulantes. Mas, sua realização é mandatória para quem está investigando um quadro de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>anemia</b></a><span style="font-weight: 400;">, </span><b>doença renal</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>dor óssea</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras situações em que o médico pode solicitar esse exame são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mieloma múltiplo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desidratação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inflamações</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cirrose</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lúpus Eritematoso Sistêmico</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Hipertensão</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ascite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Glomerulonefrite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Síndrome de Cushing</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enfisema</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Doenças hepáticas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pancreatite</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d98308516ce{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d98308516ce"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como é feito o exame eletroforese de proteínas?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ele pode ser realizado por meio da coleta de sangue, como acontece em um hemograma tradicional, ou então por meio da coleta de urina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla esclarece que, no caso da coleta do sangue, não é necessário nenhum preparo especial e, inclusive, </span><b>não é preciso ficar de jejum</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1711567836332"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Mulher coletando sangue para fazer exame de eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Já para o exame de </span><b>eletroforese de proteínas urinárias</b><span style="font-weight: 400;"> de 24 horas, temos a seguinte recomendação para todos os pacientes: retirar o frasco adequado no laboratório, desprezar a primeira urina da manhã e iniciar a coleta de 24 horas, devendo entregar o material no dia seguinte após o término”, a médica orienta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037901958 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8369 type-post has-media cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" title="Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa realizando hemograma para diagnosticar o mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo-400x240.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo-768x461.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711567142974"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/">Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ele, normalmente, é o primeiro exame a fornecer indícios que a pessoa está com esse tipo de câncer</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037014741 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8369 type-post has-media cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" title="Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa realizando hemograma para diagnosticar o mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png 1000w, 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vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830856fc2{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830856fc2"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como interpretar o resultado da eletroforese de proteínas</span></h2>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As proteínas avaliadas por meio desse exame são: </span><b>albumina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b>  Alfa-1-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Alfa-2-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Beta-1-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Beta-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">e a </span><b>Gama-globulina</b><span style="font-weight: 400;">. Cada uma delas tem um intervalo de referência considerado saudável e as alterações no nível de cada uma também têm diferentes significados.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d983085784f{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983085784f"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Albumina</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal de albumina </b><span style="font-weight: 400;">é de 3,5 a 4,85 g/dL. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla diz que várias condições clínicas podem causar uma diminuição dessa proteína. As principais são: inflamações, doenças hepáticas, desnutrição, doenças renais, uso de medicamentos e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mieloma múltiplo</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="289" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Resultado da eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao-400x231.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><b>albumina alta</b><span style="font-weight: 400;"> tende a estar relacionada com quadros de desidratação. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830859a6d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830859a6d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Alfa-1-globulina e Alfa-2-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Alfa-1-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,22 a 0,43 g/dL, já o </span><b>valor normal da Alfa-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de  0,55 a 1,08 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As concentrações das alfas-1-globulinas e das alfa-2 podem estar aumentadas na presença de infecção, além de processos inflamatórios e imunes”, a Drª. Priscilla conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a queda dessas proteínas pode estar relacionada à anemia hemolítica, pancreatite e doenças pulmonares.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d983085a2d6{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983085a2d6"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Beta-1-globulina e Beta-2-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Beta-1-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,32 a 0,54 g/dL, já o </span><b>valor normal da Beta-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de  0,24 a 0,54 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As alterações das betas globulinas podem ocorrer na anemia ferropriva, na gestação e também no mieloma múltiplo”, a especialista descreve.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d983085ab11{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983085ab11"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Gama-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Gama-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,74 a 1,75 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando essa proteína está alta, pode indicar a presença de doenças infecciosas, doenças hepáticas e também mieloma múltiplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a </span><b>Gama-globulina baixa </b><span style="font-weight: 400;">tende a estar relacionada com síndrome nefrótica, alterações gastrointestinais que interferem na absorção de nutrientes, câncer no sangue ou uso de medicamentos imunossupressores.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d983085b831{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d983085b831"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">O que significa pico monoclonal na eletroforese de proteínas?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que, nesse exame, quando há presença de proteínas anormais, dá-se o nome de “clonal”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, “quando a alteração na eletroforese é clonal, temos o chamado pico monoclonal e, então, devemos iniciar a investigação do paciente. Esse achado pode variar de um quadro chamado </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/proteina-monoclonal-o-que-e-e-qual-relacao-com-o-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>gamopatia monoclonal</b></a><span style="font-weight: 400;"> de significado indeterminado (que não necessita tratamento) até o mieloma múltiplo”, a médica informa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="299" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pico monocolonal" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal-400x239.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037914160 wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10181 type-post has-media cat-23 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8741 post_tag-8755"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" title="Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Exame de imunofenotipagem por citometria de fluxo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711568015754"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/">Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Quase todos os pacientes onco-hematológicos são submetidos a essa análise e ela pode ser feita com três tipos amostras do&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037014741 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10181 type-post has-media cat-23 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8741 post_tag-8755"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" title="Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Exame de imunofenotipagem por citometria de fluxo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711568032227"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/">Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Quase todos os pacientes onco-hematológicos são submetidos a essa análise e ela pode ser feita com três tipos amostras do&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d9830860cce{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d9830860cce"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Eletroforese de proteínas no mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O exame é essencial para a investigação desse câncer e, no momento do diagnóstico, geralmente, aponta um excesso de um único tipo de proteína, descrito como “pico monoclonal”. Porém, a eletroforese de proteínas também tem um importante papel ao longo do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamento do mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> e após o fim da terapia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="289" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Interpretação do exame de eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-400x231.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla ressalta que “apenas o achado do pico monoclonal não é suficiente para o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/diagnostico-de-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diagnóstico de mieloma</span></a><span style="font-weight: 400;">. Isso acontece porque, como já foi falado, o achado do pico monoclonal pode variar desde uma gamopatia monoclonal até o mieloma. Então, caso seu exame esteja alterado, não se desespere, procure um hematologista, ele conseguirá fazer essa análise e acompanhar adequadamente.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para pacientes que estão em tratamento, há três exames muito importantes para avaliar a eficácia da terapia. São eles: eletroforese no sangue, eletroforese na urina e a dosagem de cadeias leves livres de imunoglobulina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A eletroforese será repetida durante o tratamento a cada ciclo e depois dessa fase, a frequência será de acordo com a resposta ao tratamento de cada paciente”, a Drª. Priscilla Cury finaliza.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d9830863181{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830863181 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830863181 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d9830863181 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d9830863181"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d98308647e4{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308647e4 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308647e4 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d98308647e4 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043343154 vcex_69d98308647e4"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/">Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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