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	<title>diagnostico de mieloma multiplo Archives - Revista Online ABRALE</title>
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	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
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		<title>Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 18:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec24076{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ec24076"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Márcia Vaz sabe que o mieloma múltiplo pode retornar, mas, enquanto está bem, procura acolher pessoas recém diagnosticadas</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14428"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>Na década de 1980, Márcia Vaz trabalhava como enfermeira no setor oncológico e via pessoas com mieloma múltiplo com uma sobrevida de, no máximo, dois anos. Em 2014, quando foi diagnosticada com o câncer, ela sentiu um baque. “Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura”, lembra. Hoje, Márcia está em remissão há sete anos e acolhe pacientes recém diagnosticados.</p>
<h3>O diagnóstico de um velho conhecido</h3>
<p>Márcia também tem a doença de Crohn e, em exames de rotina durante o tratamento, o médico percebeu que ela estava com anemia. Então, suplementou o ferro e a vitamina B12, porém não teve resultado.</p>
<p>A enfermeira procurou uma hematologista e o primeiro exame constatou presença de proteína monoclonal, uma alteração que pode sugerir o diagnóstico de mieloma múltiplo. “Eu já conhecia essa doença, porque eu trabalhei 10 anos em Oncologia e aí veio o susto. Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura e que os pacientes duravam um ou dois anos, a sobrevida era muito curta. Foi um baque”, narra.</p>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">A médica solicitou uma biópsia e exames de imagem, já que o mieloma múltiplo pode afetar os ossos e causar até mesmo fraturas espontâneas. “Antes da confirmação da biópsia, eu tinha alguma esperança de que não era, mas aí, com a confirmação, eu fiquei muito triste”, lembra e acrescenta: “Eu não contava com isso, eu achava que a minha doença da vida seria a doença de Crohn, que também já era bastante sofrida, e aí veio mais essa situação”. </span></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Foi nesse momento que Vaz conheceu a <a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>. Após o diagnóstico, a enfermeira decidiu que precisava se atualizar sobre o mieloma múltiplo e procurou informações em sites confiáveis. “Aí eu fiquei sabendo que já tem muito mais opções de tratamento, existem pacientes com mais de 10 anos de diagnóstico. Então eu me acalmei e comecei a fazer o tratamento”, conta.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/eZrk6fOshPc?feature=shared" title="Abrale Cast 189 - mieloma múltiplo: um panorama e novos tratamentos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eZrk6fOshPc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3><b>O tratamento contra o mieloma múltiplo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o diagnóstico, Vaz passou por três protocolos de tratamento contra o mieloma múltiplo. Após cinco meses de quimioterápicos, ela realizou um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">transplante de medula óssea autólogo</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, com as células dela mesma. “Só que, infelizmente, no mieloma, voltam a ocorrer mutações genéticas e cromossômicas que causam a doença. No meu caso, o transplante de medula diminuiu 50% da doença, então eu precisei continuar o tratamento”, explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Devido ao mieloma, após o transplante de medula, a enfermeira teve complicações nos rins. O hematologista e o nefrologista, em conjunto, ajustaram a dose dos quimioterápicos para que eles não agredissem os rins e ela não precisasse de hemodiálise. Após 18 meses de tratamento, Vaz entrou em remissão do mieloma múltiplo.</span></p>
<pre><span style="font-weight: 400;">“De dezembro de 2014 até julho de 2018, foi o tempo todo tratamento com alguns poucos intervalos. Toda semana fazendo quimioterapia, é bem ruim, a gente se sente mal, fica muito magra, com muita anemia, infecções de repetição, toda hora antibiótico”, lembra. </span></pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="750" height="757" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg 750w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-277x280.jpeg 277w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Desde julho de 2018, Vaz não toma mais quimioterápicos, apesar de ainda fazer acompanhamento médico. “São sete anos em remissão. Finalmente foi um respirar saber que a doença foi controlada e voltar a ter minhas atividades, voltar a sorrir, a fazer planos”, destaca. “Eu sei que ela pode voltar, porque não tem cura definitiva, mas eu estou levando minha vida, faço atividade física, dança, pilates, vou pra academia todos os dias, viajo”.</p>
<p>Ela ressalta que, caso tenha uma recidiva, “a cabeça não vai ficar tranquila”, mas que enquanto estiver em remissão, tenta ficar bem emocionalmente.</p>
<h3>O dia a dia da remissão</h3>
<p>Assim que foi diagnosticada, Vaz se aposentou tanto pelo tempo de contribuição quanto pela doença. Porém, “desde o início, eu decidi que eu não queria me aposentar mentalmente. Eu quero ajudar, continuar acolhendo como eu cuidava e ajudava as pessoas quando estava exercendo a minha profissão de enfermeira”.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 2016, participa de grupos de acolhimento de pessoas com mieloma múltiplo. Ela conta que muitas vezes as consultas médicas são curtas e que os pacientes não conseguem tirar todas as suas dúvidas com os médicos ou, às vezes, se sentem mais confortáveis em perguntar para outras pessoas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu acho que os grupos de apoio são muito importantes para esse cuidado. Há quatro anos eu fui convidada para representar o mieloma no <a href="https://abrale.org.br/servicos-gratuitos/comite-de-pacientes/#:~:text=Desde%202018%2C%20o%20Comit%C3%AA%20de,sangue%20em%20todo%20o%20pa%C3%ADs.">Comitê de Pacientes da Abrale</a> e me traz muita satisfação acolher da mesma forma que eu fui muito bem acolhida”, narra. </span>Além de explicar detalhes sobre o mieloma, Vaz também acolhe emocionalmente as pessoas que foram recém-diagnosticadas. Para a enfermeira, é importante ouvir e respeitar o momento do paciente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“Tem que ter um equilíbrio, não pode ter aquela positividade excessiva, que a gente chama de positividade tóxica. Não adianta eu pegar uma pessoa que está na cadeira de rodas, cheia de dores e falar ‘vai ficar tudo bem’. Eu falo que eu estou aqui para o que eu puder ajudar”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69d982ec2b40c{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69d982ec2b40c{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69d982ec2b40c.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69d982ec2b40c{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69d982ec2b40c.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69d982ec2b40c{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69d982ec2b40c.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69d982ec2b40c{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69d982ec2b40c.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/" title="A mielofibrose é um câncer do sangue?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="mielofibrose" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 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	            data-title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" 
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		<title>Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/" title="Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”" rel="nofollow"><img width="400" height="229" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Células do mieloma múltiplo mieloma smoldering" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-400x229.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1024x585.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-768x439.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-1536x878.jpg 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/mieloma-multiplo-recidivado-e-refratario-scaled.jpg 1049w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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			<p><span id="more-14303"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos e ocorre em 1,8 pessoas a cada 100 mil, no mundo todo, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de sua incidência, poucas pessoas conhecem o estado “adormecido” e assintomático da doença: o mieloma smoldering.</p>
<h3>O que é o mieloma smoldering?</h3>
<p>O mieloma múltiplo smoldering é uma condição que fica entre o estado inativo da doença e o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/mieloma-multiplo-o-que-e-sintomas-e-tratamentos/">mieloma ativo</a>. Segundo Fernanda Lemos, médica hematologista do HCOR e membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma) e do IMS (International Myeloma Society), a diferença do mieloma smoldering para os outros tipos é que, a princípio, ele não precisa de tratamento.</p>
<p>Conforme a hematologista, os sintomas do mieloma múltiplo são causados quando os plasmócitos clonais, que são células anormais na medula óssea, produzem uma imunoglobulina monoclonal que se junta com as células cancerígenas.</p>
<p>No mieloma smoldering, essas células anormais estão produzindo a imunoglobulina monoclonal, mas não em valores altos e a pessoa não tem sintomas.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3><b>Como é feito o diagnóstico de mieloma smoldering?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ser assintomático, é possível diagnosticar o mieloma smoldering por meio de exames de sangue e de urina. “O diagnóstico é feito a partir da identificação do pico monoclonal e de uma plasmocitose na medula óssea”, explica Lemos. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3>O mieloma smoldering precisa de acompanhamento?</h3>
<p>A princípio, pessoas com mieloma smoldering não precisam fazer um tratamento medicamentoso. Porém, a hematologista ressalta que é necessário fazer um acompanhamento médico e realizar exames periodicamente.</p>
<p>“O que determinará a frequência do acompanhamento é se ele tem um risco baixo, intermediário ou alto de progredir para um mieloma múltiplo sintomático”, explica.</p>
<p>Segundo a hematologista, aquelas pessoas diagnosticadas com o mieloma smoldering com um ultra alto risco podem ter indicação de iniciar um tratamento, mesmo sem ter sintomas.</p>
<p>“Há alguns estudos clínicos para o tratamento precoce dos pacientes com mieloma smoldering de alto risco, mas na prática clínica isso não acontece”, destaca.</p>

		</div>
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class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/">Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">26 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/" title="O hemograma pode diagnosticar o câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="HPN, hemograma" data-no-lazy="1" 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Quem tem mais risco de desenvolver o mieloma sintomático?</h3>
<p>Segundo Lemos, alguns fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver o mieloma sintomático como: mais de 20% de plasmócitos na medula óssea e razão anormal de cadeias leves livres (FLC ratio) ≥ 20 ou ≤ 0,05.</p>
<p>“Os pacientes que têm duas ou três dessas alterações, têm um risco de progressão para uma doença sintomática de 50 a 80% em cinco anos”, conta.</p>
<p>Quando o mieloma smoldering progride para um mieloma ativo, a pessoa pode ter sintomas como: anemia, hipercalcemia, disfunção renal e lesões líticas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/05/mieloma-smoldering-entenda-o-cancer-que-pode-ficar-adormecido/">Mieloma smoldering: entenda o câncer que pode ficar “adormecido”</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/" title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa jovem com dor nas costas como sintoma de mieloma multiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/">Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/" title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa jovem com dor nas costas como sintoma de mieloma multiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/02/mieloma_multiplo_em_pacientes_jovens-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec3b6b9{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ec3b6b9"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Dor na coluna, cansaço extremo e perda de apetite podem ser sintomas de câncer do sangue<br /></span></h2>
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			<p><span id="more-14157"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>Apesar de comuns no dia a dia, a dor na coluna, o cansaço extremo e a perda de apetite podem ser sintomas de um tipo de câncer do sangue, o mieloma múltiplo. Entenda mais sobre a doença.</p>
<h3>O que é o mieloma múltiplo?</h3>
<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos, responsáveis pelo sistema de defesa do corpo. Após uma mutação genética, um dos tipos de glóbulos brancos, os linfócitos, passam a se multiplicar de maneira anormal e a atrapalhar as funções das células sanguíneas saudáveis.</p>
<p>Essas células cancerígenas podem se acumular dentro do osso, fora dele ou em ambos os locais, que é o que acontece no mieloma múltiplo. Isso danifica também a estrutura óssea.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>É devido ao acúmulo de células cancerígenas no osso, como explica Iracema Esteves, médica hematologista da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que o “mieloma pode causar dores na coluna”.</p>
<h3>Sintomas de mieloma múltiplo</h3>
<p>Além de dores ósseas, principalmente na coluna, alguns outros sintomas do mieloma são: cansaço extremo, sede exagerada, perda de apetite, anemia, fraturas espontâneas, entre outros sinais.</p>
<p>Esse tipo de câncer também pode ser assintomático, porém ele pode ser identificado por meio de um exame de sangue simples, o hemograma.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Diagnóstico</h3>
<p>Segundo Esteves, alguns outros exames também são utilizados para o diagnóstico de mieloma, como os de eletroforese de proteínas, de imunofixação sérica e os de dosagem de cadeias leves livres kappa/lambda.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/MdyE2pJHUzo?feature=shared" title="Abrale Cast 183 - imunoterapia para mieloma múltiplo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MdyE2pJHUzo?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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			<h3>Tratamento</h3>
<p>O tratamento desse câncer pode ser feito com quimioterápicos, que destroem, controlam e inibem o crescimento das células cancerígenas. O mieloma também é tratado com inibidores do proteassoma, que atacam mais as células doentes do que as saudáveis.</p>
<p>Além disso, anticorpos podem ser receitados para atacar bactérias e vírus, prevenindo infecções enquanto o sistema imunológico do paciente está fragilizado pelas demais terapias.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Outra opção para pacientes de mieloma é o <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">transplante de medula óssea (TMO)</a>, porém ele só é indicado para pessoas saudáveis e sem outras comorbidades. No mieloma múltiplo é possível fazer um transplante autólogo, que transplanta as células do paciente para ele mesmo. As células sanguíneas são reinseridas no paciente depois que ele passa por um forte tratamento quimioterápico.</p>
<p>“O benefício está na quimioterapia utilizada em altas doses durante o transplante, e não nas células tronco. Ela possui a capacidade de tratar o mieloma múltiplo e deixar o paciente livre de tratamento por muito mais tempo”, explica a hematologista.</p>
<p>Para os casos em que o mieloma múltiplo retorne mesmo após o transplante, existe a terapia de CAR-T Cell. Nesse tratamento, as células de defesa do tipo T são coletadas e enviadas para laboratório. Lá, elas são geneticamente modificadas e recebem a proteína CAR, que direciona o sistema imunológico para que ele mate as células cancerígenas. Porém, o tratamento tem um alto custo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-title="Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/04/dor-na-coluna-pode-ser-cancer-entenda-o-mieloma-multiplo/">Dor na coluna pode ser câncer? Entenda o mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 18:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
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		<category><![CDATA[tmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" title="Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Etapas do transplante de medula ossea" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/10/como-acontece-o-transplante-de-medula-ossea.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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			<p><span id="more-14140"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>Um dos tratamentos para mieloma múltiplo é o transplante de medula óssea. Para esse câncer, é possível realizar a transfusão das células-tronco de um paciente para ele mesmo, o chamado transplante autólogo. Mas caso a doença retorne é possível realizar um novo transplante para si mesmo? Saiba como funciona o transplante autólogo e como utilizá-lo em casos de recidiva.</p>
<h3>O que é o mieloma múltiplo?</h3>
<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer do sangue que atinge os glóbulos brancos, responsáveis pelo sistema de defesa do corpo. Após uma mutação genética, um dos tipos de glóbulos brancos, os linfócitos, passam a se multiplicar de maneira anormal e a atrapalhar as funções das células sanguíneas saudáveis.</p>
<p>Essas células cancerígenas podem se acumular dentro do osso, fora dele ou em ambos os locais, que é o que acontece no mieloma múltiplo. Isso danifica também a estrutura óssea.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Esse câncer pode ser assintomático ou a pessoa pode ter sintomas como: cansaço extremo, sede exagerada, perda de apetite, dores na coluna, fraturas espontâneas, entre outros sinais. Apesar de poder ser assintomático, o mieloma múltiplo já pode ser identificado por meio de um hemograma, um exame de sangue simples.</p>
<p>O tratamento desse câncer pode ser feito com quimioterápicos, que destroem, controlam e inibem o crescimento das células cancerígenas; com inibidores do proteassoma, que atacam mais as células doentes do que as saudáveis; e com anticorpos, que atacam bactérias e vírus, prevenindo infecções enquanto o sistema imunológico do paciente está fragilizado pelas demais terapias.</p>
<h3>Transplante de medula óssea</h3>
<p>O transplante de medula óssea (TMO) também é uma opção para o tratamento de mieloma múltiplo. Fernanda Lemos, médica hematologista do HCOR e membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma) e do IMS (International Myeloma Society), explica que o “TMO no mieloma múltiplo é o padrão ouro de tratamento, a melhor escolha para pacientes com a indicação de tratamento”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>A hematologista lembra que o transplante não é indicado para pessoas com mais de 70 anos e para pacientes que têm comorbidades, como insuficiência cardíaca e pneumopatia moderada ou grave. “Essas situações podem ser agravadas com o TMO, aumentando o risco de mortalidade do paciente”, informa.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe hcb-fetch-image-from="https://youtu.be/pqWNBoo3tnE?feature=shared" title="Pega da medula e resposta celular após o transplante alogênico" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pqWNBoo3tnE?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No mieloma múltiplo é possível fazer um transplante autólogo, que transplanta as células do paciente para ele mesmo. Segundo a hematologista, as células-tronco hematopoiéticas, que são aquelas responsáveis pela produção das células sanguíneas, são coletadas e armazenadas. Após um intenso tratamento de quimioterapia, as células são reinfundidas no paciente. </span></p>
<pre>“O papel da medula óssea reinfundida é minimizar a toxicidade da quimioterapia, reduzindo os riscos de infecções”, conta Lemos.</pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>O transplante autólogo não interfere na qualidade de vida do paciente, conforme a hematologista, e as toxicidades são temporárias e reversíveis. Porém, ela ressalta que “o TMO autólogo no mieloma múltiplo não tem potencial curativo e sim o papel de aumentar o tempo em que a pessoa ficará sem evidências de doença”.</p>
<p>Isso significa que um paciente pode ter uma recidiva do mieloma múltiplo mesmo após ser transplantado.</p>
<h3>Transplante autólogo em caso de recidiva</h3>
<p>Os pacientes que já fizeram um transplante autólogo para mieloma e tiveram um recidiva da doença podem realizar um novo transplante, segundo Lemos. “Mas há variáveis que devem ser avaliadas para esta situação, como: a idade atual do paciente, o benefício que ele teve com o primeiro transplante, quais os tratamentos já utilizados e o acesso aos novos tratamentos”, destaca.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a Anvisa aprovou uma <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/terapia-car-t-cell-como-vem-sendo-aplicada-no-brasil/">terapia de CAR-T Cell</a> para casos recidivos de mieloma múltiplo. Nesse tratamento, as células de defesa do tipo T são coletadas e enviadas para laboratório. Lá, elas são geneticamente modificadas e recebem a proteína CAR, que direciona o sistema imunológico para que ele mate as células cancerígenas. Porém, o tratamento tem um alto custo. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-title="Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/">Saiba como funciona o transplante de medula óssea para tratar mieloma múltiplo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Falar sobre o meu câncer, ou não?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/mente/2024/06/falar-sobre-o-meu-cancer-ou-nao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 16:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2024/06/falar-sobre-o-meu-cancer-ou-nao/" title="Falar sobre o meu câncer, ou não?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa pensando como falar sobre câncer" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2024/06/falar-sobre-o-meu-cancer-ou-nao/">Falar sobre o meu câncer, ou não?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2024/06/falar-sobre-o-meu-cancer-ou-nao/" title="Falar sobre o meu câncer, ou não?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa pensando como falar sobre câncer" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/falar-sobre-o-cancer.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec49ede{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ec49ede"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Tanto a escolha de contar, quanto a de não contar sobre a doença, irão trazer repercussões. É importante que a pessoa entenda com quais desdobramentos ela quer lidar</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711630332447" >
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			<p><span id="more-13466"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico de câncer pode ser um divisor de águas na vida de qualquer pessoa. A notícia, muitas vezes, traz incertezas e receios, além de gerar dúvidas sobre como lidar com a situação e com quem </span><b>falar sobre o câncer</b><span style="font-weight: 400;">. A decisão de revelar, ou não, o diagnóstico é extremamente pessoal e deve ser tomada com base no que for melhor para o paciente, sem qualquer tipo de pressão e levando em conta os impactos emocionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://br.linkedin.com/in/maria-rita-zoega-soares-74a44638" target="_blank" rel="noopener">Profª. Drª. Maria Rita Zoéga Soares</a>, professora sênior do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento na Universidade Estadual de Londrina ressalta que o dilema sobre compartilhar a notícia é bastante comum entre os pacientes oncológicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa dúvida pode estar relacionada a diversos fatores, como o receio das </span><b>reações ao diagnóstico de câncer</b><span style="font-weight: 400;">, padrão comportamental das pessoas (se foram acolhedoras e empáticas em outros momentos), se a pessoa geralmente tem dificuldade para pedir ajuda, como ela tende a enfrentar situações desafiadoras e como ela está lidando com as próprias emoções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O paciente pode sentir que não está com controle emocional suficiente e o ato de compartilhar pode aumentar seu sofrimento. Além disso, há o receio de como o outro vai lidar com a notícia, porque a palavra ‘câncer’ ainda é alvo de estigma e preconceitos. Então, se o paciente não consegue administrar os próprios sentimentos, pode questionar como vai administrar os de outras pessoas”, a Profª. Drª. Maria Rita descreve. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec4b7ff{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec4b7ff"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Sou obrigado a contar sobre meu diagnóstico de câncer?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Expor  essa notícia é uma decisão muito pessoal e não há a atitude certa ou errada. A escolha depende do que o paciente acha melhor e como ele se sente mais confortável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O indivíduo deve ser respeitado nesta decisão. E é preciso lembrar que isso é um processo e cada um tem o seu próprio ritmo e limitações. A escolha de compartilhar depende muito de como foi sua experiência anterior em relação ao apoio obtido na família em situações difíceis e o que essa pessoa percebeu em relação a esse apoio, que tipo de compreensão teve e qual foi o nível de empatia recebida”, a especialista explica. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1718207920023"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pessoa falando sobre câncer com um psicólogo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, a decisão da Princesa de Gales, Kate Middleton, trouxe a discussão sobre esse dilema à tona, já que ela optou por não divulgar, imediatamente, seu diagnóstico para o público. Ela recebeu o diagnóstico, provavelmente, entre os meses de janeiro e fevereiro e compartilhou a notícia no final de março. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A monarca explicou que escolheu fazer desta forma, pois queria contar, primeiro, para seus filhos e estava esperando o melhor momento para isso. Segundo os jornais de entretenimento do Reino Unido, as aulas do príncipe George (10), da princesa Charlotte (8) e do príncipe Louis (5) estavam suspensas por conta de um feriado e, durante esse período, eles teriam mais tempo para assimilar a notícia. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074516668 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-13347 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8808 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/o-que-e-a-quimioterapia-preventiva-realizada-por-kate-middleton/" title="O que é a quimioterapia preventiva, realizada por Kate Middleton?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Kate Middleton está fazendo quimioterapia preventiva" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1718207306563"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/o-que-e-a-quimioterapia-preventiva-realizada-por-kate-middleton/">O que é a quimioterapia preventiva, realizada por Kate Middleton?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074536697 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-13347 type-post has-media cat-23 post_tag-8741 post_tag-8808 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/o-que-e-a-quimioterapia-preventiva-realizada-por-kate-middleton/" title="O que é a quimioterapia preventiva, realizada por Kate Middleton?"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Kate Middleton está fazendo quimioterapia preventiva" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/quimioterapia-preventiva.jpg 1280w, 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vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec51b0e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec51b0e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Benefícios de falar sobre o câncer</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Compartilhar sobre o diagnóstico ajuda a minimizar a sensação de estar sozinho e também pode ser uma forma de conseguir apoio nas atividades diárias, como agendamento de compromissos, auxílio em tarefas domésticas ou de trabalho, pagamento de contas, cuidar de plantas e animais.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="251" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/kate-middleton-cancer.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Kate Middleton fala sobre seu câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/kate-middleton-cancer.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/kate-middleton-cancer-400x201.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Poder expressar sentimentos, dúvidas e angústias, auxilia o indivíduo a se sentir melhor compreendido, validado e acolhido em suas necessidades. Além disso, outras pessoas podem fornecer uma perspectiva diferente sobre a situação, o que auxilia na tomada de decisões. Quando estamos sozinhos, os desafios podem parecer maiores e piores do que realmente são”, a Profª. Drª. Maria Rita comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela ainda aponta que, ao contar a notícia, o paciente pode evitar que seus familiares e amigos tenham uma percepção exagerada ou fantasiosa sobre o diagnóstico, criando um cenário pior do que o real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao compartilhar, o paciente também pode deixar claro que tipo de ajuda espera daquela pessoa. Então, se precisa de apoio para realizar as tarefas, ir ao médico, se espera ter companhia ou suporte emocional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ter em mente que também não há uma regra determinando qual é o melhor momento para fazer isso. Mas, a doutora aconselha que, antes de falar sobre seu diagnóstico, o paciente tenha uma boa compreensão de sua doença.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec541df{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec541df"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Comunicação com o chefe sobre o câncer</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;"> Outro dilema que os pacientes costumam enfrentar é se devem, ou não, <a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2023/03/retorno-ao-trabalho-apos-o-cancer-como-e-para-as-mulheres/">revelar no trabalho sobre o câncer</a>. Isso acontece não só por medo dos colegas reagirem com pena, mas, principalmente, por medo de perder o emprego.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Impacto-do-cancer-no-trabalho.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Falar sobre câncer no trabalho" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Impacto-do-cancer-no-trabalho.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Impacto-do-cancer-no-trabalho-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Quando o paciente compartilha sua condição de saúde no ambiente laboral, pode ter a vantagem de ser compreendido em relação às situações relacionadas ao tratamento, tais como ter que se ausentar, cansaço, indisposição e incômodo. O ambiente pode se organizar para atender as demandas neste período, cobrindo faltas, ajustando tarefas a dias e horários, além de dividir responsabilidades entre os membros, quando necessário”, a Profª. Drª. Maria Rita diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale saber que não há uma Lei garantindo a estabilidade no emprego por conta do câncer, ou seja, que o paciente não possa ser demitido. Porém, a demissão pode ser vista como um ato discriminatório. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074563813 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11879 type-post has-media cat-25 post_tag-8741 post_tag-8743"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cance/" title="O que dizer a alguém com câncer: palavras de conforto e apoio"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Mulher conversando com paciente com câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1718207604142"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cance/">O que dizer a alguém com câncer: palavras de conforto e apoio</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Reconhecer os sentimentos e medos dos pacientes e oferecer ajuda de maneira prática são os principais pontos</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1712074575043 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11879 type-post has-media cat-25 post_tag-8741 post_tag-8743"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cance/" title="O que dizer a alguém com câncer: palavras de conforto e apoio"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Mulher conversando com paciente com câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/o-que-dizer-a-alguem-com-cancer-400x240.jpg 400w, 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class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec59df4{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec59df4"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">E se eu não quiser falar sobre o câncer?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Reforçando: não há obrigatoriedade em divulgar essa notícia e também não é necessário contar para todos &#8211; o paciente pode escolher falar somente para uma parte dos parentes, por exemplo. Porém, “estar sozinho em uma situação de tratamento oncológico pode ser um grande desafio”, contrapõe a especialista. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pessoa falando sobre câncer com um psicólogo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/06/comunicacao-com-a-familia-sobre-o-cancer-2-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ela complementa que quem tem um apoio social e familiar tende a se adaptar com mais facilidade às diferentes situações que podem ocorrer ao longo do tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em caso de dificuldade de aceitação e compartilhamento do diagnóstico, o indivíduo pode buscar auxílio de um psicólogo especialista. Este espaço pode ser um contexto seguro para que o indivíduo consiga se expressar e entender tal dificuldade para lidar com o tratamento. O compartilhamento com um profissional pode ser o primeiro passo para desenvolver habilidades de comunicação no contexto familiar e ajudar a tomar decisões. Além disso, o próprio psicólogo pode auxiliar na orientação do paciente e família sobre como proceder na situação e lidar com os sentimentos”, a Profª. Drª. Maria Rita Zoéga Soares finaliza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você é paciente oncológico e está precisando conversar com alguém, a Abrale oferece apoio psicológico gratuito. Entre em contato no (11) 3149-5190 ou </span><a href="mailto:abrale@abrale.org.br"><span style="font-weight: 400;">abrale@abrale.org.br</span></a></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5c788{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5c788 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5c788 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5c788 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d982ec5c788"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5dd7d{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5dd7d .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5dd7d .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec5dd7d .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043358801 vcex_69d982ec5dd7d"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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	            data-title="Falar sobre o meu câncer, ou não?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2024/06/falar-sobre-o-meu-cancer-ou-nao/">Falar sobre o meu câncer, ou não?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/" title="Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lista de exames para diagnóstico de mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/">Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/" title="Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lista de exames para diagnóstico de mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-para-diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec6373d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ec6373d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Ao suspeitar desta doença, é indispensável que o paciente passe em um especialista para saber quais exames fazer e ter os resultados avaliados corretamente</span></h2>
	<div style="text-align:start;" class="wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1711631151795" >
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			<p><span id="more-13383"></span></p>
<p style="text-align: left;"><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para fechar o </span><b>diagnóstico de mieloma múltiplo </b><span style="font-weight: 400;">é</span> <span style="font-weight: 400;">necessário que a pessoa realize alguns exames, como a biópsia de medula óssea, eletroforese de proteínas e testes de imagem. As alterações encontradas, geralmente, incluem a presença de mais de 10% de plasmócitos anômalos, anemia, disfunção renal, proteína monoclonal e as lesões líticas. É fundamental que os resultados dos exames sejam avaliados por um profissional da Onco-Hematologia, para que ele possa chegar ao resultado correto e também possa orientar quais são os próximos passos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> (MM) é um câncer que se desenvolve em uma célula do sangue, que se origina na medula óssea, e é chamada de “plasmócito”. Essa célula passa por uma série de mutações, por conta de erros genéticos, transformando-se em um plasmócito anormal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o </span><a href="https://www.bp.org.br/medicos/1816/jose-ulysses-amigo-filho" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. José Ulysses Amigo Filho</span></a><span style="font-weight: 400;">, médico hematologista  da BP–A Beneficência Portuguesa de São Paulo, no âmbito mundial, essa doença tende a atingir pessoas com idades entre 60 e 65 anos. Porém, no Brasil, ela tende a aparecer em pessoas um pouco mais novas, na faixa etária dos 50 &#8211; 55 anos. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec65035{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec65035"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Quando suspeitar de mieloma múltiplo?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A suspeita</span> <span style="font-weight: 400;">é levantada quando uma pessoa apresenta sintomas relacionados ao mieloma múltiplo, que costumam incluir fadiga, palidez, funcionamento anormal dos rins, dores ósseas, perda de peso e infecções recorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses explica que o mau funcionamento dos rins pode ser percebido por meio de uma mudança do hábito urinário. “Às vezes, o paciente passa a urinar mais à noite, do que de dia”, diz o médico. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1716235480205"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Sintomas de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/sintomas-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já em relação às dores ósseas, ele conta que, geralmente, acontecem na lombar, mas também podem aparecer no ombro, no fêmur, na bacia ou nas costelas. Sendo que elas se tornam ainda mais suspeitas quando estão ligadas a fraturas espontâneas, ou seja, fraturas que não aparentam ter um motivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Então, a pessoa não bateu ou sofreu um acidente que justifique a fratura e aparece com uma dor muito importante. Também pode acontecer do indivíduo realizar uma atividade cotidiana e inofensiva, por exemplo, cumprimentar alguém e na hora de chacoalhar os braços, quebrar o osso, ou vai subir uma escada, e fratura o fêmur. Isso é uma fratura que não era para acontecer, é uma situação inusitada, uma coisa totalmente atípica e é fortemente suspeito”, ele exemplifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Vale saber que, para as pessoas que já sofrem de <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/quando-a-dor-nas-costas-pode-ser-cancer/" target="_blank" rel="noopener">dor nas costas</a>, caso o sintoma sofra alguma mudança, também pode se tornar suspeito. Se ficou mais intensificada, se passou a se manifestar em situações diferentes ou se alguma característica dela está fora do comum, é preciso procurar por ajuda médica. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716235936594 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8026 type-post has-media cat-23 post_tag-8747 post_tag-8769 post_tag-8754"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/05/sinais-e-sintomas-do-mieloma-multiplo-o-que-muda-no-meu-corpo/" title="Sinais e sintomas do mieloma múltiplo: O que muda no meu corpo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/05/shutterstock_355874804.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="mieloma multiplo sintomas, mieloma multiplo sintomas neurologicos, sintomas mieloma multiplo, mieloma multiplo sintomas e tratamento, sintomas de mieloma multiplo avançado, mieloma multiplo fase terminal sintomas, mieloma multiplo sintomas iniciais, sintomas de mieloma multiple, sinais e sintomas de mieloma multiplo (10), sintomas do mieloma multiplo, sintomas iniciais do mieloma multiplo, mieloma múltiplo, o que é mieloma multiplo, mieloma multiplo, mieloma multiplo estagios, lesão em saca bocado mieloma multiplo, mieloma multiple medula osea, urina mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" 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class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716235945929 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8026 type-post has-media cat-23 post_tag-8747 post_tag-8769 post_tag-8754"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/05/sinais-e-sintomas-do-mieloma-multiplo-o-que-muda-no-meu-corpo/" title="Sinais e sintomas do mieloma múltiplo: O que muda no meu corpo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/05/shutterstock_355874804.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="mieloma multiplo sintomas, mieloma multiplo sintomas neurologicos, sintomas mieloma multiplo, mieloma multiplo sintomas e tratamento, sintomas de mieloma multiplo avançado, mieloma multiplo fase terminal sintomas, mieloma multiplo sintomas iniciais, sintomas de mieloma multiple, sinais e sintomas de mieloma multiplo (10), sintomas do mieloma multiplo, sintomas iniciais do mieloma multiplo, mieloma múltiplo, o que é mieloma multiplo, mieloma multiplo, mieloma multiplo estagios, lesão em saca bocado mieloma multiplo, mieloma multiple medula osea, urina mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" 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class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec6b118{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec6b118"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Exames para diagnóstico de mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Hemograma</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Análises da medula óssea (biópsia ou mielograma)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eletroforese de proteínas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Exames de imagem</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dosagem de anticorpos e dosagem de cadeias leves</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Imunofixação de proteína</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec6c2be{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec6c2be"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Hemograma</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>hemograma de pacientes de mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> costuma indicar a presença de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2021/06/anemia-em-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>anemia</b></a><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>hemoglobina baixa</b><span style="font-weight: 400;">), além da presença de hemácias em Rouleaux, que é o empilhamento dessas células como se fossem moedas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses ainda pontua que o exame de sangue é muito importante, pois permite avaliar as dosagens de ureia, creatinina e de cálcio no sangue. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Alterações no hemograma de mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/hemograma-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“O mieloma é uma doença que, em alguns casos, eleva demais o cálcio no sangue. E esse aumento pode fazer com que o paciente fique com o intestino muito preso, pode passar a urinar demais pelo cálcio alterado e pode começar a ter muita sede”, ele complementa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec6e472{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec6e472"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Análises da medula óssea (biópsia ou mielograma)</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O especialista afirma que o ideal é que tanto a </span><b><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/08/biopsia-de-medula-ossea-para-que-serve-e-como-e-feita/" target="_blank" rel="noopener">biópsia de medula óssea</a>, </b><span style="font-weight: 400;">quanto o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/09/saiba-o-que-e-o-mielograma-e-sua-importancia-para-a-saude/" target="_blank" rel="noopener"><b>mielograma </b></a><span style="font-weight: 400;">sejam realizados para diagnosticar o mieloma. Mas, nem sempre é possível fazer ambos, então deve-se fazer, pelo menos, um deles.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Biópsia de medula óssea para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/biopsia-de-medula-ossea-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando possível, indica-se fazer ambos os testes porque o mieloma múltiplo não se espalha pelo corpo de maneira igual. Então, pode acontecer de uma parte da medula óssea ter mais plasmócitos e outras ter menos e isso dificultar a identificação da doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Se você acaba puncionando uma região que está pobre em plasmócito, pode dar um percentual não real ao que está acontecendo na medula”, o especialista diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>resultado considerado saudável</b><span style="font-weight: 400;"> para ambos os testes é de 2%, no máximo 3%, de plasmócitos. Porém, em pacientes de mieloma múltiplo, esse resultado mostra uma quantidade de plasmócitos acima de 10%, podendo aumentar ainda mais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o mesmo material coletado para a biópsia ou para o mielograma, é possível realizar o exame de imunofenotipagem (caso tenha sido feito o mielograma) ou o teste de imunohistoquímica (em casos da biópsia de medula). Esses exames permitem analisar de forma mais precisa o percentual de plasmócitos doentes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec70764{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec70764"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Eletroforese de proteínas</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um teste que pode ser feito por meio da coleta de sangue ou por meio da coleta de urina e serve para avaliar as proteínas presentes naquele material.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="216" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Eletroforese de proteína para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/eletroforese-de-proteinas-no-mieloma-multiplo-400x173.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“No mieloma, a gente vai ver uma coisa que chamamos de <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/proteina-monoclonal-o-que-e-e-qual-relacao-com-o-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pico monoclonal</strong></a>. É como se fosse um pico mesmo, desenhado, geralmente na região da gamaglobulina ou da beta-globulina, que quer dizer que tem uma grande quantidade de proteína anômala ali”, o Dr. Ulysses explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec72889{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec72889"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Exames de imagem para mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o especialista, os exames de imagem são importantes para ajudar a entender o quadro, porém, eles não são fundamentais para fechar o diagnóstico. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="258" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Resultado para exames de imagem para diagnóstico de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/exames-de-imagem-mieloma-multiplo-400x206.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Existem mielomas que não, necessariamente, terão lesões ósseas, mas é importante, ao suspeitar da doença, que seja feito um screening do corpo com exame de imagem”, ele conta. Esses testes podem apontar a presença de </span><b>lesões líticas </b><span style="font-weight: 400;">(lesões com perda óssea, circular e sem o chamado halo de esclerose)</span> <span style="font-weight: 400;">ou </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/plasmocitoma-o-que-e-e-qual-a-relacao-com-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>plasmocitomas</b></a><span style="font-weight: 400;">, que são pequenos aglomerados de plasmócitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem ser utilizados diversos tipos de exame de imagem para essa avaliação, indo desde um raio-x até uma tomografia computadorizada, <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/08/pet-scan-o-que-e-e-sua-importancia-para-o-linfoma/" target="_blank" rel="noopener">PET-Scan</a> ou ressonância magnética. O que vai diferenciar esses exames é a sensibilidade de cada um, isto é, a facilidade com a qual eles identificam as alterações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O mais comum é fazermos um raio-x de esqueleto todo, incluindo crânio, coluna, bacia, braços, pernas, pés e mãos”, o hematologista descreve.   </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec749e7{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec749e7"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Dosagem de anticorpos e dosagem de cadeias leves</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um teste que também é feito por meio de uma amostra de sangue e pelo qual é possível avaliar a quantidade de anticorpos IgA, IgG e IgM e a quantidade de cadeias leves kappa e lambda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Se a gente não consegue dosar as cadeias leves, que, pelo menos, seja feita a relação kappa lambda. Isso já vai dar uma ideia do que está mais aumentado”, o médico aconselha. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="251" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Exames de sangue para diagnostico de mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-laboratorial-de-mieloma-multiplo-400x201.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda esclarece que essas informações são importantes porque permitem identificar especificidades daquele mieloma ao saber qual proteína está sendo produzida em excesso e em qual quantidade. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec76ae4{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec76ae4"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Imunofixação de proteína</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Ulysses ressalta que esse teste traz dados importantes, mas não é indispensável para o diagnóstico do mieloma. Porém, ele tem uma grande relevância para o acompanhamento do tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu diria que a imunofixação é um exame importante e, normalmente, é solicitado sim no diagnóstico, mas ainda não são todos os serviços que têm esse exame disponível.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Imunofixação de proteínas para mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/imunofixacao-de-proteina-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse teste tem um propósito semelhante à eletroforese de proteína, mas possui uma maior sensibilidade e, por isso, consegue detectar picos monoclonais menores. Justamente por isso, ele tende a ser mais útil no acompanhamento do tratamento, uma vez que, conforme a terapia é realizada, espera-se uma diminuição na alteração das proteínas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716236025713 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12801 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8760 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" title="Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos"><img width="1278" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Gota de sangue com hemoglobina baixa" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg 1278w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1278px) 100vw, 1278px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1716235045374"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/">Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O tratamento varia conforme a causa, envolvendo reposição de ferro, sangria ou intervenções específicas. A anemia pode indicar a presença&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1716236033438 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12801 type-post has-media cat-23 post_tag-8745 post_tag-8741 post_tag-8760 post_tag-8787"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" title="Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos"><img width="1278" height="719" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Gota de sangue com hemoglobina baixa" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa.jpg 1278w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/01/hemoglobina-baixa-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1278px) 100vw, 1278px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1716235029999"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/">Hemoglobina baixa ou alta? Saiba as causas e tratamentos</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>O tratamento varia conforme a causa, envolvendo reposição de ferro, sangria ou intervenções específicas. A anemia pode indicar a presença&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec7d0ad{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec7d0ad"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Critérios para fechar o diagnóstico de mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">É importante saber que nem todos os pacientes apresentam todas as alterações mencionadas, especialmente as relacionadas aos exames de imagem. Para que o diagnóstico seja definido, o paciente precisa apresentar mais de 10% de plasmócitos na medula óssea ou um plasmocitoma e deve manifestar, pelo menos, um dos eventos definidores da doença. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médico avaliando resultados de exames para diagnostico de mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. José Ulysses Amigo Filho esclarece que os eventos definidores de mieloma múltiplo formam o acrônimo CRAB e incluem: hipercalcêmica (C), disfunção renal (R), anemia (A) e lesões líticas (B).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>* Conteúdo apoiado por:</p>

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	</div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/05/diagnostico-de-mieloma-multiplo-quais-exames-fazer/">Diagnóstico de mieloma múltiplo: quais exames fazer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 19:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revista.abrale.org.br/?p=13207</guid>

					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/" title="Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exame eletroforese de proteínas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/">Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/eletroforese-de-proteinas-resultados-e-quais-doencas-detecta/" title="Eletroforese de proteínas: resultados e quais doenças detecta" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exame eletroforese de proteínas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec887ca{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ec887ca"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">As alterações nos resultados das proteínas, como albumina, alfa e beta-globulina e gama-globulina, podem indicar a presença de alguns quadros clínicos. É fundamental que o resultado do exame seja analisado por um médico</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711566835026" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13207"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>eletroforese de proteínas</b><span style="font-weight: 400;"> é um exame utilizado para identificar e verificar a quantidade de proteínas presentes no organismo. Ele pode ser realizado por meio de uma amostra de urina ou do sangue. Esse teste é fundamental durante a investigação de algumas doenças, como anemia, infecções e mieloma múltiplo, mas também pode ser realizado como uma avaliação de rotina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla Cury, médica hematologista no Hospital Samaritano Higienópolis,  explica que a eletroforese de proteínas serve para identificar se há presença de proteínas normais ou anormais (chamadas de “clonais”) no organismo. O ideal é que ele seja incluído em exames de rotina, pois pode ajudar a diagnosticar diversos quadros que podem causar alteração na quantidade de proteínas circulantes. Mas, sua realização é mandatória para quem está investigando um quadro de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/01/hemoglobina-baixa-ou-alta-saiba-as-causas-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>anemia</b></a><span style="font-weight: 400;">, </span><b>doença renal</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>dor óssea</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras situações em que o médico pode solicitar esse exame são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mieloma múltiplo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desidratação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inflamações</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cirrose</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lúpus Eritematoso Sistêmico</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Hipertensão</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ascite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Glomerulonefrite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Síndrome de Cushing</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enfisema</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Doenças hepáticas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pancreatite</span></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec8a21e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec8a21e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como é feito o exame eletroforese de proteínas?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ele pode ser realizado por meio da coleta de sangue, como acontece em um hemograma tradicional, ou então por meio da coleta de urina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla esclarece que, no caso da coleta do sangue, não é necessário nenhum preparo especial e, inclusive, </span><b>não é preciso ficar de jejum</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1711567836332"><img width="500" height="250" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Mulher coletando sangue para fazer exame de eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/como-e-feito-o-exame-eletroforese-de-proteinas-400x200.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Já para o exame de </span><b>eletroforese de proteínas urinárias</b><span style="font-weight: 400;"> de 24 horas, temos a seguinte recomendação para todos os pacientes: retirar o frasco adequado no laboratório, desprezar a primeira urina da manhã e iniciar a coleta de 24 horas, devendo entregar o material no dia seguinte após o término”, a médica orienta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037901958 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8369 type-post has-media cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" title="Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa realizando hemograma para diagnosticar o mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo-400x240.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo-768x461.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711567142974"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/">Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Ele, normalmente, é o primeiro exame a fornecer indícios que a pessoa está com esse tipo de câncer</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037014741 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-8369 type-post has-media cat-23 post_tag-8756 post_tag-8747 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/06/importancia-do-hemograma-no-mieloma-multiplo/" title="Qual a importância do hemograma no mieloma múltiplo?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa realizando hemograma para diagnosticar o mieloma multiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/06/hemograma_no_mieloma_multiplo.png 1000w, 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vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec8fb53{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec8fb53"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Como interpretar o resultado da eletroforese de proteínas</span></h2>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As proteínas avaliadas por meio desse exame são: </span><b>albumina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b>  Alfa-1-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Alfa-2-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Beta-1-globulina</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> Beta-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">e a </span><b>Gama-globulina</b><span style="font-weight: 400;">. Cada uma delas tem um intervalo de referência considerado saudável e as alterações no nível de cada uma também têm diferentes significados.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d982ec903d8{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec903d8"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Albumina</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal de albumina </b><span style="font-weight: 400;">é de 3,5 a 4,85 g/dL. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla diz que várias condições clínicas podem causar uma diminuição dessa proteína. As principais são: inflamações, doenças hepáticas, desnutrição, doenças renais, uso de medicamentos e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mieloma múltiplo</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="289" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Resultado da eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-interpretacao-400x231.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><b>albumina alta</b><span style="font-weight: 400;"> tende a estar relacionada com quadros de desidratação. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec925e2{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec925e2"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Alfa-1-globulina e Alfa-2-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Alfa-1-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,22 a 0,43 g/dL, já o </span><b>valor normal da Alfa-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de  0,55 a 1,08 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As concentrações das alfas-1-globulinas e das alfa-2 podem estar aumentadas na presença de infecção, além de processos inflamatórios e imunes”, a Drª. Priscilla conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a queda dessas proteínas pode estar relacionada à anemia hemolítica, pancreatite e doenças pulmonares.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d982ec92e4d{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec92e4d"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Beta-1-globulina e Beta-2-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Beta-1-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,32 a 0,54 g/dL, já o </span><b>valor normal da Beta-2-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de  0,24 a 0,54 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As alterações das betas globulinas podem ocorrer na anemia ferropriva, na gestação e também no mieloma múltiplo”, a especialista descreve.</span></p>

		</div>
	</div>
<style>.vcex-heading.vcex_69d982ec93697{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec93697"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Gama-globulina</span></h3>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>valor normal da Gama-globulina </b><span style="font-weight: 400;">é de 0,74 a 1,75 g/dL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando essa proteína está alta, pode indicar a presença de doenças infecciosas, doenças hepáticas e também mieloma múltiplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a </span><b>Gama-globulina baixa </b><span style="font-weight: 400;">tende a estar relacionada com síndrome nefrótica, alterações gastrointestinais que interferem na absorção de nutrientes, câncer no sangue ou uso de medicamentos imunossupressores.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec9439f{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec9439f"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">O que significa pico monoclonal na eletroforese de proteínas?</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que, nesse exame, quando há presença de proteínas anormais, dá-se o nome de “clonal”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, “quando a alteração na eletroforese é clonal, temos o chamado pico monoclonal e, então, devemos iniciar a investigação do paciente. Esse achado pode variar de um quadro chamado </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/proteina-monoclonal-o-que-e-e-qual-relacao-com-o-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>gamopatia monoclonal</b></a><span style="font-weight: 400;"> de significado indeterminado (que não necessita tratamento) até o mieloma múltiplo”, a médica informa.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="299" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pico monocolonal" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/pico-monoclonal-400x239.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037914160 wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10181 type-post has-media cat-23 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8741 post_tag-8755"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" title="Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Exame de imunofenotipagem por citometria de fluxo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711568015754"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/">Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Quase todos os pacientes onco-hematológicos são submetidos a essa análise e ela pode ser feita com três tipos amostras do&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711037014741 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-phone no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-10181 type-post has-media cat-23 post_tag-8794 post_tag-8788 post_tag-8756 post_tag-8741 post_tag-8755"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/" title="Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Exame de imunofenotipagem por citometria de fluxo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/05/imunofenotipagem-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711568032227"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/05/exame-de-imunofenotipagem-o-que-e-e-como-e-feito/">Exame de imunofenotipagem: o que é e como é feito</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Quase todos os pacientes onco-hematológicos são submetidos a essa análise e ela pode ser feita com três tipos amostras do&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ec99b38{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ec99b38"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Eletroforese de proteínas no mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O exame é essencial para a investigação desse câncer e, no momento do diagnóstico, geralmente, aponta um excesso de um único tipo de proteína, descrito como “pico monoclonal”. Porém, a eletroforese de proteínas também tem um importante papel ao longo do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamento do mieloma múltiplo</b></a><span style="font-weight: 400;"> e após o fim da terapia.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="289" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Interpretação do exame de eletroforese de proteínas" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/eletroforese-de-proteinas-400x231.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A Drª. Priscilla ressalta que “apenas o achado do pico monoclonal não é suficiente para o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/diagnostico-de-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diagnóstico de mieloma</span></a><span style="font-weight: 400;">. Isso acontece porque, como já foi falado, o achado do pico monoclonal pode variar desde uma gamopatia monoclonal até o mieloma. Então, caso seu exame esteja alterado, não se desespere, procure um hematologista, ele conseguirá fazer essa análise e acompanhar adequadamente.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para pacientes que estão em tratamento, há três exames muito importantes para avaliar a eficácia da terapia. São eles: eletroforese no sangue, eletroforese na urina e a dosagem de cadeias leves livres de imunoglobulina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A eletroforese será repetida durante o tratamento a cada ciclo e depois dessa fase, a frequência será de acordo com a resposta ao tratamento de cada paciente”, a Drª. Priscilla Cury finaliza.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9c029{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9c029 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9c029 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9c029 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d982ec9c029"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9d650{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9d650 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9d650 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ec9d650 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043343154 vcex_69d982ec9d650"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem cura?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura/" title="Mieloma múltiplo tem cura?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Homem no médico recebendo diagnóstico de mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura/">Mieloma múltiplo tem cura?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura/" title="Mieloma múltiplo tem cura?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Homem no médico recebendo diagnóstico de mieloma múltiplo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982eca2e5b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982eca2e5b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">A expectativa de vida dos pacientes varia de acordo com a heterogeneidade da doença, comorbidades da pessoa e acesso aos tratamentos</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711631711280" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13190"></span></p>
<p style="text-align: left;"><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Após serem diagnosticados com esse câncer, é natural que os pacientes queiram saber se o </span><b>mieloma múltiplo tem cura</b><span style="font-weight: 400;">. Apesar da resposta para essa dúvida ser “não, essa não é uma doença curável”, isso não significa uma sentença negativa, pois, em muitos casos, esse câncer pode ser controlado. Inclusive, com os avanços na Medicina, atualmente os pacientes conseguem viver por mais tempo e ter uma melhor qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de entender sobre a cura do </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a> <span style="font-weight: 400;">(MM)</span> <span style="font-weight: 400;">e da qualidade de vida dos pacientes, é fundamental entender que este é um câncer bastante heterogêneo. Isso significa que seu comportamento varia muito de caso para caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O mieloma não é uma doença só, ele tem um comportamento muito diferente de acordo com cada paciente e uma resposta ao tratamento também de acordo com cada um. Eu diria que ele é uma das doenças oncológicas mais heterogêneas”, pontua </span><a href="https://br.linkedin.com/in/renato-centrone-232a171b" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Renato Centrone</span></a><span style="font-weight: 400;">, hematologista pela Faculdade de Medicina da USP, do Grupo DASA Oncologia e  membro do GBRAM (Grupo Brasileiro de Mieloma Múltiplo) e da IMS (Internacional Myeloma Society). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo, não é possível afirmar que a jornada de todos os pacientes será de determinada forma, que certa coisa irá acontecer ou que a expectativa de vida tem um tempo padrão. Cada caso e cada paciente deve ser avaliado individualmente pelo seu médico para que o profissional possa analisar as especificidades daquela pessoa e passar orientações e informações direcionadas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982eca4741{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982eca4741"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Mieloma múltiplo tem cura?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, não, o </span><b>mieloma múltiplo não tem cura</b><span style="font-weight: 400;">. Mas, isso não significa que o paciente virá a óbito ou que irá sofrer. Hoje em dia, é possível controlar esse câncer por meio de comprimidos diários, transformando-o em uma espécie de doença crônica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O motivo para não ser possível afirmar que o MM tem cura é porque essa doença tende a voltar (</span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/02/glossario-de-oncologia-entenda-o-que-cada-termo-significa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">recidivar</span></a><span style="font-weight: 400;">).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1711469991817"><img width="500" height="278" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-nao-tem-cura.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem conversando com médica sobre as chances de cura do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-nao-tem-cura.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-nao-tem-cura-400x222.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Tem pacientes que respondem bem ao tratamento e vão ficar longos períodos em remissão &#8211; sem atividade da doença &#8211; mas, em algum momento, a gente sabe que a doença pode voltar. Então, tecnicamente, ainda é considerado uma doença incurável”, o Dr. Centrone explica.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, o fato de não ser curável não significa que não há o que fazer e que acontecerá um desfecho negativo. Para a maioria dos casos, desde a aprovação de medicamentos como a </span><b>talidomida</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>lenalidomida</b><span style="font-weight: 400;">, significa tomar a medicação de forma contínua e realizar acompanhamento médico periódico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A única opção de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-de-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamento para mieloma múltiplo</b></a> <span style="font-weight: 400;">que permite a interrupção dos medicamentos é o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/11/saiba-tudo-sobre-o-transplante-de-medula-ossea-autologo/" target="_blank" rel="noopener"><b>transplante de medula óssea autólogo</b></a> <span style="font-weight: 400;">(TMO autólogo). Esse procedimento não promove a cura da doença, mas gera uma melhora da resposta, podendo permitir a interrupção dos remédios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, atualmente, o mais comum é que o paciente faça uso contínuo das medicações, porque, dessa forma, é possível aumentar o tempo sem recidivas e melhorar a qualidade de vida. Sendo que, durante o período em que a doença está em remissão, é possível que a pessoa não apresente nenhum sintoma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo quando o MM está controlado, é fundamental manter as terapias e o acompanhamento médico conforme indicado. De acordo com o especialista, “quando a doença está sob controle, monitoramos se não aparece uma nova lesão óssea ou se não há um aumento do pico monoclonal. Nesse período, sim, o paciente pode ficar sem sintomas. Mas, esse monitoramento é importante para descobrirmos a recaída da doença o mais rápido possível.” </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711038080399 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-12501 type-post has-media cat-23 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8797 post_tag-8778"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/" title="Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Mulher fazendo radioterapia para tratar mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711472789075"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/10/radioterapia-para-mieloma-multiplo-abordagem-e-objetivos/">Radioterapia para mieloma múltiplo: abordagem e objetivos</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Esse tratamento, geralmente, é realizado em conjunto com outras terapias e tende a não causar efeitos colaterais significativos</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982eca8cb0{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982eca8cb0"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Expectativa de vida para pacientes com mieloma múltiplo</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">É importante reforçar que o MM é uma doença bastante heterogênea e não há uma única resposta que valha para todos os pacientes. O tempo de sobrevida depende de vários fatores, porém, no geral, hoje a projeção de mediana de sobrevida está em torno de sete a dez anos. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="254" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-para-pacientes-com-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Medicamentos ao lado de um relógio representando o tempo de tratamento do mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-para-pacientes-com-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-para-pacientes-com-mieloma-multiplo-400x203.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Temos que ter muito cuidado ao falar em </span><b>expectativa de vida no mieloma múltiplo</b><span style="font-weight: 400;">. Hoje, de fato, podemos dizer com segurança que conseguimos alcançar mais tempo de controle da doença (que  é a sobrevida livre de progressão) e também mais tempo vivo (sobrevida global). Há 15 anos, a sobrevida não passava de três anos e atualmente a projeção de mediana de sobrevida é em torno de sete a dez anos”, o especialista diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há três principais fatores que impactam na sobrevida dos pacientes. São eles:</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecaadfb{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecaadfb"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Heterogeneidade da doença</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Por conta das diferentes formas que o MM pode se apresentar, as respostas ao tratamento tendem a variar. Então, pode acontecer de dois pacientes submetidos a mesma terapia terem a mesma resposta, mas apresentarem recaídas em tempos diferentes, ou seja, uma recidiva mais precoce e outra mais tardia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada pessoa pode manifestar a doença de uma forma e apresentar sintomas diferentes, também impactando no resultado do tratamento. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="230" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/chance-de-cura-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pacientes ao lado de médicos" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/chance-de-cura-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/chance-de-cura-mieloma-multiplo-400x184.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Tem pacientes que têm manifestações ósseas, anemia, manifestações renais ou todas ao mesmo tempo. Tem paciente com doença extremamente agressiva e que responde pouco ao tratamento, mas tem paciente com começo mais indolente e que responde melhor ao tratamento. Também é preciso avaliar se o paciente tem, por exemplo, uma </span><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/o-que-e-insuficiencia-renal-por-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">insuficiência renal</span></a><span style="font-weight: 400;">, se ele precisa de diálise, ou não, se ele tem uma lesão óssea que tem uma fratura e causa dor e limitação funcional. Tudo isso impacta em uma sobrevida diferente”, o doutor esclarece.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecacf70{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecacf70"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Comorbidades do paciente</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Além de ressaltar as possíveis variações da própria doença, o Dr. Centrone salienta que o mieloma tende a afetar pessoas mais idosas e que, geralmente, possuem outras comorbidades, o que também impacta no desfecho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A mediana de idade ao diagnóstico no mundo é cerca de 69 anos e, no Brasil, um pouco mais jovem, cerca de 63 anos. Então às vezes o paciente com muita idade tem outras doenças associadas, outras comorbidades, e aí pode acontecer de vir a falecer por conta dessas outras causas”. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecae0c5{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecae0c5"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block"><span class="vcex-heading-icon vcex-heading-icon-left vcex-icon-wrap wpex-mr-10"><span aria-hidden="true" class="typcn typcn-media-record"></span></span>Acesso aos tratamentos</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O último fator que também impacta na sobrevida é o acesso aos medicamentos, já que há uma diferença entre as terapias disponibilizadas no Sistema Único de Saúde e no sistema privado.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1711038080399 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-13007 type-post has-media cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8778 post_tag-8771"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/" title="7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo"><img width="1280" height="721" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Pessoa com mieloma múltiplo preparando sua refeição" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1711472732074"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2024/03/7-dicas-de-alimentacao-para-pessoas-com-mieloma-multiplo/">7 dicas de alimentação para pessoas com mieloma múltiplo</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecb157f{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h3 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecb157f"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Avanços na cura do mieloma múltiplo</span></h3></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Há uma série de terapias em desenvolvimento ou que foram recém-aprovadas que possibilitam um maior tempo de controle do MM. Dentre eles estão o anti-CD38, os imunomoduladores, os inibidores de proteassoma, os anticorpos bi-específicos e o </span><b>CAR-T Cell</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="500" height="252" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médicos e pesquisadores realizando pesquisa de novos tratamentos para o câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/expectativa-de-vida-mieloma-multiplo-400x202.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Vale pontuar que esses tratamentos podem ser realizados, inclusive, em pacientes mais idosos e que tenham mais comorbidades. Isso porque essas novas terapias tendem a causar efeitos colaterais mais toleráveis que a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/quimioterapia" target="_blank" rel="noopener"><b>quimioterapia</b></a><span style="font-weight: 400;"> convencional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estamos acompanhando agora o lançamento de CAR-T. Já tivemos uma aprovação recente para </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lla/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">leucemia linfoide aguda</span></a><span style="font-weight: 400;"> e para </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lnh/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">linfoma não-Hodgkin</span></a><span style="font-weight: 400;"> e, agora, estamos com a aprovação para MM. São terapias extremamente promissoras, que estão trazendo esperança para pacientes que foram submetidos a várias linhas de tratamento e eu acredito que, cada vez mais, vamos usar essas terapias precoces na medida que elas forem aprovadas”, o Dr. Renato Centrone diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ainda finaliza compartilhando que “nós, como médicos, ficamos contentes de poder ofertar cada vez mais terapias para esses pacientes, impactando em qualidade de vida, em tempo de sobrevida e, quem sabe, em uma possível cura”.  </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-desktop vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb3abb{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb3abb .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb3abb .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb3abb .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-one wpex-flex wpex-items-center wpex-text-left vc_custom_1710945007172 vcex_69d982ecb3abb"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-flex-shrink-0 wpex-mr-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon--w wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text wpex-flex-grow"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative visible-phone"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb50d7{background:#c71a41;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb50d7 .vcex-icon-box-content{color:#a50b47;font-size:1.2em;font-weight:700;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb50d7 .vcex-icon-box-heading{color:#ffffff;font-weight:600;}.vcex-icon-box.vcex_69d982ecb50d7 .vcex-icon-box-icon{font-size:var(--vcex-icon-normal);color:#a50b47;}</style><div class="vcex-module vcex-icon-box vcex-icon-box-two wpex-block wpex-text-center vc_custom_1711043388070 vcex_69d982ecb50d7"><div class="vcex-icon-box-symbol vcex-icon-box-symbol--icon wpex-mb-20"><div class="vcex-icon-box-icon wpex-items-center wpex-justify-center wpex-child-inherit-color wpex-text-center wpex-leading-none wpex-inline-flex wpex-text-1"><span class="wpex-flex wpex-icon" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 640 512"><path d="M208 352c114.9 0 208-78.8 208-176S322.9 0 208 0S0 78.8 0 176c0 38.6 14.7 74.3 39.6 103.4c-3.5 9.4-8.7 17.7-14.2 24.7c-4.8 6.2-9.7 11-13.3 14.3c-1.8 1.6-3.3 2.9-4.3 3.7c-.5 .4-.9 .7-1.1 .8l-.2 .2 0 0 0 0C1 327.2-1.4 334.4 .8 340.9S9.1 352 16 352c21.8 0 43.8-5.6 62.1-12.5c9.2-3.5 17.8-7.4 25.3-11.4C134.1 343.3 169.8 352 208 352zM448 176c0 112.3-99.1 196.9-216.5 207C255.8 457.4 336.4 512 432 512c38.2 0 73.9-8.7 104.7-23.9c7.5 4 16 7.9 25.2 11.4c18.3 6.9 40.3 12.5 62.1 12.5c6.9 0 13.1-4.5 15.2-11.1c2.1-6.6-.2-13.8-5.8-17.9l0 0 0 0-.2-.2c-.2-.2-.6-.4-1.1-.8c-1-.8-2.5-2-4.3-3.7c-3.6-3.3-8.5-8.1-13.3-14.3c-5.5-7-10.7-15.4-14.2-24.7c24.9-29 39.6-64.7 39.6-103.4c0-92.8-84.9-168.9-192.6-175.5c.4 5.1 .6 10.3 .6 15.5z"/></svg></span></div></div><div class="vcex-icon-box-text"><div class="vcex-icon-box-content wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo!</p>
</div></div></div></div></div></div></div>
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	            data-title="Mieloma múltiplo tem cura?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/mieloma-multiplo-tem-cura/">Mieloma múltiplo tem cura?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>O mieloma múltiplo é hereditário?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 18:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de mieloma multiplo]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma multiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/o-mieloma-multiplo-e-hereditario/" title="O mieloma múltiplo é hereditário?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Mieloma múltiplo é hereditário" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/o-mieloma-multiplo-e-hereditario/">O mieloma múltiplo é hereditário?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/o-mieloma-multiplo-e-hereditario/" title="O mieloma múltiplo é hereditário?" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Mieloma múltiplo é hereditário" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-1024x577.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario-768x433.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/mieloma-multiplo-e-hereditario.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecba43e{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69d982ecba43e"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Não há testes genéticos específicos para diagnosticar esse câncer nos familiares de paciente, mas pode ser recomendado incluir exames periódicos</span></h2>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-13101"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">É comum que os familiares de pacientes queiram entender se o </span><b>mieloma múltiplo é hereditário </b><span style="font-weight: 400;">para poderem se prevenir. Essa, na verdade, é uma questão que ainda intriga os médicos e pesquisadores, mas, por enquanto, esse câncer não é considerado hereditário. Apesar disso, em alguns casos, pode ser interessante que esses familiares incluam alguns testes mais específicos nos exames de rotina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/mieloma-multiplo" target="_blank" rel="noopener"><b>mieloma múltiplo</b></a> <span style="font-weight: 400;">(MM) é um tipo de câncer que afeta os plasmócitos, um tipo de linfócito B que está localizado na medula óssea. Esses plasmócitos podem sofrer mutações genéticas e passarem a se multiplicar de forma descontrolada, levando a danos nos ossos e na produção de células sanguíneas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda há muitas incertezas sobre seus fatores de risco, incluindo se há, ou não, uma predisposição genética para o surgimento do mieloma múltiplo.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecbbd5f{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecbbd5f"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">O mieloma múltiplo é hereditário?</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Embora haja relatos de casos em que vários membros de uma mesma família foram diagnosticados com a doença, não há evidências científicas sólidas que comprovem que o MM seja hereditário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://www.escavador.com/sobre/4155611/walter-moises-tobias-braga" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dr. Walter Moisés Braga</span></a><span style="font-weight: 400;">, especialista em Onco-Hematologia, reforça que &#8220;apesar de haver relatos de indivíduos de uma mesma família com história de mieloma múltiplo ou mesmo outras neoplasias plasmocitárias, o mieloma não é considerado uma neoplasia maligna hereditária.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1710528763021"><img width="500" height="261" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-causa-o-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Definição do que é mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-causa-o-mieloma-multiplo.jpg 500w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/o-que-causa-o-mieloma-multiplo-400x209.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Braga compartilha que a questão da hereditariedade da doença ainda intriga os especialistas, justamente por conta desses casos em que parentes de primeiro grau foram diagnosticados com a doença. Mas, ele mesmo diz que essas situações são raras e esporádicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“São casos muito raros e isolados. Creio que na minha prática vi somente uns sete a dez casos”, o médico relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é possível afirmar que, cientificamente, não há evidências de que o mieloma múltiplo seja hereditário. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1710352909281 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70 no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-11734 type-post has-media cat-24 post_tag-8747 post_tag-8741 post_tag-8769"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/quando-a-dor-nas-costas-pode-ser-cancer/" title="Quando a dor nas costas pode ser câncer?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/dor-nas-costas-pode-ser-cancer.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="Quando dor nas costas pode ser câncer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/dor-nas-costas-pode-ser-cancer.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/dor-nas-costas-pode-ser-cancer-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/04/dor-nas-costas-pode-ser-cancer-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1710528935677"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2023/04/quando-a-dor-nas-costas-pode-ser-cancer/">Quando a dor nas costas pode ser câncer?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Procurar um médico e realizar exames é a única forma de saber exatamente o que está acontecendo. Mas há alguns&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69d982ecc035b{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl vcex_69d982ecc035b"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Exames para familiares de paciente</span></h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_row-o-content-middle vc_row-flex wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Como o MM não é hereditário, não existe teste genético para detectar precocemente a doença nos familiares. Também não há recomendações oficiais determinadas sobre quais exames devem ser feitos por essas pessoas para detectar a doença.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="619" height="333" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exames-para-mieloma-multiplo.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Avaliação médica de saúde" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exames-para-mieloma-multiplo.jpg 619w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2024/03/exames-para-mieloma-multiplo-400x215.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Não existe uma recomendação formal para essa investigação. Mas vale a pena incluir na rotina de avaliação de exames periódicos desses familiares a pesquisa com </span><b>eletroforese de proteínas</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>imunofixação em sangue,</b><span style="font-weight: 400;"> para rastreio de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/proteina-monoclonal-o-que-e-e-qual-relacao-com-o-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><b>gamopatia monoclonal</b></a><span style="font-weight: 400;">. Esses exames podem fazer parte da avaliação de rotina do indivíduo como outros testes, como exames de colesterol e glicemia”, o Dr. Walter Braga aconselha.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative vc-has-max-width vc-max-width-70"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	            data-title="O mieloma múltiplo é hereditário?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/03/o-mieloma-multiplo-e-hereditario/">O mieloma múltiplo é hereditário?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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