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Mieloma Múltiplo: é possível tratar

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Essa doença aparece prioritariamente em pessoas mais idosas e tem apresentado boas taxas de remissão com os avanços nos tratamentos


Escrito por:

Natália Mancini

O mieloma múltiplo (MM) é um tipo de câncer do sangue que tem início na medula óssea quando, no momento em que os linfócitos B estão se diferenciando, acontece um erro e eles se tornam plasmócitos anormais. Esses plasmócitos podem se aglomerar e formar tumores tanto dentro dentro do osso (intramedular) quanto fora (extramedular). Quando existem vários grupos de plasmócitos, dá-se o nome de mieloma múltiplo.

Após diagnosticar um câncer, a primeira coisa que vem à cabeça é dar início ao tratamento o mais rápido possível. Entretanto, no mieloma múltiplo, não é sempre assim! O Dr. Angelo Maiolino, hematologista especialista em mieloma, explica que dependendo da situação, o paciente não precisa dar início imediato ao tratamento.

“Todo paciente com MM, sim, pode ser tratado. Porém, nem todos devem ser tratados de um modo imediato. Existe o MM que ainda está assintomático, ou seja, não apresenta anemia, lesão óssea, insuficiência renal ou hipercalcemia. Esse paciente não tem indicação de tratamento”, diz ele. 

Outras condições que são analisadas na hora de decidir se o tratamento deve ser iniciado seria o infiltrado de medula – isto é, a quantidade de plasmócitos dentro do osso – acima de 60% e se o paciente tiver mais de duas lesões focais na ressonância magnética. Caso a pessoa apresente um desses quadros ou os sintomas descritos anteriormente, o tratamento deve ser iniciado. 

Tratamentos para mieloma múltiplo

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Podemos transplantar pacientes sintomáticos de até 75 anos. Entretanto, na verdade, a maioria dos pacientes acima dos 70, eu considero com muita cautela. Inclusive, não só a questão da idade, mas se essa pessoa tem outros problemas relacionados à saúde. Já que eles podem tornar o transplante um procedimento de maior risco”, o Dr. Maiolino explica.

Sendo possível realizar o TMO, o tratamento será iniciado com quatro ciclos de indução, que é o preparo para o procedimento, seguido pelo transplante e, eventualmente, consolidação ou manutenção. 

Para o momento da indução, o especialista diz que pode ser utilizado o bortezomibe, possivelmente, associado com a lenalidomida ou com a talidomida. 

“Ou seja, tem que ser usado um inibidor de proteassoma, por 4 ciclos. Depois de realizado o transplante, vem a consolidação e, se necessária, a manutenção. Na maioria das manutenções, deve-se usar a lenalidomida”, detalha o médico.

Vale a pena ressaltar que o TMO mais utilizado nos casos de MM é o autólogo, no qual são utilizadas as células-tronco do próprio paciente. Isso acontece devido a menor toxicidade e risco que esse tipo de procedimento apresenta para os pacientes. 

“O TMO alogênico tem muita toxicidade nessa população de pacientes. O benefício que, potencialmente, o alogênico poderia trazer vem junto com uma mortalidade muito elevada relacionada ao procedimento. Além das complicações secundárias ao alogênico que é o DECH”, diz o médico.

E para quem não pode realizar o TMO?

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“Para os não candidatos, é onde talvez tenha tido um progresso maior. Esse paciente, hoje, no Brasil, já pode ter o daratumumab, anticorpo monoclonal, como tratamento de primeira linha. Temos aprovado a combinação de daratumumab, bortezomibe e prednisona como tratamento inicial. Além também da opção de fazer daratumumab, lenalidomida e dexametasona, claro, variando de acordo com o acesso”.

Para definir qual o melhor tratamento para esses pacientes, é realizada uma avaliação geriátrica. Por meio dela, o médico analisará se o paciente está fit, ou seja, qual a sua condição de saúde, podendo variar entre: muito bem, frágil ou se ele está entre os dois quadros.

Para o paciente que está muito bem, será prescrito um tratamento mais intenso. Enquanto que para um paciente mais sensível, a melhor opção será um tratamento menos agressivo. Alguns tratamentos serão administrados por ciclos pré-determinados, como o protocolo vmp (bortezomibe, melfalano e prednisona) que dura por 9 ciclos, e outros até a progressão da doença, como o  daratumumab.

É possível curar o mieloma múltiplo?

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Porém, com os atuais tratamentos, entre 50% e 60% das pessoas conseguem alcançar a remissão, ou seja, a doença fica indetectável nos exames, mas ainda é necessário controlá-la com medicamentos.

“A questão toda é que tem que ser uma remissão mantida. Então, por isso que os tratamentos são contínuos, cada vez mais intensos usando três ou quatro drogas”, explica o hematologista.

Outro tipo de tratamento que tem apresentado ótimos resultados é o Car-T Cell. “O Car-T é um dos tratamentos mais promissores existentes para MM hoje. As taxas de respostas, mesmo em pacientes intensamente tratados podem chegar de 89% a 90%”, conta o médico. 

Entretanto, assim como acontece com os outros protocolos, a maior dificuldade aqui é manter o paciente em remissão. Por isso, ainda deve demorar um tempo para que essa terapia seja indicada de forma padrão para os pacientes. 

“Precisamos de mais estudos, estudos maiores agora. Provavelmente, em linhas de tratamento mais precoce, isto é, primeira recidiva, segunda e não pacientes penta refratários. A intenção é tentar não só ter uma taxa de resposta adequada, mas também que essa resposta seja sustentada. Dessa forma, ainda vai demorar um pouco para aprovar o Car-t no MM”, finaliza o Dr. Angelo Maiolino. 

Sintomas e sinais do mieloma múltiplo

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– Cansaço extremo, fraqueza, palidez e perda de peso; 

– Mau funcionamento dos rins, inchaço nas pernas; 

– Sede exagerada, perda de apetite, constipação grave; 

– Dores ósseas (especialmente na coluna) e fraturas espontâneas; 

– Infecções constantes

Além disso, algumas alterações nos exames podem ser um alerta para essa doença:

– Baixa contagem de glóbulos vermelhos (anemia); 

– Baixa contagem de glóbulos brancos e/ou de plaquetas; 

– Destruição dos ossos nas áreas circundantes da medula (osteoporose); 

– Nível elevado de creatinina no sangue (indicativo de problemas renais); 

– Hipercalcemia (níveis elevados de cálcio no sangue); 

– Presença da proteína monoclonal na corrente sanguínea e/ ou na urina

 

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29 Comentários
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Agradeço pela matéria e as explicações em relação ao MM.
Minha mãezinha nesse momento encontra-se internada, antes ela reclamava de dores principalmente na coluna e ao tomar anti inflamatórios essas dores diminuíram. Depois teve problemas intestinais onde só com remédios laxativos que ela sentia -se melhor. Porém depois de diagnosticarem um desgaste nos ossos e possível tumor ela.sofreu uma fratura e passou por uma cirurgia de prótese de fêmur.
Estava tudo bem até as dores na coluna aumentarem e ela ir perdendo a sensibilidade das pernas.
Ela está internada e disseram que vão dar início ao tratamento e avaliação da coluna, que possivelmente esteja assim devido ao MM. E estamos todos em oração para que saia logo o resultado da biópsia e ela dê início ao tratamento para cuidar o quanto antes dess doença e poder conter possíveis avanços.
Poderiam me tirar uma dúvida em relação a essa perda sensibilidade… É possível fisioterapia e tratamento reverter essa perda e ela.ir voltando a sentir as pernas novamente?

Sou portador do Mieloma, Fiz Transplante deu recaída em 3,5 anos, voltei fiz quimio por um período, agora continuo com um aplicação mensal com Dalinvi, mas continuo com dores ósseas etc… Alguma sugestão? Se alguem quiser conversar sobre o assunto meu email [email protected], ai a gente pode trocar idéias e tal. Abraço a todos

Boa tarde, minha mãe faz tratamento de MM tem 1 e 6 meses os últimos exames mostraram q ela teve uma melhora da doença de 50%, mas ela em si não melhora, fica mais deitada, triste, ficou um pouco confusa e desde o início do tratamento nunca conseguiu tomar as doses de remédios certos, da muito mal estar é fraqueza aguardo uma resposta me ajudem por favor

Boa noite, por favor gostaria de receber orientações sobre possíveis tratamentos de forma oral para Mieloma múltiplo, é para minha mãezinha, ela tem 76 anos.

Boa Noite
Em janeiro os exames de minga esposa estavam ok.
Em fevereiro ela teve covid.
Em abril depois de tomar as vacinas 2 doses coronavac.
Sentiu dor no lado direito e procurou ortopedista colheu sangue e deu alterações importante .
Apos exames específicos o resultado foi MM.
Pergunto:
1) pode ter se manifestado pela covid?
2) em menos de 2 meses pode se manifestar esta doença de forma tao especifica.

Boa noite descobrimos essa semana que minha mãe tem essa doença queria mais informações de quem está passando por esse processo estamos desesperados que doença que aparece do nada meu Deus

Boa tarde a 6 anos fui diagnosticada com MM agora a médica propôs um transplante de medula tenho muitas dúvidas gostaria que alguém da sua equipe entrasse em contato no meu email [email protected] obg até mais

Em setembro de 2020 fui diagnosticada com mieloma solitário na terceira vertebra lombar , fiz 23 sessões de radioterapia, as dores praticamente desapareceram, um dia pisei forte no chão saindo da banheira, senti uma dor intensa e o osso havia se quebrada, foi feita uma cirurgia para dar apoio com placas na vertebra 1 e 2 e, na 4 e 5 em 23/03/21 para estabilizar a coluna , e em 11/06/21 foi feita à segunda cirurgia para fazerem a limpeza da vertebra 3 e seu preenchimento. Estou fazendo contrôle a cada três meses , neurologico e oncologico.
Moro em Bruxelas na Bélgica.
Quero voltar ao Brasil eu teria aí como ser seguida na minha doença no Brasil por neurocirurgião e oncologista como acontece aqui. Vocês em caso positivo podem me dizer onde fazer isso, já sou grata por uma resposta pois, tenho medo de chegar e não conseguir dar seguimento ao tratamento tão importante para mim. Um abraço fraterno a todos (tenho 72 anos)

Boa noite, tenho 38 anos e há dois anos (24/08/19) descobri que tenho mieloma múltiplo após uma semana com muita dor no rim. Após os exames de imagem, sangue e urina já fui para a internação, em dois dias tive meu diagnóstico e no quarto dia iniciei quatro dias de quimioterapia ( a medicação corria praticamente 24 horas por dia). Fiquei internado por mais de um mês devido a uma grave infecção pulmonar causada por fungos. Fiz mais dois ciclos de quimioterapia da mesma forma. Fui indicado para o transplante, sabendo que talvez fossem necessários 2 transplantes. Em 11/19 fiz o transplante. Tive problemas na vesícula sendo internado mais duas vezes por esses motivo. No total, de 24/08/19 a 30/12/19, passei 3 meses internado. Em 03/2020 voltei com o tratamento, injeção de bortezomibe semanalmente com 10 comprimidos de dexametasona, isometa mensalmente, talidomida diariamente, fora as outras medicações diárias. Devido a pandemia meu transplante foi sendo adiado e em 11/20 meu médico disse que a resposta ao tratamento estava muito boa e que, por enquanto, o segundo transplante estava adiado. Devido aos efeitos colaterais a talidomida foi cortada. Desde 12/20 meu tratamento com bortezomibe passou a ser quinzenalmente. Sinceramente o tratamento não é fácil e a cura improvável. A luta é diária e não se luta sozinho. São muitos os medos. Meu hematologista é fantástico. Faço tratamento no Hospital Estadual em Botucatu- UNESP.
Voltei ao trabalho e felizmente hoje consigo ter uma vida quase que normal.

Que bom saber disso. Seu testemunho foi maravilhoso para meu esposo. Ele tem 46 anos e está atravessando isso que vc descreveu… foi uma benção saber que passou por isso e passou. Obrigada e que sua vida melhore a cada dia. Gisele

Tenho a proteína monoclonal no sangue isso tem tratamento?
Qual médico devo procurar?

Olá meu nome é Juliana em abril descobrimos que minha tia tem mioloma multiplico desde então sofremos muito ela se internou duas vezes tá fazendo o tratamento mas as fraturas continuam as dores a barriga inchada enjoo não consegue fazer nada eu queria saber mas sobre essa doença owue esperar o tratamento desde já agradeço

No ano de 2017 minha mãe fraturou a coluna do nada, fez a cirurgia e os medicos disseream que era tuberculoso osea, dps de 4 anos ela fraturou novamente a coluna e atravez de Biopsia descobriu que ela tem MM…. Com as fraturas minha mãe deixou de andar mad atravez de fisioterapia ela voltou a andar com o andador…. Ela começou a fazer o tratamento mas o psicologico dela não é mais o mesmo, as vezes fala coisa com coisa, fica agressiva e agora vem perdendo força nas pernas e não tem conseguido nem andar.

Tenho muito medo de perder minha mae, ela sente muita dor todos sofrem tanto ela como a gente que vê ela nessa situação e nao pode fazer nada.

Gostaria de saber mais sobre e os canais de apoio gratuito .

Boa noite, parabéns pela matéria.
Vou tentar explicar meu caso, minha sogra foi diagnosticada amiloidose cutânea, fez tratamento por 21 anos com cortisona, porém não resolveu.
Quando um certo dia na consulta no hospital de nossa cidade (Amaral Carvalho Jaú SP, o médico Dr. Mair, falou que devido ao tempo de uso de cortisona desencadeou o mieloma múltiplo.
Ela fez transplante de medula, tomou quimioterapia e se curou do mieloma múltiplo, e também da amiloidose cutânea.
Após 15 anos infelizmente ela veio falecer devido ao covid.
O meu pedido de ajuda hoje seria com a minha cunhada, que tem o amiloidose cutânea, não fez tratamento com cortisona. Estamos com medo de fazer esse tratamento e passar por tudo que minha sogra passou. Se alguém poder ajudar, já foi vários médicos, mas o principal tratamento que passam é cortisona.

Agradeço desde já.

Meu e-mail [email protected]

Escrito por:

Natália Mancini

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