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Como saber o estadiamento do mieloma múltiplo

Pessoa Com Dor Nas Costas
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Ele não leva em consideração onde a doença está, mas sim parâmetros avaliados a partir de exames de sangue

Escrito por:

Natália Mancini


Falar sobre o estadiamento do mieloma múltiplo pode parecer complexo, porque, diferentemente do que acontece nos cânceres sólidos, não se mede o quanto a doença se espalhou pelo corpo. Então, é comum que os pacientes com essa neoplasia fiquem com dúvida. Mas é importante compreender, já que essa questão influencia na escolha do tratamento e taxa de sobrevida.

De forma geral, o estadiamento do câncer é utilizado para determinar qual o local de origem da doença e quanto ela se espalhou pelo corpo. Assim, é possível identificar o quão avançada a doença está: quanto maior a classificação, mais agressiva ela será.

No caso do mieloma múltiplo (MM), o Dr. Milton Aranha, médico Hematologista do Instituto Hemomed Oncologia e Hematologia, explica que a massa tumoral não fornece um prognóstico exato da doença. Isso acontece, principalmente, porque o MM é uma neoplasia maligna sistêmica, ou seja, que está no corpo inteiro. 

Mas, calma, isso não quer dizer que a doença está, literalmente, em todos os órgãos e em cada parte do corpo. O MM é um câncer que afeta os linfócitos B, tipo de célula sanguínea, enquanto eles ainda estão na medula óssea (está dentro de todos os ossos). Dessa forma, ele é sistêmico.

“Por isso, outros critérios são usados para o estadiamento. Existem três sistemas de estadiamento para essa doença”, o Dr. Aranha pontua.

Esses sistemas medem apenas os pacientes sintomáticos, isto é, que apresentam anemia, hipercalcemia, lesões ósseas, alteração renal e outros. Os assintomáticos ou que têm doença recidivada, são classificados com critérios específicos.

Além das características do paciente, o estadiamento do mieloma múltiplo é um fator de alta relevância para definir o tratamento. Outros pontos como  velocidade de instalação dos sintomas, características genéticas e acesso aos fármacos também são levados em consideração.

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Jovens podem ter mieloma múltiplo? 

Não só podem, como o tratamento, nessa faixa etária, apresenta alguns desafios específicos para a Medicina. Leia mais sobre!

Como saber o estágio do mieloma múltiplo?

De acordo com o especialista, os três sistemas existentes são: Durie-Salmon, o ISS (International Staging System) e uma atualização deste último.

O Durie-Salmon é utilizado desde a década de 1970 e engloba diversos fatores clínicos e laboratoriais. Entretanto, ele tem pouco poder de diferenciar os pacientes com melhor ou pior prognóstico. Dessa forma, tem sido cada vez menos usado.

Exames Analisando O Sangue E O DNA Para Identificar O Estadiamento Do Mieloma Múltiplo

“Por isso, na primeira década deste século, um novo sistema ISS foi elaborado. Assim, tornou-se possível dividir os pacientes com mieloma múltiplo em grupos com prognósticos diferentes”, o Dr. Aranha conta.

Esse método utiliza o resultado de dois exames de sangue, albumina e a beta-2-microglobulina, para fazer a avaliação. Apesar de não estarem relacionados diretamente com a massa tumoral, foram escolhidos como parâmetro após estudos demonstrarem que possuem grande impacto no prognóstico.

“Em 2015, este sistema foi revisado e mais dois marcadores foram incorporados, para que possamos ter uma predição de forma ainda mais precisa. A desidrogenase lática (DHL) e a hibridização in-situ (FISH)”, o especialista informa.

Esse novo sistema é chamado de R-ISS e é o mais utilizado no mundo. Entretanto, no Brasil o ISS ainda é o mais utilizado por conta do baixo acesso ao exame FISH.

Em todos os métodos, os pacientes são classificados como estadiamento I, II ou III. Sendo que no Durie-Salmon, eles podem ser subclassificados como A ou B, conforme a presença de alteração da função renal.

Diferente dos câncer sólidos e das leucemias e linfomas, não se fala em metástase no estadiamento do mieloma.

Veja nas tabelas abaixo o que cada sistema considera como estadiamento I, II e III:

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Estadiamento do mieloma múltiplo

Como falado anteriormente, o MM é um câncer sistêmico, por isso não é possível “medir” onde a doença está. Então, por exemplo, não pode-se dizer que o mieloma múltiplo está na bacia, coluna ou clavícula.

O médico ressalta que “com os exames de imagem que dispomos atualmente é possível identificar a grande maioria das lesões focais, que são os pequenos ‘tumores’ que se formam nos ossos dos pacientes acometidos pelo mieloma. No entanto, a ausência de lesões focais não descarta a doença, uma vez que ela pode acometer a medula óssea de maneira homogênea e disseminada. ”

O mesmo vale para tentar separar se o mieloma está somente no sangue ou no sangue e nos ossos. Não utiliza-se essa divisão para identificar o estadiamento do mieloma múltiplo. Isso acontece porque, quase todos os pacientes apresentam uma proteína alterada no sangue, a proteína monoclonal. Mas, somente a sua presença não impacta diretamente no prognóstico. 

“Uma situação diferente, aí sim mais grave, e que geralmente demonstra se tratar de doença mais agressiva e com pior prognóstico, é quando temos células de mieloma (os plasmócitos) no sangue periférico dos pacientes. Neste caso, chamamos a doença de leucemia de células plasmocitárias, e indicamos tratamento mais agressivo do que o normal para o mieloma múltiplo”, o Dr. Aranha explica. 

Em relação ao tratamento, ele complementa dizendo que, atualmente, há uma quantidade significativa de drogas para o tratamento da doença. Entretanto, não existe um tratamento padrão ou que seja a melhor opção para todos os pacientes. A escolha da melhor opção é feita de forma individualizada, de acordo com as características do paciente e do câncer.

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Destaques ASH 2020: tratamentos para mieloma múltiplo

Novidades apresentadas no congresso poderão estar disponíveis para o paciente brasileiro em curto e médio prazo. Leia mais sobre!

Estadiamento do mieloma múltiplo e sobrevida

Além de estar relacionado com a escolha do tratamento, definir o estadiamento é importante para que o paciente saiba o que esperar da doença. Por exemplo, um mieloma de alto risco tem menor resposta ao tratamento.

O alto risco ou risco padrão se refere ao risco citogenético avaliado pelo FISH. É feita uma análise para detectar a presença de algumas alterações genéticas nas células, que tornam a progressão da doença mais agressiva. 

Análise Para Detectar Mutações Genéticas E Determinar O Estadiamento Do Mieloma Múltiplo

Ao utilizar o método de estadiamento R-ISS, o risco citogenético é um dos parâmetros considerados. Então, nesse caso, o risco está relacionado com o estadiamento.

“É claro que esta estimativa se baseia em um grande grupo de pacientes, e neste grupo, cada um tem uma resposta diferente e um tempo de sobrevida diferente. Por exemplo, espera-se que 77% dos pacientes classificados como R-ISS I estejam vivos cinco anos após o diagnóstico. Enquanto no grupo classificado com R-ISS III a porcentagem é consideravelmente menor”, finaliza o Dr. Milton Aranha.


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Meu esposo teve uma fratura na c3
após um esforço físico em 2015 acompanhado pelo médico neurocirurgia ele ficou impressionada que pelo esforço que ele fez não era caso de fratura .
Vamos a par caso cirúrgico o tempo passou 3anos sem cirurgia o quadro dele se agravou começou sentir dormência além das fortes dores na cervical moral da história em junho de 2018 ele procurou o médico afiliado feito uma nova ressonância além de fratura na c3 já tinha fratura tbm c4 c5 é um tumor em dezembro 2018 ele fez a cirurgia colocou uma lâmina nas fraturas e retirou o tumor resulta da biopsia mieloma multiplo foi encamiado a um hematologista oncológico fez vários exames de sangue e de urina deu tudo normal fez tbm biópsia de medula óssea testou negativo para câncer de medula a médica falou que ele estava curado mais como o câncer dele era raro tinha que ser assistido pela antologia até a morte. A 5 meses ele começou a sentir dormência na mão esquerda e muita dor e na lombar em cima do quadril fez todos exames nada alterado aí a médica dele disse que era hérnia de disco fez uma nova ressonância outro tumor no mesmo local onde foi tirado o outro desta vez mais agressivo ele perdeu todo equilíbrio em menos de 2 meses hj está acamado com vários problema tem dificuldade em fazer cocô xixi é barriga enxada não tem apetite hj está acamado a espera de uma nova cirurgia pra retirada do tumor que estado é esse mieloma que não alterou exames nem biópsia da medula óssea e testou negativo pra câncer e tumor é um mieloma multiplo não entendo queria uma explicação mais esclarecedora sobre esse tumor e o pq que ele não fez radioterapia a médica dele disse que não precisava pq ele estava curado agora 2 anos depois da cirurgia o tumor voltou é tirou todos os movimentos dele em 2 semanas.
Agora meu marido está acamado e hospilizado já fez a biópsia de medula óssea e testou negativo dinovo.

Ola meu pai foi diagnosticado com M.M. ha 6 meses teinou a quimio . E agora esta iniciando o uso de Talidomida.
Esta sentindo constipacao nansal,fraquesa sonolencia,estes efeitos tendem a passar com o tempo?

Queria que você me ajudasse e a uma tia minha Estou em choque

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Meu pai tem 80 anos foi diagnóstico tbm com mieloma múltiplo, estamos aguardando para a consulta com o onco, está com muita dor na perna esquerda e hj anda de bengala..e não anda muito.
Não tem cura??
Agradeço

Minha mãe foi diagnosticada com mieloma múltiplo a 7 meses pois quebrou o fêmur e daí foi feito a biópsia, ela está com uma hematologista onco mas até agora só pede exames e mais exames e nada de concreto, gostaria de saber se o mieloma múltiplo e como os outros câncer? E como saber se ele já está avançado?

Paciente em que o Mieloma retornou no osso fêmur…..com tratamento há recuperação óssea?

Oi, pessoal! Meu pai foi diagnosticado com MM. Ele apresenta lesões na L5, sacro e ilíaco. O estadiamento ficou em 0-0-0. Está no segundo ciclo da químio: protocolo TalCysDex + pamidronato. Porém desde que iniciou as químicas, a dor dele piorou. Passou a sentir muuuito a perna direita, não consegue ficar muito tempo em pé. Estamos assustados. Clinicamente ele está bem. Sem perda das funções renais, hepáticas 🙏🏼 Mas e essa dor?! 😞 O tratamento pode não estar dando certo? O que devemos pensar? Em algo pior? Por favor, me ajudem. Ele tem 67 anos. Ah! Ele fará o transplante em fevereiro.

Bom dia! Minha mãe é portadora de MM,descobrimos a doença faz 3 anos. Faz tratamento e agora está no intervalo dos ciclos. Porém está mto fraca, a creatinina está alta, sente mas dores nos pés e a três dias apresenta confusão mental. Gostaria de saber se essa confusão mental é passageira? O que os históricos dizem?

Meu pai foi diagnosticado com mieloma múltiplo medico encaminhou pro hematologista,ele tem 83 anos, já tem muita dormência nas pernas sente dor lombar e tem confusão mental,que devemos fazer levar pro hemotologista pra iniciar o tratamento ou que acontece se não tratar quanto tempo de vida ele pode ter.
O tratamento já começa com radioterapia ou medicação.
a medicação é muito cara.

Minha mãe foi diagnosticada com mieloma múltiplo em 2021, mas desde 2020 que sofria com dores na lombar. Pedimos uma ressonância e lá estava uma fratura na T11. Já fez cirurgia para estabilizar a coluna. Colocou 8 artrodeses. Alguns meses após a cirurgia, fraturou o fêmur e lá se vai outra cirurgia. Iniciou a quimioterapia venosa e parou pq ficou muito debilitada, depois fez quimioterapia oral e tbm parou pq o médico disse que às células já estava resistentes. Agora , fraturou o braço esquerdo e sente dor no direito e tem confusão mental. Minha mãe está paraplégica e sofre muito com isso. Ela tem 52 anos. Essa doença maltrata. Não aguentamos ver o sofrimento. Não sabemos mais o que fazer. Só Deus pra nos fortalecer.

Bom dia! Estou com um familiar com diagnóstico de mieloma. Gostaria de receber mais informações sobre essa doença! Abraços.

Olá, meu pai foi diagnosticado com Mieloma Multiplo avançado com possível SCM. Além disso, foi apresentado que está com 90% de plasmocitose detectado nos exames pedidos pelos médicos. A minha dúvida é se mesmo com uma taxa tão alta, o meu pai possa ter uma recuperação e baixar esse nível.

Câncer só foi descoberto após ter fraturado a lombar, pois fizemos vários exames e apresentou anemia, constipação intestinal, perda de apetite além de muito cansaço / fadiga muscular.
Infelizmente, em questão de 3 meses vários sintomas apareceram e deu essa alta porcentagem. Estamos na espera para ir na primeira consulta com o hematologista marcada para dia 01/06.

Estamos confiantes e preparados para encarar esse tratamento!!!!

A minha mãe tem vindo a sofrer com dores nas costas, pernas e joelhos. No exame aos ossos acusou osteoporose na coluna e recentemente numas análises de sangue acusou anemia. A médica fez um raio x e tinha algumas lesões osteoblásticas no crânio acabando por se levantar a suspeita de um meiloma multiplo aos 64 anos. Eu estou em completo desespero e por isso vim aqui pedir ajuda.

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Descobrimos em novembro que meu pai estava com os rins parado, começaram as hemodiálise e logo em seguida descobriram que ele é portador do MM, começaram com as medicações e até o mês passada estava tendo resultados, mas ontem quando ele foi ao hospital para consulta (já iam marcar a cirurgia do transplante de medula) mas falaram que o câncer espalhou e agr esta 60%, poderia me explicar como isso ocorreu? Se ate então estava tudo normal? Falaram que os níveis dele está abaixo.

Meu esposo descobriu o mieloma em 2018 , iniciou quimeoterapia ( ciclosfamida , vioqueide e zometa ) em 2019 realizou um transplante autologo
Ficou bem ate fevereiro de 2021 quando o mieloma voltou
Deu inicio a varios protocolos de quimeoterapia como daratumumabe , lenamidolina , etoposide, doxorrubicina , talidomida enfim ate um transplante alogenico sugeriram e segundo os medicos ele ja fez uso das melhores quimeos que tem para mieloma e nao surtiram efeitos e tambem começou a dializar por conta do rim
De um mes para ca ele piorou muito esta tendo muitas dores fortes , ai as medicas entraram com varias medicaçoes para dores onde mexe muito com a barriga e deixa ele muito sonolento
Ele tem acompanhamento pelo sus e pelo convenio
a medica do convenia ja ia encaminhar para o tratamento paliativo , mas a medica do sus conversou com ela e disse que ele era muito jovem para tentar mais uma vez a quimeo dara acompanhada da bortezomib
Nos familiares estamos sem saber o que fazer
Qual tratamento seria melhor para ele nao sofrer tanto assim ?
Continuar as quimeo ? parar?
Essas dores tao fortes nao vai parar?
PRECISAMOS DE AJUDA NÃO SO PARA ELE MAS PARA NOS FAMILIARES TAMBEM
DESDE JA AGRADEÇO

Escrito por:

Natália Mancini

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