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Linfoma tem cura: conheça os avanços na medicina para esse resultado

Linfoma Tem Cura: Conheça Os Avanços Na Medicina Para Esse Resultado

Os novos medicamentos e tratamentos de suporte tem influência no aumento das taxas de cura do linfoma e diminuição dos efeitos colaterais

Por Natália Mancini

De maneira geral, é possível afirmar que o linfoma tem cura e as chances do paciente alcançar esse desfecho são altas. Até alguns anos atrás, esse tipo de resultado não era uma realidade para os pacientes. Ele só passou a ser possível devido aos avanços tecnológicos na medicina. Porém, mesmo com o desenvolvimento técnico, a resposta varia de acordo com as características da doença e do paciente.

“Prognóstico” é o termo utilizado para traçar como o desenvolvimento da doença provavelmente acontecerá. Ele pode ser positivo ou negativo, dependendo de alguns fatores que são observados no momento do diagnóstico. 

Para considerar que o linfoma é de bom prognóstico, a doença precisa estar no estágio I ou II e ter metástase em, no máximo, um linfonodo. Já o paciente precisa ter até 60 anos, manifestar sintomas com pouca intensidade e o nível de lactato desidrogenase (LDH) estar normal.

Entretanto, isso não quer dizer que, somente, os cânceres linfáticos de bom prognóstico podem ser tratados e curados.

“Os linfomas de alto grau, mesmo com características de alto risco, podem ser curados. Enquanto que os linfomas indolentes, na maior parte das vezes, são tratados com intuito de controle a longo prazo, como uma doença crônica”, explica o Dr. Jacques Tabacof, onco-hematologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO).

O linfoma tem cura?

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Como mencionado anteriormente, o estágio da doença também tem grande influência no seu desenvolvimento. Dessa forma, um linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial apresenta 80% de chance de cura. Por outro lado o mesmo tipo de câncer, se diagnosticado em estágio avançado, tem chance de cura em cerca de 40% a 70% dos casos.

De acordo com o Dr. Tabacof, mesmo no caso das recidivas, ou seja, se o câncer voltar, é possível curar e tratar o paciente com outros tipos de tratamentos. Como o transplante de medula óssea (TMO). 

“No caso dos linfomas agressivos, após dois anos, as recidivas são muito raras. No caso dos linfomas indolentes, recidivas tardias são comuns e os objetivos principais são o controle à longo prazo e manutenção da qualidade de vida, mesmo às custas de várias linhas de tratamentos”, o médico complementa.

Principais tratamentos para linfoma

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“A incorporação do rituximabe aumentou as taxas de cura dos linfomas agressivos CD20 positivos. Além disso, também contribuiu para o aumento da sobrevida dos pacientes com linfomas indolentes”, informa o hematologista.

Atualmente, o tratamento do linfoma não-Hodgkin agressivo mais comum é o protocolo CHOP, que inclui ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisona. Nos casos dos linfomas de células B, pode ser associado ao rituximabe e no de células T, ao brentuximabe.

Em algumas situações em que o linfoma tem um grau de complexidade mais alto, são realizados protocolos mais intensos. Por exemplo, CODOX-M, EPOCH e Hyper-CVAD

Já o tratamento de linfoma de Hodgkin conta com os quimioterápicos Adriamicina, Bleomicina, Vinblastina, Dacarbazina, protocolo conhecido como ABVD. Em alguns casos, utiliza-se também a radioterapia. A quantidade de ciclos e necessidade da radioterapia dependem do estágio da doença e resposta ao tratamento.

 Entretanto, não foram somente os avanços em relação aos medicamentos que permitiram o aumento nas taxas de cura do linfoma. O Dr. Tabacof destaca que a modernização dos tratamentos de suporte tem grande influência para a melhora dessas taxas, além de também auxiliar no controle das complicações. Dessa forma, essas tecnologias reduzem não só os efeitos colaterais a curto prazo, mas também os tardios

“O uso do PET CT, bem como o advento dos tratamentos de suporte, como fatores de crescimento (G-CSF) e anti-eméticos, também aumentaram a segurança dos tratamentos dos linfomas”, afirma o especialista.

O futuro do tratamento de linfoma

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“Outras áreas promissoras são as terapias celulares, com células imunológicas geneticamente modificadas para combater doenças. A imunoterapia, com os inibidores de checkpoint, que reativam o sistema imunológico do paciente para combater as neoplasias e os anticorpos bi-específicos, que aproximam as células de defesa das células doentes”, 

Ano passado, uma terapia que ganhou muita visibilidade foi a CAR-T Cell. Nela, os linfócitos T do próprio paciente são coletados, modificados geneticamente e reinseridos no corpo para combater as células cancerosas. Esse método está sendo estudado por meio de pesquisas clínicas em diversos países e tem apresentado  resultados muito positivos. Por enquanto, os estudos estão focados em pacientes que já realizaram os tratamentos convencionais e tiveram recidiva. 

“Acreditamos que em breve teremos esta tecnologia disponível no Brasil, apesar do alto custo”, finaliza o Dr. Jacques Tabacof.

 

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Cecilia
1 mês atrás

Cecilia

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