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Já fiz um transplante de medula óssea. Posso fazer outro?

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Última atualização em 7 de outubro de 2022

Alguns pacientes precisam de um segundo procedimento, mas isso acontece poucas vezes e, geralmente, a técnica apresenta uma boa resposta


Escrito por: Natália Mancini
O transplante de medula óssea (TMO) é um tratamento que pode significar a cura para grande parte dos pacientes oncológicos. Entretanto, em uma pequena parte dos casos, é necessário realizar mais de um TMO. Isso pode acontecer por diversos motivos e a quantidade máxima de procedimentos que uma pessoa pode realizar é variável.

Antes de realizar o transplante em si, o paciente é submetido à quimioterapia, às vezes, em conjunto com a radioterapia. Com isso, as células doentes fabricadas na medula são atacadas e o sistema imunológico fica enfraquecido. Dessa forma, é possível inserir novas células saudáveis e esperar para ver se acontece a “pega da medula”. O tempo para isso acontecer é diferente para cada pessoa.

“‘Pega da medula’ é o dia em que o paciente recupera as células após o transplante, atingindo um número de neutrófilos de 500/mm³. A maioria dos centros aguarda que este número se mantenha ou aumente durante três dias para declarar o primeiro dia como dia da ‘pega’”, explica o Dr. Nelson Hamerschlak, presidente da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e do Comitê Científico Médico da Abrale. 

Essas células saudáveis podem vir do próprio paciente, quando o TMO é autólogo, de um doador totalmente compatível (alogênico), um parente com 50% de compatibilidade (transplante haploidêntico) ou de cordão umbilical.

De acordo com o Dr. Hamerschlak, o TMO é feito com o objetivo de gerar uma remissão, quando não é possível identificar o câncer por meio de exames, e até mesmo curar o paciente. Mas, assim como qualquer outro tratamento, é possível que isso não ocorra logo de primeira e seja necessário realizar mais uma vez o procedimento. 

“É muito importante que isto seja explicado aos pacientes. Felizmente, isso ocorre com a minoria”, considera o médico.

Em quais situações pode ser  realizado mais de um TMO?

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O oncologista deve analisar o quadro de saúde do paciente e, em seguida, discutir com a pessoa e com a equipe médica se um segundo, ou até mesmo terceiro, transplante de medula óssea pode ser realizado. A primeira situação ocorre sempre logo após o primeiro transplante, enquanto que a segunda não tem um período específico. Ou seja, ela pode acontecer em qualquer momento após a doença já ter sido controlada.

“Isto é mais comum em mieloma múltiplo e em algumas leucemia e linfomas com doença recidivada. Em grande parte, os pacientes respondem bem ao segundo ou terceiro transplante”, o especialista diz. 

Vale ressaltar que, se o câncer retornar pouco tempo após o TMO alogênico, uma outra linha terapêutica pode ser seguida. Se o paciente estiver com a doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH), quando o corpo ataca a nova medula, os imunossupressores podem ser suspendidos. Dessa forma, o próprio DECH é responsável por combater a doença, como o linfoma ou a leucemia.

Até quantos transplantes de medula óssea um paciente pode realizar?

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“Pessoalmente, já tive pacientes que receberam quatro transplantes e estão bem”, conta o Dr. Hamerschlak.

Por exemplo, há vários estudos na área do mieloma múltiplo discutindo se mais de um transplante autólogo pode ser benéfico para o paciente.

“O transplante deve ser indicado caso a caso, assim como o limite de procedimentos. A avaliação do paciente e suas condições clínicas são fatores fundamentais para a definição”, o médico informa.

Os tipos de riscos relacionados a esse método são os mesmos, independente do número de vezes que ele for realizado. Entretanto, conforme forem necessários mais procedimentos, maiores são as probabilidades desses riscos acontecerem.

Se for possível, é escolhido um novo doador para fazer a doação da medula óssea. Porém, se não for e o doador do primeiro transplante estiver disponível, utiliza-se, novamente, a medula dessa pessoa.

“Felizmente, precisar de um novo transplante é uma exceção. Creio que seja em torno de 5% e a maioria dos pacientes tolera bem”, o Dr. Nelson Hamerschlak finaliza.

 

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Meu irmão fez o transplante sendo ele mesmo o doador, porem em menos de um ano a doença voltou (mieloma multiplo). Agora ele está com as plaquetas em 13 mil, e está fazendo quimioterapia de novo. Ele pode fazer um transplante de medula novamente?

Minha mãe tem 63 anos,fez uma primeira tentativa com as injeções de estimular a medula sem a quimioterapia, a contagem não foi suficiente,foi feita uma segunda tentativa onde ela tomou quimioterapia,as injeções,mas ao tentar a coleta no aférese passou muito mal e não conseguiu.
É possível fazer uma nova tentativa?
Ela tem linfoma não hodgkin folicular desde 2016,e a doença está ativa.

Last edited 3 anos atrás by Andréa Ribeiro

Meu filho fez transplante a mas de 1 mês e tá tendo rejeição a pele dele tá com bolhas e da febre alta, seria doença do exerto tô tão preocupada, moro no Japão ele fez aqui e está num hospital longe de mim e não pode fica lá, essa doença tem como melhorar?? Me dê uma luz meu filho tem 17 anos, ele tinha ficado super inchado e melhorou um pouco, e as bolhas tinha sumido, agora voltou com liquido branco, isolaram ele em outro quarto.

Meu filho tem linfoma de hodking. Fez Quimioterapia melhorou e ficou 1 ano e 6 meses saudável. A doença voltou e terá que fazer um transplante autólogo. Tenho esperança que tudo dará certo. Tenho fé!!!!

Tive linfoma em 2019 fiz ABVD 12 sessoes , seguida de 20 sessoes de radioterapia .. c 8 meses acompanhada doença voltou … fiz 4 sessões de quimio ICE e encaminharam pro transplante de medula óssea autologo, agr dia 21/06/2021 faz 2 meses de transplante
Meu hemograma está bom
Mais durante este período dei infecção de urina , muita fraqueza, dores muscular
E pra variar peguei covid
Mais acabou o isolamento, mais agr ando sentindo muita dor na costela do lado direito, e muito excesso de gases , muito mal estar , não sei se é sequelas do covid ou algo pra se preocupar
Estou aguardando pra julho pra fazer a pet ct… na expectativa dessas dores não ser nada demais ..

Ok estarei aguardando.
Obrg

Ola! Me chamo mickeline
Tenho linfoma de hodgkin clássico descobri em novembro de 2020 em dezembro comecei a quimioterapia. Fiz 12 seções da vermelha e agora em junho comecei de novo mais agora e na branca pois não obtive resultado na anterior . Irei fazer o transplante autólogo. Quais são as reações desse transplante e o risco?

Meu filho 8 anos fez tránsplante autologo , mas apareceu ainda uma célula no sistema nervoso central ele pode fazer autologo de novo ?

Meu nome é luana fui diagnosticada a 6 anos atras com sindrome mielodisplasica ,fiquei um tempo boa ai ano passado desenvolvi anemia aplástica e hemoglobinúria mais com pouca perca de sangue pela urina, mais a aplasia esta descendo todas as taxas direto vivo de transfusões meu antigo medico tinha me prescrito soliris remedio concedido por ação judicial,minha medica nova de agora descartou esse hipotese de consiguir o medicamento pq no meu caso ele nunca seria liberado pela justiça pq nao estou hemolisando direito ,me indicou um transplante de medula pelo banco de doares como nao tenho irmãos agora vivo de transfusões e moro longe do hospital moro sozinha esta sendo muito dificil ,mais triste é nao saber quando vai ter uma solução um doador antes de piore ou ela progrida mais ! !

Olá eu tenho 34 anos. Tive leucemia linfoblastica aguda diagnosticada em julho de 2020. Fiz transplante de medula em março, doador foi meu irmão. Não tive complicações, mas agora estou tendo resquícios da doença 0,4% de linfocitos B C 19.
O médico pediu para eu parar com a ciclosporina e tomar bastante sol. Concordam com este procedimento?

Meu esposo tinha leucemia cronica ele tem três irmão compatível,ele fez um transplante de medula no dia 06 de novembro do ano passado agora após 10 meses de transplantado a doença voltou na faser aguda com 50por sento da doença gostaria de saber se ele pode faser novo transplante em pouco tempo de trasplantado. Pois possui 3 doadores compativel

Olá pessoal,

Meu pai tem Leucemia Mieloide Aguda, subtipo M3.. ele teve recidiva, então o transplante passou a ser uma opção. Enquanto os médicos decidiam sobre o transplante, ele passou por ciclos de quimioterapia e semana que vem será internado para início do processo.
Os médicos optaram pelo transplante autologo. Nas pesquisas que eu fiz, essa modalidade é recomendado para Linfomas e Mielomas.. minha dúvida é se é comum transplante autologo em Leucemias deste tipo? Estamos um pouco inseguros em relação a isso, não consegui achar casos na internet..
vocês tem alguma informação a respeito desse caso? Já viram outros semelhantes? Qual a chance de precisar de um novo transplante sendo ele autologo? Neste período pré transplante, vários enfermeiros já perguntaram a ele se este era o primeiro transplante, e ele está ficando bem aflito (e desesperançoso).
Agradeço muito a ajuda de vocês.

Oi Letícia! Quando em recaída da leucemia promielocitica, o TMO autólogo é indicado sim. Não percam as esperanças, este é um tratamento que pode ajudar bastante a chegar na remissão. Se quiserem obter uma segunda opinião médica, a Abrale oferece de forma gratuita o serviço de Telemedicina, com especialistas da Onco-Hematologia. Entre em contato pelo [email protected] ou (11) 3149-5190.

Fiz 6 sessões de quimioterapia e transplante autologo, tinha o linfoma NH de células T, já se passaram 3 meses do transplante e ainda me sinto muito cansada, fraca e sem apetite, a recuperação para esse tipo de transplante é realmente demorado?

Jaqueline, o TMO autólogo é um procedimento que exige muitos cuidados antes, durante e depois. É comum que na recuperação o seu corpo apresente alguns sinais. É importante conversar com seu médico e, se preciso, consultar um nutricionista. Afinal, a alimentação adequada lhe ajudará neste momento. A Abrale oferece, gratuitamente, apoio nutricional. Entre em contato com a nossa equipe pelo [email protected] ou (11) 3149-4190.

Olá me chamo Felipe e estou no d26 de um transplante para leucemia linfoblastica aguda, o doador foi meu irmão com 50% de compatibilidade, e já está sendo estudado um novo transplante enquanto ainda estou internado, terei que passar por todo o preparo de novo , e com as células do meu irmão mesmo será feito o outro a possibilidade de dar certo é a mesma?

Encontrei por acaso o site da Abrale e fiquei emocionada em saber que existe essa associação de apoio. Lendo os comentários revivi o momento em 2019, que fui doadora de medula para minha irmã gêmea. 100% compatível. Ela teve leucemia mieloide aguda. Está muito bem! Deus abençoe cada um de Vocês e encha suas vidas de alegria plena.

Olá, minha filha Pérola foi diagnosticada com LLA tipo B iniciou o protocolo BFM2009, com 8 meses a doença voltou, fez 1 ciclo de Blinatumonabe e fez o transplante 12/11/21 doador irmão 100% compatível, a doença voltou no D+72, suspendeu a ciclosporina, fez corticoide(30dias), ciclosfasmida(1 dose 250mg), e Citarabina(1dose) e 1ciclo com 3 doses de Inotuzunabe, entrou em remissão e já estamos internada pro 2 transplante, neste caso o doadora será a meia irmã 50% de compatibilidade, pq até agora não apareceu ninguém no REDOME, neste caso por ser só 50% as chances de dar errado aumenta? E gostaria de saber sobre o cart Cell?

Olá boa noite ! Minha mãe fez um transplante , ela tem Leucemia LLA , só que em 4 meses após o transplante a doença voltou , ela pode fazer ou transplante ? Ou mesmo fazendo transplante as celulares não conseguiria matar o hospedeiro .

Meu neto está leucemia mieloide aguda LMA ele fez o primeiro transplante agora falaram que ele precisa de um segundo doador eu queria saber qual o risco que ele corre recebendo o segundo transplante
Nome dele Anthony Levy ele tem apenas 1ano e 9 meses está no hospital do graaacc

Pershendetje Burri ime është 48 vjeç është me sëmundjen mjelom multipe si pasojë e sëmundjes kemi bere nje nderhyrje në shtyllën kurrizore pasi sëmundja i kishte ngren një unazë tashti po bejm kimjo terapi si eshte si sëmundje a ka shërim

Eu gostaria de algumas informações!

Minha filha em 2018 foi diagnosticad com LLA quando tinha 2 anos idade fez o primeiro tratamento com quimioterapia em 2 anos e meio após acabar depois de 7 meses teve uma recidiva.

Foi encaminhada para o transplante alogênico não aparentado com 3 meses no hedome apareceu um doador 100%

Fez o transplante porém depois de 7 meses teve outra recidiva

O hospital havia tirado 2 bolsas do doador então minha filha entrou processo de quimioterapia durante 8 meses e ficou apta a fazer o 2° transplante

Fez no dia 06/09/23 hoje ela está com 7 anos e no dia 29/09/23 teve a pega.

Porém a medula dela não está produzindo após a pega mais praticamente ela está recebendo transfusão de dois em dois dias de plaquetas, hemácias e tomando glangulokine e flugastrim

Não sustenta a medula não produz ela recebe transfusão aumenta mais começa cair logo depois .

O que pode ser isso estou procurando na internet mais não acho nada sobre isso podem me ajudar com informações?

E-mail [email protected]
Telefona ZAP (38)98421-8288

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