<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tratamento da policitemia vera Archives - Revista Online ABRALE</title>
	<atom:link href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-da-policitemia-vera/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Oct 2022 15:32:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 21:09:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação e cancer]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[policitemia vera]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da policitemia vera]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://azure3.abrale.org.br/?p=10051</guid>

					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/" title="Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Prato com dieta do mediterrâneo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao.jpg 1000w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/">Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/" title="Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Prato com dieta do mediterrâneo" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/policitemia-vera-alimentacao.jpg 1000w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><strong>Por conta do aumento nas hemácias, causado pela doença, e dos medicamentos utilizados, é comum ficar em dúvida do que está, ou não, liberado comer. Veja as principais orientações!</strong></h2>
<p><span id="more-10051"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>alimentação para quem tem policitemia vera </b><span style="font-weight: 400;">não tem grandes segredos! Em geral, não há alimentos que são totalmente proibidos, mas é importante manter uma dieta equilibrada. Além disso, é preciso estar atento às substâncias que têm o potencial de interferir na ação dos medicamentos utilizados. Por outro lado, há algumas comidas que podem ajudar a amenizar sintomas e incômodos que aparecem ao longo do tratamento. Então, são mais que bem-vindas nas refeições. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro, e principal ponto, que os pacientes de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/policitemia-vera/" target="_blank" rel="noopener"><b>policitemia vera</b></a><span style="font-weight: 400;"> (PV) devem ter em mente quando o assunto é alimentação é ter uma dieta saudável e completa. Isso, de acordo com Isabelle Novelli, nutricionista especialista em Oncologia, significa consumir alimentos que ofereçam todos os nutrientes que o corpo precisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há algumas dietas e comidas que podem ajudar a alcançar esse equilíbrio. Um exemplo é a </span><b>dieta do mediterrâneo</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O padrão alimentar da dieta do mediterrâneo é um dos mais saudáveis que temos. E é um padrão que conseguimos trazer para nossa realidade brasileira &#8211; devemos preferir consumir cereais integrais, como arroz integral e aveia, leguminosas, como feijão, oleaginosas, como castanha do Brasil e castanha de caju e frutas e vegetais diariamente. Além disso, a dieta mediterrânea tem resultados excelentes na saúde cardíaca, que é muito importante para o </span><b>paciente com PV</b><span style="font-weight: 400;">”, Isabelle diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela ainda conta que há estudos indicando que essa alimentação auxilia nos sintomas do tratamento, por ter um efeito anti-inflamatório. Entretanto, ainda não há evidências científicas que comprovem sua ação no controle da doença em si.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ressaltamos que isso não quer dizer que essa é a única alimentação para quem tem policitemia vera. Os pacientes podem, e devem, optar por outras comidas que também sejam saudáveis.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_raw_code wpb_raw_js ads-google-espaco" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-1300176688237179"
     data-ad-slot="4806388710"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>
		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Alimentos restritos para paciente com policitemia vera</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A nutricionista fala que não há nenhum alimento estritamente proibido na PV. Entretanto, reforça a importância de uma alimentação saudável e equilibrada. Sendo que parte fundamental desse hábito inclui reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, por exemplo biscoitos recheados e refrigerantes; evitar o consumo de carnes embutidas, como presunto, e não ingerir <a href="https://revista.abrale.org.br/diabetes-e-cancer/" target="_blank" rel="noopener">excesso de açúcar</a> e gordura.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1649711322497"><img width="1100" height="596" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="O que pode ou não na alimentação para quem tem policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-scaled.jpg 1100w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-400x217.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-1024x555.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-768x416.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera-1536x832.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Outra orientação que Isabelle oferece é em relação à necessidade de cuidado com a higiene. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O momento do tratamento pode ser relacionado com uma diminuição na capacidade imunológica do paciente. Por isso, nessa situação, é necessário tomar muito cuidado com a segurança alimentar para que não haja intoxicação alimentar”, ela pontua. </span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vcex-module vcex-bullets vcex-bullets--vertical vcex-bullets-check"><span style="font-weight: 400">Algumas dicas são:</span></p>
<ul role="list">
<li><span style="font-weight: 400">Higienizar bem as mãos antes de comer ou de preparar o alimento;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Lavar todas as frutas e hortaliças com hipoclorito;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Evitar comer <a href="https://revista.abrale.org.br/alimentos-crus-para-pacientes-oncologicos/" target="_blank" rel="noopener">alimentos crus</a> fora de casa (sucos, saladas, etc.);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Sempre seguir os cuidados que sua equipe de saúde recomendou.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Há algumas crenças que </span><b>alimentos ricos em ferro</b><span style="font-weight: 400">, como carne vermelha, não devem ser consumidos por esses pacientes. Isso aconteceria pois o ferro causaria um aumento nas <a href="https://revista.abrale.org.br/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener">hemácias</a></span> <span style="font-weight: 400">&#8211; que já estão acima do normal na PV &#8211; e pioraria a doença. Porém, a especialista afirma que não há evidência científica demonstrando que consumo de ferro (em doses adequadas e fisiológicas) deixe as </span><b>hemácias altas</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Ao contrário, pode ser que a pessoa tenha até algum grau de deficiência em importantes minerais e vitaminas. Por exemplo, ferro, ácido fólico e vitamina B12. É muito importante que esses parâmetros sejam avaliados pelo profissional de saúde e nenhuma suplementação deve ser realizada sem a orientação”, ela aconselha.</span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1649711508435 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-4808 type-post has-media cat-8396 post_tag-8759 post_tag-8741"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2019/08/durante-cancer-cuidados-com-alimentos/" title="Você sabe como cuidar dos alimentos?"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_115375876.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="cancer no sistema gastrointestinal, quem tem cancer pode comer peixe, quem tem cancer pode comer carne vermelha, quem tem cancer pode comer ovo, dieta para quem tem câncer, alimentos para quem tem cancer, alimentação para pacientes com cancer, alimentação e cancer, alimentos, cancer, alimentos para cancer" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_115375876.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_115375876-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_115375876-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_115375876-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1649711188267"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2019/08/durante-cancer-cuidados-com-alimentos/">Você sabe como cuidar dos alimentos?</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Durante o tratamento oncológico é indispensável não só consumir alimentos de todos os tipos, mas também saber quais cuidados ter&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Atenção à interação medicamentosa!</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de não haver comidas e dietas totalmente proibidas, há dois alimentos que podem <a href="https://revista.abrale.org.br/interacao-medicamentosa-alimentos/" target="_blank" rel="noopener">interferir na ação</a> da <a href="https://revista.abrale.org.br/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/" target="_blank" rel="noopener">hidroxiureia</a> e, especialmente do Ruxolitinibe, que são os principais </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-da-policitemia-vera/" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamentos da policitemia vera</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com o uso desses medicamentos não recomendamos o uso da toranja e da Erva-de-São-João, que podem atrapalhar o metabolismo dos medicamentos”, Isabelle Novelli orienta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1022" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="A toranja é um dos alimentos restritos para paciente com policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-scaled.jpg 1022w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-400x235.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-1024x601.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-768x451.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/alimentos-restritos-para-paciente-com-policitemia-vera-1536x902.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1022px) 100vw, 1022px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center vc_do_btn" ><button class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-md vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-3d vc_btn3-color-juicy-pink">Ainda tem dúvida sobre o que pode, ou não, comer? Comente abaixo! ?</button></div></div></div></div></div>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="alimentacao" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1649700577"
	            data-title="Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/">Qual a alimentação para quem tem policitemia vera?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revista.abrale.org.br/alimentacao/2022/04/qual-a-alimentacao-para-quem-tem-policitemia-vera/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>11</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hidroxiureia: como funciona e quando usar</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 16:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[LMC]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[policitemia vera]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da policitemia vera]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da trombocitemia essencial]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do cancer]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[trombocitemia essencial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://azure3.abrale.org.br/?p=10001</guid>

					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/" title="Hidroxiureia: como funciona e quando usar" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Hidroxiureia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia.jpg 1000w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/">Hidroxiureia: como funciona e quando usar</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/" title="Hidroxiureia: como funciona e quando usar" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Hidroxiureia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><strong>Além de ser utilizada para tratar diversos tipos de câncer, também pode ser indicada para controlar doenças hematológicas não consideradas neoplasias malignas</strong></h2>
<p><span id="more-10001"></span><div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>hidroxiureia </b><span style="font-weight: 400;">é um medicamento  utilizado para o tratamento de algumas doenças hematológicas. A principal é a anemia falciforme, mas também pode ser administrado contra a leucemia mieloide crônica (<a href="https://revista.abrale.org.br/tag/lmc/" target="_blank" rel="noopener">LMC</a>), policitemia vera (<a href="https://revista.abrale.org.br/tag/policitemia-vera/" target="_blank" rel="noopener">PV</a>) e trombocitemia essencial (<a href="https://revista.abrale.org.br/tag/trombocitemia-essencial" target="_blank" rel="noopener">TE</a>). Em geral, não há contraindicações específicas sobre quem não deve tomá-la, mas é interessante que o(a) médico(a) esteja atento a algumas questões antes de prescrever o remédio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Fábio Pires, médico hematologista e especialista em leucemias, mieloproliferações e síndromes mielodisplásicas,  conta que &#8220;a hidroxiureia é uma substância química bem antiga. Ela foi desenvolvida/descoberta no Séc XIX, mas só começou a ser utilizada como agente quimioterápico oral na década de  50/60.”</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_raw_code wpb_raw_js ads-google-espaco" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-1300176688237179"
     data-ad-slot="4806388710"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>
		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Para que serve a hidroxiureia</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Esse medicamento pode ser indicado para tratar diversos tipos de câncer, como melanoma maligno da pele, e doenças não malignas. Entretanto, neste texto, trataremos apenas do uso da droga para o <a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamentos-para-leucemia/" target="_blank" rel="noopener">tratamento da LMC</a>, da PV e da TE. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O hematologista explica que o </span><b>mecanismo de ação da hidroxiureia </b><span style="font-weight: 400;">para essas três doenças é a inibição da proliferação de células do sangue. Ou seja, ela faz com que haja uma diminuição da produção dos três tipos de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">células sanguíneas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (as plaquetas e os glóbulos vermelhos e brancos).</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1648744605888"><img width="1100" height="487" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Dois quadros com células do sangue, um de quando a pessoa tem policitemia vera e outro quando é saudável" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-scaled.jpg 1100w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-400x177.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-1024x453.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-768x340.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/para-que-serve-a-hidroxiureia-1536x680.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Pires diz que há muitos anos a hidroxiureia era uma terapia bastante importante para o </span><b>tratamento da LMC</b><span style="font-weight: 400;">. Entretanto, com o desenvolvimento dos </span><a href="https://revista.abrale.org.br/inibidores-de-tirosina-quinase-sao-importantes-na-oncologia/"><span style="font-weight: 400;">inibidores de tirosina-quinase</span></a><span style="font-weight: 400;">, especialmente o imatinibe, ela passou a ser pouco usada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Às vezes, a gente pode utilizar a hidroxiureia no começo [da terapia], se os leucócitos estiverem muito altos, até ter uma aprovação do imatinibe. Mas, uma vez tendo a aprovação, o paciente não toma mais. Ela era usada no passado, quando não tinha o imatinibe como opção, mas isso há muitos anos.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para o </span><a href="https://revista.abrale.org.br/tag/tratamento-da-trombocitemia-essencial" target="_blank" rel="noopener"><b>tratamento da trombocitemia essencial </b></a><span style="font-weight: 400;">e da </span><b>policitemia vera</b><span style="font-weight: 400;"> o medicamento é indicado para casos considerados de alto risco. Isto é, se a pessoa apresentar “uma história prévia de trombose, ou uma idade que põe o paciente com risco maior de ter episódios de trombose cardíovascular ou neurovascular. Por exemplo, acima dos 60 anos”, o médico detalha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O paciente atendendo essas condições, a hidroxiureia pode ser indicada. Mas é sempre importante lembrar que cada caso é um caso e somente o(a) médico(a) responsável por acompanhar o tratamento pode dizer qual a melhor estratégia.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><b>Quando o remédio não é indicado</b></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Dr. Pires, não há contraindicações específicas, mas ele afirma que é ideal estar mais atento ao uso do medicamento em duas situações. A primeira, é caso o paciente, no momento do diagnóstico, já apresente citopenia, que é redução de plaquetas, leucócitos e/ou </span><a href="https://revista.abrale.org.br/anemia-em-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">glóbulos vermelhos</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Não que você não possa usar, mas tem que ir com cuidado na dose”, ele orienta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="851" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Médica indicando atenção" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-scaled.jpg 851w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-397x280.jpg 397w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-1024x723.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-768x542.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/hidroxiureia-indicacao-1536x1084.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 851px) 100vw, 851px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A segunda situação é se a pessoa tiver alguma doença de pele séria ou histórico de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/atencao-ao-cancer-de-pele-melanoma/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">câncer de pele</span></a><span style="font-weight: 400;">. Isso acontece porque, quando a hidroxiureia é administrada sem interrupção, pode levar a efeitos colaterais na pele.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1648744964609 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_video_widget wpb_content_element vc_clearfix   vc_video-aspect-ratio-169 vc_video-el-width-100 vc_video-align-left" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 class="wpb_heading wpb_video_heading">Veja também: dicas e orientações do Dr. Gerson Geraldo de Paula sobre a hidroxiureia </h2>
			<div class="wpb_video_wrapper"><span class="wpex-responsive-media"><iframe title="Hidroxiureia: como funciona e quando usar" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GbCKn22q5kI?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></span></div>
		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Como tomar hidroxiureia?</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O mais comum é que essa droga seja usada como monoterapia. Isto é, sem estar acompanhada de outros medicamentos. Além disso, ela deve ser tomada diariamente de forma contínua e a dose ideal varia de acordo com alguns fatores. Por exemplo, toxicidade e resposta do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por ser um medicamento oral em comprimido, o próprio paciente faz a administração em casa. Ele “precisa começar a tomar uma determinada dose prescrita pelo médico. Essa dose, em geral, varia de um a dois comprimidos por dia, tem que tomar todos os dias &#8211; não é uma coisa que se toma e para, é um uso contínuo &#8211; e você tem que ajustando a dose conforme a resposta”, o especialista descreve.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1100" height="595" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Pessoa tomando hidroxiureia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-scaled.jpg 1100w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-400x216.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-1024x553.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-768x415.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/como-tomar-hidroxiureia-1536x830.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Se a dosagem proposta inicialmente não estiver gerando a resposta e a melhora esperada, ela pode ser aumentada. Mas, caso houver uma melhora, é possível que o(a) médico(a) avalie se é seguro reduzi-la. Também pode acontecer de “diminuir a dose, conforme a tolerância que o paciente apresenta”, o Dr. Pires acrescenta.  </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_raw_code wpb_raw_js ads-google-espaco" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-1300176688237179"
     data-ad-slot="4806388710"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>
		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Efeitos colaterais da hidroxiureia</b><span style="font-weight: 400;"> </span></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Justamente pelo medicamento ter como objetivo a redução das células sanguíneas, a Drª. Sandra Loggetto, hematologista coordenadora do Comitê de Hematologia Pediátrica da ABHH, diz que um primeiro efeito colateral que pode acontecer é a mielotoxicidade. Isto é, uma diminuição muito drástica e perigosa dessas células do sangue. Por isso, é preciso fazer um acompanhamento frequente das taxas do hemograma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="998" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Homem com dor de cabeça como efeito colateral da hidroxiureia" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-scaled.jpg 998w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-1024x615.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-768x462.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/efeitos-colaterais-da-hidroxiureia-1536x923.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Um outro evento, principalmente em adolescentes e adultos, é a cefaleia (dor de cabeça). A gente não sabe o porquê, mas, às vezes, quando o paciente inicia o tratamento, ele se queixa dessa dor, não sabe o motivo e depois de duas semanas essa dor vai embora. Então, é um evento adverso que é importante de ser falado para que a pessoa não desista de tomar a medicação. Se ela tem essa dor de cabeça, vai medicar para controlar, mas ela tem que insistir no tratamento, porque isso é passageiro”, a médica orienta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros possíveis efeitos colaterais incluem: aftas na boca, náusea e/ou vômito, diarréia e, como mencionado anteriormente, reações na pele. Também é preciso fazer um controle do funcionamento dos rins e do fígado para prevenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, “nos homens, pode diminuir muito a <a href="https://revista.abrale.org.br/homem-que-faz-quimioterapia-pode-ter-filhos/" target="_blank" rel="noopener">produção dos espermatozóides</a>, e, na mulher grávida, pode trazer efeitos no feto”, a Drª. Sandra alerta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1648744952931 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vcex-module vcex-post-type-grid-wrap wpex-clr link-relacionado"><div class="theme-heading border-w-color vcex-module-heading vcex_post_type_grid-heading"><span class="text">Leia também:</span></div><div class="wpex-row vcex-post-type-grid entries wpex-clr left-thumbs"><div class="vcex-post-type-entry vcex-grid-item wpex-clr col span_1_of_1 textleft col-1 entry post-2921 type-post has-media cat-24 post_tag-8780"><div class="vcex-post-type-entry-inner entry-inner wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-md-flex wpex-md-flex-wrap wpex-md-justify-between"><div class="vcex-post-type-entry-media entry-media wpex-relative wpex-mb-20 wpex-md-mb-0"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2018/03/como-tomar-remedios/" title="Qual o jeito certo de tomar remédios"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-medicamentos.jpg" class="vcex-blog-entry-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-medicamentos.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-medicamentos-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-medicamentos-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-medicamentos-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></div><div class="vcex-post-type-entry-details entry-details wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr vc_custom_1648744942382"><h2 class="vcex-post-type-entry-title entry-title wpex-text-2xl wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2018/03/como-tomar-remedios/">Qual o jeito certo de tomar remédios</a></h2 ><div class="vcex-post-type-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"><p>Pode parecer algo simples, mas há algumas regras para que o efeito do medicamento não seja prejudicado Se há algo&hellip;</p></div></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Qual medicamento substitui Hydrea?</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><b>Hydrea</b><span style="font-weight: 400;"> é um dos </span><b>nomes comerciais da hidroxiureia</b><span style="font-weight: 400;">, inclusive um dos mais conhecidos no Brasil. Isto é, esse nome é apenas uma marca, não é o medicamento em si.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em setembro de 2020, o laboratório farmacêutico responsável pela fabricação dessa marca descontinuou a produção do remédio. Dessa forma, desde então, o Hydrea não pôde mais ser encontrado para compra e nem para o uso em hospitais.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1086" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Hydrea é o nome comercial da hidroxiureia que foi substituido pelo TEPEV" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-scaled.jpg 1086w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-400x221.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-1024x566.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-768x425.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/qual-medicamento-substitui-hydrea-1536x850.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1086px) 100vw, 1086px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Mas, isso não quer dizer que não tem mais hidroxiureia disponível. Há um outro laboratório que produz a droga e distribui no país por meio do nome </span><b>TEPEV</b><span style="font-weight: 400;">. Então, o Hydrea foi substituído pelo TEPEV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Fábio Pires confirma que a indicação do uso do medicamento permanece a mesma, bem como a maneira que deve ser tomado. Ele ainda pontua que não se preocupa com a substituição que foi feita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A hidroxiureia é basicamente uma droga muito antiga que já está no mercado há muitos anos e ela funciona como um basicão que o hematologista tem no seu arsenal de ferramentas para diminuir a quantidade de células que o paciente está produzindo. Ambos os medicamentos vão cumprir a mesma função e vão ter os mesmos resultados”, ele conclui.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center vc_do_btn" ><button class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-md vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-3d vc_btn3-color-juicy-pink">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</button></div></div></div></div></div>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="saude" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1648733768"
	            data-title="Hidroxiureia: como funciona e quando usar" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/">Hidroxiureia: como funciona e quando usar</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revista.abrale.org.br/saude/2022/03/hidroxiureia-como-funciona-e-quando-usar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>52</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Policitemia vera é câncer?</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/</link>
					<comments>https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/#_comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natália Mancini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 19:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[natália mancini]]></category>
		<category><![CDATA[o que e cancer]]></category>
		<category><![CDATA[policitemia vera]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da policitemia vera]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://azure3.abrale.org.br/?p=7732</guid>

					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/" title="Policitemia vera é câncer?" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="o que é policitemia vera, policitemia vera o que é, policitemia vera sintomas policitemia, policitemia vera tratamento, tratamento para policitemia vera, o que é policitemia policitemia o que é, policitemia sintomas, policitemia tratamento, policitemia vera hemograma, policitemia vera primaria, policitemia vera é cancer, excesso de glóbulos vermelhos no sangue, policitemia vera é hereditária, excesso de globulos vermelhos, policitemia vera alimentação, excesso de hemacias, globulos vermelhos altos, criterios diagnosticos policitemia vera, excesso de sangue, hemacias altas no sangue, hemacias aumentadas, hemacias elevadas, aumento de hemacias, aumento de hemoglobina, doença no sangue que não tem cura, hemacias alta no hemograma, hemácias aumentadas no sangue, o que significa quando as hemácias estão altas, causas da hemoglobina alta doença no sangue, sintomas de policitemia vera, policitemia vera evolução, causas de policitemia vera" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/">Policitemia vera é câncer?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/" title="Policitemia vera é câncer?" rel="nofollow"><img width="400" height="240" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-400x240.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="o que é policitemia vera, policitemia vera o que é, policitemia vera sintomas policitemia, policitemia vera tratamento, tratamento para policitemia vera, o que é policitemia policitemia o que é, policitemia sintomas, policitemia tratamento, policitemia vera hemograma, policitemia vera primaria, policitemia vera é cancer, excesso de glóbulos vermelhos no sangue, policitemia vera é hereditária, excesso de globulos vermelhos, policitemia vera alimentação, excesso de hemacias, globulos vermelhos altos, criterios diagnosticos policitemia vera, excesso de sangue, hemacias altas no sangue, hemacias aumentadas, hemacias elevadas, aumento de hemacias, aumento de hemoglobina, doença no sangue que não tem cura, hemacias alta no hemograma, hemácias aumentadas no sangue, o que significa quando as hemácias estão altas, causas da hemoglobina alta doença no sangue, sintomas de policitemia vera, policitemia vera evolução, causas de policitemia vera" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><strong>Essa é uma condição que, assim como um tumor, ocorre devido às alterações genéticas que causam uma produção descontrolada das células</strong></h2>
<p><span id="more-7732"></span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Natália Mancini</span></div><br />
<span style="font-weight: 400;">É muito comum que a primeira pergunta dos pacientes, ao receber o diagnóstico dessa doença, seja: “</span><b>policitemia vera é câncer</b><span style="font-weight: 400;">?”. A verdade é que a resposta para essa dúvida não é tão simples, depende de vários fatores e conceitos. Mas, ser ou não na neoplasia, não faz com que a patologia seja menos grave ou necessite de menos atenção. Apesar de ainda não ter sido identificado o motivo do seu surgimento, sabe-se que ela ocorre devido a uma mutação genética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>policitemia vera </b><span style="font-weight: 400;">(PV)</span> <span style="font-weight: 400;">faz parte do grupo das doenças mieloproliferativas</span> <span style="font-weight: 400;">e se manifesta na medula óssea, afetando, assim, a produção de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/celulas-sanguineas-e-cancerosas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">células sanguíneas</span></a><span style="font-weight: 400;">. De acordo com a Drª. Laura Fogliatto, hematologista da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, ela tem origem e evolução muito complexas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal manifestação dessa patologia é a produção em </span><b>excesso de glóbulos vermelhos</b><span style="font-weight: 400;">, especialmente eritrócitos. Por isso, há um espessamento do sangue, ou seja, ele fica mais “grosso”, podendo provocar alterações no fluxo sanguíneo, como problemas circulatórios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, os </span><b>sintomas de policitemia vera </b><span style="font-weight: 400;">mais comuns são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Coceira após o banho (prurido aquagênico)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trombose</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Isquemia em órgãos ou dedos e pernas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fadiga</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Olhos vermelhos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rosto avermelhado</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Má circulação</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que a PV se desenvolve por conta de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/mutacao-genetica-e-cancer/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">mutações genéticas</span></a><span style="font-weight: 400;">. A mais conhecida, presente em 95% dos casos, é a do gene </span><b>JAK2</b><span style="font-weight: 400;">, chamada de V617F.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A mutação em JAK2, que parece ser o estopim da doença, ocorre mais em pessoas acima dos 60 anos. Entretanto, o que ocasiona essa alteração ainda é desconhecido”, conta a Drª. Laura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns pacientes, a evolução da doença acontece de forma lenta, se estabelecendo como uma condição crônica. Por isso, não são todos os casos que necessitam de tratamento. A administração de terapias só é feita caso haja alterações nos exames ou sintomas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1615905333481 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1610390545.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="o que é policitemia vera, policitemia vera o que é, policitemia vera sintomas policitemia, policitemia vera tratamento, tratamento para policitemia vera, o que é policitemia policitemia o que é, policitemia sintomas, policitemia tratamento, policitemia vera hemograma, policitemia vera primaria, policitemia vera é cancer, excesso de glóbulos vermelhos no sangue, policitemia vera é hereditária, excesso de globulos vermelhos, policitemia vera alimentação, excesso de hemacias, globulos vermelhos altos, criterios diagnosticos policitemia vera, excesso de sangue, hemacias altas no sangue, hemacias aumentadas, hemacias elevadas, aumento de hemacias, aumento de hemoglobina, doença no sangue que não tem cura, hemacias alta no hemograma, hemácias aumentadas no sangue, o que significa quando as hemácias estão altas, causas da hemoglobina alta doença no sangue, sintomas de policitemia vera, policitemia vera evolução, causas de policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1610390545.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1610390545-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1610390545-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1610390545-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><a href="https://revista.abrale.org.br/policitemia-vera-sangue-em-excesso/" target="_blank" rel="noopener">Policitemia vera: sangue em excesso</a></p>
<p><span style="font-size: 10px;">A policitemia vera produz células sanguíneas demais e afeta o bom funcionamento do sistema circulatório. </span><a style="font-size: 10px;" href="https://revista.abrale.org.br/policitemia-vera-sangue-em-excesso/" target="_blank" rel="noopener">Leia mais sobre</a><span style="font-size: 10px;">!</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>A policitemia vera é câncer?</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A especialista explica que a definição se a policitemia vera é câncer ou não vem se modificando ao longo do tempo. Isso acontece porque os estudos mais aprofundados sobre a célula doente, o ambiente que ela se encontra e sua interação com as células vizinhas, mostraram que, apesar dela não ser, oficialmente uma neoplasia maligna, possui anormalidades semelhantes.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block vc_custom_1626287965998"><img width="938" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer.png" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Exame para diagnosticar a policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer.png 938w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer-400x256.png 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer-1024x655.png 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer-768x491.png 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer-1536x982.png 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/policitemia_vera_e_cancer-2048x1309.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Por exemplo, a <a href="https://www.abrale.org.br/doencas/leucemia/lma/o-que-e/" target="_blank" rel="noopener">leucemia mieloide aguda</a> (LMA) é um câncer hematológico. Isto está definido há muitos anos. A policitemia vera, por sua vez, pode evoluir para LMA, ou seja, já existe, na sua origem, características ‘malignas’”, diz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Justamente essa complexidade de compreender inteiramente a doença e sua possível evolução para uma LMA ou mielofibrose que torna a PV grave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Existem dezenas de genes alterados que, quando presentes, causam uma verdadeira ‘tempestade’ dentro da medula óssea. Estimulam as células a sobreviverem quando deveriam estar morrendo, a crescer quando não deveriam e ocasionam a produção de proteínas que interferem na coagulação, na fome e na temperatura corporal”, a médica complementa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo do tempo, essas mutações podem se transformar e ocasionar outras mutações. Dessa forma, todo o mecanismo de produção das células sanguíneas pode ficar comprometido e gerar um ambiente sem células. Ou, até mesmo, invadido por células leucêmicas. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1615905333481 vc_row-o-content-top vc_row-flex wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1000" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/10/shutterstock_1075026425.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="o que é policitemia vera, policitemia vera o que é, policitemia vera sintomas policitemia, policitemia vera tratamento, tratamento para policitemia vera, o que é policitemia policitemia o que é, policitemia sintomas, policitemia tratamento, policitemia vera hemograma, policitemia vera primaria, policitemia vera é cancer, excesso de glóbulos vermelhos no sangue, policitemia vera é hereditária, excesso de globulos vermelhos, policitemia vera alimentação, excesso de hemacias, globulos vermelhos altos, criterios diagnosticos policitemia vera, excesso de sangue, hemacias altas no sangue, hemacias aumentadas, hemacias elevadas, aumento de hemacias, aumento de hemoglobina, doença no sangue que não tem cura, hemacias alta no hemograma, hemácias aumentadas no sangue, o que significa quando as hemácias estão altas, causas da hemoglobina alta doença no sangue, sintomas de policitemia vera, policitemia vera evolução, causas de policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/10/shutterstock_1075026425.jpg 1000w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/10/shutterstock_1075026425-400x240.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/10/shutterstock_1075026425-768x461.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/10/shutterstock_1075026425-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div></figure></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><a href="https://revista.abrale.org.br/tudo-sobre-as-doencas-mieloproliferativas/" target="_blank" rel="noopener">Saiba tudo sobre as doenças mieloproliferativas</a></p>
<p><span style="font-size: 10px;">Esse grupo de doenças é constituído por cânceres raros do sangue que podem evoluir para outra neoplasia mais agressiva. </span><a style="font-size: 10px;" href="https://revista.abrale.org.br/tudo-sobre-as-doencas-mieloproliferativas/" target="_blank" rel="noopener">Leia mais sobre</a><span style="font-size: 10px;">!</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><b>Tratamento para policitemia vera</b></h2>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O tipo de terapia indicada varia conforme a fase da doença na qual o paciente está. Na inicial, por exemplo, a pessoa pode estar em bom estado geral, com a vida praticamente normal e necessitar somente de acompanhamento médico. Em outras situações, pode ser necessário realizar a flebotomia, retirada de sangue para afiná-lo, ou administrar tratamento medicamentoso. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="987" height="600" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-scaled.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="Tratamento da policitemia vera" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-scaled.jpg 987w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-400x243.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-1024x623.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-768x467.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-1536x935.jpg 1536w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2021/04/tratamento_para_policitemia_vera-2048x1246.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 987px) 100vw, 987px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Outros fatores que são levados em consideração são a idade da pessoa, episódio prévio de trombose e se existem fatores de risco para doença cardiovascular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas fases que necessitam de intervenção terapêutica por meio de medicamentos, podem ser utilizadas Hidroxiureia, distribuído pelo SUS, e Ruxolitinibe. Como terapia complementar, o médico pode indicar o uso de aspirina também com o objetivo de afinar o sangue.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A doutora ressalta que a PV não tem cura, é uma doença crônica, e o objetivo do tratamento é controlá-la, para evitar que ela evolua e também oferecer boa qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ainda que tenham um risco aumentado de trombose, além dos efeitos colaterais do tratamento, o paciente pode nunca ter a transformação para os quadros mais graves citados anteriormente, desde que faça o acompanhamento de forma adequada. Mas, é importante que os pacientes saibam desse potencial de complicação. E, dentro deste contexto, seria ótimo se nossos hospitais fossem capacitados para estudar mais a fundo esses genes envolvidos na policitemia vera”, finaliza a Drª. Laura Fogliatto.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center vc_do_btn" ><button class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-md vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-3d vc_btn3-color-juicy-pink">Deixe sua opinião ou dúvida sobre esta matéria abaixo! ?</button></div></div></div></div></div>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="saude" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1617811743"
	            data-title="Policitemia vera é câncer?" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/">Policitemia vera é câncer?</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/policitemia-vera-e-cancer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>51</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
