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PTI, quando retirar o baço?

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A trombocitopenia imune primária (PTI) ocorre devido a uma alteração nos anticorpos que passam a atacar as plaquetas. O baço é responsável pela maior parte das plaquetas destruídas

Escrito por:

Natália Mancini

A trombocitopenia primária imune (PTI) é uma doença hematológica que causa uma queda nos níveis das plaquetas, deixando o paciente vulnerável. Em alguns casos, um dos possíveis tratamentos é a cirurgia da retirada do baço que tende a tornar a doença estável.

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A trombocitopenia primária imune ou púrpura trombocitopênica idiopática, mais conhecida como PTI, é uma doença hematológica autoimune que acontece devido à destruição das plaquetas. Ou seja, o próprio corpo da pessoa combate as plaquetas pois as enxerga como um invasor.

A doença recebe esse nome pois “trombocitopenia” significa justamente uma queda no número de plaquetas. Enquanto “púrpura” é o nome dado às manchas roxas no corpo, um dos principais sintomas dessa doença.

Porém, antes de entender mais sobre a PTI, é preciso saber a importância das plaquetas no corpo humano.

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O que são plaquetas?

Elas também podem ser chamadas de trombócitos, fazem parte da composição do sangue e são produzidas na medula óssea.

Sua principal função é iniciar o processo de coagulação do sangue quando acontece algum trauma.  Dessa forma, ao se agruparem, formam um tipo de rolha para impedir o sangramento rapidamente. Isso oferece ao corpo tempo suficiente para que ele possa reparar a lesão e evitar maiores perdas sanguíneas.

Uma pessoa saudável possui a contagem de plaquetas entre 150.000/mm3 e 400.000/mm3 de sangue. Dessa forma, quando essa quantidade chega abaixo de 100.000/mm3, pode ser considerado como um indício da trombocitopenia.

Como é feito o diagnóstico datrombocitopenia, contagem de plaquetas, manchas roxas no corpo, o que é pti, pti, PTI DOENÇA, trombocitopenia imune primária, diagnóstico pti, pti tem cura trombocitopenia?

A Drª Maricy Almeida, especialista em coagulopatia no IBCC Oncologia, explica que o diagnóstico de PTI é feito por exclusão. Isso acontece pois não existe um exame laboratorial que detecte essa doença. Então, é analisado o histórico clínico da pessoa, o exame físico, além do hemograma completo e esfregaço de sangue periférico.

“O diagnóstico é dado quando houver presença de trombocitopenia isolada, ou seja, sem alterações no esfregaço sanguíneo e no hemograma. Além de descartar outras condições clínicas associadas à queda das plaquetas, como infecções, doenças autoimunes, neoplasias, efeito adverso de medicamentos, entre outras”, explica a Drª Maricy.

É importante também realizar exames para doenças infecciosas que podem se manifestar, inicialmente, com queda das plaquetas. Por exemplo, HIV e Hepatite C. Além de também ser preciso descartar a possibilidade de tumores ou mielodisplasia.

Qual o tratamento para PTI?

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Existem alguns possíveis tratamentos para a PTI, dependendo da quantidade de plaquetas do paciente.

Se ele estiver com trombocitopenia de leve a moderada (30.000-50.000 por mililitro) e não apresentar sintomas, a tendência é que não seja necessário fazer tratamento.

Porém, se a quantidade de plaquetas estiver muito baixa (menos de 30.000/mm3) e/ou houver sangramento, é preciso dar início aos medicamentos.

Segundo a Drª Maricy, “a pulsoterapia com corticoides é a escolha inicial para o tratamento da PTI.  Sendo que a maioria dos adultos responde a esse esquema dentro de uma a duas semanas. ”

Caso o paciente não apresente a resposta esperada, é administrada a imunoglobulina intravenosa. Essa opção também pode ser utilizada em casos de emergência.

“Outra possibilidade para controle a longo prazo após falha da corticoterapia é a retirada do baço, cirurgia chamada de esplenectomia”, explica a especialista.

Caso aconteça a refratariedade, diversas outras medicações imunossupressoras podem ser usadas para aumento de níveis plaquetários. Recentemente, uma nova classe de medicações chamada agonistas do receptor de trombopoetina também vêm sendo utilizadas e apresentando bons resultados.

Retirar o baço: sim ou não?trombocitopenia, contagem de plaquetas, manchas roxas no corpo, o que é pti, pti, PTI DOENÇA, trombocitopenia imune primária, diagnóstico pti, pti tem cura

Quando a pessoa tem PTI, os anticorpos dela passam a enxergar as plaquetas como algo estranho que precisa ser combatido e “grudam” nelas. Em seguida, elas são destruídas por células chamadas macrófagos, encontradas, predominantemente, no baço, fígado e medula óssea.

“Dessa forma, a retirada do baço tem como explicação o fato desse órgão ser o principal responsável pela destruição plaquetária. Além de conter cerca de 25% da massa linfóide envolvida na produção de anticorpos deficientes causadores da doença. A cirurgia remove um dos principais locais de destruição plaquetária e também minimiza a produção de anticorpos que vão atacar as plaquetas”, explica a médica.

A esplenectomia só é recomendada caso haja uma falha da terapia inicial com corticoide; contagem de plaquetas menor que 10.000/mm³ sem sangramentos; resposta não esperada após 3 meses de tratamento; o paciente desenvolva efeitos colaterais ou resistência ao corticoide ou a imunoglobulina endovenosa.

“A indicação do procedimento cirúrgico deve ser avaliada individualmente, levando em conta diversos fatores do paciente como idade, presença de comorbidades e outros que podem elevar o risco cirúrgico”, conta a Drª Marcy.

Caso o médico opte por realizar a esplenectomia, é preciso ter cuidado com o aumento das chances de infecções. Por isso, os pacientes devem ser imunizados para Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae b, e Neisseria meningitidis antes do processo cirúrgico.

Outro cuidado pré-cirúrgico necessário é a realização de um exame de imagem abdominal. O objetivo é avaliar se há presença do baço acessório, um tipo de “segundo baço” que pode levar à uma recaída da doença após a esplenectomia.

“O sucesso terapêutico na PTI crônica a curto (até 24 semanas) e a longo prazo (em cinco anos) é de 92 e 72%. Porém uma menor porcentagem dos pacientes pode apresentar recaída de doença, sendo necessário novos tratamentos com imunossupressores”, conta a médica.

A trombocitopenia tem cura?trombocitopenia, contagem de plaquetas, manchas roxas no corpo, o que é pti, pti, PTI DOENÇA, trombocitopenia imune primária, diagnóstico pti, pti tem cura

A PTI é considerada uma doença benigna e de curso crônico. Ou seja, ela não possui cura, porém o paciente pode ter uma vida normal controlando o nível de plaquetas.

“A PTI crônica tem uma taxa de reversão espontânea sem recidiva em torno de 5%. Na maior parte dos casos a doença é controlável com o uso de imunossupressores. O objetivo é que após a suspensão dos imunossupressores, o nível plaquetário se mantenha estável”, explica a especialista.

Porém, existem alguns fatores de risco que podem causar um desequilíbrio na quantidade de plaquetas. Por exemplo, infecções, vacinação, uso de medicações específicas, gravidez e procedimentos cirúrgicos.

A mortalidade por PTI é muito baixa (entre 0,7% e 7,5%) e está relacionada a complicações hemorrágicas. Isso normalmente ocorre quando o nível plaquetário está extremamente baixo (< 10.000/mm³), levando a sangramentos localizados, como no Sistema Nervoso Central e trato gastrointestinal.

A Drª. Marcy conta que “nessas situações específicas é indicada a transfusão de plaquetas para tentar minimizar os danos causados pelo sangramento”.

É preciso seguir alguma dieta?

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Não existem alimentos específicos para quem tem PTI.

“Os pacientes devem ficar atentos, pois alguns suplementos e vitaminas podem afetar as plaquetas e aumentar a chance de sangramento. Dessa forma, o ideal é sempre entrar em contato com o médico hematologista em acompanhamento para uso seguro de suplementações dietéticas”, diz a especialista.

Quem tem PTI pode doar sangue?

“A Púrpura Trombocitopênica Idiopática (PTI) é uma doença de natureza autoimune. Devido a isso, se ocorrida na idade adulta, mesmo que esteja controlada e com a quantidade de plaquetas estável, é considerada inaptidão definitiva” finaliza a Drª Marcy.

 

Sem medo dos corticoides

Como fazer o desmame do corticoide


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Tive PTI no dia 18-04-2019 no exato dia que completei 30 anos. Minhas plaquetas foram a 0. Fiquei 19 dias internado na UTI msm sem sentir absolutamente nada, somente as petequias nas pernas e 1 pequeno corte no labio q nao parava de sangrar de sintoma. Nos primeiros dias recebi plaquetas porem de nada adiantaram, partiram para uma segunda opcao q foi a imunoglobulina q tbm nao adiantou. Fiquei mais de uma semana abaixo de 10 mil plaquetas.

Lendo estas publicacoes vejo q tive miita sorte pois em todas as q li e li muitas e muitas pesquisas por conta, nao mencionam a terceira opção q salvou minha vida e nao foi a ESPLEQUITOMIA e sim 4 doses 1 por semana de um medicamento que se chama Rituximabe que é uma quimio.

Nao foi descoberto nem comprovado o q ocasionou a PTI em mim apenas suspeita que uma caxumba q tive meses antes pode ter sido um gatilho, mas nao duvido tbm apesar dos medicos dizerem q nao q o excesso de medicamentos para dor que eu estava tomando com frequencia semanas antes por estar expelindo uma pedra no rim ou a litotripsia pode ter ocasionado isso tudo.

Des da alta faço acompanhamento com Hematologista e Reumatologista e tomo dia sim dia nao 1 comprimido de 5mg de prednisona e 1 de calcio.

Agradeço a toda equipe do hospital Sobam pitangueiras em Jundiai.

Espero ter ajudado alguem.

Graças a Deus !!! Eu fiz todos os tipos de medicamentos possíveis, várias quimio de nada adiantou. Hoje completa 30 dias que fiz a esplenectomia, meu número de plaquetas subiu pra 799mil, mas já estou com sintomas de que o nível está super baixo. Estou com vários hematomas, petequéias e muito sangramento pela gengiva. Retorno com meu médico dia 06/01, estou tristeeeee. Mas enfim, nunca ouvi falar desse medicamento.

O corticóide destruiu meus joelhos e estômago. Já fiz cirurgia e não melhorou. Predinisona não adiantava mais.

Descobri a PTI em 2015 após uma dengue hemorrágica. Não respondia a corticoide e nem a imunoglobulina, como estava acima do peso não foi aconselhado a retirada do baço. Foi quando minha média me passou o Nplate (romiplostim), precisei de processo judicial para conseguir comprar a medicação, mas foi o tratamento que funcionou e funciona até hoje. Hoje fui na revisão na minha médica, como comecei a preder peso, ela pediu para considerar a retirada do baço, mas teria que perder mais peso. Estou na dúvida se faço isso ou continuo quieta com o meu tratamento.

Olá ! Como você conseguiu o medicamento ? Me explica ? Eu tenho PTI desde os meus 5 anos, retirei o baço com 6 anos, estou com 30 anos e minhas plaquetas sempre caem e eu morro de medo ainda, meu médico me receitou o REVOLADE 75 mg porém o remédio custa 6 mil reais cada caixinha e preciso de 2 delas, o convênio não quer liberar já tentei 4 vezes e nada, pode me passar o contato do seu advogado e da sua médica ? Preciso tomar esse remédio urgente estou desesperada ! Estou atualmente com 15 mil plaquetas apenas.
Obrigada ! Beijos

Olá , descobri que tenho Pti em Outubro de 2018, Fiz tratamento com predinsona 60 mg uma vez ao dia por 4 meses , engordei 14 quilos , minhas plaquetas aumentaram de 20.000 para 100.000 em alguns exames 140.000 , depois fiz o desmame do corticoide e as plaquetas voltaram a cair , não estou mais tomando mais medicamento e as plaquetas não ultrapassam de 40.000 , as manchas roxas sempre estão no meu corpo,sinto um cansaço imenso . Minha pergunta É a seguinte , passei em um concurso , vai ter a parte de exames , como posso fazer para garantir minha vaga já que passei má a com certeza no exame de sangue vão questionar sobre minhas plaquetas , existe alguma regra para portadores de pti ?
Podem me ajudar por favor .

Simone, também tenho esse medo já fui aprovado no concurso da polícia militar de mg e eles me reprovaram no exame médico, perdi até a vontade de estudar para concurso público, já que todo concurso eles pedem hemograma completo com contagem de plaquetas. não sei mais o que fazer, gostaria muito de saber se você conseguiu tomar posse no cargo

Olá Paulo , passei no concurso só que foram convocadas as notas maiores , então não sei se chegasse a fazer o exame de hemograma se seria contratada devido a Pti.
Infelizmente até para começar um novo trabalho exigem um hemograma e fica bem complicado para ser contratada .
Mas nós concursos temos que ver bem o edital e caso passe em concurso entrar na justiça .
Muito injusto não poder participar de concursos e ter oportunidades melhores .
Um abraço.

Há um ano realizei a esplenectomia total devido a PTI. Iniciou quando eu estava com 18 anos, foi um período muito difícil, pois o tratamento era realizado com muito corticoide para tentar que as plaquetas subissem, e mesmo com uma dosagem de 40mg por dia elas caíram até para 13 mil. A esplenectomia resolveu de imediato, foi bem complicado mas hoje tenho uma vida normal sem baço.

Olá, em mim a PTI surgiu em 2004 aos 20 anos de idade, cheguei a ter 3mil plaquetas. Fiz tratamento com corticoides, imunoglobulina e não foi satisfatório. Em março de 2005 fiz a esplenectomia, graças a Deus deu certo, de lá pra cá nenhum exame que fiz deu menos de 300mil plaquetas e nunca mais tomei nenhum medicamento para PTI.
Mas gostaria de tirar uma dúvida: no caso mais recente em que estamos passando pela pandemia do coronavirus, existe algum risco adicional pra pessoas como eu que não tem mais o baço?
Grato!

Descobri a pti em 2013. Fiquei internada por 15 dias até receber o diagnóstico. Então comecei o tratamento com corticóide. Minhas plaquetas chegaram a 1000 , com o tratamento subiam pra mais de 100.000, mas quando eu desmamava caiam tudo de novo. Em 2015 reitero o meu baço, e graças a Deus não caíram mais. Foi um momento difícil . tomava 80mg por dia, o que me engordou muito, muitas rachaduras nos pés e mãos, não dormia. Mas hoje estou bem

Infelizmente fui diagnosticado com PTI no dia 15/08/19 com 22 anos de idade, fiquei 15 dias internado e cheguei a 8 Mil de plaquetas. logo em seguida perdi meu emprego na área militar após servir a esse país por 5 anos da minha vida. Recebi alta do hospital e nos próximos meses já fui notificado que perderia meu emprego …. ( “sem motivo” 👎 )

😔😔

É possível nascer um novo baço? Minha amiga retirou e viveu muito bem, porém ingravidou e teve alguns problemas com as plaquetas, com tempo melhorou mas agora ela fez um exame e consta que nasceu um novo baço, mas menor. Isso é possível? Vai dar problemas pra ela?

Olá,minha filha tem12anos sofre com plaquetas baixas,e entrou no período de menstruação…já tomou todo tipo
de medicação acima citados,n ada resolve … As plaquetas dela quando sobe,uma vez ou outra,cai bruscamente!! Ela tava tomando Eletrobompague mas não tá resolvendo,e tá em falta,h Hemopa Belém,estamos pela misericórdia de Jesus!!!🙏

Então perdi minha mãe com diagnóstico de PTI não deu nem tempo de começar tratamento porque ela chegou ao hospital com plaquetas de mil, internaram ela em um CTI de Covid 19 para começar os testes para Covid e nisso ficou fazendo hemotransfusão de plaquetas sem sucesso e nem transferiram para outa instituição para outros tratamentos. Após 8 dias depois do resultado de Covid negativo conseguimos a transferência dela mais já era tarde porque ela começou com hemorragia digestiva e evoluiu para choque hemorrágico vindo a óbito dia 21/05/2020

Oi já.faz 26.anos que retirei o baço e tomei a injeção que e recomendado e dela la pra cá não do meu mais devido a esse virus que estamos enfrentado devo tomar e onde encontra esse injeção

Descobri a PTI em março de 2018, estava com petéquias e o corpo cheio de manchas roxas. Tive uma hemorragia grande quando menstruei, procurei ginecologista, ele me encaminhou para hematologista, em outra cidade moro no interior e não temos Hematologista. Estava com 1.000 de plaquetas 13 dias de internação e cheguei a 17.000 de plaquetas. Depois da pulsoterapia, fui para casa com 60 mg de prednisona. Em 2 anos, 21kg a mais. Cataratas decorrente da prednisona, já fiz cirurgia de um olho, cabelo caiu muito mesmo. E seis pulsoterapias, imunoglobulina e já tomei plaquetas também, onde as plaquetas chegaram a 1.000 novamente. Em junho de 2020 em plena pandemia tive que fazer a esplenectomia. Já fazem 2 meses. Ainda em tratamento, plaquetas em 83.000. caso não chegue em 100.000 até setembro mudarei novamente a medicação. Já cadastrei e recebo a revista a Abrale.

Sua historia e igual a minha fiquei um mes internada corticoides nao resolveu fiz imunoglobina subiu vim pra cs so q hj fiz exame caiu metade me ajudou muito seu relato so q tem um ano como vc esta hj ?

Meu filho fez a cirurgia para retirada de baço e com 30 dias fez o hemograma para vê se teve aumento das plaquetas. O resultado foi 53 mil de plaquetas. Será que a cirurgia não teve sucesso ou demora mais tempo para o aumento das plaquetas?

Fiz a retirada do baço por PTI ,POSSO TOMAR A VACINA CONTRA O VÍRUS COVID 19 ?

Minha Mãe tem 77 anos e foi diagnosticada com PTI a mais de 40 anos (Para controlar foi retirado o BAÇO em 2016) e gostaria de saber se deve fazer a VACINA COVID-19 ???

Meu filho foi diagnosticado com pti a 4 meses e desde então está na quarta internação, fez corticoide, imunoglobulina, transfusão de plaquetas e nada adiantou, o único medicamento que fez subir foi o revolade, porém ele teve uma epatite medicamentosa e por isso foi suspenso, a 3 semanas começou um novo tratamento com romiplostim, mas a 3 dias atrás teve uma convulsão devido a um sangramento cerebral, não sei mais o que fazer, estou desesperada!

Olá me chamo Carise Bernardes tenho 29 ano,.
Descobri que tenho PTI a um mês atrás, fiquei uma semana internada no hospital HUSM de Santa Maria, com hemorragia menstrual e sangramento no nariz,
por um exames de sangue deu as plaquetas em 10 mil, me internaram na hora, ao longo dessa semana fiz vários exames, biópsia pra saber o porquê as plaquetas tão baixas, mas todos os exames não foram capazes de dizer o porquê delas baixarem tanto, então depôs de dois dias internada elas baixaram para menos de 1mil plaquetas foi aí que fiz hemunoglobina, e recebi uma bolsa de plaquetas, no segundo dia desse tratamento as plaquetas estavam em torno de 101 mil, recebi alta e continuei fazendo acompanhamento médico uma vez na semana, porém depois de uma semana em casa no exame de rotina apontaram uma queda nas plaquetas novamente, agora com 30 mil estou em casa tomando 4 compridos de corticóide e 4 de prednisona por dia durante 21 dias.
Para ver se vai ter algum resultado, mas tenho muitas petéquias no corpo e uma ferida no nariz que não sara nunca!
Sinto muita dor nas pernas nas costas e o cansaço anda sempre comigo!

Escrito por:

Natália Mancini

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