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Quem deve tomar a 3ª dose da vacina contra o coronavírus

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Os pacientes oncológicos devem ficar atentos à imunização completa, incluindo uma provável terceira dose

Escrito por:

Natália Mancini

A aplicação da  vacina contra o coronavírus teve início em janeiro de 2021 e, até o final de agosto, 27,24% haviam recebido as duas doses ou o imunizante de dose única. Devido à propagação de novas variantes e a diferença na resposta imunológica que os pacientes imunossuprimidos podem apresentar, uma nova rodada, disponibilizando uma terceira dose, terá início em setembro.

2020 começou como um ano normal, mas em poucos meses mostrou que de comum, ele não teria nada. Máscara de proteção, álcool em gel e distanciamento físico passaram a fazer parte da rotina. 

Somente no Brasil, já são mais de 384 mil mortes devido à COVID-19 e mais de 14,2 milhões de casos confirmados. No mundo, esses números chegam a 3,07 milhões de mortes e mais de 145 milhões de casos.

Os pesquisadores trabalharam – e continuam trabalhando – arduamente para descobrir alguma forma de impedir que a doença se espalhe ainda mais. Como resultado, algumas vacinas foram criadas, estão sendo testadas e, em alguns países, já aplicadas na população.

“A vacina para coronavírus é muito desejada, inicialmente, por uma questão de  saúde pública, para conseguirmos controle de mortalidade e morbidade  relacionada à doença e para reduzirmos as taxas de transmissibilidade”, diz o Dr. Lucas Rocker Ramos, infectologista no Hospital São Camilo

Ele também ressalta que a questão socioeconômica tem uma grande influência nesse desejo. Isso porque, a vacina possibilitaria que o convívio social e a geração de renda retornassem próximo ao que eram antes da pandemia.

 

Como as vacinas funcionam?

De um modo geral, as vacinas simulam uma doença e fazem com que o corpo crie imunidade contra aquele agente infeccioso. Assim, caso a pessoa seja exposta ao microrganismo real, o corpo já saberá como produzir os anticorpos para combatê-lo. Consequentemente, ou os sintomas serão mais amenos e a recuperação mais rápida, ou a pessoa não irá adoecer. 

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O mecanismo de ação da vacina é a maneira pela qual o imunizante faz a simulação da doença. Há duas formas mais comuns: a primeira é por meio do vírus vivo atenuado. Ou seja, um vírus que tem uma capacidade menor de se replicar, então não consegue causar a doença. Já a segunda, é por meio do vírus inativado, dessa forma é feita uma alteração na sua composição e ele fica impossibilitado de se replicar.

De acordo com o Dr. Ramos, apesar da meta de um imunizante ser 100% de eficácia contra um vírus, ela ainda não foi alcançada por nenhuma vacina. “Todas têm como objetivo minimizar riscos”, ele diz.

O especialista salienta que o importante é oferecer uma cobertura vasta da vacina contra o coronavírus. Isso acontece porque, devido ao período de pandemia, essa é uma das principais formas de controlar a transmissão e reduzir a quantidade de casos graves que necessitam de internação.

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Como a vacina contra o coronavírus funciona?

Mais de 190 possíveis vacinas foram criadas ao longo dos últimos meses. Porém, dessas, apenas uma parte seguiu para o estudo clínico e uma parcela menor está na fase 3. Essa é a última etapa de pesquisa, quando é verificada a eficácia do imunizante. As três vacinas mais adiantadas e que também está com maior destaque no Brasil são as da farmacêutica Pfizer, Sinovac e Universidade de Oxford-AstraZeneca. Cada uma com o seu mecanismo de ação.

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Algumas questões estão sendo levantadas em relação ao desenvolvimento da vacina contra o coronavírus. Uma das principais é se a rapidez com a qual ela foi aprovada pode colocar em risco sua segurança.

“Todos os estudos estão avaliando, principalmente, segurança e eficácia das  vacinas. Em dados preliminares e em etapas anteriores dos ensaios clínicos, as  vacinas, durante o período de acompanhamento, mostraram-se seguras. Porém,  todos os estudos estão em andamento e essa segurança continuará sendo  avaliada constantemente, mesmo após a aprovação emergencial para o uso”, o doutor explica.

Além disso, o infectologista afirma que antes de aprovar o uso de uma vacina, as agências de vigilância sanitária analisam, de forma rígida, uma série de critérios. Como os resultados preliminares e a aplicabilidade do imunizante.

Outro fator que facilita uma aprovação mais rápida é a evolução dos métodos de pesquisa e da ciência. Com eles, é possível ter resultados confiáveis mais precocemente. 

“Nunca se aprovou uma vacina tão rapidamente na história, porém esta é a  maior pandemia do século”, o Dr. Ramos reflete. 

Ele ainda completa que não existe o risco de desenvolver COVID-19 por meio da imunização com alguma dessas três vacinas.

Produzida pelo laboratório Sinovac, a vacina CoronaVac utiliza o próprio vírus SARS-CoV-2 inativado para gerar a imunização.

“Esta é a  única metodologia, entre as três, já conhecida e empregada historicamente”, o Dr. Ramos conta.

Após ser isolado em laboratório, o vírus passa por um processo de multiplicação, seguido pela inativação. Ou seja, os cientistas aumentam a quantidade de vírus existente e, depois, realizam um procedimento químico, bloqueando sua proliferação. Com isso, o microrganismo perde a capacidade de causar infecção.

Uma outra substância, chamada de adjuvante, é adicionada à fórmula para criar a vacina. Quando aplicada na pessoa, o corpo inicia o processo de defesa, produzindo o anticorpo certo para o combate. Dessa forma, é criada uma espécie de “memória”, que preserva os anticorpos, facilitando o enfrentamento caso a pessoa entre em contato com o vírus real.

Ela deverá ser aplicada em duas doses, com um intervalo de 14 e 28 dias entre elas.

A imunização, utilizando a CoronaVac, teve início no dia 17 de janeiro de 2021. Poucos minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter aprovado o uso emergencial.

O infectologista conta que o imunizante da Universidade de Oxford-AstraZeneca utiliza um adenovírus inativado. Normalmente, o adenovírus é responsável por causar resfriados comuns. Entretanto, nessa situação, ele passa pelo processo de inativação e, por meio da engenharia genética, recebe um fragmento do RNA do SARS-CoV-2. Esse fragmento tem a função de produzir a proteína Spike, as espículas (“coroas”) que o coronavírus possui. 

“Esta  proteína é imunogênica e induz a produção de anticorpos e imunidade celular”, ele fala.

Então, uma vez que a pessoa recebe essa vacina, o corpo passa a fabricar essas coroas e o sistema imunológico é estimulado a produzir anticorpos contra elas. 

Quando a defesa já foi produzida, ela também fica armazenada. Assim que acontecer a exposição à COVID-19, o sistema de defesa barra a entrada do vírus  nas células. 

Ela também seria administrada em duas doses, mas com um intervalo de um mês entre elas. 

Uma polêmica gira em torno dessa vacina, pois um erro no estudo obteve resultado superior em comparação com o  teste “correto”. O que aconteceu foi que um primeiro grupo, com 8.895 pessoas, recebeu as duas doses completas e a eficácia foi de 62%. Já o segundo grupo, com 7.741 voluntários, recebeu, na primeira vez, metade de uma dose completa e, na segunda, a dose completa. Nessa situação, a eficácia foi de 90%. 

Os resultados estão sendo reavaliados para entender se é uma questão de mecanismo biológico ou de estatística. Ou seja, se o efeito é realmente diferente ou se o contraste ocorre por haver três vezes menos pessoas que receberam uma dose e meia. 

Esse imunizante também recebeu aprovação da Anvisa no dia 17 de janeiro e já está sendo aplicada na população brasileira.

O Dr. Ramos conta que fazendo uso do “mecanismo mais inovador entre as imunizantes, a vacina da Pfizer utiliza RNA mensageiro envolto em uma molécula lipídica. ”

Esse RNA mensageiro leva a informação, como se fosse uma receita, para que o corpo produza a proteína Spike. Conforme ela é fabricada, a produção de anticorpos para combatê-la é desencadeada, induzindo a resposta imunológica.

Assim como as outras duas, ela também precisa ser administrada em duas doses e o intervalo é de 21 dias.

Lugares como o Reino Unido e os EUA utilizaram esse imunizante para vacinar as primeiras pessoas contra a COVID-19. A Anvisa também registrou, definitivamente, esse imunizante no Brasil. No dia 03 de março de 2021, o Ministério da Saúde afirmou que irá comprar doses da vacina para complementar o Plano Nacional de Imunização.

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Vacina contra o coronavírus e pacientes oncológicos

“Essas pessoas precisam ser avaliadas de forma individualizada  para saber o grau de imunossupressão e qual o diagnóstico e o tratamento oncológicos instituídos”, o médico orienta.

Inicialmente, quando tanto a vacina CoronaVac, quanto a Oxford-AstraZeneca foram aprovadas no Brasil, ainda não havia respostas sobre a segurança de imunizar os pacientes oncológicos. Isso aconteceu porque todos os estudos têm critérios de inclusão e exclusão para que o voluntário da pesquisa possa participar do ensaio clínico. Geralmente, por questões de  segurança, os pacientes oncológicos são excluídos nas fases iniciais dos  estudos. O motivo é que, em geral, as pessoas com câncer possuem a imunidade deficiente. Dessa forma, não se sabia como essas vacinas agiriam para essa população. 

Porém, passado algum tempo da aprovação, os médicos e pesquisadores conseguiram juntar mais informações e analisaram que sim, é seguro que os pacientes com câncer tomem a vacina contra a COVID-19

“Está previsto dentro dessas fases de vacinação prioritárias que os grupos de pacientes com comorbidades, como o câncer, sejam chamados”, informa a Drª. Marcia Garnica Maiolino, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro e infectologista da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Complexo Hospitalar de Niterói.

Ela conta que essa mudança aconteceu pois quando as pessoas com câncer desenvolvem COVID-19, têm uma maior chance de ter a forma grave da doença. A vacinação é indicada tanto com os  imunizantes que já estão sendo aplicados no país, como todos aprovados em outros locais.

“Então, não há contraindicação com relação a isso. O que ainda não temos certeza é se a eficácia vai ser igual em pacientes imunossuprimidos, como os oncológicos, em relação à população no geral. Mas não há nenhum impedimento e essa população deve ser vacinada”, a especialista salienta.

É importante lembrar que as vacinas aprovadas no Brasil são indicadas para pessoas com maiores de 18 anos. Com exceção da vacina da Pfizer, que pode ser aplicada a partir dos 16.

Nos casos dos pacientes que fazem tratamento contínuo, é importante vacinar assim que for possível. Já para aqueles que realizam a terapia em ciclos, o médico responsável pode tentar ajustar a vacinação para um momento no qual o paciente esteja com a imunidade um pouco mais alta. Mas a questão do momento não é uma contraindicação ou impedimento, é só um detalhe que pode ajudar na eficácia.

“Reforço que não existe contraindicação em relação à falta de segurança dessas vacinas. Então, esses pacientes podem ser vacinados durante o seu tratamento, seja ele quimioterápico, radioterápico ou de imunoterapia”, a Drª. Márcia diz.

O único ajuste que alguns casos podem precisar é se o paciente tiver uma queda no número de plaquetas. Inclusive para evitar que a pessoa tenha sangramento no local da aplicação. Mas, de acordo com a médica, esse ajuste é fácil.

Para as leucemias crônicas, vale o mesmo! Os pacientes devem ser vacinados assim que a vacinação para esse grupo estiver disponível. Aqui, vale ficar atento à idade do paciente! Caso o paciente faça parte de algum grupo prioritário por idade, pode procurar um posto de vacinação assim que sua faixa etária for chamada.

Também é indicado que pacientes que realizaram ou irão realizar o transplante de medula óssea (TMO) sejam vacinados. 

Entretanto, assim como qualquer outra vacina com vírus inativado, a orientação é que a vacinação pré-TMO aconteça até 15 dias antes do procedimento. Porém, se o paciente for receber o imunizante após o TMO o recomendado é esperar três meses.

“Essa recomendação não é por uma questão de risco, e sim por uma questão de eficácia da vacina. Porque o transplante de medula óssea zera toda a imunidade e se vacinarmos um paciente imediatamente após o TMO, a vacina terá sido jogada fora. Ela não vai causar a resposta imune que ele precisa, por isso esse intervalo”, a Dra. Marcia Garnica Maiolino explica.

“Ao termos uma cobertura vacinal adequada e,  consequentemente, uma diminuição expressiva da taxa de transmissibilidade,  estaremos protegendo indiretamente os pacientes oncológicos”, o Dr. Lucas Rocker Ramos alerta.

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Importância da 2ª dose da vacina contra a COVID-19

Com exceção é a vacina da Johnson, todos os outros imunizantes aprovados atualmente no Brasil, necessitam da segunda dose para ter a proteção.

Isso acontece porque: 1º) os estudos foram feitos com a vacinação em duas doses, então a eficácia prometida somente acontece com as duas aplicações; 2º) a primeira dose provoca um estímulo no sistema imune, mas não possibilita que a produção dos anticorpos seja a melhor possível. Dessa forma, com ambas as doses, a eficácia se torna maior, melhor e mais duradoura.

Pessoa Segurando Um Escudo, No Qual Está Escrito Imunidade, Contra O Coronavírus

A imunização completa deve ser feita mesmo que a data para a segunda dose já tenha passado. Por isso, mesmo que a data indicada para a sua segunda dose já foi e você deixou de se imunizar, procure um posto de vacinação.

Quem tomou a CoronaVac deve receber a segunda dose entre 14 e 28 dias. Já as pessoas que foram imunizadas com a AstraZeneca ou Pfizer devem tomar a segunda dose após três meses.

Entretanto, no dia 25 de agosto, o Ministério da Saúde, em uma coletiva de imprensa, anunciou redução do intervalo tanto da Pfizer, quanto da AstraZeneca de 12 para 8 semanas. Mas, cada governo estadual e municipal está ajustando o calendário de acordo com a disponibilidade e previsão de recebimento das doses. 

Para saber se a sua segunda dose foi adiantada e para quando, acesse o site da prefeitura da sua região. 

Quem deve tomar a 3ª dose?

Também no dia 25 de agosto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou a aplicação da dose de reforço da vacina contra a COVID-19. As pessoas que devem tomar esse reforço são imunodeprimidos e idosos, a partir de 15 de setembro.

No caso das pessoas imunossuprimidas, a diferença entre a última dose e a de reforço deve ser de 28 dias. Já no caso dos idosos, o ministério divulgou que serão contempladas pessoas com mais de 70 anos que tomaram a segunda dose há cerca de seis meses.

Imagem De Um Coronavírus

O objetivo dessa nova rodada é fortalecer a imunidade dessas faixas etárias e dos pacientes diante do crescimento da circulação da variante delta.

“Nos países onde a variante tem transmissão comunitária tem havido maior problemas nos idosos e naqueles que não foram ainda vacinados. Vacinando os idosos com este reforço teremos proteção adicional”, disse na coletiva o ministro da Saúde.

Para ambos os públicos, o imunizante utilizado será o da Pfizer, mesmo que a primeira dose tomada foi de outro fabricante. 

Vamos fazer com vacina da Pfizer porque ela foi testada em regimes de intercambialidade [uso de diferentes marcas em distintas doses], porque está aprovada na maioria das agências sanitárias do mundo e porque o ministério se programou para adquirir uma quantidade expressiva e tem chegado em tempo que nos dá segurança”, justificou Queiroga.

Para saber se você está dentro dos pré-requisitos e quando será a sua terceira dose, consulte a prefeitura da sua região.

Trombocitemia essencial e policitemia vera

A princípio, pacientes com essas duas patologias também podem (e devem) se vacinar contra a COVID-19, independentemente do imunizante utilizado. Porém, antes de ser imunizado, é importante alinhar com o médico o melhor momento de tomar a dose.


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Tenho gastrite crônica e sou hipertensa e em dezembro 13.12.20 tive um pré infarto vou tomar amanhã 01.06 a AstraZeneca ela é segura pra mim?

Gostaria de saber se quem tem miloma múltiplo vai criar anticorpos se for aplicada a vacina para o corona vírus.

Muito obrigado. Foi muito esclarecedor.

Olá!! Tenho PTI, 40 anos de idade . Posso tomar a vacina da Covid? Há algum risco ? Muito obrigada!

Escrito por:

Natália Mancini

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