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	<title>Mente Archives - Revista Online ABRALE</title>
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	<description>Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue e seus familiares!</description>
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		<title>Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 21:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/" title="Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="LMA, leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/">Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/" title="Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="LMA, leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-22.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa25dfb3{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa25dfb3"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Isabella Marion venceu um linfoma de Burkitt em 2018 e, em 2025, uma leucemia mieloide aguda com mutação TP53</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14618"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p>“No mesmo dia que eu descobri que eu não tinha entrado em remissão, soube que a minha irmã não era compatível comigo para o transplante e que eu tinha a pior mutação que se pode ter com a leucemia, que é a do TP53”. Quem viveu tudo isso foi Isabella Marion, hoje com 30 anos e em remissão da leucemia mieloide aguda (LMA) que teve depois do tratamento para um linfoma de Burkitt.</p>
<h3>O linfoma de Burkitt</h3>
<p>Em 2018, Isabella tinha 22 anos e estava terminando a faculdade quando notou um nódulo perto do pescoço. Depois de algum tempo, ela começou a sentir dor. “Fui em vários médicos, no final, eu consegui uma biópsia e saiu que eu tinha <a href="https://abrale.org.br/doencas/linfomas/" target="_blank" rel="noopener">linfoma de Burkitt</a>. Ele é super rápido de espalhar. Quando eu descobri, eu já estava em estágio 4B, ele estava além dos linfonodos, no útero, ovário, fígado, baço, mama e 98% da medula”, conta Marion.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Quando o resultado da biópsia saiu, na mesma semana, Isabella começou a quimioterapia. Ela fez oito ciclos de tratamento, que duraram nove meses. “Eu entrei em remissão completa, voltei para a faculdade, para a minha vida normal. Completei os 5 anos em remissão e comemorei que eu estava curada. Perto de fazer os meus seis anos, comecei a ter dor no corpo”.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>A leucemia secundária</h3>
<p>Uma das sequelas do linfoma foi uma imunodeficiência primária. Assim, todos os meses Isabella fazia uma infusão de imunoglobulina. “Eu sempre ficava meio ruinzinha e achava que a dor no corpo era por conta disso. Mas aí a dor foi aumentando e eu voltei aos hematologistas que me acompanharam na primeira vez. Fizemos uma biópsia e veio o resultado, uma LMA secundária ao meu tratamento”, relata Marion.</p>
<p>Após o diagnóstico, ela foi internada imediatamente para começar a quimioterapia. Isabella conta que, por ter passado anteriormente pelo linfoma, pensou que saberia como seriam os processos para tratar a leucemia. “Desde o começo, eu já sabia que ia precisar do transplante alogênico, por conta de ser uma <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/07/leucemia-mieloide-aguda-refrataria-recidivada/" target="_blank" rel="noopener">LMA secundária</a>”, afirma.</p>
<p>Enquanto Isabella fazia sua primeira quimioterapia para a leucemia, sua única irmã foi testada para entender se havia <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/11/compatibilidade-como-funciona-no-transplante-de-medula-ossea/" target="_blank" rel="noopener">compatibilidade para a doação de medula óssea</a>. Após a primeira dose do tratamento, Isabella não conseguiu entrar em remissão para o transplante, descobriu que sua irmã não era compatível e que tinha a mutação TP53, o que significava um prognóstico ruim.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>“E aí eu joguei aquilo no Google e vi que a minha taxa de sobrevivência era mínima. Veio tudo isso de uma vez na minha cabeça. Fiquei muito mal uns dias, depois tive que recuperar a força de algum lugar”, recorda.</p>
<p>Essas notícias chegaram a ela numa quinta-feira. Na segunda, Isabella começou um novo ciclo de quimioterapia. A equipe médica decidiu buscar doadores no banco de medula óssea e testar a compatibilidade dos primos.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>No banco de medula, foram encontrados doadores, porém não foi possível seguir para o transplante. Algum tempo depois, o resultado dos testes mostrou que um dos primos de Isabella era compatível. “Eu tinha um primo que era 50% e, assim, a partir do momento que a gente soube que ele era compatível, parece que as coisas começaram a dar certo”, narra. Em seguida, a biópsia mostrou que ela estava em remissão e poderia realizar o TMO.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="wpex-slider-preloaderimg wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div><div class="vcex-image-slider vcex-module wpex-slider slider-pro wpex-clr" data-thumbnails="true"><div class="wpex-slider-slides sp-slides"><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><div class="wpex-slider-caption sp-black sp-layer"data-position="bottomCenter" data-show-delay="500" data-show-transition="up" data-hide-transition="down" data-width="100%"><p>Isabella e seu primo que doou a medula a ela</p>
</div></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg" class="skip-lazy" alt="leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div><div class="wpex-slider-slide sp-slide"><div class="wpex-slider-media wpex-relative"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg" class="skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div></div><div class="wpex-slider-thumbnails sp-thumbnails"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-24-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="leucemia" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-26-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg" class="wpex-slider-thumbnail sp-thumbnail skip-lazy" alt="" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/02/tamanho-certo-27-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu transplantei a medula dia 21 de janeiro do ano passado. Eu estava me preparando para ser muito difícil, muito ruim, mas no final eu não tive nenhum efeito colateral muito pesado”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isabella lembra que a equipe médica esperava que a pega da medula acontecesse entre o 17º-20º dia após o TMO, já que a medula implantada era somente 50% compatível. Porém, Marion acreditava que seria no 12º dia. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<pre>“Eu sou devota de Iemanjá e eu falava que queria muito que minha medula pegasse no dia de Iemanjá. E minha medula pegou no dia D+12. Eu sou muito de procurar significado nas coisas, então eu me agarro nessas coisas”, relembra.</pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>No total, Isabella ficou 117 dias internada para o tratamento da leucemia. Quando ela voltou para casa, seus vizinhos e os comércios das redondezas já não eram mais os mesmos. Durante todo esse tempo, ela não sentiu o sol, o vento, o frio ou o calor na pele.</p>
<p>O que a animou e a acompanhou durante a internação foram os origamis de tsuru. A lenda conta que se uma pessoa fizer mil tsurus de origami com a intenção de realizar um desejo, ele pode ser realizado. A ave é, na cultura japonesa, um símbolo de saúde e paz.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Isabella decidiu fazer mil tsurus por sua saúde enquanto estava internada. “Aquilo salvou tantas vezes a parte psicológica. Porque quando dava tudo errado, nos piores dias, era quando eu mais fazia tsuru. Eu entrava naquele mundo, saía do celular e parava de pesquisar”, relembra.</p>
<h3>O pós-TMO</h3>

		</div>
	</div>
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			<p>A biópsia pós TMO mostrou que Isabella estava sem células cancerígenas. Porém, ela começou a ter febres e a enxergar mal. “Internei numa segunda e em quatro ou cinco dias eu estava cega. Ninguém sabia o que eu tinha e eu fui perdendo a visão”, afirma.</p>
<p>Foram 20 dias sem enxergar devido a uma reativação do vírus da herpes no líquor, o que causou necrose em alguns pontos da retina. Com o tratamento, Isabella conseguiu recuperar quase 100% da visão.</p>
<p>Uma outra intercorrência do TMO aconteceu quando ela voltou a ter contato com pessoas. “Eu comecei a me sentir meio fraca e com falta de ar. Fui ao pronto-socorro achando que eu estava com ansiedade e na verdade eu estava tendo um choque cardiogênico”, diz, acrescentando: “Eu fui direto para a UTI, descompensei plaquetas, hemácias, tudo. Então, era muito difícil de intervir, mas ao mesmo tempo era necessário porque meu coração já estava numa situação muito complicada”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e17aa267cbb{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e17aa267cbb{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e17aa267cbb.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e17aa267cbb{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e17aa267cbb.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e17aa267cbb{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e17aa267cbb.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e17aa267cbb{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e17aa267cbb.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details 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			<p>O choque cardiogênico é uma complicação rara e grave do TMO. Na UTI, os médicos discutiram tratamento paliativo para Isabella, pois a suspeita era de recaída da leucemia.</p>
<p>“Aos poucos meu coração foi se recuperando, eu consegui sair da UTI e, quando saí, tive a mudança de visão que as pessoas dizem ter depois do câncer”, recorda e frisa: “Eu decidi que ia realmente viver, que ia fazer tudo o que eu pudesse fazer, que não ia deixar todas essas coisas de saúde pararem a minha vida e atrapalharem”.</p>
<p>Em janeiro deste ano, completou um ano do transplante e Isabella segue em remissão completa. Às pessoas recém diagnosticadas, ela deixa um recado: “a gente ouve muitas vezes que é muito difícil, mas muito difícil não significa impossível. E se alguém consegue, por que não eu? Por que não a gente?”.</p>

		</div>
	</div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/02/conheca-a-historia-da-jovem-que-venceu-um-linfoma-e-sete-anos-depois-uma-leucemia/">Conheça a história da jovem que venceu um linfoma e, sete anos depois, uma leucemia</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/01/fatores-protetivos-como-evitar-a-depressao-durante-o-cancer/" title="Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="fatores protetivos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/01/fatores-protetivos-como-evitar-a-depressao-durante-o-cancer/">Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/01/fatores-protetivos-como-evitar-a-depressao-durante-o-cancer/" title="Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="fatores protetivos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa26f1a2{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa26f1a2"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Apesar do câncer do sangue não ser evitável, o adoecimento mental por conta da doença pode ser prevenido</span></h2>
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			<p><span id="more-14607"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico e o tratamento de um câncer são experiências que normalmente abalam o psicológico humano. Apesar de </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/10/e-possivel-prevenir-um-cancer-do-sangue/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">as neoplasias do sangue não serem preveníveis</span></a><span style="font-weight: 400;">, alguns hábitos podem evitar que uma pessoa adoeça psicologicamente por conta das adversidades da doença e do tratamento. Entenda o que são os fatores protetivos para a saúde mental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luciana Telles, psicóloga na Abrale, explica que, por mais que atualmente o câncer possa ser curado, descobrir uma neoplasia “ameaça e abala os alicerces de segurança, do mundo previsível”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os fatores protetivos conseguem trazer segurança na rotina do paciente e, com isso, o bem-estar e um possível alívio de sofrimento, conforme a psicóloga. As atividades podem “apoiar na assimilação do estado clínico, na tomada de decisão frente à jornada de cuidado, na autonomia, adesão ao tratamento e planejamento das atividades diárias”, conta. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Telles ressalta que “estes fatores podem apoiar inclusive quando a saúde mental e emocional já estiverem afetadas, seja, por exemplo, um transtorno já instalado”. Os fatores protetivos contra o adoecimento mental podem ser coletivos ou individuais.</p>
<h3>Fatores protetivos coletivos</h3>
<p>Os fatores coletivos são aqueles que envolvem a socialização do paciente, como por exemplo, grupos de apoio. Segundo Telles, estar em contato com pessoas que estejam enfrentando um adoecimento por câncer, seja pacientes ou familiares, pode oferecer trocas de vivências e recursos de enfrentamento.</p>
<p>“Estabelecer vínculos, inclusive com a equipe de saúde e instituição, apoia na sensação de segurança. A pessoa precisa de apoio e acolhimento, o que juda na adesão ao tratamento e no enfrentamento do câncer”, comenta a psicóloga.</p>
<p>Telles ainda comenta que o acesso aos serviços de saúde, como local de tratamento, medicações, transporte, moradia, alimentação, facilitam o processo.</p>
<h3>Fatores protetivos individuais</h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Já os fatores individuais são aqueles que envolvem, principalmente, a forma de pensar do paciente. Um exemplo é saber reconhecer as próprias emoções. É preciso “prestar atenção às sensações físicas (por exemplo, nó na garganta, coração acelerado), nomeá-las (tristeza, medo, raiva, alegria) e identificar sua origem, observando as motivações que o levaram a esta emoção”, explica a psicóloga.</p>

		</div>
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			<p>“Saber compartilhar informações, dialogar e expressar o que pensa e sente também pode ajudar a enfrentar situações difíceis”, ressalta Telles. Além disso, a flexibilidade para ajustar as atividades cotidianas diante das mudanças pode ser benéfico para a saúde mental.</p>
<p>Segundo a psicóloga, a espiritualidade, por trazer um propósito, significado e conexão com algo superior ou com a própria essência interior, ajuda na proteção contra o adoecimento psicológico. Informações de qualidade também passam confiança para a pessoa com câncer, o que é positivo psicologicamente.</p>
<p>Telles frisa que respeitar o tempo interno da mente e do corpo para processar os fatos também é importante para o psicológico da pessoa com câncer.</p>
<h3>Estilo de vida</h3>
<p>Alguns hábitos no dia a dia do paciente contribuem para evitar e para melhorar uma depressão ou ansiedade, por exemplo. Atividades físicas dentro do contexto de cada pessoa, alimentação balanceada por um nutricionista, rotina de sono e hobbies são exemplos citados pela psicóloga.</p>

		</div>
	</div>
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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details 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			<p>Telles destaca que todas as atividades precisam ser avaliadas pelos profissionais da equipe que acompanham o paciente e ajustadas para a jornada de tratamento individualmente.</p>
<h3>Como colocar em prática os fatores protetivos?</h3>
<p>Para colocar esses fatores protetivos em prática, é preciso apoio, compromisso, constância e autoconhecimento, segundo a psicóloga. O primeiro passo é identificar quem pode ser o apoio do paciente.</p>
<p>“A partir deste apoio poderá tomar conhecimento do que é necessário para você, seja como algo preventivo ou para enfrentar uma situação ameaçadora que se apresenta. Não hesite em pedir apoio com um profissional especializado, como o psicólogo ou, caso necessário, um psiquiatra”, instrui Telles.</p>

		</div>
	</div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/01/fatores-protetivos-como-evitar-a-depressao-durante-o-cancer/">Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Abrale]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 17:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/" title="Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fabiana Justus" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/">Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/" title="Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fabiana Justus" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa27976a{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa27976a"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Embaixadora da Abrale, Fabiana narra detalhes sobre como contou aos filhos que estava com leucemia</span></h2>
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			<p><span id="more-14528"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Revista Abrale</span></div>

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			<p>Fabiana Justus sentia dor nas costas e febre quando saiu para ir ao hospital, dizendo para seus três filhos que voltaria no dia seguinte para tomar café da manhã com eles. Lá, ela foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda (LMA) e soube que ficaria internada pelos próximos 30 dias. Um dia depois do diagnóstico, amamentou uma última vez seu filho de apenas cinco meses e conversou com suas filhas. Hoje, em remissão, Justus é embaixadora da Abrale.</p>
<p>O primeiro sintoma que surgiu foi dor nas costas, no começo leve e se tornaram intensas. “Eu achei esquisita porque ela [a dor] pulsava. Ela vinha muito forte, eu tinha que parar tudo que eu estava fazendo”, conta.</p>
<p>Quando começou a ter febre, a produtora de conteúdo procurou o hospital. No hemograma, haviam algumas alterações e os médicos fizeram outros exames. Para Fabiana Justus, eles disseram que as análises eram necessárias para descartar a possibilidade de ser uma doença primária do sangue.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Ela não sabia que poderia ser uma doença primária do sangue, e o médico explicou que talvez fosse uma leucemia. “Quando ele falou ‘leucemia’, eu fiquei em pânico”, narra e acrescenta: “eu só falava, eu tenho três filhos, pelo amor de Deus, vê direito isso”.</p>
<p>Ao repetir os exames, veio a confirmação que Justus estava com uma leucemia. No mesmo dia, ela foi internada e começou a se preparar para o tratamento.</p>
<p>Veja a entrevista que a <a href="https://abrale.org.br/">Abrale</a> fez com a influenciadora e paciente de <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/04/tudo-sobre-a-leucemia-mieloide-aguda/">LMA</a>, Fabi Justos.</p>

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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details 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			<ul>
<li><strong>Abrale &#8211; Fabiana, como foi contar essa notícia para os seus filhos?</strong></li>
</ul>
<p>Os médicos falaram que possivelmente era uma leucemia, mas precisaram confirmar. Quando disseram que o sangue estava realmente diferente e confirmaram que era de fato uma leucemia, nesse dia mesmo eu já fiquei internada. Eles me falaram que no dia seguinte eu ia fazer um exame mais profundo para saber qual tipo de leucemia. Até então, eu tinha falado para os meus filhos que eu ia no pronto-socorro. Eu falei assim: ‘eu vou no médico porque eu estou com uma dor nas costas, mas amanhã a gente toma café junto’. E aí eu não voltei mais para casa. Fiquei internada, fiz o exame, e confirmaram a leucemia mielóide aguda.</p>
<p>Foi quando os médicos falaram: ‘olha, você já vai ficar aqui internada, já vai pôr o cateter e começar a quimioterapia’. Eles falaram que, no mínimo, eram uns 30 dias de internação. Então eu falei: ‘gente, eu preciso ver meus filhos’, e eu estava amamentando, então eu queria ver o Luigi e minhas filhas, eu tenho três filhos. Eu queria ver os três e separadamente. Porque eu queria ver as meninas para poder contar para elas. Elas já tinham mais compreensão de que a mamãe ia ficar fora e o Luigi eu queria ver para abraçar ele. Enfim, não tinha muito o que fazer, porque ele tinha cinco meses.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Meus filhos foram para o hospital e as meninas foram as primeiras a entrar no quarto. Eu falei para elas: ‘a mamãe vai ter que ficar aqui, os soldadinhos de defesa da mamãe estão fracos e a mamãe precisa dar força para eles, então a mamãe precisa ficar aqui tomando um remédio para eles ficarem fortes de novo’. E aí elas ficaram em pânico, começaram a chorar e falaram: ‘quanto tempo você vai ter que ficar?’ Eu tive que ser sincera para elas e falei que ficaria 30 dias no mínimo.</p>
<p>Eu chorei, elas choraram, meu marido chorou. Depois veio o meu filho e eu abracei ele e dei a última mamada naquele momento. Então foi nesse dia, no dia seguinte do meu diagnóstico, que tive que contar para eles. Nossa, foi bem difícil, não deu nem tempo de eu digerir a informação e de aceitar o que estava acontecendo comigo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<ul>
<li><strong>Abrale &#8211; E como foi o seu contato com eles durante o tratamento? Eles iam te visitar?</strong></li>
</ul>
<p>Os médicos autorizaram eles a me visitarem uma vez por semana, mas só se eles não tivessem nenhum vírus. Qual criança hoje em dia não tem nenhum vírus? Então eles faziam sempre um teste. Foi muito difícil porque eu fiquei muitos dias sem vê-los, só consegui vê-los em alguns momentos no hospital. Era muito difícil para mim porque ao mesmo tempo em que eu sabia que era maravilhoso estar com eles, era mais difícil ainda na hora de dizer tchau. As minhas filhas passaram o aniversário de cinco anos delas no hospital comigo, pelo menos eu consegui cantar parabéns para elas, fazer um bolo lá. Mas depois, quando eu fui para casa, eu fiz uma festa do pijama para elas. Então eu compensei nesse momento.</p>
<ul>
<li><strong>Abrale &#8211; E de que forma aconteceu seu tratamento?</strong></li>
</ul>
<p>Você acredita que eu não sei os nomes das quimioterapias? Eu preferia não pesquisar muito, porque ficava com mais medo. Eu sei que tomei três tipos de quimioterapias diferentes nesse primeiro ciclo. Uma era 24 horas por dia por sete dias e a outra foram três dias, acho que duas ou três horas por dia. A outra era oral, que eu tomei por nove dias, essa é a única que eu lembro o nome.</p>
<p>No primeiro ciclo, a ideia era entrar em remissão. O médico me falou que até 5% de células ruins no corpo já eram consideradas remissão. Quando entrei no hospital, estava com 84,5% das minhas células ruins. Foi muito boa a minha resposta. O primeiro tratamento foi muito maravilhoso e zerou relativamente rápido. O câncer do sangue tem essa “vantagem”, que a gente consegue ver em tempo real o que está acontecendo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>E aí veio aquela outra fase, de você esperar subir toda a imunidade para ver se ficaria sem células ruins. Graças a Deus eu já subi zerada. Então, esse primeiro ciclo, para mim foi muito positivo nesse sentido.</p>
<p>Só que quando subiu a imunidade, fiquei com uma inflamação no corpo, chamada síndrome hemafagocítica. Eu tive uma febre muito alta, que não baixava. Já estava de alta, podendo ir para casa teoricamente, pela questão da leucemia, mas tive que ficar no hospital até eles conseguirem controlar essa inflamação, porque podia ser muito perigosa. Graças a Deus conseguiram controlar.<br />
Meu médico me explicou que a cura para a síndrome, assim como para a LMA, seria o transplante de medula óssea.</p>
<ul>
<li><strong>E o processo do seu transplante de medula óssea, como aconteceu?</strong></li>
</ul>
<p>Quando eu descobri que ia ter que fazer um transplante de medula, os médicos já deram entrada tanto no Redome nacional, quanto no banco global de doação. Eles falaram que tinha muita urgência, primeiro porque a única cura, no caso da mutação que eu tinha, era o transplante. Não adiantava fazer muitos ciclos de quimioterapia. E segundo porque eu consegui zerar a doença e é muito mais eficaz ir pro transplante dessa forma.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Os médicos deram entrada logo nos bancos e também começaram a testar todo mundo da minha família. O meu irmão de pai e mãe era 50% compatível e os especialistas falaram: ‘ele é um ótimo plano B, porque dá pra fazer um transplante muito bem feito, bem sucedido, com alguém de 50%. Mas se a gente achar um 100% seria muito incrível, porque é muito menos sofrido para o paciente’.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A minha irmã só de pai também era 50% compatível. Mas, continuaram atrás de um doador e conseguiram encontrar uma pessoa 100% compatível.</p>
<p>Eu lembro dessa ligação do meu médico falando: ‘achamos um doador’. Foi aquela montanha russa de emoções, porque assim, quando você acha o doador você não tem certeza se ele está apto a doar, se quer ainda doar e se vão encontrá-lo. Às vezes, os dados não estão atualizados. A única coisa que eles me falaram é que acharam a pessoa no Banco Internacional.</p>
<p>A próxima ligação foi para dizer que o doador confirmou a doação, então eu já fiquei muito feliz. A outra ligação, mais pra frente, aconteceu quando eles fizeram todos os testes de saúde no doador e viram que de fato ele estava apto a doar. Eu só comemorei de fato a doação quando ele estava lá tirando a medula pra me doar, porque são muitos passos.</p>
<ul>
<li><strong>O doador precisou vir para São Paulo para doar a medula?</strong></li>
</ul>
<p>Não, eu achei isso muito incrível. É tudo muito organizado esse processo da doação, ela é feita pelo SUS, essa parte da logística. Eles me explicaram que o doador ia doar de onde ele estava, mas não me falam de onde ele é, eu só sei que ele é dos Estados Unidos. Mas ele doou lá da cidade dele, então começou tomando as injeções que estimulam as células-tronco e depois no quinto dia foi doar. A doação é por aférese, que é aquele jeito que doa pelo braço, não faz sedação, nada disso. Eles tiraram a medula lá e fizeram todo o transporte, a logística para chegar a medula até o Einstein, onde eu estava internada. E a medula tinha que chegar até mim em até 72 horas. E chegou. Eu só tenho a agradecer ao meu doador.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e17aa283210{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e17aa283210{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e17aa283210.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e17aa283210{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e17aa283210.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e17aa283210{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e17aa283210.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e17aa283210{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e17aa283210.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-mb-5">10 de fevereiro de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2026/01/fatores-protetivos-como-evitar-a-depressao-durante-o-cancer/" title="Como se proteger da depressão durante o tratamento do câncer" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="fatores protetivos" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/01/tamanho-certo-20-1024x576.jpg 1024w, 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title="Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="Fabiana Justus" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/10/tamanho-certo-17-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/">Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">6 de outubro de 2025</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/09/entre-os-preparativos-do-casamento-um-diagnostico-inesperado-leucemia-aguda/" title="Entre os preparativos do casamento, um diagnóstico inesperado: leucemia aguda" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="leucemia" 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entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/saiba-como-funciona-o-programa-de-voluntariado-da-abrale/" title="Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="voluntariado" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" 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		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li><strong>Como foi a pega da medula óssea?</strong></li>
</ul>
<p>Foram os dias mais difíceis da minha vida. Mas o que eu falo sempre para as pessoas que vão fazer um transplante, é: ‘essa luz no fim do túnel é o que a gente precisa. Estamos enxergando a nossa cura, indo rumo à cura, então por mais difícil que seja, tem que focar na parte boa’.</p>
<p>Eu tive muitas dores, especialmente por conta da mucosite forte. Dá muito enjoo também. Mas quando a medula vai pegar, um dia antes começa a melhorar um pouco a situação. Eu não estava conseguindo engolir, por exemplo, nem água, e aí, de repente, eu comecei a conseguir engolir alguma coisa. Eu falei, ‘gente, alguma coisa está acontecendo’.</p>
<p>E eles fazem um bolão da pega da medula, pelo menos lá eles faziam. Nós apostamos na data da pega. O curioso é que eu apostei na data que era o dia do meu aniversário de casamento de 13 anos, o D+13. Eu coloquei toda a minha força nisso, minha fé, eu rezava muito. E não é que pegou no dia que eu apostei?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li><strong>Por que você decidiu compartilhar seu tratamento nas redes sociais?</strong></li>
</ul>
<p>Eu já compartilhei logo no terceiro dia pós-diagnóstico. Eu estava no meio do caos, mas me senti um pouco bem, já estava fazendo quimioterapia e tudo. Só olhei para o meu marido e falei: ‘acho que eu quero falar’. Literalmente peguei o celular e saí gravando. Falei do fundo do meu coração.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>As pessoas já acompanhavam meu dia a dia, a minha vida e pensei que deveriam acompanhar isso também. Agora, jamais imaginei o quanto de amor e força iria receber. Foi muito importante compartilhar, até porque eu acho que isso pode ajudar muitas pessoas.</p>
<p>E as pessoas não têm noção do quanto elas me ajudaram também durante esse processo, porque em nenhum momento eu me senti sozinha, apesar de eu estar num tratamento que é muito solitário. Eu ficava dentro de um quarto de hospital, com um acompanhante no máximo, não podendo ver ninguém, isolada do mundo. E aí de repente eu tinha milhares e milhares de pessoas me dando muita força, rezando por mim e toda aquela energia. Eu sentia, sabe?</p>
<ul>
<li><strong>O que você falaria para pessoas recém-diagnosticadas?</strong></li>
</ul>
<p>Eu acho que eu sou a prova viva de que o câncer pode não ser uma sentença. Ele não precisa ser uma sentença. Claro, cada um tem sua história, mas a gente fica muito desesperado quando recebe uma notícia dessas. Mas o principal de tudo é tentar enxergar dentro do caos alguma beleza. Ajuda a trazer leveza num momento tão difícil e tão pesado.</p>
<p>Hoje eu me sinto uma pessoa muito melhor. Eu consigo enumerar várias coisas boas que vieram a partir de tudo isso que eu vivi. Acho que na vida a gente aprende com os momentos difíceis, os momentos de superação. Eles trazem aprendizados, lições, por mais duras que sejam.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-title="Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva" 
	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/10/fabiana-justus-conta-sua-jornada-contra-a-leucemia-em-entrevista-exclusiva/">Fabiana Justus conta sua jornada contra a leucemia em entrevista exclusiva</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Entre os preparativos do casamento, um diagnóstico inesperado: leucemia aguda</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/mente/2025/09/entre-os-preparativos-do-casamento-um-diagnostico-inesperado-leucemia-aguda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/09/entre-os-preparativos-do-casamento-um-diagnostico-inesperado-leucemia-aguda/" title="Entre os preparativos do casamento, um diagnóstico inesperado: leucemia aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/09/entre-os-preparativos-do-casamento-um-diagnostico-inesperado-leucemia-aguda/">Entre os preparativos do casamento, um diagnóstico inesperado: leucemia aguda</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/09/entre-os-preparativos-do-casamento-um-diagnostico-inesperado-leucemia-aguda/" title="Entre os preparativos do casamento, um diagnóstico inesperado: leucemia aguda" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/09/tamanho-certo-13.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa28b309{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa28b309"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Dianara Chagas sentia muito cansaço e um dia acordou com a gengiva sangrando; foi assim que ela descobriu uma leucemia</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14495"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Dianara Chagas andava muito cansada e com uma dor de cabeça estranha. Ela achava que era por conta da proximidade de seu casamento e de sua rotina como enfermeira, até que um dia acordou com a sensação de sufocamento e viu que sua gengiva estava sangrando. Em remissão desde maio, hoje Dianara conta sua trajetória com a <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lma/o-que-e/" target="_blank" rel="noopener">leucemia mieloide aguda</a>.</p>
<h3>De enfermeira a paciente</h3>
<p>Em novembro de 2024, Dianara, de 24 anos, começou a sentir dores de cabeça diferentes das que já tinha tido. Ela procurou um neurologista, fez exames, que não acusaram nada, e o médico afirmou que ela tinha apenas crises de enxaqueca.</p>
<p>No início de dezembro, notou que estava com algumas manchas roxas no corpo. Porém, ela fazia crossfit e pensou que era “porque eu sou muito estabanada, vivia caindo, me batendo”, narra.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Nesse mesmo período, Dianara estava se sentindo muito cansada. “Eu achei que eu estava um pouco sobrecarregada com as coisas do meu serviço, com as coisas do meu casamento, um momento de ansiedade”, conta.</p>
<p>Ao escovar os dentes, a enfermeira notou que sua gengiva estava sangrando muito. Ela pensou que tinha se machucado com a escova e foi dormir. “Eu acordei meio afogada, aí eu achei que era o meu nariz que estava sangrando. Quando eu fui no espelho, era a minha gengiva”, relata.</p>
<p>A enfermeira procurou uma dentista que, após analisá-la, afirmou que ela estava com hematomas na gengiva. Eles poderiam ser causados por batidas da escova de dentes.</p>
<p>Depois da avaliação da dentista, Dianara teve a ideia de fazer um <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2022/12/como-interpretar-o-hemograma-completo/">hemograma</a>. Quando o médico analisou o resultado, a primeira hipótese foi de dengue, já que suas plaquetas estavam baixas, mas não havia presença de blastos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia seguinte, a enfermeira repetiu o exame e suas plaquetas estavam mais baixas que no primeiro. Os médicos decidiram interná-la e a hipótese ainda era de dengue. Após alguns outros exames, ela recebeu o diagnóstico.</span></p>

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			<p><span style="font-weight: 400;">“A hematologista foi me contar o que realmente estava acontecendo. Ela chegou, se apresentou, falou que apareceram blastos no meu exame, uma dosagem muito alta, que tudo indicava que era leucemia e que já ia começar o tratamento”, narra Dianara e continua: “Na hora, eu achei que ia morrer, porque a gente recebe um diagnóstico e fica com muito medo”.</span></p>

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			<h3>O tratamento contra a leucemia mieloide aguda</h3>
<p>Emocionalmente, o diagnóstico foi um baque para Dianara e ela precisou de um tempo para assimilar que estava doente. “Eu achava que a quimioterapia iria me fazer mal, porque eu passava mal com as sessões. Levou um tempo para eu entender”, lembra.</p>
<p>Ela comenta que, logo antes do diagnóstico, estava em sua melhor fase. “Eu estava muito bem no meu serviço e muito empolgada com o casamento. A gente vai casar ainda, se Deus quiser, mas tivemos que dar uma adiada por conta do tratamento”.</p>

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			<p>Dianara afirma que foi difícil entender que, a partir do diagnóstico de leucemia, sua vida seria outra. “Os planos que eu tinha, precisei adiar. Até hoje, quando eu vou arrumar o meu quarto, eu pego os convites e não consigo não me emocionar”.</p>
<p>Para ela, o tratamento foi um processo bem dolorido. Ao longo de toda a terapia, teve trombose, bactéria hospitalar, colite, entre outras dificuldades.</p>
<p>Foi durante as internações que Dianara conheceu a Abrale. “Eu tinha muito tempo, então eu falei: ‘bom, vou procurar coisas boas, não vou ficar me apegando às coisas ruins’. Aí na primeira pesquisa que eu fiz, já apareceu a Abrale”, relata.</p>
<p>Dianara recebeu apoio nutricional, psicológico, passou por uma segunda opinião médica e tirou suas dúvidas referentes ao tratamento. “Era como se a Abrale estivesse do meu lado, apoiando, me incentivando, ajudando de uma forma que às vezes a gente acha que não vale tanto, mas para mim valeu muito mesmo”, conta.</p>

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			<h3>A remissão</h3>
<p>No final de maio, Dianara entrou em remissão e, agora, faz apenas tratamento de manutenção com quimioterápicos orais.</p>
<p>Depois da remissão, ela conseguiu voltar ao trabalho, mesmo que de forma mais reservada, por conta da imunidade baixa. “Voltar ao trabalho foi como um sopro que disse ‘você tá viva, você conseguiu’. Foi muito bom poder voltar, fazer o que eu fazia, cuidar das pessoas”, diz.</p>

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			<p>Dianara também buscou tratamentos para a trombose, desenvolvida durante a terapia contra a leucemia. Antes ela tinha dor e inchaço, mas após um tratamento vascular, sentiu uma melhora. Aos recém-diagnosticados, Dianara aconselha “não se privar de chorar, não guarda nada, expresse as emoções”. Ela ainda ressalta que é preciso se manter firme na trajetória contra o câncer, “que daqui uns dias vai ser a história deles que vai estar sendo contada aqui”.</p>

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		<title>Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:47:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/saiba-como-funciona-o-programa-de-voluntariado-da-abrale/" title="Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="voluntariado" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/saiba-como-funciona-o-programa-de-voluntariado-da-abrale/">Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/saiba-como-funciona-o-programa-de-voluntariado-da-abrale/" title="Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="voluntariado" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-9.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa297592{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa297592"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Com o programa de voluntariado, associação consegue alcançar mais pacientes e famílias e multiplicar seu impacto</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span id="more-14477"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>No dia 28 de agosto comemora-se o Dia Nacional do Voluntariado no Brasil. O trabalho voluntário é toda atividade feita de forma livre, espontânea e sem remuneração, em que uma pessoa doa seu tempo, habilidades ou conhecimentos para ajudar outras pessoas, instituições ou causas sociais. A essência do voluntariado é a solidariedade.</p>
<p>Ana Paula Oliveira, voluntária da Abrale, sente que “o trabalho voluntário é uma forma valiosa de crescer como profissional e como pessoa. É gratificante contribuir para a qualidade de vida dos pacientes e fazer parte de uma rede que busca transformar a história do câncer no Brasil”.</p>
<p>Oliveira é voluntária do Comitê de Fisioterapia da Abrale há 13 anos. “Conheci a Abrale por meio de uma colega que me convidou para fazer parte do Comitê de Fisioterapia. Logo me apaixonei pelo trabalho sério e pela diversidade de ações realizadas pela associação”, conta.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Como coordenadora do Comitê de Fisioterapia, Oliveira realiza ações de educação e capacitação de outros profissionais sobre fisioterapia focada em Oncologia. “Capacitamos centenas de fisioterapeutas pelo projeto </span><a href="https://abrale.org.br/projetos/oncoensino/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Onco Ensino</span></a><span style="font-weight: 400;"> e buscamos constantemente novas formas de levar nosso conhecimento para alcançar cada vez mais pessoas”, afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A fisioterapeuta comenta que decidiu realizar trabalho voluntário porque viu “a oportunidade de ajudar na divulgação da especialidade da fisioterapia em Oncologia, para que mais pessoas tenham acesso a esse conhecimento e aos profissionais da área, melhorando a qualidade de vida em todas as fases do tratamento oncológico”.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-10.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Ana Paula Oliveira voluntária" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-10.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-10-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-10-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-10-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Dados da última Pesquisa de Voluntariado no Brasil, realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e pelo Datafolha, mostraram que 56% da população adulta diz fazer ou já ter feito alguma atividade voluntária na vida. O estudo foi feito em 2021 e é atualizado a cada 10 anos.</p>
<p>Em comparação com os outros anos da pesquisa, o número de pessoas envolvidas com o voluntariado aumentou. Em 2011, 25% da população havia feito ou fazia atividades voluntárias e, em 2001, somente 18%.</p>
<p>O número de horas gastas com essas atividades também cresceu. Em 2011, as pessoas dedicavam, em média, cinco horas mensais ao voluntariado. Em 2021, esse número passou para 18 horas mensais, em média.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e17aa29b08a{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e17aa29b08a{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e17aa29b08a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e17aa29b08a{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e17aa29b08a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e17aa29b08a{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e17aa29b08a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e17aa29b08a{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e17aa29b08a.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/">A radiação pode causar câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">2 de abril de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" 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wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/" title="O hemograma pode diagnosticar o câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="HPN, hemograma" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/12/hemograma-completo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed 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			<p>No momento da pesquisa, 34% dos participantes eram voluntários ativos, o que representa 57 milhões de brasileiros. 74% dos entrevistados ainda afirmaram que a principal motivação para realizar atividades voluntárias é a solidariedade.</p>
<h3>O voluntariado na Abrale</h3>
<p>Elizabeth Negreiros, gerente de voluntariado da Abrale e <a href="https://abrasta.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrasta</a>, ressalta que os voluntários permitem que as instituições alcancem mais pacientes e famílias e multipliquem seus impactos. “Cada voluntário traz não apenas seu tempo, mas também carinho, presença e esperança, tornando nossa rede de apoio mais acolhedora e transformadora. É graças a essa dedicação que mostramos todos os dias que ninguém precisa enfrentar essa jornada sozinho”, comenta.</p>
<p>Na associação, são diferentes formas de ajudar: participar de ações de conscientização e eventos; segunda opinião médica e multiprofissional, e também apoio dos especialistas na revisão de conteúdos; apoio jurídico e psicológico; dentre outros.</p>
<p>Às pessoas que pensam em voluntariar, Oliveira destaca que “vale muito a pena. Dedicar parte do seu tempo a um projeto sério é investir na construção de um sistema de saúde mais justo e acessível”. Para ela, o voluntariado é uma forma concreta de ajudar o maior número de pessoas possível.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center vc_do_btn" ><a class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-md vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-modern vc_btn3-block vc_btn3-color-danger" href="https://abrale.org.br/informacoes/voluntariado/" title="" target="_blank">Conheça o programa de voluntariado da Abrale</a></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Uma das entrevistas quantitativas da Pesquisa de Voluntariado no Brasil conversou individualmente com pessoas de 16 anos ou mais que fazem ou não atividades voluntárias, em pontos de fluxo populacional de abrangência nacional. (2.086 pessoas, a margem de erro máxima para o total das amostras é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%).</p>
<p>Já a segunda, realizou entrevistas pessoais, individuais e específicas com voluntários – pessoas que fazem ou já fizeram alguma atividade voluntária, com 16 anos ou mais, realizadas em pontos de fluxo populacional, distribuídos em oito capitais brasileiras: Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. (1.556 voluntários, a margem de erro máxima para o total das amostras é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/saiba-como-funciona-o-programa-de-voluntariado-da-abrale/">Saiba como funciona o programa de voluntariado da Abrale</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Gabriel apresentou dor de cabeça forte, deixou de comer e andar por conta do linfoma; conheça a história</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/gabriel-apresentou-dor-de-cabeca-forte-deixou-de-comer-e-andar-por-conta-do-linfoma-conheca-a-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 17:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para linfoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/gabriel-apresentou-dor-de-cabeca-forte-deixou-de-comer-e-andar-por-conta-do-linfoma-conheca-a-historia/" title="Gabriel apresentou dor de cabeça forte, deixou de comer e andar por conta do linfoma; conheça a história" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="linfoma" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/gabriel-apresentou-dor-de-cabeca-forte-deixou-de-comer-e-andar-por-conta-do-linfoma-conheca-a-historia/">Gabriel apresentou dor de cabeça forte, deixou de comer e andar por conta do linfoma; conheça a história</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/08/gabriel-apresentou-dor-de-cabeca-forte-deixou-de-comer-e-andar-por-conta-do-linfoma-conheca-a-historia/" title="Gabriel apresentou dor de cabeça forte, deixou de comer e andar por conta do linfoma; conheça a história" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="linfoma" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa2a2661{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa2a2661"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Com o tratamento, o rapaz viu os sintomas do linfoma diminuindo e hoje está há quatro anos em remissão</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14450"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Gabriel dos Santos tinha 18 anos, estava no primeiro ano da faculdade e trabalhava como jovem aprendiz quando começou a sentir fortes dores de cabeça. Apesar de procurar o médico e tomar remédios, a dor não passava. Em pouco tempo, Gabriel ficou estrábico, teve infecções respiratórias, problemas auditivos e não conseguia mais comer. Foi dessa forma que ele foi diagnosticado com um <a href="https://abrale.org.br/doencas/linfomas/lnh/o-que-e/">linfoma não-Hodgkin</a> na nasofaringe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Como era um linfoma, também surgiram nódulos no pescoço. Quando já estava nesse estágio um pouquinho avançado, aí sim o médico do convênio conseguiu, com os exames, detectar que tinha realmente alguma coisa. Porém, ainda assim, demoraram muito”, conta.  </span></p>
<h3><b>A quimioterapia</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as dificuldades via plano de saúde, Gabriel realizou o seu tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O primeiro protocolo terapêutico prescrito a ele foi a quimioterapia. “Mas nesse começo,  ela não fez muito efeito, por conta de que o tumor estava avançando para o sistema nervoso central”, narra.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center vc_do_btn" ><a class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-md vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-modern vc_btn3-block vc_btn3-color-danger" href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/07/a-leucemia-e-o-linfoma-podem-causar-meningite-saiba-mais/" title="" target="_blank">Saiba o que acontece quando um linfoma atinge o sistema nervoso central</a></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Assim, Gabriel passou para o segundo protocolo de tratamento, com quimioterápicos mais fortes. Na segunda linha terapêutica, o estudante conta que sentiu mais intensamente os efeitos colaterais.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“O que me pegou mais foi em relação à imunidade. Eu tinha infecções hospitalares frequentes e isso dificultou um pouco o meu processo. Às vezes, eu demorava um pouco mais para começar os ciclos de quimioterapia por conta das infecções”, explica.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>O emocional</h3>
<p>Gabriel ficou cerca de oito meses em tratamento e passou o período quase todo internado. Ele conta que sua saúde mental também ficou abalada por conta das longas internações.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“A parte mental acaba ficando um pouco desgastada, temos que ser bem resilientes, buscar alternativas, ver filmes, jogar um Uno no hospital mesmo. Eu acho que isso ajudou muito a refrescar a mente para poder fazer os outros ciclos”, lembra.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-4.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="linfoma" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-4.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-4-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-4-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-4-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Vida pós-linfoma</h3>
<p>Ao longo do tratamento, Gabriel conseguiu voltar a se alimentar, as inflamações foram eliminadas e os sintomas foram gradualmente sumindo. Quando repetiu os exames, os médicos confirmaram que Gabriel estava em remissão do linfoma.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Desde então eu estou em remissão, vai fazer quatro anos”, destaca. Atualmente, com 22 anos, Gabriel faz acompanhamento anual com onco-hematologistas, cursa seu último semestre de Publicidade e Propaganda e trabalha no grupo Pão de Açúcar. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">“O pessoal do meu trabalho também já conhece a minha história porque onde eu passo eu gosto de contar. Acho que é importante as pessoas ouvirem histórias de superação”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes do linfoma, Gabriel já praticava <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2021/03/beneficios-da-atividade-fisica/" target="_blank" rel="noopener">exercícios físicos</a>, porém, eles se tornaram mais frequentes depois do tratamento e sua alimentação também mudou. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para ele, “o câncer não é o fim do mundo. Uma boa porcentagem dos cânceres têm um alto índice de cura. Tem pessoas com casos tão graves que conseguiram sair, se recuperar, ficar bem, que é o meu caso”, ressalta e continua: “antes de começar o tratamento, eu não conseguia mais andar, comer, respirar direito, ouvir. O meu caso já estava bem avançado. Mas consegui sair, porque nada é impossível”. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-5.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="linfoma" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-5.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-5-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-5-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-5-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container 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wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/">O hemograma pode diagnosticar o câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">24 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/" title="A mielofibrose é um câncer do sangue?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="mielofibrose" data-no-lazy="1" 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div>
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		<title>Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 18:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/" title="Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa2af2dd{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa2af2dd"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Márcia Vaz sabe que o mieloma múltiplo pode retornar, mas, enquanto está bem, procura acolher pessoas recém diagnosticadas</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14428"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Na década de 1980, Márcia Vaz trabalhava como enfermeira no setor oncológico e via pessoas com mieloma múltiplo com uma sobrevida de, no máximo, dois anos. Em 2014, quando foi diagnosticada com o câncer, ela sentiu um baque. “Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura”, lembra. Hoje, Márcia está em remissão há sete anos e acolhe pacientes recém diagnosticados.</p>
<h3>O diagnóstico de um velho conhecido</h3>
<p>Márcia também tem a doença de Crohn e, em exames de rotina durante o tratamento, o médico percebeu que ela estava com anemia. Então, suplementou o ferro e a vitamina B12, porém não teve resultado.</p>
<p>A enfermeira procurou uma hematologista e o primeiro exame constatou presença de proteína monoclonal, uma alteração que pode sugerir o diagnóstico de mieloma múltiplo. “Eu já conhecia essa doença, porque eu trabalhei 10 anos em Oncologia e aí veio o susto. Eu tinha o conhecimento de que é uma doença grave, sem cura e que os pacientes duravam um ou dois anos, a sobrevida era muito curta. Foi um baque”, narra.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A médica solicitou uma biópsia e exames de imagem, já que o mieloma múltiplo pode afetar os ossos e causar até mesmo fraturas espontâneas. “Antes da confirmação da biópsia, eu tinha alguma esperança de que não era, mas aí, com a confirmação, eu fiquei muito triste”, lembra e acrescenta: “Eu não contava com isso, eu achava que a minha doença da vida seria a doença de Crohn, que também já era bastante sofrida, e aí veio mais essa situação”. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Foi nesse momento que Vaz conheceu a <a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>. Após o diagnóstico, a enfermeira decidiu que precisava se atualizar sobre o mieloma múltiplo e procurou informações em sites confiáveis. “Aí eu fiquei sabendo que já tem muito mais opções de tratamento, existem pacientes com mais de 10 anos de diagnóstico. Então eu me acalmei e comecei a fazer o tratamento”, conta.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><b>O tratamento contra o mieloma múltiplo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o diagnóstico, Vaz passou por três protocolos de tratamento contra o mieloma múltiplo. Após cinco meses de quimioterápicos, ela realizou um </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2025/03/saiba-como-funciona-o-transplante-de-medula-ossea-para-tratar-mieloma-multiplo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">transplante de medula óssea autólogo</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, com as células dela mesma. “Só que, infelizmente, no mieloma, voltam a ocorrer mutações genéticas e cromossômicas que causam a doença. No meu caso, o transplante de medula diminuiu 50% da doença, então eu precisei continuar o tratamento”, explica.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Devido ao mieloma, após o transplante de medula, a enfermeira teve complicações nos rins. O hematologista e o nefrologista, em conjunto, ajustaram a dose dos quimioterápicos para que eles não agredissem os rins e ela não precisasse de hemodiálise. Após 18 meses de tratamento, Vaz entrou em remissão do mieloma múltiplo.</span></p>
<pre><span style="font-weight: 400;">“De dezembro de 2014 até julho de 2018, foi o tempo todo tratamento com alguns poucos intervalos. Toda semana fazendo quimioterapia, é bem ruim, a gente se sente mal, fica muito magra, com muita anemia, infecções de repetição, toda hora antibiótico”, lembra. </span></pre>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="750" height="757" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16.jpeg 750w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-277x280.jpeg 277w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-17.20.16-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Desde julho de 2018, Vaz não toma mais quimioterápicos, apesar de ainda fazer acompanhamento médico. “São sete anos em remissão. Finalmente foi um respirar saber que a doença foi controlada e voltar a ter minhas atividades, voltar a sorrir, a fazer planos”, destaca. “Eu sei que ela pode voltar, porque não tem cura definitiva, mas eu estou levando minha vida, faço atividade física, dança, pilates, vou pra academia todos os dias, viajo”.</p>
<p>Ela ressalta que, caso tenha uma recidiva, “a cabeça não vai ficar tranquila”, mas que enquanto estiver em remissão, tenta ficar bem emocionalmente.</p>
<h3>O dia a dia da remissão</h3>
<p>Assim que foi diagnosticada, Vaz se aposentou tanto pelo tempo de contribuição quanto pela doença. Porém, “desde o início, eu decidi que eu não queria me aposentar mentalmente. Eu quero ajudar, continuar acolhendo como eu cuidava e ajudava as pessoas quando estava exercendo a minha profissão de enfermeira”.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 2016, participa de grupos de acolhimento de pessoas com mieloma múltiplo. Ela conta que muitas vezes as consultas médicas são curtas e que os pacientes não conseguem tirar todas as suas dúvidas com os médicos ou, às vezes, se sentem mais confortáveis em perguntar para outras pessoas.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“Eu acho que os grupos de apoio são muito importantes para esse cuidado. Há quatro anos eu fui convidada para representar o mieloma no <a href="https://abrale.org.br/servicos-gratuitos/comite-de-pacientes/#:~:text=Desde%202018%2C%20o%20Comit%C3%AA%20de,sangue%20em%20todo%20o%20pa%C3%ADs.">Comitê de Pacientes da Abrale</a> e me traz muita satisfação acolher da mesma forma que eu fui muito bem acolhida”, narra. </span>Além de explicar detalhes sobre o mieloma, Vaz também acolhe emocionalmente as pessoas que foram recém-diagnosticadas. Para a enfermeira, é importante ouvir e respeitar o momento do paciente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="mieloma múltiplo" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/07/tamanho-certo-13-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div></figure></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
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			<p>“Tem que ter um equilíbrio, não pode ter aquela positividade excessiva, que a gente chama de positividade tóxica. Não adianta eu pegar uma pessoa que está na cadeira de rodas, cheia de dores e falar ‘vai ficar tudo bem’. Eu falo que eu estou aqui para o que eu puder ajudar”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e17aa2b5746{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e17aa2b5746{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e17aa2b5746.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e17aa2b5746{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e17aa2b5746.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e17aa2b5746{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e17aa2b5746.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e17aa2b5746{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e17aa2b5746.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></div><div class="wpex-carousel-entry-details entry-details wpex-boxed wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/">A radiação pode causar câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">2 de abril de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/direito/2026/03/cancer-x-pcd-qual-a-diferenca-entre-os-direitos/" title="Câncer X PCD: qual a diferença entre os direitos?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-36.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="PCD" data-no-lazy="1" 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wpex-first-mt-0 wpex-last-mb-0 wpex-clr"><div class="wpex-carousel-entry-title entry-title wpex-mb-5"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/o-hemograma-pode-diagnosticar-o-cancer/">O hemograma pode diagnosticar o câncer?</a></div><div class="wpex-carousel-entry-date vcex-blog-entry-date entry-date wpex-text-sm wpex-text-3 wpex-mb-5">24 de março de 2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/03/a-mielofibrose-e-um-cancer-do-sangue/" title="A mielofibrose é um câncer do sangue?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tamanho-certo-32.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="mielofibrose" data-no-lazy="1" 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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/07/enfermeira-esta-ha-7-anos-em-remissao-do-mieloma-multiplo/">Enfermeira está há sete anos em remissão do mieloma múltiplo e acolhe novos pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Duda Dornela descobriu uma leucemia meses antes de seu casamento e hoje conta sua história na TV Globo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 15:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico de leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/06/duda-dornela-descobriu-uma-leucemia-meses-antes-de-seu-casamento-e-hoje-conta-sua-historia-na-tv-globo/" title="Duda Dornela descobriu uma leucemia meses antes de seu casamento e hoje conta sua história na TV Globo" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/06/duda-dornela-descobriu-uma-leucemia-meses-antes-de-seu-casamento-e-hoje-conta-sua-historia-na-tv-globo/">Duda Dornela descobriu uma leucemia meses antes de seu casamento e hoje conta sua história na TV Globo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/06/duda-dornela-descobriu-uma-leucemia-meses-antes-de-seu-casamento-e-hoje-conta-sua-historia-na-tv-globo/" title="Duda Dornela descobriu uma leucemia meses antes de seu casamento e hoje conta sua história na TV Globo" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-14.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative no-bottom-margins"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style>.vcex-heading.vcex_69e17aa2bc3a3{color:#a50b47;font-size:21px;font-weight:700;}</style><h2 class="vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-h2 vcex_69e17aa2bc3a3"><span class="vcex-heading-inner wpex-inline-block">Conheça a história de Duda Dornela, que teve leucemia, participou da comemoração dos 60 anos da TV Globo e conheceu Carolina Dieckmmann</span></h2>
	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14319"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

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			<p><span style="font-weight: 400;">Em suas Bodas de Estanho, que comemoram os 10 anos de casamento, <a href="https://www.instagram.com/valorizaravida?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">Duda Dornela</a> também completou uma década do diagnóstico de uma leucemia mieloide crônica (LMC). A partir de um convite da Abrale, o presente foi <a href="https://globoplay.globo.com/v/13548565/">sua participação no programa “É de Casa”</a>, da Globo, durante o aniversário de 60 anos da emissora, para contar as similaridades de sua jornada contra o câncer e da personagem Camila, interpretada por Carolina Dieckmmann em Laços de Família, que também tinha uma leucemia na novela. </span></p>
<h3><b>Os exames pré-nupciais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em janeiro de 2015, Duda estava com 24 anos e fazia um check-up antes do casamento, que aconteceria em maio do mesmo ano. A médica, ao apalpar seu baço, notou que ele estava levemente aumentado, porém, nesse momento, não informou isso à Duda e solicitou exames de sangue. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da coleta, Duda recebeu uma ligação do laboratório, que solicitava que ela fosse imediatamente buscar os exames e levá-los ao médico mais próximo. “Quando eles falaram isso, eu imaginei várias outras coisas, mas eu não imaginava que era uma leucemia”, lembra.</span></p>

		</div>
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			<p>Os exames mostraram que ela estava com as plaquetas muito altas. Quando pegou os exames, Duda levou-os imediatamente para a médica.</p>
<p>“Ela já perguntou se eu estava sozinha ou não, aí meu marido, na época meu noivo, estava junto comigo, e ela falou: ‘Olha, eu discuti seu caso e tudo indica que você está com leucemia’”, narra.</p>
<p>Nesse momento, Duda pensou que talvez seus exames estivessem errados, mas a médica reiterou que as análises foram repetidas algumas vezes e a encaminhou para a hematologista.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h6><span style="font-weight: 400;">“Eu fiquei desesperada porque a primeira coisa que veio na minha cabeça era ‘ou eu vou morrer e não vou casar’ ‘ou eu vou casar careca’”, lembra e acrescenta: “Me veio na cabeça a novela Laços de Família. Quando ela falou em leucemia, veio a novela da Camila”. </span><span style="font-weight: 400;">Depois de mais alguns exames, Duda foi diagnosticada com leucemia mieloide crônica (LMC). </span></h6>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="font-weight: 400;">Após o diagnóstico, ela começou a tomar o remédio Imatinibe, que impede que a medula produza as células doentes, e não teve muitas intercorrências com o uso. Com três meses tomando o medicamento, seus exames não mostravam mais a existência de mutações celulares cancerígenas. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc-hoverbox-wrapper  vc-hoverbox-shape--rounded vc-hoverbox-align--center vc-hoverbox-direction--default vc-hoverbox-width--100"  ontouchstart="">
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        <div class="vc-hoverbox-block-inner vc-hoverbox-front-inner">
            <h2 style="text-align:center">“Estava indo bem o tratamento, me casei com um cabelão grande, bonito, isso foi em maio. Em janeiro eu descobri, em maio eu me casei. Até então ninguém sabia da doença em si”, narra.</h2>
        </div>
      </div>
      <div class="vc-hoverbox-block vc-hoverbox-back" style="background-color: #ffffff;">
        <div class="vc-hoverbox-block-inner vc-hoverbox-back-inner">
            <h2 style="text-align:center">“Estava indo bem o tratamento, me casei com um cabelão grande, bonito, isso foi em maio. Em janeiro eu descobri, em maio eu me casei. Até então ninguém sabia da doença em si”, narra.</h2>
            
            
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			<p><span style="font-weight: 400;">Porém, depois da lua de mel de Duda, os exames começaram a apresentar pequenas alterações e a hematologista trocou seu medicamento. Ela conta que sua resposta ao novo remédio também foi positiva, porém sua LMC, no momento do diagnóstico, estava em fase acelerada e poderia virar uma crise blástica. </span></p>
<h3><b>Transplante de medula óssea para leucemia mieloide crônica</b><b><br />
</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando uma leucemia crônica vira uma crise blástica, ela se comporta como uma leucemia aguda. Assim, a médica de Duda entendeu que o mais indicado era a realização de um transplante de medula óssea, já que ela tinha boas condições clínicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu consegui achar dois doadores 100% compatíveis e aí eu fiz o transplante, foi um momento muito delicado”, conta. “Na época a novela Laços de Família reprisou, então eu vi de novo e senti na pele todos os processos do transplante de medula óssea”.</span></p>
<p>Duda recorda que, após o transplante, se sentiu insegura com todos os processos e informações. Ela então buscou conhecer e conversar com outros pacientes em busca de apoio.</p>
<p>Com 100 dias do transplante, Duda teve uma recidiva do câncer e ele se tornou uma crise blástica, ou seja, uma leucemia aguda. Antes da crise, o exame que mostra, em porcentagem, se a medula doada pegou estava em 100%.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h6><span style="font-weight: 400;">“Ela chegou a cair para 13% e esse foi um momento muito difícil, porque os médicos falaram: ‘a chance de voltar é zero, então vamos ter que te encaminhar para um segundo transplante’”, narra. </span><span style="font-weight: 400;">Nesse momento, Duda conta que os médicos tentaram testar um protocolo e ela voltou a tomar o remédio Dasatinibe. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h6>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">“De repente a medula foi voltando e a doença foi sumindo até chegar a zero. Os médicos não estavam acreditando que a medula poderia voltar”, ressalta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo depois, Duda teve a </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2020/02/dech-um-possivel-problema-do-tmo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">doença do enxerto contra o hospedeiro (GVHB)</span></a><span style="font-weight: 400;"> na pele e </span><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/03/infeccao-por-citomegalovirus/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">a reativação do citomegalovírus</span></a><span style="font-weight: 400;"> no intestino. A doença do enxerto contra o hospedeiro é uma reação imunológica que acontece quando as células do paciente estranham as células do doador e passam a atacar os órgãos do paciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o citomegalovírus é um vírus comum que pertence à família da Herpes (catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes-zóster). Normalmente, esse vírus permanece adormecido, porém, em pessoas imunossuprimidas ele pode se reativar. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Quando isso acontece, a pessoa tem sintomas como: febre, dores musculares, vômitos, falta de ar, alterações na vista, cegueira, entre outros sinais.</p>
<p>“Com isso, eu também tive um derrame porque o Dasatinibe começou a dar interferência na minha medula nova e aí os médicos decidiram trocar para o Nilotinibe”, conta.</p>
<p>Hoje em dia, a medula transplantada pegou 100% e Duda não apresenta nenhum sinal da leucemia. “Estou aí viva até hoje, agradecendo muito a Deus por esse milagre de estar aqui”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Dificuldades e aprendizados durante a jornada</h3>
<p>Durante sua jornada de tratamento contra a leucemia, Duda entrou em contato com outros pacientes que passavam pelos mesmos procedimentos que ela. “Eu fiz uma amiga que me deu todas as forças, ela também tinha tido uma recaída pós-transplante. A gente se apoiou uma na outra”, lembra.</p>
<p>Essa amiga de Duda, enquanto estava em tratamento, faleceu e, para ela, foi difícil lidar com o luto e com a jornada contra o câncer. “Para mim foi muito difícil lidar com a morte dela, ela era a paciente que me ajudava e que estava muito próxima de mim”, lamenta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento, Duda vivenciou o luto e entendeu que “na nossa vida existe um propósito, cada um nessa terra está aqui por um propósito maior, e que se Deus permitiu que ela vivenciasse tudo e que mesmo assim não sobrevivesse, é porque não existe o porquê, a explicação científica, o propósito dela terminou aqui”, relata. </span></p>
<p>Para ela, foi fundamental entender que “o diagnóstico não é sentença de morte, nunca podemos perder a fé”. Além disso, Duda tentava não comparar sua jornada com as vivências de outras pessoas.</p>
<p>“Eu sempre tentava não me comparar com a situação”, afirma e aconselha: “Eu acho que a gente tem que se apoiar em histórias de esperança e sempre entender que a fé pode mudar a nossa vida”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><figure class="vcex-image vcex-module"><div class="vcex-image-inner wpex-relative wpex-inline-block"><img width="506" height="694" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-04-115708.png" class="vcex-image-img wpex-align-middle" alt="" loading="lazy" decoding="async" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-04-115708.png 506w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-04-115708-204x280.png 204w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /></div></figure></div></div></div></div>
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	            data-home="https://revista.abrale.org.br"></div></div><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/06/duda-dornela-descobriu-uma-leucemia-meses-antes-de-seu-casamento-e-hoje-conta-sua-historia-na-tv-globo/">Duda Dornela descobriu uma leucemia meses antes de seu casamento e hoje conta sua história na TV Globo</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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		<title>Menina que chorou sangue ao descobrir leucemia hoje está curada e conta sua história para motivar outros pacientes</title>
		<link>https://revista.abrale.org.br/mente/2025/05/menina-que-chorou-sangue-ao-descobrir-leucemia-hoje-esta-curada-e-conta-sua-historia-para-motivar-outros-pacientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 13:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento de pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[juliana matias]]></category>
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					<description><![CDATA[<a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/05/menina-que-chorou-sangue-ao-descobrir-leucemia-hoje-esta-curada-e-conta-sua-historia-para-motivar-outros-pacientes/" title="Menina que chorou sangue ao descobrir leucemia hoje está curada e conta sua história para motivar outros pacientes" rel="nofollow"><img width="400" height="225" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Miniatura-para-Youtube-favoritos-materiais-de-papelaria-1-400x225.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="leucemia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Miniatura-para-Youtube-favoritos-materiais-de-papelaria-1-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Miniatura-para-Youtube-favoritos-materiais-de-papelaria-1-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Miniatura-para-Youtube-favoritos-materiais-de-papelaria-1-768x432.jpg 768w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Miniatura-para-Youtube-favoritos-materiais-de-papelaria-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p>The post <a href="https://revista.abrale.org.br/mente/2025/05/menina-que-chorou-sangue-ao-descobrir-leucemia-hoje-esta-curada-e-conta-sua-historia-para-motivar-outros-pacientes/">Menina que chorou sangue ao descobrir leucemia hoje está curada e conta sua história para motivar outros pacientes</a> appeared first on <a href="https://revista.abrale.org.br">Revista Online ABRALE</a>.</p>
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	<div style="text-align:start;width:50%;" class="wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mr-auto wpb_content_element vc_custom_1711556200771" >
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			<p><span id="more-14247"></span></p>
<div class="autor-classe">Escrito por:<span id="nome-autor"> Juliana Matias</span></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Caroline, uma menina muito “espoleta”, vinha mudando seu comportamento: dormindo mais e brincando menos. Ela já havia passado no médico para tomar remédios para anemia. Em uma madrugada, sua mãe percebeu que ela estava passando mal, vomitando. Ao olhar no rosto da filha, a mãe viu que Caroline chorava sangue. Literalmente.</p>
<h3>Os sintomas</h3>
<p>Nessa época, Caroline Wolinger, que morava no interior do Paraná, tinha apenas seis anos. “Minha avó foi uma das primeiras pessoas a notar que eu comecei a adoecer. Começou apenas com uma canseira e eu fiquei mais amarelinha”, conta.</p>
<p>A mãe de Caroline procurou um médico que, depois de avaliação clínica e de exames, diagnosticou a menina com anemia. Ela começou a tomar remédios para alimentação, mas, de acordo com ela, sem necessidade. “Eu era uma criança que comia literalmente de tudo, não tinha problema pra comer”, relata.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo após a suplementação alimentar, Caroline não parecia melhorar. Sua avó havia notado que ela estava, na verdade, piorando. A avó informou à mãe o que estava acontecendo na tarde do dia 18 de janeiro de 2010 e Janete, mãe de Caroline, marcou uma consulta para o dia seguinte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a madrugada do dia 19, Janete notou que a filha estava passando mal e pediu que o pai de Caroline acendesse a luz e trouxesse panos de limpeza. Ao olhar para o rosto da menina, Janete se assustou. “Até hoje eu tenho essa cena na minha cabeça, a cara de espanto que a minha mãe fez quando olhou pra mim”, conta e acrescenta: “eu já estava demonstrando os sinais da doença no último estágio. Eu estava tendo hemorragia pelos olhos. Quem me via tinha uma reação: ‘meu Deus, parece um filme de terror’”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pais levaram a menina imediatamente para o hospital. A médica de plantão já conhecia os sintomas de leucemia e solicitou exames. Quando os resultados chegaram, os médicos não conseguiam entender como Caroline ainda estava viva, já que suas plaquetas estavam muito baixas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imediatamente, ela foi encaminhada para fazer transfusões de sangue porque, sem elas, Caroline não conseguiria ser transferida para o Hospital das Clínicas de Curitiba. </span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">“A doutora não quis assustar minha mãe, mas depois ela contou que temia que eu nem conseguisse chegar à Curitiba por conta da minha gravidade”, lembra e continua: “quando eu cheguei em Curitiba, tinha uma equipe da UTI me esperando, porque eles receberam os meus exames de sangue e imaginaram o pior caso”. Quando Janete contou aos médicos que a menina chorou sangue, eles imaginaram que a mulher exagerava na história.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<p>Porém, durante a biópsia, Caroline voltou a chorar sangue e eles passaram a acreditar na história de Janete.</p>
<h3>O diagnóstico</h3>
<p>O resultado da biópsia mostrou que 97% da medula de Caroline estava comprometida e ela foi diagnosticada com <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lla/o-que-e/">leucemia linfoide aguda (LLA)</a>.</p>
<p>“Teve médicos que falaram: ‘mãe, se eu fosse você, voltava para casa e aproveitava o pouco tempo que você tem’, e outros falaram: ‘dá para tentarmos um tratamento, que é novo’”, narra.</p>
<p>O protocolo do novo tratamento indicava uma dose mais forte de quimioterápicos para que eles agissem rapidamente contra as células cancerígenas. Para Caroline, o tratamento foi extenso e agressivo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><style class="vcex-carousel-preload-css">.vcex_69e17aa2cb499{--wpex-carousel-gap:15px;}.vcex_69e17aa2cb499{--wpex-carousel-columns:1;}.vcex_69e17aa2cb499.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+2)){display:flex!important;}@media only screen and (min-width: 480px) {.vcex_69e17aa2cb499{--wpex-carousel-columns:2;}.vcex_69e17aa2cb499.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+3)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 768px) {.vcex_69e17aa2cb499{--wpex-carousel-columns:3;}.vcex_69e17aa2cb499.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > *:not(:nth-child(1n+4)){display:flex!important;}}@media only screen and (min-width: 960px) {.vcex_69e17aa2cb499{--wpex-carousel-columns:4;}.vcex_69e17aa2cb499.wpex-carousel:not(.wpex-carousel--loaded) > 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2026</div><div class="wpex-carousel-entry-excerpt entry-excerpt wpex-my-15 wpex-text-pretty wpex-last-mb-0 wpex-clr"></div></div></div><div class="wpex-carousel-slide has-media"><div class="wpex-carousel-entry-media entry-media wpex-relative"><a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2026/04/a-radiacao-pode-causar-cancer/" title="A radiação pode causar câncer?" class="wpex-carousel-entry-img"><img width="1280" height="720" src="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg" class="wpex-align-middle skip-lazy" alt="radiação câncer" data-no-lazy="1" srcset="https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37.jpg 1280w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-400x225.jpg 400w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-1024x576.jpg 1024w, https://revista.abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-37-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 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wpex-clr"></div></div></div></div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>O tratamento</h3>
<p>Durante <a href="https://revista.abrale.org.br/qualidade-de-vida/2022/10/o-que-fazer-para-melhorar-o-enjoo-da-quimioterapia/">as quimioterapias</a>, Caroline conta que não conseguia comer e sentia muita náusea. “Eu tinha seis para sete anos e um peso de uma criança de quatro, eu estava bem desnutrida”, afirma.</p>
<p>Além disso, o tratamento da leucemia foi extenso porque após as sessões de quimioterapia, a imunidade de Caroline normalmente abaixava, ela tinha que ser internada e tomava antibióticos. Às vezes, ela precisava de transfusões de sangue, porém, ela também tinha reações, necessitava de mais internação e antibióticos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>“Eu tive momentos muito difíceis, eu estava cansada, sentindo muita dor, passando mal e olhei pra minha mãe e falei que queria voltar pra casa pra morrer”, relata.</p>
<p>Caroline conta que o apoio de sua mãe e dos médicos nesse momento foi muito importante para que ela conseguisse continuar e, hoje, contar essa história.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>Apoio na jornada</h3>
<p>Quando recebeu o diagnóstico da filha, Janete ficou impactada, mas “não se deixou vencer pelo diagnóstico”, como fala Caroline. A menina, que é filha única, relata que quando sua mãe soube que ela estava com leucemia rezou:</p>
<p>“Eu planejo tanto a Caroline e eu não vou perder ela agora, Você [Deus] não pode tirar ela de mim, ela ainda vai ter história para contar’”, narra Caroline e acrescenta: “Eu devo tudo à minha mãe, sem ela eu não estaria aqui, ela não chorava na minha frente, sempre se mostrava forte, sempre me motivava a lutar pela minha vida”.</p>

		</div>
	</div>
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			<p>Ela conta que, além de sua mãe, toda sua família foi importante para apoiá-la e motivá-la. Caroline reforça que estímulos e motivações são muito importantes para pacientes de câncer porque, no ambiente hospitalar, se vê “muita morte, muitas coisas tristes, às vezes nossos coleguinhas no outro dia não estão do nosso lado”.</p>
<p>Ela afirma relatar sua história de vida e sua cura da leucemia com muito orgulho, principalmente, porque, apesar dos médicos acreditarem não ter mais o que fazer, seu tratamento funcionou.</p>
<p>“Eu trago o pensamento positivo de que as coisas podem melhorar, elas nem sempre são um ponto final, como se acredita que possa ser”, destaca.</p>
<h3>Objetivos depois da cura</h3>
<p>Como uma forma de retribuir os cuidados recebidos, Caroline atualmente cursa medicina. Seu objetivo é poder, um dia, tratar os pacientes com o mesmo cuidado com que foi tratada. Sua busca é para que a medicina evolua e para que os tratamentos não afetem tanto a rotina de pessoas com câncer.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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