skip to Main Content
Conteúdo gratuito para pacientes de câncer e doenças do sangue, e seus familiares!

Superar: “Saber que tinha câncer foi um baque, mas fui à luta”

Superar: “Saber Que Tinha Câncer Foi Um Baque, Mas Fui à Luta”

Superar. Esse deve ser o foco e sua meta. Se você já tratou ou ainda está tratando um câncer. Não necessariamente superar a doença, mas se superar e acreditar acima de tudo!

Veja como Cléia superou:

Cléia tem 26 anos, mora no Rio de Janeiro, e está em remissão de um linfoma

Me chamo Ocicleia Lopes de Lima, mas prefiro que me chamem de Cléia. Em 2015, após vir sentindo dores diárias no peito e um forte cansaço, fui diagnosticada com um linfoma não-Hodgkin de Grandes Células B. Receber a notícia que tinha um câncer foi um baque, mas fui à luta.

A princípio seriam oito sessões de quimioterapia, que acabaram em março de 2016. Mas, quando realizei exames de acompanhamento, ainda foram constatadas células malignas em meu organismo. Foi quando minha médica falou que precisaria realizar o transplante de medula óssea.

Em julho de 2016, dei início a um novo protocolo de quimioterapia, mais forte, para eliminar as células doentes e assim poder ser transplantada. Logo na primeira aplicação fiquei muito mal. Na segunda semana, eu continuava me sentindo assim e fui para o hospital, tentar entender o que estava acontecendo. Fui internada e logo veio mais um diagnóstico ruim: eu estava com uma gravíssima toxidade no coração.

LINFOMA NÃO-HODGKIN tratamento

Alguns médicos achavam que era devido ao primeiro tratamento e não me davam muitas esperanças de que iria conseguir sobreviver a este quadro. Mas como sempre, Deus agiu de forma grandiosa comigo. Ele sabia que aquele não era o meu momento de ir embora e comecei a tratar este problema do coração.

Ao mesmo tempo, os médicos hematologistas se reuniram e decidiram que eu iria fazer um novo tratamento para o linfoma, que não trouxesse prejuízos cardíacos.

Em dezembro meu coração já estava novinho, então começaram os preparativos para o transplante autólogo. Em fevereiro deste ano fui transplantada e apresentei bons resultados. Precisei fazer mais 20 sessões de radioterapia para concretizar os tratamentos e agora sigo em acompanhamento.

Tenho a dizer que tudo valeu a pena, porque percebi que nos pequenos detalhes da vida estavam as grandes coisas, que muitas vezes passavam desapercebidas. Hoje estou transformada em todos os sentidos. Sou íntima de Deus e pude perceber sua grande dimensão. Em nenhum momento Ele largou minha mão. Força, foco e fé sempre.

 

Veja outras histórias da “Superar”. Eveline conta como foi a sua jornada aqui

Veja mais sobre o LNH no site da Abrale.

0 0 vote
Avalie esse artigo
Receba um aviso sobre comentários nessa notícia
Me avise quando
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Back To Top
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x