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Linfoma do manto é raro e desconhecido

Análise De Dados Da Saúde
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Diante disso, como é o atendimento aos pacientes com esse tipo de câncer, no Brasil?

A menos que você tenha sido diagnosticado com linfoma do manto ou tenha alguém na família que foi, muito provavelmente você nunca ouviu falar sobre esse subtipo de linfoma. 

Os linfomas de células do manto (LCM) são um subtipo raro de linfoma não-Hodgkin de células B, que representam cerca de 6% dos LNH. Eles,  geralmente, têm comportamento agressivo, costumam apresentar-se em estádios avançados e, na maioria das vezes, podem ser do tipo indolente (de evolução lenta).

Para conhecer melhor o cenário do linfoma do manto, o Observatório de Oncologia, plataforma de dados abertos da ABRALE, fez um levantamento por meio de dados do Registro Hospitalar de Câncer (RHC), do Inca, com o objetivo de apresentar o panorama de atendimento oncológicos aos pacientes diagnosticados com essa patologia no Brasil, entre 2014 e 2018.

Informações gerais:

1.020 pacientes foram diagnosticados com linfoma do manto.

Sexo:

  • Masculino
  • Feminino

Idade:

60 a 69 anos

Diagnóstico do linfoma do manto

A maioria dos pacientes foi diagnosticada por exame de anatomia patológica. A quimioterapia foi o primeiro tratamento oncológico mais realizado: em 69% dos pacientes.

73% dos casos confirmados não possuem informação sobre estadiamento da doença. Entre os pacientes com informação preenchida, 84% foram diagnosticados em estágios avançados (III e IV)

  • Avançado (III e IV)
  • Inicial (I e II)

Tempo para  o diagnóstico:

Ao avaliar o tempo, em dias, entre a consulta com o especialista e o recebimento do diagnóstico, nota-se que 63% dos pacientes não têm essa informação preenchida.

De acordo com os registros preenchidos, o tempo médio, entre a primeira consulta com o médico especialista e o recebimento de diagnóstico, foi de 28 dias

Em contrapartida, ao analisar o tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento oncológico, nota-se uma média de 124 dias e esse tempo é superior para pacientes diagnosticados em estágios III (118 dias) e IV (157 dias)

Para ver o estudo na íntegra, com os resultados completos, acesse: www.observatoriodeoncologia.com.br

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Escrito por:

Revista Abrale

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